Foram encontradas 360.777 questões.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
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- OrtografiaFormação e Estrutura das Palavras
- FonologiaNoções de Fonética
- FonologiaFonemas e Letras
- Morfologia
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
I. O elemento im atua como um morfema prefixal, portador de valor nocional de negação ou oposição.
II. A sequência en, presente na sílaba tônica (-men-), consiste foneticamente em um dígrafo vocálico, cuja função e representar uma única vogal nasalizada.
III. O vocábulo classifica-se como um advérbio de intensidade, constituído a partir de um processo de derivação que toma como base um adjetivo.
Está CORRETO o que se afirma em
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
I. O texto utiliza a estratégia de argumentação por autoridade ao citar explicitamente os pensamentos de Bertrand Russell, Mario Sergio Cortella e Paulo Freire para conferir credibilidade cientíÍica à tese defendida.
II. Em Essa perspectiva desafia as práticas bancárias, no quinto parágrafo, o pronome demonstrativo Essa realiza uma coesão referencial, antecipando uma ideia que só será explicada no parágrafo seguinte.
III. A ideia principal do texto é demonstrar a superioridade historica das propostas pedagogicas de '1932 sobre as metodologias do século XXI.
Está CORRETO o que se afirma em
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Mais de 54%, dos graduandos já abandonaram curso
para cuidar dos filhos
Mais da metade (54,4%) das alunas e dos alunos de
graduação já teve que trancar a matrícula ou mesmo desistir
dos estudos para dar conta de cuidados com os filhos, de
acordo com levantamento produzido por um grupo de
trabalho voltado a essa demanda específica, vinculado ao
Ministério da Educação (MEC). Na pós-graduação, a
porcentagem é de 36,4%.
A maioria das mais de7,4 mil pessoas participantes
do estudo declara ser mãe (86,5%) e busca obter o diploma
universitário por meio da graduação. Nesse nível de ensino,
a média de idade é de 33 anos e os estudantes assistem às
aulas presencialmente (92,8%) e no período noturno
(43,3%). Além disso, outros dados permitem identificar o
perfil da parcela predominante entre os graduandos: são
pessoas solteiras (46%), negras (pretas e pardas - 60,2%), de
instituições públicas federais (79,5%), têm somente um filho
(59,6%), vivem com três pessoas (39%) e com até um
salário- mínimo (24,6%).
A segurança alimentar dos filhos dos estudantes e
das estudantes é uma preocupação do grupo de trabalho.
Os restaurantes universitários (RUs), de preço popular e,
portanto, acessível, representam um elemento central.
Mais da metade dos estudantes de graduação com
filhos (51,0%) e de pós-graduação (49%) declara que as
crianças não têm direito à alimentação nos RUs. Entre quem
tem acesso, apenas 7,17io na graduação e 2,9% na pós-graduação informaram ser gratuito.
"O acesso mediante pagamento é ligeiramente
mais comum: 10,7% na graduação e 9,2% na pós-graduação. Um dado ainda mais preocupante é o elevado
número de estudantes que afirmaram não saber se seus
filhos(as) têm esse direito (30,3% na graduação e 38,0% na
pós-graduação), o que sugere ausência de informação clara
por parte das instituições e fragilidade na comunicação
institucional", complementam os pesquisadores.
As demais faixas de renda também confirmam
elevado grau de vulnerabilidade social. A taxa de estudantes
vivendo sem nenhum rendimento e de 16,1% e a dos que
recebem até meio salário-mínimo é de 14,5%. Apenas 2,5% relataram renda acima de 10 salários-mínimos. Outros
dados igualmente importantes dizem respeito à rede de
apoio de que dispõem. O apoio pessoal (família e amigos)
é o mais citado, por 43,3%. Para 32,9%, lidar com o dia a dia,
muitas vezes, exaustivo, é uma tarefa solitária, já que não
contam com o suporte de ninguém.
Do total de respondentes de graduação, uma
parcela ínfima, de 5,9%, tem condições de contratar serviços
com essa função, como babás. Outros 7,5% recorrem a
serviços públicos e menos de 1% encontra ajuda através de
organizações não governamentais (ONGs) e projetos
comunitários, lacunas que, segundo os especialistas que
produziram o relatório, evidenciam a necessidade de haver
políticas públicas para saná-las. Em relação a pós-graduandas e pós-graduandos, alguns índices se invertem. A maior parte, por exemplo, lê-se como branca (56,1%),
ante 42,1% de autodeclarados negros (pretos e pardos),
0,8% indígenas e 0,9% amarelos. O estado civil prevalecente
é de casados (50,6%).
O levantamento aponta ainda uma situação
econômica melhor entre os estudantes de especialização,
mestrado e doutorado, na comparação com os de
graduação. A proporção daqueles que sustentam suas
famílias com até meio salário-mínimo cai para 1,1%. Mais
de um terço (38,9%) vive com até cinco salários-mínimos;
23,1% com uma faixa que varia de cinco a dez e 13% com
um valor superior a dez salários-mínimos. O grupo dos que
não têm nenhuma renda é de 3,3%, e 4,8% vivem com até
um salário-mínimo.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brleducacao / noticia/ 2026-
07 /mais- de-54-dos-graduandos-ja-abandonaram-curso-para-cu idardos-filhos (adaptado)
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Mais de 54%, dos graduandos já abandonaram curso
para cuidar dos filhos
Mais da metade (54,4%) das alunas e dos alunos de
graduação já teve que trancar a matrícula ou mesmo desistir
dos estudos para dar conta de cuidados com os filhos, de
acordo com levantamento produzido por um grupo de
trabalho voltado a essa demanda específica, vinculado ao
Ministério da Educação (MEC). Na pós-graduação, a
porcentagem é de 36,4%.
A maioria das mais de7,4 mil pessoas participantes
do estudo declara ser mãe (86,5%) e busca obter o diploma
universitário por meio da graduação. Nesse nível de ensino,
a média de idade é de 33 anos e os estudantes assistem às
aulas presencialmente (92,8%) e no período noturno
(43,3%). Além disso, outros dados permitem identificar o
perfil da parcela predominante entre os graduandos: são
pessoas solteiras (46%), negras (pretas e pardas - 60,2%), de
instituições públicas federais (79,5%), têm somente um filho
(59,6%), vivem com três pessoas (39%) e com até um
salário- mínimo (24,6%).
A segurança alimentar dos filhos dos estudantes e
das estudantes é uma preocupação do grupo de trabalho.
Os restaurantes universitários (RUs), de preço popular e,
portanto, acessível, representam um elemento central.
Mais da metade dos estudantes de graduação com
filhos (51,0%) e de pós-graduação (49%) declara que as
crianças não têm direito à alimentação nos RUs. Entre quem
tem acesso, apenas 7,17io na graduação e 2,9% na pós-graduação informaram ser gratuito.
"O acesso mediante pagamento é ligeiramente
mais comum: 10,7% na graduação e 9,2% na pós-graduação. Um dado ainda mais preocupante é o elevado
número de estudantes que afirmaram não saber se seus
filhos(as) têm esse direito (30,3% na graduação e 38,0% na
pós-graduação), o que sugere ausência de informação clara
por parte das instituições e fragilidade na comunicação
institucional", complementam os pesquisadores.
As demais faixas de renda também confirmam
elevado grau de vulnerabilidade social. A taxa de estudantes
vivendo sem nenhum rendimento e de 16,1% e a dos que
recebem até meio salário-mínimo é de 14,5%. Apenas 2,5% relataram renda acima de 10 salários-mínimos. Outros
dados igualmente importantes dizem respeito à rede de
apoio de que dispõem. O apoio pessoal (família e amigos)
é o mais citado, por 43,3%. Para 32,9%, lidar com o dia a dia,
muitas vezes, exaustivo, é uma tarefa solitária, já que não
contam com o suporte de ninguém.
Do total de respondentes de graduação, uma
parcela ínfima, de 5,9%, tem condições de contratar serviços
com essa função, como babás. Outros 7,5% recorrem a
serviços públicos e menos de 1% encontra ajuda através de
organizações não governamentais (ONGs) e projetos
comunitários, lacunas que, segundo os especialistas que
produziram o relatório, evidenciam a necessidade de haver
políticas públicas para saná-las. Em relação a pós-graduandas e pós-graduandos, alguns índices se invertem. A maior parte, por exemplo, lê-se como branca (56,1%),
ante 42,1% de autodeclarados negros (pretos e pardos),
0,8% indígenas e 0,9% amarelos. O estado civil prevalecente
é de casados (50,6%).
O levantamento aponta ainda uma situação
econômica melhor entre os estudantes de especialização,
mestrado e doutorado, na comparação com os de
graduação. A proporção daqueles que sustentam suas
famílias com até meio salário-mínimo cai para 1,1%. Mais
de um terço (38,9%) vive com até cinco salários-mínimos;
23,1% com uma faixa que varia de cinco a dez e 13% com
um valor superior a dez salários-mínimos. O grupo dos que
não têm nenhuma renda é de 3,3%, e 4,8% vivem com até
um salário-mínimo.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brleducacao / noticia/ 2026-
07 /mais- de-54-dos-graduandos-ja-abandonaram-curso-para-cu idardos-filhos (adaptado)
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Mais de 54%, dos graduandos já abandonaram curso
para cuidar dos filhos
Mais da metade (54,4%) das alunas e dos alunos de
graduação já teve que trancar a matrícula ou mesmo desistir
dos estudos para dar conta de cuidados com os filhos, de
acordo com levantamento produzido por um grupo de
trabalho voltado a essa demanda específica, vinculado ao
Ministério da Educação (MEC). Na pós-graduação, a
porcentagem é de 36,4%.
A maioria das mais de7,4 mil pessoas participantes
do estudo declara ser mãe (86,5%) e busca obter o diploma
universitário por meio da graduação. Nesse nível de ensino,
a média de idade é de 33 anos e os estudantes assistem às
aulas presencialmente (92,8%) e no período noturno
(43,3%). Além disso, outros dados permitem identificar o
perfil da parcela predominante entre os graduandos: são
pessoas solteiras (46%), negras (pretas e pardas - 60,2%), de
instituições públicas federais (79,5%), têm somente um filho
(59,6%), vivem com três pessoas (39%) e com até um
salário- mínimo (24,6%).
A segurança alimentar dos filhos dos estudantes e
das estudantes é uma preocupação do grupo de trabalho.
Os restaurantes universitários (RUs), de preço popular e,
portanto, acessível, representam um elemento central.
Mais da metade dos estudantes de graduação com
filhos (51,0%) e de pós-graduação (49%) declara que as
crianças não têm direito à alimentação nos RUs. Entre quem
tem acesso, apenas 7,17io na graduação e 2,9% na pós-graduação informaram ser gratuito.
"O acesso mediante pagamento é ligeiramente
mais comum: 10,7% na graduação e 9,2% na pós-graduação. Um dado ainda mais preocupante é o elevado
número de estudantes que afirmaram não saber se seus
filhos(as) têm esse direito (30,3% na graduação e 38,0% na
pós-graduação), o que sugere ausência de informação clara
por parte das instituições e fragilidade na comunicação
institucional", complementam os pesquisadores.
As demais faixas de renda também confirmam
elevado grau de vulnerabilidade social. A taxa de estudantes
vivendo sem nenhum rendimento e de 16,1% e a dos que
recebem até meio salário-mínimo é de 14,5%. Apenas 2,5% relataram renda acima de 10 salários-mínimos. Outros
dados igualmente importantes dizem respeito à rede de
apoio de que dispõem. O apoio pessoal (família e amigos)
é o mais citado, por 43,3%. Para 32,9%, lidar com o dia a dia,
muitas vezes, exaustivo, é uma tarefa solitária, já que não
contam com o suporte de ninguém.
Do total de respondentes de graduação, uma
parcela ínfima, de 5,9%, tem condições de contratar serviços
com essa função, como babás. Outros 7,5% recorrem a
serviços públicos e menos de 1% encontra ajuda através de
organizações não governamentais (ONGs) e projetos
comunitários, lacunas que, segundo os especialistas que
produziram o relatório, evidenciam a necessidade de haver
políticas públicas para saná-las. Em relação a pós-graduandas e pós-graduandos, alguns índices se invertem. A maior parte, por exemplo, lê-se como branca (56,1%),
ante 42,1% de autodeclarados negros (pretos e pardos),
0,8% indígenas e 0,9% amarelos. O estado civil prevalecente
é de casados (50,6%).
O levantamento aponta ainda uma situação
econômica melhor entre os estudantes de especialização,
mestrado e doutorado, na comparação com os de
graduação. A proporção daqueles que sustentam suas
famílias com até meio salário-mínimo cai para 1,1%. Mais
de um terço (38,9%) vive com até cinco salários-mínimos;
23,1% com uma faixa que varia de cinco a dez e 13% com
um valor superior a dez salários-mínimos. O grupo dos que
não têm nenhuma renda é de 3,3%, e 4,8% vivem com até
um salário-mínimo.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brleducacao / noticia/ 2026-
07 /mais- de-54-dos-graduandos-ja-abandonaram-curso-para-cu idardos-filhos (adaptado)
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