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4137197 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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Analise o texto abaixo:

Mais de 3 mil pessoas estão desabrigadas na zona da mata mineira, que enfrenta os efeitos da chuva extrema desde segunda-feira (23).

O CBMG (Corpo de Bombeiros de Minas Gerais) divulgou os mais recentes números de mortos e desaparecidos em Juiz de Fora e Ubá. Os municípios da Zona da Mata Mineira sofrem com os efeitos da chuva forte que atingiu a região entre a noite da última segunda-feira (23) e a madrugada de terça (24).

Até o momento, o temporal deixou 53 mortos, sendo 47 em Juiz de Fora e seis em Ubá. No total, mais de 3 mil pessoas estão desabrigadas.

Os bombeiros organizaram 8 frentes de trabalho para lidar com a tragédia, seis em Juiz de Fora e duas em Ubá. Ambas as cidades declararam estado de calamidade pública.

Juiz de Fora teve o mês mais chuvoso de sua história, foi registrado quase o triplo da média histórica de chuva neste mês. Segundo o Inmet, foram acumulados 589,6 mm de chuva em fevereiro, e a média para a região varia entre 170 e 200 mm.

A cidade teve, até agora, 47 mortes confirmadas, e está com 13 pessoas desaparecidas. O número de desabrigados já chega em 3 mil, e de desalojados 400.

Em Ubá, as chuvas extremas alcançaram um acumulado de cerca de 170 milímetros em apenas três horas. O Rio Ubá registrou uma inundação histórica entre a noite de segunda-feira (23) e a madrugada desta terça-feira (24), após atingir 7,82 metros.

O município teve seis mortes registradas e 2 pessoas seguem desaparecidas. De acordo com os bombeiros, há 178 desalojados e 26 desabrigados.

Portal CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/mg/temporal-em-juiz-de-fora-e-uba-deixa-mortos-e-desaparecidos/ Acesso em: 02.mar.2026.

Fortes chuvas e alagamentos, a exemplo da matéria acima, fazem parte do cotidiano das grandes cidades brasileiras. Sobre o texto, analise os itens a seguir:

I. Cidades esponja são áreas urbanas planejadas ou adaptadas para absorver, armazenar, infiltrar e reutilizar a água da chuva, reduzindo enchentes e melhorando a sustentabilidade ambiental.

II. Em vez de escoar rapidamente a água por meio de galerias e canalizações (modelo tradicional), as cidades esponja utilizam infraestrutura verde, como: telhados verdes, jardins de chuva, parques alagáveis, lagos artificiais e áreas úmidas e recuperação de rios e nascentes. Essas soluções permitem que a água passe rapidamente pelo solo, descarregue lençóis freáticos e aumente a sobrecarga do sistema de drenagem. Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Recife são bons exemplos de cidades brasileiras que já aplicam algumas “técnicas de esponja”.

III. Com as mudanças climáticas e o aumento de eventos extremos, muitas cidades sofrem com enchentes e alagamentos, ilhas de calor e impermeabilização excessiva do solo. As cidades esponja ajudam a diminuir enchentes, melhorar a qualidade da água, aumentar a temperatura urbana, reduzir as áreas verdes alagadas e promover qualidade de vida.

IV. As enchentes urbanas são fenômenos complexos, mas, no fundo, elas acontecem quando a cidade perde a capacidade de “beber” a água da chuva. É o “choque” entre um fenômeno natural e uma ocupação humana muitas vezes desordenada.

V. Dentre os pilares que explicam a grande frequência dos alagamentos nas cidades brasileiras, podemos destacar os seguintes fatores: impermeabilização do solo, poucas áreas verdes, deficiência no sistema de drenagem, bueiros e galerias obstruídos, ocupação de áreas de risco e mudanças climáticas e eventos extremos.

Assinale a alternativa que compreende apenas os itens VERDADEIROS:

 

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4137196 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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Leia os itens a seguir:

1. Analisar fenômenos naturais e processos tecnológicos, com base nas interações e relações entre matéria e energia, para propor ações individuais e coletivas que aperfeiçoem processos produtivos, minimizem impactos socioambientais e melhorem as condições de vida em âmbito local, regional e global.

2. Analisar e utilizar interpretações sobre a dinâmica da Vida, da Terra e do Cosmos para elaborar argumentos, realizar previsões sobre o funcionamento e a evolução dos seres vivos e do Universo, e fundamentar e defender decisões éticas e responsáveis.

3. Analisar processos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos local, regional, nacional e mundial em diferentes tempos, a partir da pluralidade de procedimentos epistemológicos, científicos e tecnológicos, de modo a compreender e posicionar-se criticamente em relação a eles, considerando diferentes pontos de vista e tomando decisões baseadas em argumentos e fontes de natureza científica.

4. Analisar a formação de territórios e fronteiras em diferentes tempos e espaços, mediante a compreensão das relações de poder que determinam as territorialidades e o papel geopolítico dos Estados-nações.

5. Analisar e avaliar criticamente as relações de diferentes grupos, povos e sociedades com a natureza (produção, distribuição e consumo) e seus impactos econômicos e socioambientais, com vistas à proposição de alternativas que respeitem e promovam a consciência, a ética socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional, nacional e global.

6. Analisar as relações de produção, capital e trabalho em diferentes territórios, contextos e culturas, discutindo o papel dessas relações na construção, consolidação e transformação das sociedades.

7. Identificar e combater as diversas formas de injustiça, preconceito e violência, adotando princípios éticos, democráticos, inclusivos e solidários, e respeitando os Direitos Humanos.

8. Participar do debate público de forma crítica, respeitando diferentes posições e fazendo escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), são competências específicas de Ciências Humanas e Sociais aplicadas para o ensino médio os seguintes itens:

 

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4137195 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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A cúpula climática da ONU, conhecida como Conferência das Partes (COP), representa o principal fórum internacional para debates e acordos entre governos sobre a crise do clima, contando com a presença de chefias de Estado, especialistas e membros da sociedade civil. O evento mais recente foi sediado no Brasil, na capital paraense, Belém, no período de 10 a 21 de novembro de 2025.

Sobre o evento, analise os itens que seguem:

I. As COPs constituem encontros anuais entre as nações que integram a Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima, com o objetivo de articular o combate ao aquecimento global. Atualmente, a liderança desse processo permanece com o Brasil até a abertura da próxima edição, agendada para este ano (2026), na Turquia.

II. Em coletiva de imprensa na COP30 o secretário-geral da ONU, António Guterres, criticou a falta de apoio governamental brasileiro na realização do evento, o descompromisso de grandes líderes globais no combate às mudanças climáticas e a insuficiência dos avanços do Acordo de Paris, 15 anos após a sua assinatura, ao passo que sugeriu uma transição justa, ordenada e equitativa do uso de combustíveis fósseis para energias limpas, destacando que essa transição é uma necessidade climática – e um teste de estabilidade econômica, segurança energética e governança responsável.

III. Um dos momentos mais marcantes da COP30 foi protagonizado por Sônia Guajajara que, após intensa participação nas negociações, foi ovacionada de pé na plenária final. A Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil adotou uma postura realista: reconheceu as falhas do acordo, mas reiterou que o encontro gerou avanços, por mais modestos que pareçam.

IV. Ana Toni, secretária-executiva da COP30, expressou satisfação com os desfechos do encontro, ressaltando os grandes obstáculos superados. A conferência ocorreu sob uma conjuntura geopolítica hostil, marcada por conflitos armados e pela retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris, o que dificultou ainda mais a articulação internacional. Ela destacou a importância da solidariedade da comunidade internacional em Belém e da aprovação de 29 textos, através do consenso com 195 países, em um momento delicado na geopolítica global. Esse é um grandioso legado da COP30.

V. O encerramento da COP30 ocorreu com a ratificação de documentos relevantes. Todavia o evento falhou em progredir no combate aos pilares da crise climática: o uso de combustíveis fósseis e a supressão de vegetação nativa. O plano da liderança brasileira de traçar diretrizes claras sobre o desmatamento e o uso de fontes fósseis foi impedido durante a conferência. A resistência veio principalmente dos produtores de petróleo, apoiados por delegações do continente africano.

VI.ACOP 30 consolidou o protagonismo do Brasil no cenário global de combate às mudanças climáticas. O país tornou-se referência de organização, seja pela boa infraestrutura hoteleira, com ótimo custo-benefício, boa segurança, ausência de protestos e invasão de manifestantes durante o evento ou pelos compromissos sólidos das nações, com destaque para as promessas dos representantes de primeiro escalão de países, como os Estados Unidos e a China.

VII. As principais deliberações da conferência foram consolidadas em um conjunto de medidas denominado Pacote de Belém, direcionado sobretudo à promoção de uma transição justa, ao fortalecimento do financiamento climático e às estratégias de adaptação aos impactos das mudanças do clima nos países em desenvolvimento. A chamada “Decisão Mutirão” reafirma o compromisso das nações com o Acordo de Paris e com a meta de limitar o aquecimento global a 1,5 °C. No entanto, apresenta poucos avanços concretos para viabilizar esse objetivo. Um exemplo disso é a exclusão, no texto final, dos combustíveis fósseis — responsáveis por cerca de 80% das emissões de gases de efeito estufa —, o que evidencia a fragilidade das medidas práticas adotadas.

Assinale a alternativa que corresponde aos itens VERDADEIROS:

 

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4137193 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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São conceitos amplamente debatidos por Milton Santos em sua vasta obra, EXCETO:

 

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4137191 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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A Geografia Tradicional, pautada no positivismo e consolidada no século XIX e início do século XX, se apoiou em princípios metodológicos descritivos e explicativos, vistos como regras de procedimento para se fazer um estudo geográfico.

Com base na definição dos princípios, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:

I. No Princípio da Extensão ou Localização, o geógrafo estuda as paisagens do ponto de vista dinâmico, verificando as mudanças e evoluções existentes nas paisagens.

II. No Princípio da Generalidade ou Geografia Geral, a partir da delimitação e observação da área, o geógrafo deve compará-la com outras áreas, buscando semelhanças e diferenças existentes.

III. No Princípio da Causalidade, o geógrafo, ao estudar um fato geográfico ou área, deve proceder à sua localização e delimitação, utilizando para tanto os recursos atribuídos pela Cartografia.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) assertiva(s):

 

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4137190 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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Sobre a questão energética na América do Sul, entre Brasil, Bolívia e Paraguai, analise as afirmativas a seguir.

I. O Gasoduto Brasil-Bolívia e a Usina Binacional de Itaipu, respectivamente Bolívia e Paraguai, são projetos de integração energética do Brasil com os vizinhos sul-americanos.

II. Os anos de 1990 marcaram o empenho entre os países da América do Sul em fortalecer a integração regional através da ligação da infraestrutura energética para promover o fornecimento do comércio regional.

III. A importância da estabilidade nas relações entre os países sul-americanos, celebradas em diversos acordos de interesses mútuos, descarta a possibilidade de conflitos motivados por divergências na condução das políticas internas de cada país.

IV. O comércio estabelecido entre os países fortalece outros setores econômicos, como infraestrutura e transporte.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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4137189 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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Desde a descoberta dos primeiros poços de petróleo perfurados em 1859 na Pensilvânia, Estados Unidos, esse precioso recurso se tornou o principal combustível responsável pelo crescimento econômico e industrial em muitos países já nas primeiras décadas do século XX. Desse modo, a sua demanda crescente impulsionou o desenvolvimento de uma indústria que se tornaria uma das mais importantes da economia contemporânea.

Sobre a Geopolítica do petróleo, analise as afirmativas a seguir e julgue-as (V) para Verdadeiras e (F) para Falsas.

( ) O interesse econômico que o petróleo despertou foi tanto que, em 1928, as sete maiores empresas de petróleo, de origens europeia e estadunidense, conhecidas como “sete irmãs”, formaram um cartel que detinha o oligopólio do setor petrolífero em escala mundial.

( ) Na tentativa de romper o domínio que as “sete irmãs” exerciam no mercado petrolífero, alguns países adotaram políticas de nacionalização do petróleo, criando empresas estatais para atuar diretamente nas principais etapas dessa atividade.

( ) Na tentativa de romper o oligopólio exercido pelas sete irmãs, os principais países produtores e exportadores de petróleo criaram, em 1960, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

( ) Em 1973, os países da OPEP aproveitaram a instabilidade política criada no Oriente Médio pela Guerra do Yom Kippur e ampliaram a produção e o fornecimento de petróleo elevando o preço do produto bruto no mercado internacional.

Assinale a alternativa que apresenta a sequencia CORRETA de cima para baixo.

 

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4137187 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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No artigo intitulado “Avanço do agronegócio na Amazônia: antecipação espacial, processos de espoliação na tentativa de criação da AMACRO e expansão da fronteira agrícola”, os autores Monteiro e Bernardes (2024) analisaram os discursos e a proposta de criação da AMACRO (acrônimo de Amazonas, Acre e Rondônia), e buscaram compreender como o agronegócio atua através de estratégias para a criação de regiões propícias aos seus projetos e às suas ideologias nas áreas de fronteira agrícola.

MONTEIRO, Daniel Macedo Lopes Vasques; BERNARDES, Júlia Adão. Avanço do agronegócio na Amazônia: antecipação espacial, processos de espoliação na tentativa de criação da AMACRO e expansão da fronteira agrícola. Revista NERA, v. 27, n. 2, e10122, abr.-jun., 2024.

Com base no processo em curso na região Norte do Brasil, analise as afirmativas a seguir e julgue-as (V) para Verdadeiras e (F) para Falsas.

( ) O Estado brasileiro, historicamente, lança mão de ideias desenvolvimentistas demarcando presença e atuando incontestavelmente para atingir os anseios dos agentes hegemônicos do capital.

( ) O setor empresarial, ao propor um plano de desenvolvimento agropecuário para a região, justificou o empreendimento através da localização geográfica, tendo em vista a reconstrução, construção e melhorias em infraestruturas locacionais, que viabilizassem o desenvolvimento das atividades econômicas pretendidas como, por exemplo, a rodovia que ligará a região ao Oceano Pacífico.

( ) O processo de expansão das fronteiras agrícolas brasileiras é permeado por conflitos de ordem social e ambiental, que envolvem indígenas, sem-terra, posseiros, assentados, seringueiros e demais extrativistas e comunidades tradicionais.

( ) A área da AMACRO já condiz com o “novo arco de desmatamento”, processo impulsionado pela agropecuária extensiva, pela especulação de terras e pela grilagem.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:

 

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4137183 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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A Primavera Árabe constituiu uma onda de protestos e movimentos populares, no início dos anos 2010, em vários países de maioria árabe nas regiões do Oriente Médio e da África Setentrional.

Analise as afirmativas a seguir e julgue os itens:

I. A degradação política, caracterizada pela corrupção, nepotismo, peculato, tráfico de influência, dentre outras práticas de corrupção, configuraram algumas das causas do evento em tela.

II. A velocidade da circulação de informações, através dos meios de comunicação de massa, particularmente a Internet, foi considerada como um dos combustíveis para a disseminação e organização dos eventos nos países.

III. As ideologias antissemitas que ganharam espaço devido à expansão de Israel sobre o território da Península do Sinai, causaram descontentamento no mundo árabe e corroboraram com os conflitos.

IV. O empobrecimento, a exclusão social, o desemprego, a falta de perspectiva, principalmente dos jovens, além da descrença nas instituições dominantes, contribuíram para a onda de protestos e revoltas.

V. As demandas por democracia, liberdade de expressão e transparência estão diretamente ligadas ao contexto da Primavera Árabe.

Considerando as assertivas, são VERDADEIRAS apenas:

 

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4137181 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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Para esta questão, leia os textos I e II.

Texto I

Da Lama ao Caos

Composição: Chico Science

Posso sair daqui pra me organizar

Posso sair daqui pra desorganizar

Posso sair daqui pra me organizar

Posso sair daqui pra desorganizar

Da lama ao caos, do caos à lama

Um homem roubado nunca se engana

Da lama ao caos, do caos à lama

Um homem roubado nunca se engana

O Sol queimou, queimou a lama do rio

Eu vi um chié andando devagar

E um aratu pra lá e pra cá

E um caranguejo andando pro sul

Saiu do mangue e virou gabiru

Ô, Josué, eu nunca vi tamanha desgraça

Quanto mais miséria tem, mais urubu ameaça

Peguei um balaio fui na feira roubar tomate e

cebola

Ia passando uma véia e pegou a minha cenoura

Aê, minha véia deixa a cenoura aqui

Com a barriga vazia eu não consigo dormir

E com o bucho mais cheio comecei a pensar

Que eu me organizando posso desorganizar

Que eu desorganizando posso me organizar

Que eu me organizando posso desorganizar

Disponível em: https://www.cifraclub.com.br/nacao-zumbi/ da-lama-ao-caos/letra/. Acesso em: 19.fev.2026.

Texto II

“Os ‘de baixo’ não dispõem de meios (materiais e outros) para participar plenamente da cultura moderna de massas. Mas a cultura, por ser baseada no território, no trabalho e no cotidiano, ganha a força necessária para deformar, ali mesmo, o impacto da cultura de massas. Gente junta cria cultura e, paralelamente, cria uma economia territorializada, uma cultura territorializada, um discurso territorializado, uma política territorializada. Essa cultura da vizinhança valoriza, ao mesmo tempo, a experiência da escassez e a experiência da convivência e da solidariedade.”

SANTOS, M. Por uma outra globalização. São Paulo: Record, 2007. pp.143-144.

Analisando os textos, pode-se inferir que os dois se relacionam, pois:

 

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