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TEXTO1
Falando em leitura, podemos ter em mente alguém lendo jornal, revista, folheto, mas o mais comum é
pensarmos na leitura de livros. E quando se diz que uma pessoa gosta de ler, "vive lendo", talvez seja
rato de biblioteca ou consumidor de romances, histórias em quadrinhos, fotonovelas. Se "passa em
cima dos livros", na certa estuda muito. Sem dúvida, o ato de ler é usualmente relacionado com a
escrita, e o leitor visto como decodificador da letra. Bastará, porém, decifrar palavras para acontecer a
leitura? Como explicaríamos as expressões de uso corrente "fazer a leitura" de um gesto, de uma
situação, "ler a mão", "ler o olhar de alguém", "ler o tempo", "ler o espaço", indicando que o ato de ler vai
além da escrita?
(Martins, Maria Helena. Falando em leitura. In:O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2000, p.7)
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TEXTO1
Falando em leitura, podemos ter em mente alguém lendo jornal, revista, folheto, mas o mais comum é
pensarmos na leitura de livros. E quando se diz que uma pessoa gosta de ler, "vive lendo", talvez seja
rato de biblioteca ou consumidor de romances, histórias em quadrinhos, fotonovelas. Se "passa em
cima dos livros", na certa estuda muito. Sem dúvida, o ato de ler é usualmente relacionado com a
escrita, e o leitor visto como decodificador da letra. Bastará, porém, decifrar palavras para acontecer a
leitura? Como explicaríamos as expressões de uso corrente "fazer a leitura" de um gesto, de uma
situação, "ler a mão", "ler o olhar de alguém", "ler o tempo", "ler o espaço", indicando que o ato de ler vai
além da escrita?
(Martins, Maria Helena. Falando em leitura. In:O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2000, p.7)
I. Provocar reflexão sobre o verdadeiro sentido do ato de ler.
II. Insinuar que a leitura ocorre apenas com o domínio da escrita.
III. Introduzir a ideia de que ler não se limita a decodificar.
IV. Reforçar a ideia de que ler se restringe ao livro.
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TEXTO1
Falando em leitura, podemos ter em mente alguém lendo jornal, revista, folheto, mas o mais comum é
pensarmos na leitura de livros. E quando se diz que uma pessoa gosta de ler, "vive lendo", talvez seja
rato de biblioteca ou consumidor de romances, histórias em quadrinhos, fotonovelas. Se "passa em
cima dos livros", na certa estuda muito. Sem dúvida, o ato de ler é usualmente relacionado com a
escrita, e o leitor visto como decodificador da letra. Bastará, porém, decifrar palavras para acontecer a
leitura? Como explicaríamos as expressões de uso corrente "fazer a leitura" de um gesto, de uma
situação, "ler a mão", "ler o olhar de alguém", "ler o tempo", "ler o espaço", indicando que o ato de ler vai
além da escrita?
(Martins, Maria Helena. Falando em leitura. In:O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2000, p.7)
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TEXTO
“A Geografia da População não é apenas quantificação de dados e sim a análise de várias vertentes que interagem com a dinâmica política e no meio ambiente”. da população, os efeitos da população no espaço, na economia, na
(Vanessa Manfio. A Geografia da população e suas discussões, 2024, p. 138).
Assinale a alternativa CORRETA sobre Geografia da População.
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O conhecimento da superfície terrestre foi primordial para a compreensão das diferentes faixas
climáticas da Terra, as diferentes paisagens e regiões no mundo. A variedade de paisagens naturais e
ambientes físicos possuem características climáticas por zonas de latitude que refletem as mudanças
na paisagem.
(James Peterson, Dorothy Sack, Robert E. Gabler. Fundamentos da Geografia Física, 2014).
Assinale a alternativa que apresenta a zona climática e seu clima predominante.
(James Peterson, Dorothy Sack, Robert E. Gabler. Fundamentos da Geografia Física, 2014).
Assinale a alternativa que apresenta a zona climática e seu clima predominante.
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“O domínio das tradições e expressões orais abrange uma enorme variedade de formas faladas,
incluindo provérbios, adivinhas, contos, rimas infantis, lendas, mitos, canções e poemas épicos,
encantamentos, orações, cânticos, músicas, apresentações dramáticas e muito mais. As tradições e
expressões orais são usadas para transmitir conhecimento, valores culturais e sociais e memória
coletiva. Elas desempenham um papel crucial na preservação das culturas.
Algumas formas de expressão oral são comuns e podem ser usadas por comunidades inteiras, enquanto outras se restringem a grupos sociais específicos, talvez apenas a homens ou mulheres, ou somente aos idosos.”
https://ich.unesco.org/en/oral-traditions-and-expressions-00053- adaptado. Acessado em 09/11/2025.
O Piauí tem muitas tradições, mitos e lendas que são passados de gerações em gerações. São exemplos de tradições orais, mitos e lendas em Teresina:
Algumas formas de expressão oral são comuns e podem ser usadas por comunidades inteiras, enquanto outras se restringem a grupos sociais específicos, talvez apenas a homens ou mulheres, ou somente aos idosos.”
https://ich.unesco.org/en/oral-traditions-and-expressions-00053- adaptado. Acessado em 09/11/2025.
O Piauí tem muitas tradições, mitos e lendas que são passados de gerações em gerações. São exemplos de tradições orais, mitos e lendas em Teresina:
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4103143
Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Teresina-PI
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Teresina-PI
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”2000: agora o skyline (panorama urbano) muda de verdade. A torre laranja dispara para cima, vibrante.
A torre azul escura ainda está alta, mas já perdeu exclusividade. Aparece uma torre verde mais robusta
(sem religião), trazendo linhas contemporâneas.
2010: o contraste aumenta. A torre católica perde andares, a evangélica quase rivaliza em altura, e a torre verde (sem religião) amplia seu terreno. As torres amarela e verde-clara mantêm suas fachadas delicadas.
2022: o horizonte religioso vira metrópole. A torre azul-escura ainda é alta, mas não é mais o gigantesco monolito inicial. A torre laranja sobe vigorosa, quase ombro a ombro com a azul. A torre verde (sem religião) agora é um arranha-céu reconhecível, enquanto amarelo, verde-claro e azul-celeste (Outras) completam o mosaico urbano.”
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/3f1708b5d315aca50d5a7d8764469c45.pdf – . Acessado em 09/11/2025.
Ao analisar a tabela do último censo, feito pelo IBGE em 2022, percebemos uma mudança no panorama urbano do Basil: começam aparecimento de vários grupos religiosos. Acerca dessas informações, avalie as seguintes afirmações:
I. Os sem religião é um fenômeno mundial e em 2022 fica mais evidente.
II. Os católicos e evangélicos ainda são a grande maioria no Brasil, formando uma grande base da sociedade brasileira.
III. As demais religiões são irrelevantes, no cenário atual do censo do Brasil.
IV. Houve um decréscimo dos sem religião em 2010, e somente o crescimento dos evangélicos.
Assinale a alternativa que contém APENAS as afirmações corretas.
2010: o contraste aumenta. A torre católica perde andares, a evangélica quase rivaliza em altura, e a torre verde (sem religião) amplia seu terreno. As torres amarela e verde-clara mantêm suas fachadas delicadas.
2022: o horizonte religioso vira metrópole. A torre azul-escura ainda é alta, mas não é mais o gigantesco monolito inicial. A torre laranja sobe vigorosa, quase ombro a ombro com a azul. A torre verde (sem religião) agora é um arranha-céu reconhecível, enquanto amarelo, verde-claro e azul-celeste (Outras) completam o mosaico urbano.”
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/3f1708b5d315aca50d5a7d8764469c45.pdf – . Acessado em 09/11/2025.
Ao analisar a tabela do último censo, feito pelo IBGE em 2022, percebemos uma mudança no panorama urbano do Basil: começam aparecimento de vários grupos religiosos. Acerca dessas informações, avalie as seguintes afirmações:
I. Os sem religião é um fenômeno mundial e em 2022 fica mais evidente.
II. Os católicos e evangélicos ainda são a grande maioria no Brasil, formando uma grande base da sociedade brasileira.
III. As demais religiões são irrelevantes, no cenário atual do censo do Brasil.
IV. Houve um decréscimo dos sem religião em 2010, e somente o crescimento dos evangélicos.
Assinale a alternativa que contém APENAS as afirmações corretas.
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O sistema ABO de grupos sanguíneos é determinado por um único gene com três alelos: IA, IB e i. Os
alelos IA e IB são codominantes entre si, enquanto o alelo i é recessivo. Já o fator Rh é determinado
por um gene autossômico com dois alelos principais: R (dominante) e r (recessivo). A combinação
desses sistemas é fundamental em transfusões sanguíneas e na prevenção da eritroblastose fetal, uma
condição que pode ocorrer quando uma mãe Rh negativa gera um feto Rh positivo.
Um casal cuja mulher tem sangue tipo A e fator Rh negativo, e o homem tem sangue tipo B e fator Rh positivo, ambos heterozigotos para seus respectivos sistemas, pode gerar um filho com qual das seguintes combinações sanguíneas?
Um casal cuja mulher tem sangue tipo A e fator Rh negativo, e o homem tem sangue tipo B e fator Rh positivo, ambos heterozigotos para seus respectivos sistemas, pode gerar um filho com qual das seguintes combinações sanguíneas?
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Texto para a questão.
Growing Up With A.I.: A Multimedia Challenge for Teenagers and Educators
Show us - in words or images, audio or video - how this technology is affecting you and the teenagers
you know. Contest dates: Sept. 10-Oct. 22, 2025.
What's it like to think, create, teach and learn at a time when artificial intelligence is transforming our
world?
What do you think its rise will mean for the generation in high school now?
This fall, we invite students and educators to explore these questions, and then show - in words or
images, audio or video - how this technology is affecting you and the teenagers you know.
We know we don't have to explain to anyone in a classroom today just how profoundly generative A.I.
has changed life in and out of school since ChatGPT was released in late 2022. Our goal, instead, is to
learn from you, our core audience of middle and secondary students and teachers.
What is it like to grow up alongside A.I.? How, if at all, have you used it? What about it is surprising,.
interesting or exciting? What is concerning, perplexing, scary - or even boring? What do you wish more
people understood? What can you show or tell from your unique point of view that might add nuance to
the conversation?
We can't wait to see what you'll make. Click on the topic headings below for more resources and details,
and review the full rules here. You might also consider hanging this one-page announcement on your
class bulletin board.
Questions? Post a comment here or write to us at LNFeedback@nytimes.com .
(...)
The Challenge
This contest asks you to address one or both of these focus questions:
• What's it like to think, create, teach and learn at a time when artificial intelligence is transforming our
world?
• What do you think its rise will mean for the generation in high school now?
How you address them is up to you. You can take on any aspect of the topic, big or small, negative or
positive. You can focus on your life in or out of school, and you can work alone or with others.
Disponível em: https://www.nytimes.com/2025/09/05/learning/growing-up-with-ai-a-multimedia-challenge-for-teenagers-andeducators.html?smid=nytcore-android-share. (adaptado) Acesso em: 30 outubro 2025
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A infernalização da colônia e sua inserção no conjunto dos mitos edênicos elaborados pelos europeus
caminharam juntas. Céu e Inferno se alternavam no horizonte do colonizador, passando paulatinamente
a integrar, também o universo dos colonos e dando ainda espaço para o Purgatório. Durante todo o
processo de colonização, desenvolveu-se, pois, uma justificação ideológica ancorada na Fé e na sua
negação, utilizando e reelaborando as imagens do Céu, do Inferno e do Purgatório.
SOUZA, Laura de Mello e. O diabo e a terra de Santa Cruz: feitiçaria e religiosidade popular no Brasil Colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1986. p. 372.
Os mitos construídos acerca da América, como apontados no texto, podem ser também explicados pela
SOUZA, Laura de Mello e. O diabo e a terra de Santa Cruz: feitiçaria e religiosidade popular no Brasil Colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1986. p. 372.
Os mitos construídos acerca da América, como apontados no texto, podem ser também explicados pela
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