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“No campo da formação inicial docente no Brasil, a pesquisa sobre a própria prática assume especial importância no âmbito dos estágios”, cujas propostas se caracterizam pelo que se denomina estágio com pesquisa.
GHEDIN, Evandro; OLIVEIRA, Elisangela Silva de; ALMEIDA, Whasgthon Aguiar de. Estágio com pesquisa. São Paulo: Cortez Editora, 2018. PIMENTA, Selma; LIMA, Maria do Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2017.
Sobre o estágio com pesquisa, considerando a concepção apresentada pelos autores, é INCORRETO afirmar:
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Cipriano Luckesi, ao abordar sobre a avaliação da aprendizagem, numa visão geral, ressalta a diferença entre “examinação” e “avaliação”. Segundo Luckesi (2013), a escola hoje ainda não avalia a aprendizagem do educando, mas sim o examina, ou seja, denominamos nossa prática de avaliação, mas, de fato, o que praticamos são exames. O autor defende que historicamente mudamos o nome, porém não modificamos a prática. Portanto, vivenciamos alguma coisa equívoca: leva o nome, mas não realiza a prática.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudo e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2013.
Analise as afirmativas, e em seguida assinale a alternativa que indica o número de assertivas CORRETAS:
I. Os exames são seletivos ou excludentes. Porque classificatórios, os exames excluem uma grande parte dos educandos. Muitos ficam de fora. A pirâmide educacional brasileira é perversa; o aproveitamento de nossos educandos é estatisticamente muito baixo.
II. Os denominados instrumentos de avaliação, para serem corretos, deveriam ser chamados de instrumentos de coleta de dados para a avaliação, na medida em que testes, provas, redações, monografias, arguições, em si, não avaliam, mas sim coletam dados que descrevem o desempenho provisório do aluno, dando base para a sua qualificação diante de determinados critérios. Por exemplo, um teste não avalia um aluno, mas oferece dados sobre o seu desempenho. Esse desempenho, que pode ser qualificado (avaliado), subsidia uma tomada de decisão sobre o que fazer a partir dessa avaliação.
III. Para trabalhar com avaliação, não necessitamos de mudar nossos instrumentos, necessitamos de mudar nossa postura, ou seja, ao invés de examinar, avaliar. Os resultados de um teste, no caso, podem ser lidos sob a ótica do exame ou sob a ótica da avaliação. Após a correção, se o utilizarmos sob a forma de exame, vamos classificar o aluno, minimamente, em aprovado ou reprovado; mas se o utilizamos sob a ótica da avaliação, vamos qualificar o desempenho provisório do aluno, tendo em vista encaminhar atividades que melhorem seu desempenho, caso este não seja satisfatório ainda. Desse modo, não é o instrumento que caracteriza o ato de examinar ou o ato de avaliar, mas sim a postura de avaliar ou de examinar.
IV. Frente às condições materiais que temos, somos responsáveis pelo pouco de sucesso que nosso sistema educacional tem. Assim sendo, os professores desejam aprender a fazer de outra forma. E, para isso, são necessárias duas coisas: formação e condições materiais de ensino. Formação, na medida do possível, os professores têm buscado. É preciso oferecer-lhes o melhor que temos.
V. Importa observar, em primeiro lugar, que a questão central da prática da avaliação na escola não está nos instrumentos, mas sim na postura pedagógica e consequentemente na prática da avaliação. Por exemplo, é impossível praticar avaliação dentro de um projeto pedagógico tradicional, que espera que o educando “esteja sempre pronto”, daí as provas serem pontuais, como vimos anteriormente. Um projeto pedagógico que sustente uma prática de avaliação tem na sua base a crença de que o ser humano é um ser em desenvolvimento, um ser em construção permanente. A avaliação é um ato subsidiário da obtenção de resultados os mais satisfatórios possíveis, portanto subsidiária de um processo, de um movimento construtivo. Portanto, é um instrumento de busca de construção, por isso funciona articulado com um projeto pedagógico que se assume, que se crê e se efetua construtivamente.
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Em "Escritos sobre a Educação", Vitor Paro faz uma reflexão sobre Gestão Escolar, Ética e Liberdade. O autor argumenta que: “Pela forma como devem entrelaçar-se as múltiplas dimensões do educativo na realidade escolar, é possível afirmar com segurança que a relação da gestão escolar com a ética e com a liberdade se dá, privilegiadamente, por via da educação a que ela, como mediação, deve visar”.
PARO, Vitor Henrique. Escritos sobre educação. São Paulo: Xamã, 2001, p.50.
Nessa perspectiva, sobre a concepção de gestão, ética, liberdade e educação, NÃO é possível afirmar:
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Uma escola para a justiça social poderia, então, ser pensada como a que provê "uma escolarização igual para sujeitos diferentes, por meio de um currículo comum”.
SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artmed, 2000, p. 126.
Nestes termos, fazendo jus ao seu sentido democrático a escola deveria proporcionar aos alunos, EXCETO:
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“As escolas são instituições de um tipo muito particular, que não podem ser pensadas como qualquer fábrica ou oficina: a educação não tolera a simplificação do humano [...] que a cultura da racionalidade empresarial sempre transporta” NÓVOA, António. Para uma análise das instituições escolares. In: As organizações escolares em análise. Lisboa: Dom Quixote, 1998. p. 16.
“O conceito de cultura escolar tem sido utilizado para pôr em evidência a função da escola como transmissora de uma cultura específica no quadro do processo de socialização e integração nacional das crianças e dos jovens.”
Disponível em: https://acervodigital.unesp.br/ bitstream/ 123456789 / 65262 / 1 / u 1 _d 26 _v 1 _t 06 . pdf. Acessado em: 03 jan. 2026.
O estudo da cultura escolar se fundamenta com a contribuição das diferentes abordagens: funcionalista, estruturalista e interacionista. Nessa perspectiva, o estudo sobre a escola deverá considerar três dimensões essenciais do processo de referenciação da cultura organizacional, como:
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Nos termos da Lei nº. 9.394, de 20/12/1996 que trata das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a organização curricular da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio deve ser formada por uma Base Nacional comum e uma Parte Diversificada. Nesse sentido, a inclusão da Parte Diversificada nos currículos objetiva:
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“Chamamos de vinculação constitucional a previsão de percentual mínimo da arrecadação que deve ser destinada ao financiamento da Educação. No Brasil, historicamente essa vinculação tem sido feita em diferentes patamares de obrigação mínima para o Governo Federal, estaduais e municipais e, em regra, relacionadas especificamente à arrecadação de impostos.
As vinculações constitucionais existem há muito tempo no Brasil, porém, não foram mantidas de forma contínua. Por exemplo, em 1934 a vinculação da União era de 10%; em 1961, 12%; em 1983, 13%. Porém, essa vinculação deixa de existir em alguns momentos da história do Brasil, por exemplo, em 1937 e 1967.
Em 1988, foi definida a vinculação de 18% para a União e de 25% para estados e municípios. Recentemente, embora os 18% não tenham sido alterados, o Teto de Gastos aprovado pela Emenda Constitucional nº 95/2016 gerou a suspensão da vinculação de recursos de impostos da União à Educação.”
Disponível em https://www.gov.br/mec/pt-br/financiamento-da-educacao-basica/vinculacoes-constitucionais. Acesso em: 05 fev 2026.
No que diz respeito ao gerenciamento de recursos orçamentários destinados à educação e as vinculações constitucionais, é CORRETO afirmar que:
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A Lei nº 9.394, de 20/12/1996, que institui as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), apresenta dispositivos legais em consonância com os direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988. Pode-se afirmar que está de acordo com a previsão constitucional a norma da LDB que:
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Nos termos da Resolução CNE/CP nº 1, de 05/01/2021, entende-se por “competência profissional”:
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Conforme o Artigo 250 da Constituição do Estado de São Paulo, analise o trecho a seguir:
O Poder Público responsabilizar-se-á pela manutenção e expansão do ensino médio, público e gratuito, inclusive para os jovens e adultos que, na idade própria, a ele não tiveram acesso, tomando providências para ___________________________.
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna do trecho acima:
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