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1300441 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Não me deixes!

Debruçada nas águas dum regato
A flor dizia em vão
À corrente, onde bela se mirava:
“Ai, não me deixes, não!

Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão;
Límpido ou turvo, te amarei constante;
Mas não me deixes, não!”

E a corrente passava; novas águas
Após as outras vão;
E a flor sempre a dizer curva na fonte:
“Ai, não me deixes, não!”

E das águas que fogem incessantes
À eterna sucessão
Dizia sempre a flor, e sempre embalde:
“Ai, não me deixes, não!”

Por fim desfalecida e a cor murchada,
Quase a lamber o chão,
Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasse, não.

A corrente impiedosa a flor enleia,
Leva-a do seu torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
“Não me deixaste, não!”

Gonçalves Dias. Gonçalves Dias – literatura comentada. São Paulo: Abril, 1982, p. 34.

Esse poema de Gonçalves Dias é exemplo de texto lírico do Romantismo. Com base nessa informação, julgue os itens que se seguem, relativos ao poema.

Em uma das interpretações desse poema, a flor pode simbolizar uma figura feminina, e o regato, uma masculina, estando os dois envolvidos em relação amorosa.

 

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1300440 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Não me deixes!

Debruçada nas águas dum regato
A flor dizia em vão
À corrente, onde bela se mirava:
“Ai, não me deixesC, não!

Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão;
Límpido ou turvo, te amarei constante;
Mas não me deixesC, não!”

E a corrente passava; novas águas
Após as outras vão;
E a flor sempre a dizer curva na fonte:
“Ai, não me deixesC, não!”

E das águas que fogem incessantes
À eterna sucessão
Dizia sempre a flor, e sempre embalde:
“Ai, não me deixes, não!”

Por fim desfalecida e a cor murchada,
Quase a lamber o chão,
Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasseC, não.

A corrente impiedosa a flor enleia,
Leva-a do seu torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
“Não me deixasteC, não!”

Gonçalves Dias. Gonçalves Dias – literatura comentada. São Paulo: Abril, 1982, p. 34.

Esse poema de Gonçalves Dias é exemplo de texto lírico do Romantismo. Com base nessa informação, julgue os itens que se seguem, relativos ao poema.

Esse texto poético é estruturado em eixo narrativo, que apresenta um enredo marcado pela seguinte gradação: “não me deixes” (v.4, 8, 12 e 16), “a não deixasse” (v.20) e “Não me deixaste” (v.24).

 

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1300439 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Não me deixes!

Debruçada nas águas dum regato
A flor dizia em vão
À corrente, onde bela se mirava:
“Ai, não me deixes, não!

Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão;
Límpido ou turvo, te amarei constante;
Mas não me deixes, não!”

E a corrente passava; novas águas
Após as outras vão;
E a flor sempre a dizer curva na fonte:
“Ai, não me deixes, não!”

E das águas que fogem incessantes
À eterna sucessão
Dizia sempre a flor, e sempre embalde:
“Ai, não me deixes, não!”

Por fim desfalecida e a cor murchada,
Quase a lamber o chão,
Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasse, não.

A corrente impiedosa a flor enleia,
Leva-a do seu torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
“Não me deixaste, não!”

Gonçalves Dias. Gonçalves Dias – literatura comentada. São Paulo: Abril, 1982, p. 34.

Esse poema de Gonçalves Dias é exemplo de texto lírico do Romantismo. Com base nessa informação, julgue os itens que se seguem, relativos ao poema.

Nesse poema, o lirismo amoroso é tipicamente romântico, pois está vinculado a uma visão otimista do amor, segundo a qual o amor ameniza o sofrimento e conduz à vida plena.

 

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1300422 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Os movimentos grupais podem ser vivos, rápidos e carregados da ameaça de agressividade, ou suaves e sinuosos como o movimento da água num lago sereno. As pessoas podem agrupar-se à semelhança de rochas de montanha, ásperas e esparsas, ou como riacho que flui lentamente na planície. As nuvens frequentemente se agrupam em formas bastante interessantes, de efeito dramático bem estranho. Os movimentos grupais no palco lembram, de certo modo, as mutáveis nuvens, das quais tanto pode formar-se uma tempestade como irromper o sol.

Rudolf Laban. Domínio do movimento. São Paulo: Summus Editorial, 1978, p. 23-4 (com adaptações).

A partir do texto apresentado, julgue os itens a seguir.

Trabalhar cenas a partir de imagens da natureza, como, por exemplo, a do agrupamento de pessoas em formato que se assemelha ao de rochas de montanhas, é um exercício que pode ser utilizado tanto no teatro infantil quanto no desenvolvimento da dramaticidade de adultos.

 

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1300421 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Os movimentos grupais podem ser vivos, rápidos e carregados da ameaça de agressividade, ou suaves e sinuosos como o movimento da água num lago sereno. As pessoas podem agrupar-se à semelhança de rochas de montanha, ásperas e esparsas, ou como riacho que flui lentamente na planície. As nuvens frequentemente se agrupam em formas bastante interessantes, de efeito dramático bem estranho. Os movimentos grupais no palco lembram, de certo modo, as mutáveis nuvens, das quais tanto pode formar-se uma tempestade como irromper o sol.

Rudolf Laban. Domínio do movimento. São Paulo: Summus Editorial, 1978, p. 23-4 (com adaptações).

A partir do texto apresentado, julgue os itens a seguir.

Depreende-se do texto que, para a realização de peças teatrais, os artistas da cena podem inspirar-se nos movimentos da natureza.

 

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1300420 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Os movimentos grupais podem ser vivos, rápidos e carregados da ameaça de agressividade, ou suaves e sinuosos como o movimento da água num lago sereno. As pessoas podem agrupar-se à semelhança de rochas de montanha, ásperas e esparsas, ou como riacho que flui lentamente na planície. As nuvens frequentemente se agrupam em formas bastante interessantes, de efeito dramático bem estranho. Os movimentos grupais no palco lembram, de certo modo, as mutáveis nuvens, das quais tanto pode formar-se uma tempestade como irromper o sol.

Rudolf Laban. Domínio do movimento. São Paulo: Summus Editorial, 1978, p. 23-4 (com adaptações).

A partir do texto apresentado, julgue os itens a seguir.

No texto, são utilizados elementos da natureza para abordar a dramaticidade de movimentos coletivos em um palco de teatro.

 

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1300419 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Os movimentos grupais podem ser vivos, rápidos e carregados da ameaça de agressividade, ou suaves e sinuosos comoE o movimento da água num lago sereno. As pessoas podem agrupar-se à semelhança de rochas de montanha, ásperas e esparsas, ou comoE riacho que flui lentamente na planície. As nuvens frequentemente se agrupam em formas bastante interessantes, de efeito dramático bem estranho. Os movimentos grupais no palco lembram, de certo modo, as mutáveis nuvens, das quais tanto pode formar-se uma tempestade como irromper o sol.

Rudolf Laban. Domínio do movimento. São Paulo: Summus Editorial, 1978, p. 23-4 (com adaptações).

A partir do texto apresentado, julgue os itens a seguir.

A palavra “como” nas linhas 3 e 5 indica relação de finalidade entre as ideias do período em que está inserida.

 

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1300418 Ano: 2009
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Eletricidade e poluição do ar Nuvens, relâmpagos e trovões talvez estejam entre os primeiros fenômenos naturais observados pelos humanos préhistóricos. Passados séculos, no entanto, a ciência ainda não tem um modelo definitivo para explicar como uma nuvem de
tempestade se torna eletrificada. Nos últimos 50 anos, evidências têm mostrado que esse processo ocorre por meio de colisões entre pedras de granizo e cristais de gelo no interior das nuvens, dependendo a carga elétrica adquirida por ambos de vários fatores, entre eles, a temperatura e a quantidade de água nas regiões onde ocorrem os choques.

Mais recentemente, estudos mostraram que uma atmosfera poluída, como a resultante de queimadas, pode modificar o modo como a nuvem se torna eletricamente carregada, levando a alterações nas características dos relâmpagos. O Brasil tem participado efetivamente dessas pesquisas.

W. A . Fernandes, O. Pinto Jr. e I. R. C. A. Pinto. Eletricidade e poluição do ar: como as queimadas afetam as nuvens de tempestades e os relâmpagos. In: Ciência Hoje, n.º 252, v. 42, set./2008, p. 18 a 23 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto, julgue os itens de 47 a 53.

Considere que as pedras de granizo presentes no interior de uma nuvem estejam à temperatura de -10 ºC e sejam compostas unicamente de moléculas de água. Considere, ainda, que essa nuvem seja constituída também de água líquida à temperatura de 10 ºC. Nesse caso, para a formação de uma nova pedra de granizo a partir de 1,0 g de água líquida, inicialmente, à referida temperatura, a quantidade de calor a ser retirada da nuvem, vista como um subsistema termodinâmico que está sob determinada pressão P atm, é superior a 400 kJ, considerando-se os seguintes calores específicos e latentes da água, a essa pressão: calor de condensação igual a
3,33 × 105 J . kg-1 , calor específico da água líquida igual a 4.186 J . kg-1 . ºC-1; calor específico do gelo igual a 2.100 J . kg-1 . ºC-1.

 

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1300416 Ano: 2009
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Eletricidade e poluição do ar Nuvens, relâmpagos e trovões talvez estejam entre os primeiros fenômenos naturais observados pelos humanos préhistóricos. Passados séculos, no entanto, a ciência ainda não tem um modelo definitivo para explicar como uma nuvem de
tempestade se torna eletrificada. Nos últimos 50 anos, evidências têm mostrado que esse processo ocorre por meio de colisões entre pedras de granizo e cristais de gelo no interior das nuvens, dependendo a carga elétrica adquirida por ambos de vários fatores, entre eles, a temperatura e a quantidade de água nas regiões onde ocorrem os choques.

Mais recentemente, estudos mostraram que uma atmosfera poluída, como a resultante de queimadas, pode modificar o modo como a nuvem se torna eletricamente carregada, levando a alterações nas características dos relâmpagos. O Brasil tem participado efetivamente dessas pesquisas.

W. A . Fernandes, O. Pinto Jr. e I. R. C. A. Pinto. Eletricidade e poluição do ar: como as queimadas afetam as nuvens de tempestades e os relâmpagos. In: Ciência Hoje, n.º 252, v. 42, set./2008, p. 18 a 23 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto, julgue os itens de 47 a 53.

Considere o gráfico ilustrado a seguir, que mostra mudanças de estado da água, do gelo ao vapor, em função da quantidade de calor adicionado ao sistema no qual essa água se encontra. A partir dessa figura, é correto concluir que, durante o processo de mudança de estado da água do estado sólido, correspondente ao gelo, para o estado líquido, há uma fase em que o sistema ganha calor, mas a temperatura desse sistema permanece constante.

Enunciado 1300416-1

 

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Questão presente nas seguintes provas
1300415 Ano: 2009
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Eletricidade e poluição do ar Nuvens, relâmpagos e trovões talvez estejam entre os primeiros fenômenos naturais observados pelos humanos préhistóricos. Passados séculos, no entanto, a ciência ainda não tem um modelo definitivo para explicar como uma nuvem de
tempestade se torna eletrificada. Nos últimos 50 anos, evidências têm mostrado que esse processo ocorre por meio de colisões entre pedras de granizo e cristais de gelo no interior das nuvens, dependendo a carga elétrica adquirida por ambos de vários fatores, entre eles, a temperatura e a quantidade de água nas regiões onde ocorrem os choques.

Mais recentemente, estudos mostraram que uma atmosfera poluída, como a resultante de queimadas, pode modificar o modo como a nuvem se torna eletricamente carregada, levando a alterações nas características dos relâmpagos. O Brasil tem participado efetivamente dessas pesquisas.

W. A . Fernandes, O. Pinto Jr. e I. R. C. A. Pinto. Eletricidade e poluição do ar: como as queimadas afetam as nuvens de tempestades e os relâmpagos. In: Ciência Hoje, n.º 252, v. 42, set./2008, p. 18 a 23 (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas no texto, julgue os itens de 47 a 53.

As ondas sonoras, como as produzidas no trovão, são ondas mecânicas transversais e não necessitam de meio físico para a sua propagação, ou seja, essas ondas são capazes de se propagarem no vácuo.

 

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