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Com o auxílio da figura acima, que ilustra um ciclo hidrológico, julgue os itens que se seguem.
A movimentação das nuvens, formadas, entre outros elementos, pelo vapor da água decorrente de processos de evaporação, é influenciada pelo movimento de rotação da Terra e pelas correntes atmosféricas.
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Com o auxílio da figura acima, que ilustra um ciclo hidrológico, julgue os itens que se seguem.
O ciclo da água é influenciado, entre outros fatores, pela radiação solar que incide sobre o planeta Terra, pois essa radiação é fundamental na evaporação das águas de rios, reservatórios e mares, bem como na transpiração de plantas e animais.
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Com o auxílio da figura acima, que ilustra um ciclo hidrológico, julgue os itens que se seguem.
O gráfico a seguir representa corretamente o processo de transformação H2O(g) → H2O(l).

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O perigo da desertificação
A caatinga pode ser considerada um ambiente frágil por possuir solos rasos e pobres em nutrientes e por ser submetida a um regime de chuvas extremamente marcado — de 300 mm/m a 800 mm/2 m2 de chuva distribuídos entre os meses de outubro a março. A combinação dessa fragilidade com a ação humana faz que, uma vez iniciado o processo de degradação, ele se instale facilmente.
O fato pode ser constatado em diversas áreas do bioma. A principal delas está em Gilbués, município ao sul do Piauí. Ali, onde, antes, havia um garimpo de diamantes, hoje, veem-se voçorocas, e até dunas. Ao longo dos anos, o deserto avançou pela cidade, o que provocou a migração de muitos moradores. O mesmo processo acontece em Cabrobró, em Pernambuco, e na região do Seridó, no Ceará. Nesses locais, no entanto, o que provoca o fenômeno é a agricultura intensa.
Para os pesquisadores, o risco de desertificação é mais um motivo para se intensificar a preservação da caatinga. Segundo eles, é a vegetação nativa que, adaptada às condições do solo local, garante que o fenômeno de desertificação não aconteça.
M. Ferraz. Caatinga, muito prazer. In: Ciência Hoje, n.º 251, v. 42, ago./2008, p. 46-7 (com adaptações).
A partir desse texto, julgue os próximos itens.
Sabendo-se que existem plantas na caatinga que possuem mecanismo fisiológico capaz de produzir cera para revestir seus tecidos e, por isso, reduzir perdas de água por transpiração, é correto concluir que essas plantas são halófitas.
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O perigo da desertificação
A caatinga pode ser considerada um ambiente frágil por possuir solos rasos e pobres em nutrientes e por ser submetida a um regime de chuvas extremamente marcado — de 300 mm/m a 800 mm/2 m2 de chuva distribuídos entre os meses de outubro a março. A combinação dessa fragilidade com a ação humana faz que, uma vez iniciado o processo de degradação, ele se instale facilmente.
O fato pode ser constatado em diversas áreas do bioma. A principal delas está em Gilbués, município ao sul do Piauí. Ali, onde, antes, havia um garimpo de diamantes, hoje, veem-se voçorocas, e até dunas. Ao longo dos anos, o deserto avançou pela cidade, o que provocou a migração de muitos moradores. O mesmo processo acontece em Cabrobró, em Pernambuco, e na região do Seridó, no Ceará. Nesses locais, no entanto, o que provoca o fenômeno é a agricultura intensa.
Para os pesquisadores, o risco de desertificação é mais um motivo para se intensificar a preservação da caatinga. Segundo eles, é a vegetação nativa que, adaptada às condições do solo local, garante que o fenômeno de desertificação não aconteça.
M. Ferraz. Caatinga, muito prazer. In: Ciência Hoje, n.º 251, v. 42, ago./2008, p. 46-7 (com adaptações).
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A ocupação do interior do agreste e a do sertão nordestino decorreram do desenvolvimento da pecuária, da existência de grandes propriedades rurais e da monocultura, diferentemente do que ocorreu no litoral, onde predominou a pequena propriedade rural.
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O perigo da desertificação
A caatinga pode ser considerada um ambiente frágil por possuir solos rasos e pobres em nutrientes e por ser submetida a um regime de chuvas extremamente marcado — de 300 mm/m a 800 mm/2 m2 de chuva distribuídos entre os meses de outubro a março. A combinação dessa fragilidade com a ação humana faz que, uma vez iniciado o processo de degradação, ele se instale facilmente.
O fato pode ser constatado em diversas áreas do bioma. A principal delas está em Gilbués, município ao sul do Piauí. Ali, onde, antes, havia um garimpo de diamantes, hoje, veem-se voçorocas, e até dunas. Ao longo dos anos, o deserto avançou pela cidade, o que provocou a migração de muitos moradores. O mesmo processo acontece em Cabrobró, em Pernambuco, e na região do Seridó, no Ceará. Nesses locais, no entanto, o que provoca o fenômeno é a agricultura intensa.
Para os pesquisadores, o risco de desertificação é mais um motivo para se intensificar a preservação da caatinga. Segundo eles, é a vegetação nativa que, adaptada às condições do solo local, garante que o fenômeno de desertificação não aconteça.
M. Ferraz. Caatinga, muito prazer. In: Ciência Hoje, n.º 251, v. 42, ago./2008, p. 46-7 (com adaptações).
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No interior da Bahia, no século XIX, em meio à vegetação da caatinga, surgiu uma comunidade sertaneja que atravessou as agruras das secas cíclicas, que, periodicamente, assolavam e ainda assolam a região: ali se formou o povoado de Canudos, sob a liderança de Antônio Conselheiro, que defendia o uso coletivo da terra.
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O perigo da desertificação
A caatinga pode ser considerada um ambiente frágil por possuir solos rasos e pobres em nutrientes e por ser submetida a um regime de chuvas extremamente marcado — de 300 mm/m a 800 mm/2 m2 de chuva distribuídos entre os meses de outubro a março. A combinação dessa fragilidade com a ação humana faz que, uma vez iniciado o processo de degradação, ele se instale facilmente.
O fato pode ser constatado em diversas áreas do bioma. A principal delas está em Gilbués, município ao sul do Piauí. Ali, onde, antes, havia um garimpo de diamantes, hoje, veem-se voçorocas, e até dunas. Ao longo dos anos, o deserto avançou pela cidade, o que provocou a migração de muitos moradores. O mesmo processo acontece em Cabrobró, em Pernambuco, e na região do Seridó, no Ceará. Nesses locais, no entanto, o que provoca o fenômeno é a agricultura intensa.
Para os pesquisadores, o risco de desertificação é mais um motivo para se intensificar a preservação da caatinga. Segundo eles, é a vegetação nativa que, adaptada às condições do solo local, garante que o fenômeno de desertificação não aconteça.
M. Ferraz. Caatinga, muito prazer. In: Ciência Hoje, n.º 251, v. 42, ago./2008, p. 46-7 (com adaptações).
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Sabe-se que o anagrama de uma palavra é uma permutação das letras dessa palavra cujo resultado tem, ou não, significado na linguagem comum. Dessa forma, sendo n1 a quantidade de anagramas que é possível de se formar com a palavra Cabrobró e n2, a quantidade de anagramas que é possível de se formar com a palavra caatinga, então !$ \dfrac{n_1}{n_2} \ne \dfrac{3}{4} !$
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O perigo da desertificação
A caatinga pode ser considerada um ambiente frágil por possuir solos rasos e pobres em nutrientes e por ser submetida a um regime de chuvas extremamente marcado — de 300 mm/m a 800 mm/2 m2 de chuva distribuídos entre os meses de outubro a março. A combinação dessa fragilidade com a ação humana faz que, uma vez iniciado o processo de degradação, ele se instale facilmente.
O fato pode ser constatado em diversas áreas do bioma. A principal delas está em Gilbués, município ao sul do Piauí. Ali, onde, antes, havia um garimpo de diamantes, hoje, veem-se voçorocas, e até dunas. Ao longo dos anos, o deserto avançou pela cidade, o que provocou a migração de muitos moradores. O mesmo processo acontece em Cabrobró, em Pernambuco, e na região do Seridó, no Ceará. Nesses locais, no entanto, o que provoca o fenômeno é a agricultura intensa.
Para os pesquisadores, o risco de desertificação é mais um motivo para se intensificar a preservação da caatinga. Segundo eles, é a vegetação nativa que, adaptada às condições do solo local, garante que o fenômeno de desertificação não aconteça.
M. Ferraz. Caatinga, muito prazer. In: Ciência Hoje, n.º 251, v. 42, ago./2008, p. 46-7 (com adaptações).
A partir desse texto, julgue os próximos itens.
No bioma caatinga, citado no texto, a vegetação nativa é constituída por arbustos tortuosos, com aspecto seco por quase todo o ano.
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O perigo da desertificação
A caatinga pode ser considerada um ambiente frágil por possuir solos rasos e pobres em nutrientes e por ser submetida a um regime de chuvas extremamente marcado — de 300 mm/m a 800 mm/2 m2 de chuva distribuídos entre os meses de outubro a março. A combinação dessa fragilidade com a ação humana faz que, uma vez iniciado o processo de degradação, ele se instale facilmente.
O fato pode ser constatado em diversas áreas do bioma. A principal delas está em Gilbués, município ao sul do Piauí. Ali, onde, antes, havia um garimpo de diamantes, hoje, veem-se voçorocas, e até dunas. Ao longo dos anos, o deserto avançou pela cidade, o que provocou a migração de muitos moradores. O mesmo processo acontece em Cabrobró, em Pernambuco, e na região do Seridó, no Ceará. Nesses locais, no entantoC, o que provoca o fenômeno é a agricultura intensa.
Para os pesquisadores, o risco de desertificação é mais um motivo para se intensificar a preservação da caatinga. Segundo eles, é a vegetação nativa que, adaptada às condições do solo local, garante que o fenômeno de desertificação não aconteça.
M. Ferraz. Caatinga, muito prazer. In: Ciência Hoje, n.º 251, v. 42, ago./2008, p. 46-7 (com adaptações).
A partir desse texto, julgue os próximos itens.
A expressão “no entanto” (l.14-15) poderia, sem prejuízo para a correção gramatical e para as informações originais do período, ser substituída por qualquer uma das seguintes palavras: todavia, entretanto, contudo.
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O perigo da desertificação
A caatinga pode ser considerada um ambiente frágil por possuir solos rasos e pobres em nutrientes e por ser submetida a um regime de chuvas extremamente marcado — de 300 mm/m a 800 mm/2 m2 de chuva distribuídos entre os meses de outubro a março. A combinação dessa fragilidade com a ação humana faz que, uma vez iniciado o processo de degradação, ele se instale facilmente.
O fato pode ser constatado em diversas áreas do bioma. A principal delas está em Gilbués, município ao sul do Piauí. Ali, onde, antes, havia um garimpo de diamantes, hoje, veem-se voçorocas, e até dunas. Ao longo dos anos, o deserto avançou pela cidade, o que provocou a migração de muitos moradores. O mesmo processo acontece em Cabrobró, em Pernambuco, e na região do Seridó, no Ceará. Nesses locais, no entanto, o que provoca o fenômeno é a agricultura intensa.
Para os pesquisadores, o risco de desertificação é mais um motivo para se intensificar a preservação da caatinga. Segundo eles, é a vegetação nativa que, adaptada às condições do solo local, garante que o fenômeno de desertificação não aconteça.
M. Ferraz. Caatinga, muito prazer. In: Ciência Hoje, n.º 251, v. 42, ago./2008, p. 46-7 (com adaptações).
A partir desse texto, julgue os próximos itens.
Na linha 3, a substituição do travessão por dois-pontos manteria a correção gramatical do período.
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