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Diante de um crescimento urbano desordenado, do aumento da segregação espacial e de diversos problemas de mobilidade urbana, dado município deseja reformular sua política de desenvolvimento urbano, garantindo o atendimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, em conformidade com o Estatuto da Cidade. Considerando-se o exposto, uma das estratégias previstas por tal estatuto para o enfrentamento das referidas questões urbanas seria a:

 

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A fim de cumprir os preceitos da Política Urbana Nacional – estabelecidos pelos Artigos 182º e 183º da Constituição Federal de 1988 –, um município pretende regularizar favelas e áreas de ocupação irregular, alinhando suas ações de modo a garantir o direito à moradia e a função social da propriedade. Para isso, segundo as disposições constitucionais, o referido município deverá

 

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Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, ao compor um documento em padrão ofício, seguindo as orientações protocolares, ele deverá ser impresso em papel tamanho:

 

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Texto para a questão.

A gastronomia construída sobre fake news

Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.

Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.

Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.

Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.

(...)

Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.

Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.

Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.

NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.

No excerto “Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste”, os termos “dessa lenda” e “da feijoada” desempenham função sintática, respectivamente, de:

 

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Texto para a questão.

A gastronomia construída sobre fake news

Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.

Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.

Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.

Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.

(...)

Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.

Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.

Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.

NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.

O trecho destacado na sentença “Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.” caracteriza-se como uma

 

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Texto para a questão.

A gastronomia construída sobre fake news

Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.

Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.

Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.

Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.

(...)

Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.

Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.

Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.

NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.

O número de adjetivos constantes no excerto “As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.” é de:

 

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Texto para a questão.

A gastronomia construída sobre fake news

Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.

Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.

Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.

Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.

(...)

Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.

Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.

Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.

NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.

Considerando-se as informações apresentadas no texto, pode-se inferir que

 

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3324618 Ano: 2024
Disciplina: Direito Penal
Banca: IDECAN
Orgão: IPLANFOR

Depois de realizar uma limpeza em sua casa, José decidiu se livrar de alguns objetos que não usaria mais e, para isso, os reuniu em seu quintal e ateou fogo a eles – causando, diante de tal, não apenas a emissão de gases poluentes como, também, o risco à saúde humana e à segurança de animais que viviam próximos à região. Isso posto, conforme os estabelecimentos da Lei Federal Nº 9.605/1998, a pena a ser aplicada a José será de

Questão Anulada

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Um coeficiente de correlação mede o grau pelo qual duas variáveis tendem a mudar juntas. Assinale a alternativa que descreve corretamente características de correlação.

Questão Anulada

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print("Resultado 1:",t)A linguagem de programação Python conta com ferramentas prontas para uso como listas, dicionários e tuplas. Analise o seguinte código em Python e assinale a alternativa que descreve a sua saída.

dados = [ "aluno1", [8,7,6]), ( "aluno2", [9,8,7]), ("aluno3", [7,6,8])]

s = 0

mm = 0

for a,b in dados

m = sum(b)/len(b)

s + = sum(b)

if m > 7:

mm + 1

t = len (dados)

g = s /len(dados) *3)

print("Resultado 1:",t)

print("Resultado 2:",g)

print("Resultado 3:",mm)

Questão Anulada

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