Uma escola para a justiça social poderia, então, ser pensada como a que provê "uma escolarização igual para sujeitos diferentes, por meio de um currículo comum”.
SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artmed, 2000, p. 126.
Nestes termos, fazendo jus ao seu sentido democrático a escola deveria proporcionar aos alunos, EXCETO: