Magna Concursos

Foram encontradas 348 questões.

2129431 Ano: 2021
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:

De acordo com o Art. 5 da Resolução nº 5, de 17 de dezembro de 2009, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (CNE/MEC), a Educação Infantil é oferecida em creches e pré-escolas, as quais se caracterizam como estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças que estão na faixa etária de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2129430 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:

É atribuição dos auxiliares de creche observar as regras de segurança no atendimento à sua turma para que a escola possa garantir o direito de cuidado e proteção das:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2129429 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

Segundo Libâneo (1994), o planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente e há planos em pelo menos três níveis – o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aula. Quanto ao plano de aula, pode-se afirmar que é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Renato é servidor público municipal ocupando cargo privativo de indivíduos com ensino médio completo. Por força de processo administrativo disciplinar, foi condenado a repor a quantia de vinte mil reais ao erário. Nos termos do Estatuto do Servidor Público do município de São Gonçalo, as reposições e indenizações ao erário serão descontadas em parcelas mensais não excedentes à:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Em conformidade ao que estabelecem as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (2013), sobre a Educação Especial, as escolas públicas e privadas deverão contemplar a melhoria das condições de acesso e de permanência dos alunos com:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2129425 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

Os impérios da África

O desconhecimento sobre o continente africano é brutal. Em um nível ampliado, ajuda a fomentar o racismo e a violência contra populações estigmatizadas por anos a fio, caracterizadas como pouco criativas e sem importância histórica na formação moderna do homem.

Um dos exemplos mais famosos está em uma obra clássica nos estudos da arqueologia, de 1949, escrita por um jornalista alemão, com o pseudônimo de Kurt W. Marek. Deuses, túmulos e sábios foi traduzida para mais de 28 idiomas e, ao longo das últimas sete décadas, tem perpetuado um conhecimento vago sobre a África, diminuindo a história da região às pirâmides do Egito Antigo. Isso, no entanto, está mudando.

Como forma de contrapor o discurso empregado por Kurt, mas também para ampliar o conhecimento sobre arqueologia, o antropólogo britânico Brian Fagan lançou a Breve História da Arqueologia, uma atualização do trabalho produzido por Kurt, destacando os principais acontecimentos da paleontologia e arqueologia universais. Ao longo de 40 capítulos, a obra mostra como arqueólogos e pesquisadores encontraram túmulos egípcios da antiguidade, ruínas maias, os primeiros assentamentos coloniais em Jamestown, o misterioso Stonehenge, a incrivelmente preservada Pompeia e muitos outros acontecimentos históricos.

O livro narra o desenvolvimento da arqueologia desde as origens no século XVIII até os avanços tecnológicos do século XXI, incluindo recursos de sensoriamento remoto e técnicas de imagens de satélite que revolucionaram o campo. Iluminando os eventos mais intrigantes da história, a obra ajuda a dirimir controvérsias, especialmente as ligadas à África.

Com especial atenção dada ao Egito Antigo, Deuses, túmulos e sábios ignora outras civilizações africanas tão impressionantes quanto o reino de Cleópatra. Já a obra de Fagan, permeada por anedotas, não faz questão de ser definitiva em nenhum dos temas apresentados. Ao viajar pelos continentes, o escritor britânico traz fatos desconhecidos pela maioria. Entre as savanas do Zimbábue, na África, uma colina de grandes pedras escondia um palácio descoberto no final do século XIX, com peças da Índia, porcelana chinesa, ouro, cobre e objetos em marfim. Há indícios de que a construção do palácio tenha ocorrido entre os anos 950 e 1450.

A descrição relatada no livro contraria as teorias de superioridade dos colonizadores brancos. Ao notarem a impetuosidade da edificação, membros da colônia britânica decidiram que a grande cidade não havia sido erguida pelo grupo Bantus, originário da África Central, mas por europeus altamente desenvolvidos que abandonaram a obra. O equívoco, conta o antropólogo Fagan, só seria resolvido em 1950, quando novas escavações confirmaram o óbvio: as construções eram “totalmente africanas”. Para além do Zimbábue, outras edificações no continente chamam a atenção pela imponência e, ao mesmo tempo, pelo esquecimento ao qual foram relegadas na história.

Um exemplo é o Império Mali, com domínio absoluto no comércio de ouro na região entre os séculos XI e XV, com doze reinos adjacentes e longínquo território. Às margens do rio Níger, seus nobres seguiam a fé islâmica e faziam peregrinações à Meca. Não muito distante dali, estava o império Songhai que, entre os séculos XIV e XVI, foi considerado um dos maiores impérios do mundo, com um exército de mais de 200 mil pessoas e um papel extremamente importante no comércio mundial da época.

Entre caminhos não percorridos pela humanidade, o autor espera que seus livros possam servir de ponte para lugares desconhecidos, para que possamos conhecer não só a fisionomia desses lugares, mas também as pessoas que os habitavam. “Se há uma lição sobre arqueologia, é que esquecemos que estamos estudando pessoas, não apenas locais e objetos. E as pessoas, com toda a sua diversidade e peculiaridade, impulsionaram a história e as sociedades humanas”, conclui.

Guilherme Henrique. In: Isto é. Edição nº 2616,

04/03/2020, páginas 46-47. Disponível em: https://istoe.com.br/os-imperios-da-africa/. Acesso março 2020. [Adaptado]

Parônimos são palavras semelhantes na forma que possuem significados distintos. Considerando a leitura do texto I, verifica-se que a palavra em destaque está corretamente empregada na frase:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2118134 Ano: 2021
Disciplina: Nutrição
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:

As preparações culinárias de um cardápio são compostas por alimentos que, por sua vez, são responsáveis por fornecer nutrientes como carboidratos, gorduras e proteínas, vitaminas e minerais, fibras e água. A elaboração de cardápios, além de contemplar as necessidades nutricionais, deve considerar que a comida é um meio de prazer, desejo e satisfação emocional, carregando lembranças e memórias. Em relação ao planejamento de cardápios institucionais, dentre as afirmativas a seguir, está correta:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2118132 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:

Políticas de expansão do mercado linguístico

A realidade linguística do mundo é complexa. Essa diversidade, que para muitos pode chegar a ser asfixiante, está sob constante ameaça de projetos unificadores, para os quais a existência de comunidades linguísticas diferenciadas que se reconhecem como tais constitui um elemento perigoso de desagregação.

Na realidade, apesar do número elevado de línguas no planeta, por volta de 7.000, 95% delas são usadas por apenas 5% da população mundial. O cálculo é necessariamente aproximado, e as cifras variam bastante entre um estudo e outro. Em termos geográficos, umas poucas línguas da Europa, onde se concentram 3% dos idiomas do mundo (enquanto os continentes asiático e africano reúnem 63% delas), são as mais faladas e as mais difundidas do planeta. Essa desigualdade numérica mundial tem a ver, obviamente, com a expansão colonial da Europa pelos outros continentes, sobretudo durante os séculos XIX e XX.

A robusta expansão do português e do espanhol começou já no século XVI, quando os reinos ibéricos iniciaram empresas de conquista e de evangelização por África e América. Essa difusão das línguas ibéricas tem características particulares nesse momento histórico, anteriormente à constituição dos Estados-nação, quando as línguas dominantes ainda não são instrumentos políticos de criação de cidadania, isto é, quando ainda não são vistas como língua nacionais, mas exclusivamente como instrumentos de poder e signo de distinção que não precisam estar ao alcance de todos.

Se a nação constitui (e se constitui por meio de) um mercado linguístico, a colonização pode ser vista, de uma ótica glotopolítica, como um processo de expansão desse mercado. A lógica colonial distribui papéis econômicos para além das fronteiras originais do país, situando a produção de bens básicos para o consumo, ou a exploração de energia e de matérias- primas, em outros territórios. Ao mesmo tempo em que a máquina do Estado nacional e suas estruturas ideológicas produzem a pureza étnica, elas são responsáveis pela produção de um Outro que pode ser explorado pelo bem da nação. Xoán C. Lagares

(Adaptado de: Qual política linguística? Desafios glotopolíticos contemporâneos. São Paulo: Parábola, 2018)

“A robusta expansão do português e do espanhol começou já no século XVI”. A palavra “robusta” é sinônimo de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2118130 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Provas:

Qual é a força da metáfora?

Nas últimas séries do ensino fundamental, não é incomum se passar para o aluno uma longa lista de figuras de linguagem, divididas em figuras “de som” (como a aliteração, a assonância, a paronomásia), “de construção” (como a elipse, o zeugma, o polissíndeto, a inversão, a silepse, o anacoluto, o pleonasmo, a anáfora), “de pensamento” (como a antítese, a ironia, o eufemismo, a hipérbole, a prosopopeia, a apóstrofe) e “de palavra” (como a metáfora, a metonímia, a catacrese, a antonomásia, a sinestesia).

Naqueles livros didáticos, a metáfora costuma ser considerada um mero recurso retórico, quando concentro a comparação entre dois termos no segundo: ao invés de dizer à minha namorada que ela parece uma rosa, chamo-a amorosamente de “minha rosa” (pode ser que esteja pensando menos na beleza da flor e mais nos seus espinhos, mas aí é outra coisa, outra metáfora).

No entanto, toda a linguagem pode ser percebida como metafórica, se nenhuma palavra é a coisa que designa. Para Wayne Booth, não apenas toda linguagem é metafórica, como toda a nossa vida não passa de uma metáfora. Para George Lakoff, a metáfora está infiltrada de tal modo na vida cotidiana que pensamos e agimos sempre a partir de metáforas básicas. Para Wallace Stevens, a realidade é um clichê do qual escapamos pela metáfora.

A última definição é interessante, porque “clichê” não deixa de ser uma espécie de metáfora. Logo, a frase de Stevens pode ser reescrita de maneira circular, assim: “a realidade é uma metáfora da qual escapamos pela metáfora”. Em consequência, podemos até escapar da realidade, mas não podemos escapar... da metáfora!

Essa constatação está de acordo com a célebre formulação de Friedrich Nietzsche, pela qual a verdade é “uma multiplicidade incessante de metáforas, de metonímias, de antropomorfismos, em síntese, uma soma de relações humanas que foram poética e retoricamente elevadas, transpostas, ornamentadas, e que, após um longo uso, parecem a um povo firmes, regulares e constrangedoras”. As verdades seriam, ele continua, “ilusões cuja origem está esquecida, metáforas que foram usadas e que perderam a sua força sensível, moedas nas quais se apagou a impressão e que desde agora não são mais consideradas como moedas de valor, mas como metal”.

Deste modo, o que consideramos nossas verdades são, “na verdade”, catacreses, isto é: metáforas tão gastas pelo uso que não as reconhecemos como tal, do tipo “os pés da mesa” ou “os braços da cadeira”. Mesmo aquilo que entendemos como nós mesmos, ou seja, como nossa identidade, como nosso “eu”, ainda é uma metáfora existencial mais ou menos confortável.

Na definição milenar de Aristóteles, a metáfora é “uma coisa no lugar de outra coisa”. Digo “rosa” querendo dizer “amor” (ou “dor”). A metáfora surge sempre no lugar de outra coisa, precisamente daquilo que não se sabe - desse modo, fingimos que sabemos algo.

Se aceito o caráter metafórico de qualquer linguagem e discurso, preciso admitir que todo discurso é ficcional. Não é que “tudo” seja ficção, o que seria absurdo, mas sim que temos acesso ao real apenas através da mediação dos discursos. Todo discurso se aproxima da realidade (apenas se aproxima, nunca chega “lá”) através de ficções aproximativas, quer as chame “metáforas”, como na literatura, quer as chame “hipóteses”, como na ciência. Logo, como queríamos demonstrar, todo discurso é essencialmente metafórico. Nos termos de Alain Badiou: “nada pode atestar que o real é real, nada senão o sistema de ficção no qual ele virá a desempenhar o papel de real”.

Por isso, percebemos diversas regiões de sombra entre os significados que postulamos para as coisas e para os fenômenos. Essas regiões não são imóveis, ao contrário, elas se movem constantemente, razão pela qual não se consegue agarrá-las nem demarcá-las com facilidade. A metáfora tanto ilumina um objeto quanto dele deriva sombras, o que faz dela uma potência tão poderosa quanto ambígua.

Esta é a sua força.

Gustavo Bernardo
(Adaptado de: http:// www. revista. vestibular.uerj.br/coluna/ coluna.php?seq_coluna=42)

A discussão sobre a metáfora, proposta pelo autor, ressalta o seguinte aspecto do conhecimento:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2118128 Ano: 2021
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), para os anos iniciais do ensino fundamental, possuem temas transversais que traduzem preocupações da sociedade brasileira relevantes o bastante para serem abordadas nas escolas. São considerados temas transversais:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas