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Claude Oscar Monet.
Uma analogia com os sonhos, ou, mais geralmente, com associações espontâneas de ideias, é mais reveladora que a habitual comparação da música de Debussy à pintura impressionista. É verdade que, algumas vezes, ele escolheu temas que também atraíram os impressionistas. Por exemplo, o título Reflets dans l'Eau (Reflexos na Água), de uma composição que é uma das imagens de Debussy para piano, poderia ser aplicado a certas telas de Monet, como a ilustrada acima. No entanto, a música difere essencialmente da pintura por ser uma arte que se projeta no tempo. As técnicas formais e rítmicas de Debussy podem ter atenuado a sensação do decorrer temporal, mas o movimento tinha para ele extrema importância. Mais uma vez, ele não se preocupava apenas em pintar imagens sonoras. “Eu desejaria para a música”, escreveu, “uma liberdade que lhe é talvez mais inerente que a qualquer outra arte, não se limitando a uma reprodução mais ou menos exata da natureza, mas às misteriosas correspondências entre natureza e imaginação.”
Paul Griffiths. A música moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987, p. 10 (com adaptações).
A partir da figura e do texto apresentados, julgue os itens que se seguem.
O estilo impressionista corresponde a uma arte realizada a partir de impressões e observações pessoais do artista em relação à natureza.
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Claude Oscar Monet.
Uma analogia com os sonhos, ou, mais geralmente, com associações espontâneas de ideias, é mais reveladora que a habitual comparação da música de Debussy à pintura impressionista. É verdade que, algumas vezes, ele escolheu temas que também atraíram os impressionistas. Por exemplo, o título Reflets dans l'Eau (Reflexos na Água), de uma composição que é uma das imagens de Debussy para piano, poderia ser aplicado a certas telas de Monet, como a ilustrada acima. No entanto, a música difere essencialmente da pintura por ser uma arte que se projeta no tempo. As técnicas formais e rítmicas de Debussy podem ter atenuado a sensação do decorrer temporal, mas o movimento tinha para ele extrema importância. Mais uma vez, ele não se preocupava apenas em pintar imagens sonoras. “Eu desejaria para a música”, escreveu, “uma liberdade que lhe é talvez mais inerente que a qualquer outra arte, não se limitando a uma reprodução mais ou menos exata da natureza, mas às misteriosas correspondências entre natureza e imaginação.”
Paul Griffiths. A música moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987, p. 10 (com adaptações).
A partir da figura e do texto apresentados, julgue os itens que se seguem.
É correto inferir-se do texto que o Impressionismo foi um movimento artístico restrito às artes visuais.
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Claude Oscar Monet.
Uma analogia com os sonhos, ou, mais geralmente, com associações espontâneas de ideias, é mais reveladora que a habitual comparação da música de Debussy à pintura impressionista. É verdade que, algumas vezes, ele escolheu temas que também atraíram os impressionistas. Por exemplo, o título Reflets dans l'Eau (Reflexos na Água), de uma composição que é uma das imagens de Debussy para piano, poderia ser aplicado a certas telas de Monet, como a ilustrada acima. No entanto, a música difere essencialmente da pintura por ser uma arte que se projeta no tempo. As técnicas formais e rítmicas de Debussy podem ter atenuado a sensação do decorrer temporal, mas o movimento tinha para ele extrema importância. Mais uma vez, ele não se preocupava apenas em pintar imagens sonoras. “Eu desejaria para a música”, escreveu, “uma liberdade que lhe é talvez mais inerente que a qualquer outra arte, não se limitando a uma reprodução mais ou menos exata da natureza, mas às misteriosas correspondências entre natureza e imaginação.”
Paul Griffiths. A música moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987, p. 10 (com adaptações).
A partir da figura e do texto apresentados, julgue os itens que se seguem.
Os instrumentos de percussão denominados fazedores de barulho, tais como o bombo e os pratos, podem ser utilizados, adequadamente, para a emissão de sons que lembrem trovoadas.
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Claude Oscar Monet.
Uma analogia com os sonhos, ou, mais geralmente, com associações espontâneas de ideias, é mais reveladora que a habitual comparação da música de Debussy à pintura impressionista. É verdade que, algumas vezes, ele escolheu temas que também atraíram os impressionistas. Por exemplo, o título Reflets dans l'Eau (Reflexos na Água), de uma composição que é uma das imagens de Debussy para piano, poderia ser aplicado a certas telas de Monet, como a ilustrada acima. No entanto, a música difere essencialmente da pintura por ser uma arte que se projeta no tempo. As técnicas formais e rítmicas de Debussy podem ter atenuado a sensação do decorrer temporal, mas o movimento tinha para ele extrema importância. Mais uma vez, ele não se preocupava apenas em pintar imagens sonoras. “Eu desejaria para a música”, escreveu, “uma liberdade que lhe é talvez mais inerente que a qualquer outra arte, não se limitando a uma reprodução mais ou menos exata da natureza, mas às misteriosas correspondências entre natureza e imaginação.”
Paul Griffiths. A música moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987, p. 10 (com adaptações).
A partir da figura e do texto apresentados, julgue os itens que se seguem.
Nas composições de músicas contemporâneas, são utilizados sons da “natureza”, como aludido no texto.
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Claude Oscar Monet.
Uma analogia com os sonhos, ou, mais geralmente, com associações espontâneas de ideias, é mais reveladora que a habitual comparação da música de Debussy à pintura impressionista. É verdade que, algumas vezes, ele escolheu temas que também atraíram os impressionistas. Por exemplo, o título Reflets dans l'Eau (Reflexos na Água), de uma composição que é uma das imagens de Debussy para piano, poderia ser aplicado a certas telas de Monet, como a ilustrada acima. No entanto, a música difere essencialmente da pintura por ser uma arte que se projeta no tempo. As técnicas formais e rítmicas de Debussy podem ter atenuado a sensação do decorrer temporal, mas o movimento tinha para ele extrema importância. Mais uma vez, ele não se preocupava apenas em pintar imagens sonoras. “Eu desejaria para a música”, escreveu, “uma liberdade que lhe é talvez mais inerente que a qualquer outra arte, não se limitando a uma reprodução mais ou menos exata da natureza, mas às misteriosas correspondências entre natureza e imaginação.”
Paul Griffiths. A música moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987, p. 10 (com adaptações).
A partir da figura e do texto apresentados, julgue os itens que se seguem.
Depreende-se da figura mostrada que, para pintar sua obra, Claude Monet desconsiderou o movimento da água, como revelam as formas geométricas rígidas que compõem o quadro.
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Claude Oscar Monet.
Uma analogia com os sonhos, ou, mais geralmente, com associações espontâneas de ideias, é mais reveladora que a habitual comparação da música de Debussy à pintura impressionista. É verdade que, algumas vezes, ele escolheu temas que também atraíram os impressionistas. Por exemplo, o título Reflets dans l'Eau (Reflexos na Água), de uma composição que é uma das imagens de Debussy para piano, poderia ser aplicado a certas telas de Monet, como a ilustrada acima. No entanto, a música difere essencialmente da pintura por ser uma arte que se projeta no tempo. As técnicas formais e rítmicas de Debussy podem ter atenuado a sensação do decorrer temporal, mas o movimento tinha para ele extrema importância. Mais uma vez, ele não se preocupava apenas em pintar imagens sonoras. “Eu desejaria para a música”, escreveu, “uma liberdade que lhe é talvez mais inerente que a qualquer outra arte, não se limitando a uma reprodução mais ou menos exata da natureza, mas às misteriosas correspondências entre natureza e imaginação.”
Paul Griffiths. A música moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987, p. 10 (com adaptações).
A partir da figura e do texto apresentados, julgue os itens que se seguem.
Na elaboração da obra ilustrada acima, caso Claude Monet tivesse aplicado as regras da óptica física na determinação das distâncias tanto de um objeto quanto de sua imagem em relação à superfície refletora da água, essas distâncias deveriam ter sido iguais.
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Claude Oscar Monet.
Uma analogia com os sonhos, ou, mais geralmente, com associações espontâneas de ideias, é mais reveladora que a habitual comparação da música de Debussy à pintura impressionista. É verdade que, algumas vezes, ele escolheu temas que também atraíram os impressionistas. Por exemplo, o título Reflets dans l'Eau (Reflexos na Água), de uma composição que é uma das imagens de Debussy para piano, poderia ser aplicado a certas telas de Monet, como a ilustrada acima. No entanto, a música difere essencialmente da pintura por ser uma arte que se projeta no tempo. As técnicas formais e rítmicas de Debussy podem ter atenuado a sensação do decorrer temporal, mas o movimento tinha para ele extrema importância. Mais uma vez, ele não se preocupava apenas em pintar imagens sonoras. “Eu desejaria para a música”, escreveu, “uma liberdade que lhe é talvez mais inerente que a qualquer outra arte, não se limitandoC a uma reprodução mais ou menos exata da natureza, mas às misteriosas correspondênciasC entre natureza e imaginação.”
Paul Griffiths. A música moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987, p. 10 (com adaptações).
A partir da figura e do texto apresentados, julgue os itens que se seguem.
Em “às misteriosas correspondências” (l.17), o sinal indicativo de crase deve-se à regência de “se limitando” (l.16) e à presença de artigo definido feminino plural.
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Não me deixes!
Debruçada nas águas dum regato
A flor dizia em vão
À corrente, onde bela se mirava:
“Ai, não me deixes, não!
Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão;
Límpido ou turvo, te amarei constante;
Mas não me deixes, não!”
E a corrente passava; novas águas
Após as outras vão;
E a flor sempre a dizer curva na fonte:
“Ai, não me deixes, não!”
E das águas que fogem incessantes
À eterna sucessão
Dizia sempre a flor, e sempre embalde:
“Ai, não me deixes, não!”
Por fim desfalecida e a cor murchada,
Quase a lamber o chão,
Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasse, não.
A correnteE impiedosa a flor enleia,
Leva-aE do seu torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
“Não me deixaste, não!”
Gonçalves Dias. Gonçalves Dias – literatura comentada. São Paulo: Abril, 1982, p. 34.
Esse poema de Gonçalves Dias é exemplo de texto lírico do Romantismo. Com base nessa informação, julgue os itens que se seguem, relativos ao poema.
Em “Leva-a” (v. 22), o pronome “a” retoma o antecedente “corrente” (v.21).
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Não me deixes!
Debruçada nas águas dum regato
A flor diziaC em vão
À correnteC, onde bela se mirava:
“Ai, não me deixes, não!
Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão;
Límpido ou turvo, te amarei constante;
Mas não me deixes, não!”
E a corrente passava; novas águas
Após as outras vão;
E a flor sempre a dizer curva na fonte:
“Ai, não me deixes, não!”
E das águas que fogem incessantes
À eterna sucessão
Dizia sempre a flor, e sempre embalde:
“Ai, não me deixes, não!”
Por fim desfalecida e a cor murchada,
Quase a lamber o chão,
Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasse, não.
A corrente impiedosa a flor enleia,
Leva-a do seu torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
“Não me deixaste, não!”
Gonçalves Dias. Gonçalves Dias – literatura comentada. São Paulo: Abril, 1982, p. 34.
Esse poema de Gonçalves Dias é exemplo de texto lírico do Romantismo. Com base nessa informação, julgue os itens que se seguem, relativos ao poema.
Em “À corrente” (v.3), o sinal indicativo de crase se justifica pela regência de “dizia” (v.2) e pela presença de artigo definido feminino singular.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Não me deixes!
Debruçada nas águas dum regato
A flor dizia em vão
À corrente, onde bela se mirava:
“Ai, não me deixes, não!
Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão;
Límpido ou turvo, te amarei constante;
Mas não me deixes, não!”
E a corrente passava; novas águas
Após as outras vão;
E a flor sempre a dizer curva na fonte:
“Ai, não me deixes, não!”
E das águas que fogem incessantes
À eterna sucessão
Dizia sempre a flor, e sempre embalde:
“Ai, não me deixes, não!”
Por fim desfalecida e a cor murchada,
Quase a lamber o chão,
Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasse, não.
A corrente impiedosa a flor enleia,
Leva-a do seu torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
“Não me deixaste, não!”
Gonçalves Dias. Gonçalves Dias – literatura comentada. São Paulo: Abril, 1982, p. 34.
Esse poema de Gonçalves Dias é exemplo de texto lírico do Romantismo. Com base nessa informação, julgue os itens que se seguem, relativos ao poema.
O refinamento da forma poética, a ausência de rimas e o tratamento denso e difícil do tema amoroso imprimem ao poema um tom erudito.
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