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Foram encontradas 5.099 questões.

4213097 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Ipu-CE
A construção de identidades locais pode envolver a apropriação de representações literárias que, embora originalmente produzidas no campo artístico, passam a ser ressignificadas como elementos simbólicos de pertencimento territorial. No caso de Ipu, no Ceará, o hino municipal faz referência a um personagem cuja imagem literária foi associada à região. Considerando esse contexto, examine as afirmativas a seguir e assinale a correta.
 

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4213060 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Ipu-CE
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A referência à personagem Iracema, presente no hino municipal de Ipu, remete a uma tradição literária específica do século XIX, vinculada à construção de identidades nacionais no contexto do romantismo brasileiro. Com base nessa relação, assinale a alternativa que corresponde ao autor da obra em que a personagem se insere.
 

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4212430 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Paula Freitas-PR
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A Revista de Antropofagia (1928-1929) foi um marco do modernismo brasileiro, propondo a "deglutição" crítica das influências estrangeiras para a criação de uma arte autenticamente nacional. Embora a publicação original se concentrasse em poesia, ensaios e manifestos, o conceito antropofágico foi posteriormente retomado por diferentes gerações de artistas. Sobre a relação entre a antropofagia oswaldiana e a música brasileira, assinale a alternativa CORRETA:
 

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4210844 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUNPRESP-JUD

O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.

Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente.

No texto, Vieira associa o tempo a um tirano e o esquecimento dos homens a uma tirania, para mostrar a natureza desses dois elementos, que, agindo implacavelmente, apagam a memória das coisas passadas.

 

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Uma vela para Dario
   Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.

   Dois ou trés passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.

   Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma surgem no canto da boca.

   Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.

   A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.

    Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.

    Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.

   Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.

     Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.

     O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio - quando vivo - só destacava molhando no sabonete A polícia decide chamar o rabecão.

     A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vé-lo, todo o ar de um defunto.

     Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.

     Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.

     Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.

(Adaptado de: TREVISAN, Dalton. 33 contos escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2005)
Segundo o escritor e crítico Ricardo Piglia, o conto clássico é aquele que narra em primeiro plano a história 1 e constrói em segredo uma história 2, de modo que as duas se encontrem ao fim. Piglia afirma: "A arte do contista consiste em saber cifrar a história 2 nos interstícios da história 1. Um relato visível esconde um relato secreto, narrado de um modo elíptico e fragmentário".
(Adaptado de: Ricardo Piglia, "Teses sobre o conto", em Formas breves. Trad. de José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. pp. 89-90).

Em conformidade com o texto acima, os dois planos que compõema narrativa de "Uma vela para Dario" estão mais bem definidos em:
 

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4210100 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Ipira-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


The Road Not Taken

By Robert Frost

Two roads diverged in a yellow wood,

And sorry I could not travel both

And be one traveler, long I stood

And looked down one as far as I could

To where it bent in the undergrowth;

Then took the other, as just as fair,

And having perhaps the better claim,

Because it was grassy and wanted wear;

Though as for that the passing there

Had worn them really about the same,

And both that morning equally lay

In leaves no step had trodden black.

Oh, I kept the first for another day!

Yet knowing how way leads on to way,

I doubted if I should ever come back.

I shall be telling this with a sigh

Somewhere ages and ages hence:

Two roads diverged in a wood, and I—

I took the one less traveled by,

And that has made all the difference.

https://www.poetryfoundation.org/poems/44272/the-road-not-taken

A careful reading of the poem reveals a subtle contrast between the speaker's immediate observations and the narrative he imagines telling in the future. This contrast plays an important role in the construction of meaning. Which statement best explains this aspect of the poem?
 

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4210095 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Ipira-SC
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Os movimentos literários relacionam-se aos contextos históricos, sociais e culturais de cada época, apresentando diferentes formas de linguagem, representação artística e compreensão da realidade ao longo da história da literatura (CANDIDO, 2019).
Assinale a alternativa correta sobre as escolas literárias.
 

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4210092 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Ipira-SC
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A produção literária relaciona-se às formas pelas quais diferentes sociedades elaboram experiências humanas, visões de mundo e manifestações culturais em determinados contextos históricos. Nesse processo, os textos literários assumem variadas funções estéticas e simbólicas ao longo do tempo (BOSI, 2020).
Assinale a alternativa correta sobre a literatura brasileira.
 

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4210090 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Ipira-SC
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A literatura brasileira reúne autores e obras que dialogam com diferentes contextos históricos, sociais e estéticos, contribuindo para a consolidação de distintas formas de representação artística ao longo da formação literária nacional (BOSI, 2020).

Relacione os autores apresentados na Coluna 1 as respectivas obras indicadas na Coluna 2.

COLUNA 1

1.Machado de Assis

2.Graciliano Ramos

3.José de Alencar

4.Clarice Lispector

5.Aluísio Azevedo

COLUNA 2

(   ) A Hora da Estrela

(   ) Casa de Pensão

(   ) Memorial de Aires

(   ) Vidas Secas

(   ) lracema

Assinale a alternativa correta, "de cima para baixo".

 

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4209953 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
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Warum Europa sich schneller erwärmt als andere Kontinente

Von Martin Kuebler

Europa stöhnt unter einer frühen Hitzewelle, die Rekorde bricht und schon Menschenleben

gefordert hat. Warum der Kontinent besonders heiß ist und wie die Prognosen sind.

Weite Teile Westeuropas leiden dieses Frühjahr unter einer intensiven Hitzewelle. Es

herrschen ungewöhnlich heiße Temperaturen vom Vereinigten Königreich im Norden über

Deutschland und Frankreich bis hinunter nach Spanien und Italien.

Grund für das für diese Jahreszeit untypisch heiße Wetter ist eine sogenannte

Wärmekuppel. Ähnlich wie ein Deckel auf einem kochenden Topf schließt dabei ein

Hochdrucksystem aus Nordafrika in der Atmosphäre heiße Luft über Europa ein. Da es sich nur

sehr langsam bewegt, hält diese Wetterlage an.

Nach Angaben des Copernicus Climate Change Service der EU haben solche

Wettersysteme in Europa in den letzten 25 Jahren zugenommen und zu häufigeren und

extremeren Hitzewellen geführt.

Europa erwärmt sich doppelt so schnell

“Temperaturen in dieser Größenordnung waren früher selbst im Hochsommer

außergewöhnlich”, so Friederike Otto, Professorin für Klimawissenschaften am Londoner

Imperial College in einer Erklärung.

“Diese rekordverdächtige Hitze trägt die Fingerabdrücke des Klimawandels.” Es sei jedoch

“noch zu früh, um zu berechnen, inwieweit dieses jüngste extreme Hitzeereignis durch den

Treibhauseffekt aufgrund der Emissionen fossiler Brennstoffe verstärkt wurde.”

Die von der Klimawissenschaftlerin Otto mitbegründete World Weather Attribution mit Sitz

im Vereinigten Königreich hat Hitzewellen in Europa seit 2003 untersucht. Dabei zeigte sich,

dass das extreme Wetter aufgrund des vom Menschen verursachten Klimawandels “sehr viel

wahrscheinlicher und intensiver war”.

(Quelle: https://www.dw.com/de/warum-sich-europa-schneller-erwaermt-als-andere-kontinente-hitzewelle-arktis-rekordhitze/a-77333587).

Welcher deutsche Schriftsteller hat das Buch “Die Räuber” geschrieben und zu welcher Literaturperiode wird es geordnet?
 

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