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De acordo com o parágrafo 2º do Artigo 23 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei nº 9394/96, o calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do:

 

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De acordo com o Inciso I do Artigo 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei nº 9.394/96, o dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante educação básica obrigatória e:

 

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2134272 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

A distribuição da cobertura vegetal do Município de São Gonçalo compreende dois tipos de formação: as áreas das Formações Pioneiras, com influência fluviomarinha (mangues), e as áreas de vegetação Secundária, originalmente ocupada pela Mata Atlântica.

(DIAGNÓSTICO SÓCIO-AMBIENTAL

DO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO (RJ)- ESTUDOS PRELIMINARES Disponível em: http://observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/ egal6/Procesosambientales/Usoderecursos/469.pdf, acesso em 09/04/2020)

As regiões de manguezais são consideradas de grande importância, pois são:

 

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2134271 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

O mapa abaixo representa o município de São Gonçalo.

Enunciado 2134271-1

(Disponível em:

https://www.mapasparacolorir.com.br/mapa-municipio-rj-saogoncalo. php, acesso em 01/04/2020)

O município de São Gonçalo é dividido em cinco distritos. Os nomes dos distritos representados pelos números 1, 2, 3, 4 e 5 correspondem, respectivamente, a:

 

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2134269 Ano: 2021
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

Habitada originalmente pelos índios tupinambás, a região do atual município de São Gonçalo compreendeu uma das sesmarias distribuída aos colonos portugueses que haviam lutado para expulsar invasores europeus, em meados do século XVI, refletindo o interesse da Coroa portuguesa em povoar e fixar sua posse nessas terras.

Segundo Oliveira (2014), entre 1565-1575, no contexto de fundação da cidade do Rio de Janeiro, foram doadas 111 sesmarias localizadas às margens da Baía de Guanabara com a intenção de formar um cordão contra os possíveis ataques de indígenas e estrangeiros. Entre as sesmarias distribuídas estavam as terras que iriam formar o Birapitanga ou Suassunhão, mais tarde denominadas São Gonçalo”.

(Extraído: http://www.unirio.br/cch/

escoladehistoria/ pos-graduacao/ppgh/dissertacao_raiane-oliveira)

O contexto histórico que acabou resultando no processo de ocupação e povoamento de São Gonçalo à época citada acima refere-se à invasão:

 

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2129436 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ

Para um Projeto de Lei (PL) ser aprovado na Câmara de Deputados Federais, precisa-se de 51% dos votos presentes a favor. Dos 513 deputados eleitos, 13 estavam ausentes na votação e 243 votaram SIM. Considerando as proposições anteriores, o Projeto de Lei não foi aprovado, pois faltaram:

 

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2129435 Ano: 2021
Disciplina: Nutrição
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) representam um imenso desafio para a saúde e o desenvolvimento da humanidade. Elas são responsáveis por cerca de 36 milhões das mortes anuais e podem ainda ocasionar altas taxas de incapacidades, gerando sofrimentos aos pacientes e suas famílias. Diante desse cenário, o Ministério da Saúde, em conjunto com outros ministérios, elaborou o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT. Das opções a seguir, aquela que NÃO faz parte do Plano para DCNT é:

 

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2129434 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Políticas de expansão do mercado linguístico

A realidade linguística do mundo é complexa. Essa diversidade, que para muitos pode chegar a ser asfixiante, está sob constante ameaça de projetos unificadores, para os quais a existência de comunidades linguísticas diferenciadas que se reconhecem como tais constitui um elemento perigoso de desagregação.

Na realidade, apesar do número elevado de línguas no planeta, por volta de 7.000, 95% delas são usadas por apenas 5% da população mundial. O cálculo é necessariamente aproximado, e as cifras variam bastante entre um estudo e outro. Em termos geográficos, umas poucas línguas da Europa, onde se concentram 3% dos idiomas do mundo (enquanto os continentes asiático e africano reúnem 63% delas), são as mais faladas e as mais difundidas do planeta. Essa desigualdade numérica mundial tem a ver, obviamente, com a expansão colonial da Europa pelos outros continentes, sobretudo durante os séculos XIX e XX.

A robusta expansão do português e do espanhol começou já no século XVI, quando os reinos ibéricos iniciaram empresas de conquista e de evangelização por África e América. Essa difusão das línguas ibéricas tem características particulares nesse momento histórico, anteriormente à constituição dos Estados-nação, quando as línguas dominantes ainda não são instrumentos políticos de criação de cidadania, isto é, quando ainda não são vistas como língua nacionais, mas exclusivamente como instrumentos de poder e signo de distinção que não precisam estar ao alcance de todos.

Se a nação constitui (e se constitui por meio de) um mercado linguístico, a colonização pode ser vista, de uma ótica glotopolítica, como um processo de expansão desse mercado. A lógica colonial distribui papéis econômicos para além das fronteiras originais do país, situando a produção de bens básicos para o consumo, ou a exploração de energia e de matérias- primas, em outros territórios. Ao mesmo tempo em que a máquina do Estado nacional e suas estruturas ideológicas produzem a pureza étnica, elas são responsáveis pela produção de um Outro que pode ser explorado pelo bem da nação. Xoán C. Lagares

(Adaptado de: Qual política linguística? Desafios glotopolíticos contemporâneos. São Paulo: Parábola, 2018)

No quarto parágrafo, o comentário entre parênteses “(e se constitui por meio de)” ressalta que entre nação e mercado linguístico se estabelece uma relação de:

 

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2129433 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Qual é a força da metáfora?

Nas últimas séries do ensino fundamental, não é incomum se passar para o aluno uma longa lista de figuras de linguagem, divididas em figuras “de som” (como a aliteração, a assonância, a paronomásia), “de construção” (como a elipse, o zeugma, o polissíndeto, a inversão, a silepse, o anacoluto, o pleonasmo, a anáfora), “de pensamento” (como a antítese, a ironia, o eufemismo, a hipérbole, a prosopopeia, a apóstrofe) e “de palavra” (como a metáfora, a metonímia, a catacrese, a antonomásia, a sinestesia).

Naqueles livros didáticos, a metáfora costuma ser considerada um mero recurso retórico, quando concentro a comparação entre dois termos no segundo: ao invés de dizer à minha namorada que ela parece uma rosa, chamo-a amorosamente de “minha rosa” (pode ser que esteja pensando menos na beleza da flor e mais nos seus espinhos, mas aí é outra coisa, outra metáfora).

No entanto, toda a linguagem pode ser percebida como metafórica, se nenhuma palavra é a coisa que designa. Para Wayne Booth, não apenas toda linguagem é metafórica, como toda a nossa vida não passa de uma metáfora. Para George Lakoff, a metáfora está infiltrada de tal modo na vida cotidiana que pensamos e agimos sempre a partir de metáforas básicas. Para Wallace Stevens, a realidade é um clichê do qual escapamos pela metáfora.

A última definição é interessante, porque “clichê” não deixa de ser uma espécie de metáfora. Logo, a frase de Stevens pode ser reescrita de maneira circular, assim: “a realidade é uma metáfora da qual escapamos pela metáfora”. Em consequência, podemos até escapar da realidade, mas não podemos escapar... da metáfora!

Essa constatação está de acordo com a célebre formulação de Friedrich Nietzsche, pela qual a verdade é “uma multiplicidade incessante de metáforas, de metonímias, de antropomorfismos, em síntese, uma soma de relações humanas que foram poética e retoricamente elevadas, transpostas, ornamentadas, e que, após um longo uso, parecem a um povo firmes, regulares e constrangedoras”. As verdades seriam, ele continua, “ilusões cuja origem está esquecida, metáforas que foram usadas e que perderam a sua força sensível, moedas nas quais se apagou a impressão e que desde agora não são mais consideradas como moedas de valor, mas como metal”.

Deste modo, o que consideramos nossas verdades são, “na verdade”, catacreses, isto é: metáforas tão gastas pelo uso que não as reconhecemos como tal, do tipo “os pés da mesa” ou “os braços da cadeira”. Mesmo aquilo que entendemos como nós mesmos, ou seja, como nossa identidade, como nosso “eu”, ainda é uma metáfora existencial mais ou menos confortável.

Na definição milenar de Aristóteles, a metáfora é “uma coisa no lugar de outra coisa”. Digo “rosa” querendo dizer “amor” (ou “dor”). A metáfora surge sempre no lugar de outra coisa, precisamente daquilo que não se sabe - desse modo, fingimos que sabemos algo.

Se aceito o caráter metafórico de qualquer linguagem e discurso, preciso admitir que todo discurso é ficcional. Não é que “tudo” seja ficção, o que seria absurdo, mas sim que temos acesso ao real apenas através da mediação dos discursos. Todo discurso se aproxima da realidade (apenas se aproxima, nunca chega “lá”) através de ficções aproximativas, quer as chame “metáforas”, como na literatura, quer as chame “hipóteses”, como na ciência. Logo, como queríamos demonstrar, todo discurso é essencialmente metafórico. Nos termos de Alain Badiou: “nada pode atestar que o real é real, nada senão o sistema de ficção no qual ele virá a desempenhar o papel de real”.

Por isso, percebemos diversas regiões de sombra entre os significados que postulamos para as coisas e para os fenômenos. Essas regiões não são imóveis, ao contrário, elas se movem constantemente, razão pela qual não se consegue agarrá-las nem demarcá-las com facilidade. A metáfora tanto ilumina um objeto quanto dele deriva sombras, o que faz dela uma potência tão poderosa quanto ambígua.

Esta é a sua força.

Gustavo Bernardo (Adaptado de: http:// www. revista. vestibular.uerj.br/coluna/ coluna.php?seq_coluna=42)

A palavra que termina em ditongo decrescente é:

 

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De acordo com o Artigo 97 do Regimento Escolar Básico da Rede Pública Municipal de Ensino de São Gonçalo (2016), a organização curricular da Educação Infantil fundamenta-se nos estudos sobre o desenvolvimento e as formas de aprendizagem da criança, observando-se:

 

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