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Foram encontradas 155 questões.

803773 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Podemos dizer que o esporte possui alto valor na vida das crianças e dos jovens. Se bem conduzido pelo educador, as atividades esportivas podem ajudar a atingir um bom desenvolvimento dos educandos. Assinale a alternativa que NÃO condiz com a afirmativa acima.
 

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803707 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
The New Atomic Age We Need
This past summer, the Group of 7 nations promised “urgent and concrete action” to limit climate change. What actions exactly? Activists hope for answers from the coming United Nations climate conference in Paris, which begins Monday. They should look instead to Washington today.
The single most important action we can take is thawing a nuclear energy policy that keeps our technology frozen in time. If we are serious about replacing fossil fuels, we are going to need nuclear power, so the choice is stark: We can keep on merely talking about a carbon-free world, or we can go ahead and create one.
We already know that today’s energy sources cannot sustain a future we want to live in. This is most obvious in poor countries, where billions dream of living like Americans. The easiest way to satisfy this demand for a better life has been to burn more coal: In the past decade alone, China added more coal-burning capacity than America has ever had. But even though average Indians and Chinese use less than 30 percent as much electricity as Americans, the air they breathe is far worse. They deserve a third option besides dire poverty or dirty skies.
In America, the left worries more about our five billion metric tons of annual carbon dioxide emissions and what it might do to Earth’s climate. On the right, even those who discount the environmental effects of fossil fuels can’t deny their contribution to economic volatility. We saw this in 2008 when a historic high oil price coincided with a historic financial crisis.
The need for energy alternatives was already clear to investors a decade ago, which is why they poured funding into clean technology during the early 2000s. But while the money was there, the technology wasn’t: The result was a series of bankruptcies and the scandal of Solyndra, the solar panel manufacturer in California that went bankrupt in 2011 after receiving a federal guarantee of hundreds of millions of dollars. Wind and solar together provide less than 2 percent of the world’s energy, and they aren’t growing anywhere near fast enough to replace fossil fuels.
What’s especially strange about the failed push for renewables is that we already had a practical plan back in the 1960s to become fully carbon-free without any need of wind or solar: nuclear power. But after years of cost overruns, technical challenges and the bizarre coincidence of an accident at Three Mile Island and the 1979 release of the Hollywood horror movie “The ChinaSyndrome,” about a hundred proposed reactors were canceled. If we had kept building, our power grid could have been carbon-free years ago.
Instead, we went in reverse. In 1984, Ohio’s nearly finished William H. Zimmer nuclear plant was abruptly converted into a coal-burning facility: a microcosm of the country’s lurch back toward carbon.
The 2011 Fukushima disaster seemed at first to confirm old fears: Nearly 16,000 people were killed by the Tohoku earthquake and tsunami. But nobody in Japan died from radiation, and in 2013 United Nations researchers predicted that “no discernible increased incidence of radiation-related health effects are expected.”
Critics often point to the Chernobyl accident in the Soviet Union as an even more terrifying warning against nuclear power, but that accident was a direct result of both a faulty design and the operators’ incompetence. Fewer than 50 people were reported to have died at Chernobyl; by contrast, the American Lung Association estimates that smoke from coal-fired power plants kills about 13,000 people every year.
Only recently has climate anxiety challenged nuclear fear. Just as the impact of coal smoke dwarfs the effects of radiation from Fukushima, global warming is predicted to be far worse than mere pollution. The problem is so big that some prominent environmentalists have already declared defeat.
But not everyone has been paralyzed. While politicians prepare a grand bargain on emissions limits that future politicians are unlikely to obey, a new generation of American nuclear scientists has produced designs for better reactors. Crucially, these new designs may finally overcome the most fundamental obstacle to the success of nuclear power: high cost. Designs using molten salt, alternative fuels and small modular reactors have all attracted interest not just from academics but also from entrepreneurs and venture capitalists like me ready to put money behind nuclear power.
However, none of these new designs can benefit the real world without a path to regulatory approval, and today’s regulations are tailored for traditional reactors, making it almost impossible to commercialize new ones.
Fortunately, we have solved this problem before. In 1949 the federal government built a test facility at Idaho National Laboratory to study and evaluate new nuclear reactor designs. We owe our nuclear power industry to the foresight of those New Dealers, and we need their openness to innovation again today.
Earlier this year, the House of Representatives passed a bill calling for reform of our national laboratories; recently, the White House hosted a summit meeting to support nuclear energy. However, now that the speeches are over, we still lack a plan to fund and prototype the new reactors that we badly need.
Both the right’s fear of government and the left’s fear of technology have jointly stunted our nuclear energy policy, but on this issue, liberals hold the balance of power. Speaking about climate change in 2013, President Obama said that our grandchildren will ask whether we did “all that we could when we had the chance to deal with this problem.”
So far, the answer would have to be no — unless he seizes this moment. Supporting nuclear power with more than words is the litmus test for seriousness about climate change. Like Nixon’s going to China, this is something only Mr. Obama can do. If this president clears the path for a new atomic age, American scientists are ready to build it.
Source: Peter Thiel, The New York Times, november 2015
De acordo com o texto, na frase “Critics often point to the Chernobyl accident in the Soviet Union as an even more terrifying warning against nuclear power”, para alterar o sentido desta frase com intuito de dizer o oposto ao que o autor pretendeu, deve-se substituir a palavra destacada idealmente por:
 

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Leia o trecho de uma entrevista concedida por Pedro Herz, dono da Livraria Cultura, à Revista ISTO É, para responder às questão.

ISTO É - O sr. trabalha com leitura. Vê perspectivas na educação?

Herz - Primeira providência: investir no professor e não no prédio. (...) Educação não é isso. Não há boa formação de professores(A. E como formar leitores? O único lugar onde se forma (sic) leitores é em casa. Professor ajuda(B. Mas quem faz leitor é família. Pai e mãe. O bichinho que faz a pessoa ler é picado em casa. Meus filhos liam de ponta cabeça(C para me imitar. Esse exemplo não é dado. E aqueles que dão são teoricamente pessoas mais formadas, que estão tendo menos filhos.

ISTO É - O sr. presenteia meninos de rua com livros?

Herz - Pego livros que danificam e deixo no carro. Quando vem uma criança de rua pedir, dou o livro(D. Eles saem da rua em segundos. Em instantes têm três, quatro sentados juntos, folheando. Tirar criança da rua com livro é fácil. É vontade política de fazer. Vi muito essa cena(E. Nesse momento, eles param de pedir, vender e se voltam para o livro.

(...)

(Revista ISTO É, Editora Três. 30.09/2015 -

Ano 38 - Nº 2391- p. 7. Por Gisele Vitória. Última sequência adaptada para esta prova).

A sequência cuja estrutura sintática apresenta oração sem sujeito é

 

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“A Escola do Batatal, localizada na área rural de Mangaratiba (RJ), a 103 quilômetros do Rio de Janeiro, fez uma série de ajustes no currículo depois que indústrias do setor siderúrgico e de energia se instalaram no local. As diretoras Lucilene de Souza e Adriana Lopes da Silva criaram eixos temáticos para tratar os diversos assuntos surgidos com o desenvolvimento da região. Entre eles, a relação entre a urbanização e a vida no campo, a socialização como uma forma de integração da comunidade a seu entorno e o uso da tecnologia no cotidiano. Visitas ao caixa eletrônico e ao shopping center, por exemplo, foram organizadas para familiarizar a turma com as novidades. A iniciativa fazia parte do projeto Relendo o Mundo pelas Lentes da Educação, que mereceu a Medalha Paulo Freire, do Ministério da Educação (MEC), em 2009, na categoria Alfabetização de Jovens e Adultos.”
Fonte: http://gestaoescolar.abril.com.br/formacao/7- acoes-combater-evasao-eja-abandono
O princípio pedagógico que fundamenta a ação das professoras do caso apresentado é:
 

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A gestão democrática da educação é prevista na Constituição Federal Brasileira, em seu Artigo 206, inciso VI, que elenca a importância da “gestão democrática do ensino público”, colocando-a como obrigatória em todo e qualquer órgão público de educação (BRASIL, 1988). Também na Lei de Diretrizes e Bases da Educação- LDB (9394/96) está previsto que as escolas precisam ser organizadas e administradas, tendo como pressupostos os princípios da gestão democrática (BRASIL, 1996). Considerando esta afirmação, marque a alternativa em que todas as características apresentadas são compatíveis com o modelo de gestão democrática da escola.
 

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803566 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnaíba-PI

Por meio do Padroado, a Santa Sé delegou aos monarcas católicos a administração e organização da Igreja Católica em seus domínios conquistados e por conquistar, o que fez com que, no Brasil, a Igreja Católica fosse por muito tempo subordinada ao Estado. Podemos afirmar CORRETAMENTE que no Brasil a separação entre Igreja e Estado foi uma consequência do(a):

 

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Projeto Político Pedagógico é um documento que detalha objetivos, diretrizes e ações do processo educativo a ser desenvolvido na escola, expressa as exigências legais do sistema educacional, necessidades, propósitos e expectativas da comunidade escolar, além de contribuir para transformar a realidade da escola. As próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito sobre ele: chama-se projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo.
Indique a alternativa que traz, respectivamente, os conceitos de Político e de Pedagógico no contexto a que se refere o enunciado.
 

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TEMPO INTEGRAL OU EDUCAÇÃO INTEGRAL?

(...)

Experiências confirmam o potencial da Educação Integral para alavancar a qualidade da aprendizagem e reduzir as desigualdades que marcam nosso País. Mas a sociedade brasileira precisa avançar no debate sobre a qualidade dessa oferta. Educação Integral, no sentido mais completo, significa a ampliação não apenas do tempo, mas também dos espaços e dos tipos de aprendizagem, dentro e fora da escola, com base na concepção de um desenvolvimento pleno do ser humano. Por isso, reconhecer e articular os diversos saberes da escola, da família, da comunidade e da cidade é parte condicionante do processo.

(...).

( Guedes, P. M. Anuário Brasileiro de Educação Básica.

S. Paulo: Ed. Moderna. Educação integral. Tempo integral ou educação integral? 2015 - p. 60)

Em relação às estruturas linguísticas da frase: Por isso, reconhecer e articular os diversos saberes da escola, da família, da comunidade e da cidade é parte condicionante do processo., é CORRETO afirmar que

 

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797541 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Leia o caso a seguir para responder à questão.
Caso 1:
A diretora da escola “Charles Darwin”, convicta de que a perspectiva behaviorista de educação é a melhor para conduzir a prática pedagógica da escola, determinou que todos os professores passassem a adotá-la em sala de aula.
A decisão da diretora a que o texto se refere
 

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797429 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnaíba-PI
Basicamente, de acordo com Smole (2010), podem-se utilizar vários instrumentos de avaliação. São considerados instrumento de avaliação pedagógica, EXCETO,
 

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