Foram encontradas 300 questões.
Diante de um crescimento urbano desordenado, do aumento da segregação espacial e de diversos problemas de mobilidade urbana, dado município deseja reformular sua política de desenvolvimento urbano, garantindo o atendimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, em conformidade com o Estatuto da Cidade. Considerando-se o exposto, uma das estratégias previstas por tal estatuto para o enfrentamento das referidas questões urbanas seria a:
Provas
A fim de cumprir os preceitos da Política Urbana Nacional – estabelecidos pelos Artigos 182º e 183º da Constituição Federal de 1988 –, um município pretende regularizar favelas e áreas de ocupação irregular, alinhando suas ações de modo a garantir o direito à moradia e a função social da propriedade. Para isso, segundo as disposições constitucionais, o referido município deverá
Provas
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, ao compor um documento em padrão ofício, seguindo as orientações protocolares, ele deverá ser impresso em papel tamanho:
Provas
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto AdnominalAdjunto Adnominal vs. Complemento Nominal
Texto para a questão.
A gastronomia construída sobre fake news
Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.
Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.
Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.
Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.
(...)
Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.
Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.
Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.
NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.
No excerto “Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste”, os termos “dessa lenda” e “da feijoada” desempenham função sintática, respectivamente, de:
Provas
Texto para a questão.
A gastronomia construída sobre fake news
Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.
Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.
Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.
Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.
(...)
Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.
Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.
Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.
NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.
O trecho destacado na sentença “Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.” caracteriza-se como uma
Provas
Texto para a questão.
A gastronomia construída sobre fake news
Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.
Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.
Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.
Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.
(...)
Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.
Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.
Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.
NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.
O número de adjetivos constantes no excerto “As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.” é de:
Provas
Texto para a questão.
A gastronomia construída sobre fake news
Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.
Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.
Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.
Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.
(...)
Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.
Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.
Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.
NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.
Considerando-se as informações apresentadas no texto, pode-se inferir que
Provas
- Legislação EspecialLei 9.605/1998: Crimes e Infrações AmbientaisDa Poluição e outros Crimes Ambientais (arts. 54 ao 61)
Depois de realizar uma limpeza em sua casa, José decidiu se livrar de alguns objetos que não usaria mais e, para isso, os reuniu em seu quintal e ateou fogo a eles – causando, diante de tal, não apenas a emissão de gases poluentes como, também, o risco à saúde humana e à segurança de animais que viviam próximos à região. Isso posto, conforme os estabelecimentos da Lei Federal Nº 9.605/1998, a pena a ser aplicada a José será de
Provas
Um coeficiente de correlação mede o grau pelo qual duas variáveis tendem a mudar juntas. Assinale a alternativa que descreve corretamente características de correlação.
Provas
print("Resultado 1:",t)A linguagem de programação Python conta com ferramentas prontas para uso como listas, dicionários e tuplas. Analise o seguinte código em Python e assinale a alternativa que descreve a sua saída.
dados = [ "aluno1", [8,7,6]), ( "aluno2", [9,8,7]), ("aluno3", [7,6,8])]
s = 0
mm = 0
for a,b in dados
m = sum(b)/len(b)
s + = sum(b)
if m > 7:
mm + 1
t = len (dados)
g = s /len(dados) *3)
print("Resultado 1:",t)
print("Resultado 2:",g)
print("Resultado 3:",mm)
Provas
Caderno Container