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Calcule a DPP de uma gestante cuja data da última menstruação (DUM) é 27/ 01/ 2016:
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Prática educacional é pedagógica e política. A prática educacional não é uma prática estritamente pedagógica porque é influenciada também por elementos sociopolíticos como as leis, a economia, os ideais de justiça, o cenário social, etc.. Todos esses elementos que são característicos da sociedade e da política influenciam na prática educacional. Assim, a cada momento histórico, a cada momento sociopolítico, de determinada característica sociopolítica surge uma determinada manifestação educacional. A escola adapta a característica social, à característica sociopolítica.
Nascem assim as tendências pedagógicas. Estas se expressam no papel da escola.
Observe o quadro abaixo, relacione as tendências às suas respectivas manifestações no papel da escola. Faça a correspondência da 1ª coluna com a 2ª e assinale a alternativa que revela a sequência da sua opção:
| Tendências | Papel da escola |
| (1) Liberal tradicional |
( ) A atuação da escola consiste na preparação do aluno para o mundo adulto e suas contradições, fornecendo-lhe um instrumental, por meio da aquisição de conteúdos e da socialização, para uma participação organizada e ativa na democratização da sociedade.
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| (2) Liberal tecnicista |
( ) Almeja que a escola exerça uma transformação na personalidade dos alunos num sentido autogestionário.
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| (3) Progressista libertadora |
( ) Sua marca é a atuação “não-formal”
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| (4) Progressista libertária |
( ) A escola funciona como modeladora do comportamento humano através de técnicas específicas.
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(5) Progressista crítico-social dos conteúdos
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( ) A atuação da escola consiste na preparação intelectual e moral dos alunos para assumir sua posição na sociedade.
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Observe a figura abaixo e assinale a alternativa que apresenta sequencialmente: o Clima Tropical de Altitude, o Clima Tropical, o Clima Subtropical e o Clima Equatorial Semi-Úmido:
Figura – Tipos de Clima

Fonte: Conti & Fulan (2011)
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Paulo vem à unidade queixa úlcera em região de glande do pênis. Refere que a úlcera não dói e sangra facilmente, estando presente há mais de quatro semanas. Diz também que antes da úlcera existia um nódulo único, na mesma região. Sobre o caso:
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Segundo a legislação vigente, a Libras constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades surdas do Brasil, na qual há uma forma de comunicação e expressão, de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria. Dessa forma, assinale a resposta correta.
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A resposta que o Brasil quer ouvir
(A causa do surto de malformação cerebral em bebês do
Nordeste é mesmo o zika vírus? A inquietação de uma
médica da Paraíba em busca da verdade)
Para a maioria das mulheres, a gravidez é um momento literalmente mágico. Um espaço para as mais doces e livres projeções sobre o futuro dos filhos. Não tem sido assim com centenas de mães que moram em .Pernambuco e em outros seis Estados do Nordeste. Nos últimos seis meses, elas foram obrigadas a confrontar a realidade cedo demais. Nos primeiros exames de imagens feitos durante a gestação (ou logo após o parto), descobriram que seus bebês sofriam de uma malformação cerebral conhecida como microcefalia. Ela compromete gravemente o desenvolvimento da criança. Nada mais será como antes.
O perímetro da cabeça desses bebês, no nascimento, é inferior à média normal de 34 centímetros.
Em cerca de 90% dos casos, essa condição provoca algum tipo de deficiência mental. Outras consequências costumam ocorrer, como crises de epilepsia, dores de cabeça e nas articulações, visão prejudicada, surdez, problemas intestinais. A microcefalia sempre foi uma doença rara, causada por radiação, consumo de drogas pelas gestantes ou infecção por bactérias e vírus. Por alguma razão desconhecida, a anomalia se tornou expressivamente mais frequente no país. Até a semana passada, 399 casos haviam sido informados ao Ministério da Saúde. Quase o triplo das 197 notificações de 2014.
Nos quatro anos anteriores, o padrão se manteve em torno de uma centena de casos. O alerta ganhou corpo quando as autoridades revelaram a principal suspeita: a infecção das mães pelo vírus zika (novo no Brasil e transmitido pelo mesmo mosquito da dengue) seria a responsável pelo surto.
O Ministério da Saúde revelou que o vírus foi detectado no líquido amniótico (o fluido que envolve o feto) extraído de duas gestantes da Paraíba. Isso fecha o diagnóstico? “Quase. Ainda há uma pequena margem de dúvida”, diz o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. A associação entre o vírus e a ocorrência de microcefalia nos bebês é inédita no mundo. Se for comprovada, significará um grande feito científico e uma enorme fonte de preocupação. Um país infestado pelo Aedes aegyipt, onde o vírus zika já circula em 14 Estados e segue em franca expansão de território, engravidar pode se tornar uma escolha arriscada. “As mulheres devem pensar duas vezes”, afirmou Maierovitch.
Por trás do anúncio protocolar sobre o estudo realizado com as duas gestantes da Paraíba, há uma história singular, de incansável busca por respostas. Em setembro, a obstetra Adriana Melo, especialista em medicina fetal, começou a atender em Campina Grande, a 130 quilômetros de João Pessoa, casos que fugiam ao padrão. Tanto na clínica privada quanto no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, um serviço público, ela se surpreendeu ao observar o cérebro dos embriões durante os exames de ultrassonografia. Além do crânio menor, em alguns casos não era possível identificar todas as estruturas do cérebro. Adriana notou a ausência do cerebelo – a estrutura responsável pela manutenção do equilíbrio e da aprendizagem motora. Se essa região não se desenvolver, uma criança não consegue correr, andar de bicicleta, jogar bola. Novos exames, realizados três semanas depois, apontavam calcificações grosseiras e comprovavam que a cabeça não crescia.
Com dois doutorados e 17 anos de experiência, Adriana estava inconformada por não poder oferecer uma explicação às mães. Quando as autoridades de Pernambuco relataram um surto de microcefalia e afirmaram que as gestantes haviam tido manchas vermelhas na pele, Adriana começou a ligar os pontos. O mesmo sintoma ocorrera nas pacientes atendidas por ela na Paraíba. A médica convenceu as secretarias de saúde a custear a viagem de duas pacientes a São Paulo.
Durante um congresso internacional de medicina fetal, elas forma examinadas pelo médico Gustavo Malinger, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, um dos mais respeitados especialistas no mundo. Ele considerou que os casos realmente fugiam ao padrão e se surpreendeu com o fato de o Brasil, com mais de 200 notificações da doença, ainda não ter descoberto a razão do problema.
Adriana transformou o comentário incômodo em energia para persistir. No início de novembro, ela coletou as amostras do líquido amniótico na 28ª semana de gestação das duas pacientes em Campina Grande e enviou o material para análise na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Três técnicas diferentes constataram a presença do material genético do vírus nessas amostras. Em visita ao Brasil, a diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Margareth Chan, disse que a entidade acompanha as investigações. “É preciso enfatizar que a ligação com o vírus zika ainda não está determinada”, afirmou. “Precisamos continuar o trabalho.”
Na Paraíba, Adriana organiza um mutirão para estudar outras pacientes. “Tenho ouvido que só dois casos não comprovam nada, mas minha maior preocupação era orientar essas mulheres”, diz Adriana.
“Para mim, elas não são números. É a mãe do Guilherme e a da Catarina.” Com menos de 35 anos e na 30ª semana de gestação, elas sofrem em silêncio. “A cada dia, elas têm de enfrentar uma notícia pior”, diz a médica.
O conjunto de interrogações levou o governo federal a declarar estado de emergência em saúde pública. A medida é justificável, na opinião do infectologista Marcos Boulos, diretor da Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria Estadual de Saúde, em São Paulo. “O Ministério da Saúde tomou essa decisão pelo medo do escuro”, diz. “Não sabemos o que está acontecendo.”
A medida permite, entre outras coisas, que os governos façam compras ou contratem serviços sem abrir concorrências públicas. “Por enquanto não identificamos nenhuma necessidade de compra de materiais ou insumos adicionais”, disse Maierovitch. “Se essa necessidade surgir, compraremos sem licitação.” O esclarecimento dos casos não é simples. Caso o zika seja realmente o responsável, a mãe deve ter sido picada pelo mosquito nas primeiras semanas de gestação, quando ocorre o desenvolvimento do cérebro do bebê. Depois do nascimento, a criança, mesmo que tenha sido infectada não apresenta mais sinais do vírus. Não seria ético submeter todas as grávidas de fetos com microcefalia a uma punção do líquido amniótico. Ela oferece riscos, inclusive de abortamento.
Estima-se que dezenas de milhares de brasileiros tenham sido infectados – 80% não tiveram sintomas. Até recentemente, os cientistas acreditavam que o vírus tivesse chegado ao país durante a Copa do Mundo. Um artigo publicado em Outubro na revista Emerging Infectius Diseases apresenta outras versão. As cepas que circulam no Brasil são semelhantes às do grande surto ocorrido na região da Polinésia Francesa entre 2013 e 2014. O vírus teria chegado ao Brasil em agosto de 2014, quando atletas de quatro países afetados pelo vírus naquela região participaram de um campeonato internacional de canoagem, no Rio. A análise do líquido amniótico das gestantes da Paraíba, realizada na Fiocruz, confirmou que o vírus tem, realmente, o genótipo asiático – e não o africano. Para aumentar a vigilância, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio passou a exigir a notificação obrigatória de casos de grávidas que apresentarem manchas vermelhas na pele. Os brasileiros ganharam mais uma razão para combater os focos do mosquito, capaz de provocar três epidemias simultâneas (dengue, chikungunya e zika). O governo federal adota o princípio da precaução. “Declaramos nossa ignorância, mas não podemos nos omitir”, afirma Maierovitch. As mães desses bebês merecem mais do que isso. Precisam que o Estado garanta o acesso a recursos de fisioterapia, fonoaudiologia e outras formas de reduzir o impacto das sequelas. Fora da arena científica e burocrática, a luta dessas mulheres é por alguma qualidade de vida.
Texto escrito pela jornalista Cristiane Segatto. Revista Época, edição de
23 de novembro de 2015, n 911, São Paulo, Capital.
Marque a alternativa CORRETA:
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445982
Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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As assertivas abaixo pretendem se referir a alguma novidade anunciada durante a realização da Semana de Arte Moderna, concernente à arte brasileira, todavia uma delas está INCORRETA. Marque-a:
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Importantes conceitos para a educação como, a Assimilação e a Acomodação, foram desenvolvidas por que autor da Psicologia do Desenvolvimento:
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As entrevistas podem ser classificadas de varias maneiras: quanto a estrutura, quanto a sequência temporal, quanto ao destinatário, etc. Sobre a entrevista Dirigida ou Estruturada, podemos afirmar:
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Carlos vem à unidade básica de saúde com queixa de dor cervical anterior. Ao exame físico, palpa-se bócio endurecido, bem definido e bastante sensível.
Queixa-se de fadiga e refere que nunca teve problema de tireoide, e conta que há 3 semanas obteve um resfriado. O diagnóstico mais provável é:
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