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1300409 Ano: 2009
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Eletricidade e poluição do ar Nuvens, relâmpagos e trovões talvez estejam entre os primeiros fenômenos naturais observados pelos humanos préhistóricos. Passados séculos, no entanto, a ciência ainda não tem um modelo definitivo para explicar como uma nuvem de
tempestade se torna eletrificada. Nos últimos 50 anos, evidências têm mostrado que esse processo ocorre por meio de colisões entre pedras de granizo e cristais de gelo no interior das nuvens, dependendo a carga elétrica adquirida por ambos de vários fatores, entre eles, a temperatura e a quantidade de água nas regiões onde ocorrem os choques.

Mais recentemente, estudos mostraram que uma atmosfera poluída, como a resultante de queimadas, pode modificar o modo como a nuvem se torna eletricamente carregada, levando a alterações nas características dos relâmpagos. O Brasil tem participado efetivamente dessas pesquisas.

W. A . Fernandes, O. Pinto Jr. e I. R. C. A. Pinto. Eletricidade e poluição do ar: como as queimadas afetam as nuvens de tempestades e os relâmpagos. In: Ciência Hoje, n.º 252, v. 42, set./2008, p. 18 a 23 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto, julgue os itens de 47 a 53.

Considere que duas pedras de granizo, A e B, de massas iguais a 5 g e 1 g, respectivamente, caiam em queda livre, a partir do repouso, de uma mesma altura entre a nuvem em que se encontram e o solo. Desconsiderando-se o atrito com o ar, a pedra A chegará ao solo antes da pedra B.

 

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1300405 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Eletricidade e poluição do ar Nuvens, relâmpagos e trovões talvez estejam entre os primeiros fenômenos naturais observados pelos humanos préhistóricos. Passados séculos, no entanto, a ciência ainda não tem um modelo definitivo para explicar como uma nuvem de
tempestade se torna eletrificada. Nos últimos 50 anos, evidências têm mostrado que esse processo ocorre por meio de colisões entre pedras de granizo e cristais de gelo no interior das nuvens, dependendo a carga elétrica adquirida por ambos de vários fatores, entre eles, a temperatura e a quantidade de água nas regiões onde ocorrem os choques.

Mais recentemente, estudos mostraram que uma atmosfera poluída, como a resultante de queimadas, pode modificar o modo como a nuvem se torna eletricamente carregada, levando a alterações nas características dos relâmpagos. O Brasil tem participado efetivamente dessas pesquisas.

W. A . Fernandes, O. Pinto Jr. e I. R. C. A. Pinto. Eletricidade e poluição do ar: como as queimadas afetam as nuvens de tempestades e os relâmpagos. In: Ciência Hoje, n.º 252, v. 42, set./2008, p. 18 a 23 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto, julgue os itens de 47 a 53.

Não é aconselhável queimar áreas para que nelas seja desenvolvida a agricultura, uma vez que, entre outras consequências, o solo perde nutrientes, além de serem exterminados microrganismos nele presentes e que lhe garantem fertilidade. Esse processo, associado a plantios sucessivos, ao ser realizado repetidamente, acarreta empobrecimento do solo e, consequentemente, da fina camada da superfície utilizada para a agricultura, o que resulta na infertilidade do solo.

 

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1300404 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Eletricidade e poluição do ar Nuvens, relâmpagos e trovões talvez estejam entre os primeiros fenômenos naturais observados pelos humanos préhistóricos. Passados séculos, no entanto, a ciência ainda não tem um modelo definitivo para explicar como uma nuvem de
tempestade se torna eletrificada. Nos últimos 50 anos, evidências têm mostrado que esse processo ocorre por meio de colisões entre pedras de granizo e cristais de gelo no interior das nuvens, dependendo a carga elétrica adquirida por ambos de vários fatores, entre eles, a temperatura e a quantidade de água nas regiões onde ocorrem os choques.

Mais recentemente, estudos mostraram que uma atmosfera poluída, como a resultante de queimadas, pode modificar o modo como a nuvem se torna eletricamente carregada, levando a alterações nas características dos relâmpagos. O Brasil tem participado efetivamente dessas pesquisas.

W. A . Fernandes, O. Pinto Jr. e I. R. C. A. Pinto. Eletricidade e poluição do ar: como as queimadas afetam as nuvens de tempestades e os relâmpagos. In: Ciência Hoje, n.º 252, v. 42, set./2008, p. 18 a 23 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto, julgue os itens de 47 a 53.

O calor irradiado pelo Sol, que atinge a superfície do planeta é importante para a formação das nuvens: esse calor faz que a água evapore e suba, formando grandes camadas de ar quente e úmido, o qual é menos denso que o ar ao nível do mar; ao encontrar regiões com pressão atmosférica mais baixa, o ar resfria-se até o vapor d’água condensar-se, formando-se minúsculas gotas de água que compõem as nuvens.

 

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1300402 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Eletricidade e poluição do ar Nuvens, relâmpagos e trovões talvez estejam entre os primeiros fenômenos naturais observados pelos humanos préhistóricos. Passados séculos, no entanto, a ciência ainda não tem um modelo definitivo para explicar como uma nuvem de
tempestade se torna eletrificada. Nos últimos 50 anos, evidências têm mostrado que esse processo ocorre por meio de colisões entre pedras de granizo e cristais de gelo no interior das nuvens, dependendo a carga elétrica adquirida por ambos de vários fatores, entre eles, a temperatura e a quantidade de água nas regiões onde ocorrem os choques.

Mais recentemente, estudos mostraram que uma atmosfera poluída, como a resultante de queimadas, pode modificar o modo como a nuvem se torna eletricamente carregada, levando a alterações nas características dos relâmpagos. O Brasil tem participado efetivamente dessas pesquisas.

W. A . Fernandes, O. Pinto Jr. e I. R. C. A. Pinto. Eletricidade e poluição do ar: como as queimadas afetam as nuvens de tempestades e os relâmpagos. In: Ciência Hoje, n.º 252, v. 42, set./2008, p. 18 a 23 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto, julgue os itens de 47 a 53.

Há hipóteses de que o domínio do fogo pelos homens préhistóricos tenha decorrido da observação de fenômenos naturais, tais como, incêndios provocados por relâmpagos ou resultantes do choque de duas pedras. O fogo permitiu ao homem aquecer, iluminar o ambiente, cozinhar os alimentos e afastar animais ferozes.

 

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1300401 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

No fragmento de texto da obra de José Lins do Rego apresentado, menciona-se “um coro melancólico de não sei quantos sapos” que “roncava sinistramente”. O tipo de animal referido procria com facilidade em ambientes úmidos, com água em abundância, como em regiões alagadas, por exemplo, por enchentes. Considere, então, a situação hipotética em que a população de sapos em uma área alagada pela “chuvada no sertão”, referida na obra de José Lins do Rego, seja P0 em determinado instante t = 0 e que, a partir desse instante, ela cresça à taxa de 2% a cada intervalo de tempo !$ \Delta !$t, de tal forma que Pk corresponda à população no instante t = k !$ \Delta !$t, para k = 0, 1, 2, 3, ... A partir dessas informações e tomando 0,301 e 0,86 ×10-2 como valores aproximados, respectivamente, para log10 2 e log10 1,02, julgue os itens a seguir.

É correto afirmar que, mantida a referida tendência de crescimento, P35 = 2 P0.

 

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1300400 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

No fragmento de texto da obra de José Lins do Rego apresentado, menciona-se “um coro melancólico de não sei quantos sapos” que “roncava sinistramente”. O tipo de animal referido procria com facilidade em ambientes úmidos, com água em abundância, como em regiões alagadas, por exemplo, por enchentes. Considere, então, a situação hipotética em que a população de sapos em uma área alagada pela “chuvada no sertão”, referida na obra de José Lins do Rego, seja P0 em determinado instante t = 0 e que, a partir desse instante, ela cresça à taxa de 2% a cada intervalo de tempo !$ \Delta !$t, de tal forma que Pk corresponda à população no instante t = k !$ \Delta !$t, para k = 0, 1, 2, 3, ... A partir dessas informações e tomando 0,301 e 0,86 ×10-2 como valores aproximados, respectivamente, para log10 2 e log10 1,02, julgue os itens a seguir.

As populações P1, P2, P3, ... formam, nessa ordem, uma progressão geométrica de razão igual a !$ 1+ \dfrac{1}{50}. !$

 

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1300399 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

O povo a gritar por todos os lados. E o barulho das águas que cresciam em ondas nos enchendo os ouvidos. Num instante não se via mais nem um banco de areia descoberto. Tudo estava inundado. E as águas subiam pelas barreiras. Começavam, então, a descer grandes tábuas de espumas, árvores inteiras arrancadas pela raiz. — Lá vem um boi morto. Olha uma cangalha! E uma linha de madeira lavrada. — Aquilo é cumeeira de casa que a cheia botou abaixo. Longe ouvia-se um gemido como um urro de boi. Estavam botando o búzio para os que ficavam mais distantes. O rumor que as águas faziam nem deixava mais se ouvir o que gritavam do outro lado do rio. As ribanceiras que a correnteza ruía por baixo arriavam com estrondo abafado de terra caída. Com a noite, um coro melancólico de não sei quantos sapos roncava sinistramente, como vozes que viessem do fundo da terra, cavada de seus confins pela verruma dos redemoinhos. Eu fiquei a pensar donde viria tanta água barrenta, tanta espuma, tantos pedaços de pau. E custava a crer que uma chuvada no sertão desse para tanta coisa.

José Lins do Rego. Menino de engenho. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980, p. 25-27.

O texto acima consiste em um fragmento extraído de um romance regionalista de 1930, de José Lins do Rego. A partir desse texto, julgue os itens seguintes, relativos a esse momento da produção literária brasileira e a aspectos gramaticais do texto.

A expressão “chuvada no sertão”, presente no texto, remete às chuvas de convecção, decorrentes do encontro de uma massa de ar úmida com uma barreira orográfica, como, por exemplo, uma serra, relevo típico do sertão brasileiro, o que resulta na condensação do vapor d’água e na formação de nuvens e chuva.

 

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1300398 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

O povo a gritar por todos os lados. E o barulho das águas que cresciam em ondas nos enchendo os ouvidos. Num instante não se via mais nem um banco de areia descoberto. Tudo estava inundado. E as águas subiam pelas barreiras. Começavam, então, a descer grandes tábuas de espumas, árvores inteiras arrancadas pela raiz. — Lá vem um boi morto. Olha uma cangalha! E uma linha de madeira lavrada. — Aquilo é cumeeira de casa que a cheia botou abaixo. Longe ouvia-se um gemido como um urro de boi. Estavam botando o búzio para os que ficavam mais distantes. O rumor que as águas faziam nem deixava mais se ouvir o que gritavam do outro lado do rio. As ribanceiras que a correnteza ruía por baixo arriavam com estrondo abafado de terra caída. Com a noite, um coro melancólico de não sei quantos sapos roncava sinistramente, como vozes que viessem do fundo da terra, cavada de seus confins pela verruma dos redemoinhos. Eu fiquei a pensar donde viria tanta água barrenta, tanta espuma, tantos pedaços de pau. E custava a crer que uma chuvada no sertão desse para tanta coisa.

José Lins do Rego. Menino de engenho. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980, p. 25-27.

O texto acima consiste em um fragmento extraído de um romance regionalista de 1930, de José Lins do Rego. A partir desse texto, julgue os itens seguintes, relativos a esse momento da produção literária brasileira e a aspectos gramaticais do texto.

No fragmento da obra de José Lins do Rego apresentado, é mencionado animal vertebrado que possui: coração com três cavidades; respiração realizada por meio de brânquias, na fase adulta; fecundação de forma externa.

 

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1300397 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

O povo a gritar por todos os lados. E o barulho das águas que cresciam em ondas nos enchendo os ouvidos. Num instante não se via mais nem um banco de areia descoberto. Tudo estava inundado. E as águas subiam pelas barreiras. Começavam, então, a descer grandes tábuas de espumas, árvores inteiras arrancadas pela raiz. — Lá vem um boi morto. Olha uma cangalha! E uma linha de madeira lavrada. — Aquilo é cumeeira de casa que a cheia botou abaixo. Longe ouvia-se um gemido como um urro de boi. Estavam botando o búzio para os que ficavam mais distantes. O rumor que as águas faziam nem deixava mais se ouvir o que gritavam do outro lado do rio. As ribanceiras que a correnteza ruía por baixo arriavam com estrondo abafado de terra caída. Com a noite, um coro melancólico de não sei quantos sapos roncava sinistramente, como vozes que viessem do fundo da terra, cavada de seus confins pela verruma dos redemoinhos. Eu fiquei a pensar donde viria tanta água barrenta, tanta espuma, tantos pedaços de pau. E custava a crer que uma chuvada no sertão desse para tanta coisa.

José Lins do Rego. Menino de engenho. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980, p. 25-27.

O texto acima consiste em um fragmento extraído de um romance regionalista de 1930, de José Lins do Rego. A partir desse texto, julgue os itens seguintes, relativos a esse momento da produção literária brasileira e a aspectos gramaticais do texto.

O personagem popular no romance regionalista de 1930, representado de forma nova, diverge da caracterização idealizada e pitoresca do regionalismo romântico.

 

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1300396 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

O povo a gritar por todos os lados. E o barulho das águas que cresciam em ondas nos enchendo os ouvidos. Num instante não se via mais nem um banco de areia descoberto. Tudo estava inundado. E as águas subiam pelas barreiras. Começavam, então, a descer grandes tábuas de espumas, árvores inteiras arrancadas pela raiz. — Lá vem um boi morto. Olha uma cangalha! E uma linha de madeira lavrada. — Aquilo é cumeeira de casa que a cheia botou abaixo. Longe ouvia-se um gemido como um urro de boi. Estavam botando o búzio para os que ficavam mais distantes. O rumor que as águas faziam nem deixava mais se ouvir o que gritavam do outro lado do rio. As ribanceiras que a correnteza ruía por baixo arriavam com estrondo abafado de terra caída. Com a noite, um coro melancólico de não sei quantos sapos roncava sinistramente, como vozes que viessem do fundo da terra, cavada de seus confins pela verruma dos redemoinhos. Eu fiquei a pensar donde viria tanta água barrenta, tanta espuma, tantos pedaços de pau. E custava a crer que uma chuvada no sertão desse para tanta coisa.

José Lins do Rego. Menino de engenho. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980, p. 25-27.

O texto acima consiste em um fragmento extraído de um romance regionalista de 1930, de José Lins do Rego. A partir desse texto, julgue os itens seguintes, relativos a esse momento da produção literária brasileira e a aspectos gramaticais do texto.

No romance regionalista de 1930, como exemplificado no texto apresentado, a descrição da natureza ultrapassa a caracterização geográfica do sertão, para sugerir as causas sociais dos conflitos entre homem e natureza.

 

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