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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os livros que passaram décadas encalhados e agora têm um misterioso comprador: a inteligência artificial
Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm observado um padrão estranho de compras, que resulta no envio de grandes quantidades de seus romances para armazéns distantes.
Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter Books, em Northumberland, um condado no norte da Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros. Mas um único pedido feito recentemente, por uma empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria movimentar em sete dias.
Ele afirma que "nunca viu nada parecido em 30 anos no ramo de livros usados".
Manley não é o único. Livreiros de todo o mundo têm relatado megapedidos igualmente incomuns. Eles não sabem ao certo qual é o destino final de seus livros.
Mas a suspeita é que eles não estejam sendo comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo mais com um apetite voraz por novas informações: a inteligência artificial (IA).
A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos.
Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos dessa maneira para treinar softwares de IA não constituía violação da lei de direitos autorais americana. A decisão foi resultado de um processo movido contra a empresa de IA Anthropic por três autores.
Em sua sentença, o juiz William Alsup afirmou que o uso dos livros dos autores pela Anthropic era "extremamente transformador" e, portanto, permitido pela legislação americana.
Quando os documentos judiciais foram tornados públicos no mês passado, revelou-se também que livros estavam sendo destruídos durante o processo de treinamento do chatbot de IA da Anthropic, o Claude.
"O Claude é treinado com uma combinação de dados da web disponíveis publicamente, conjuntos de dados adquiridos comercialmente e dados que nós mesmos geramos", disse um porta-voz.
Eles ressaltaram que a obtenção de livros para treinamento é uma prática amplamente utilizada em toda a indústria de IA. "Nenhum de nossos programas de aquisição de dados compra e destrói livros raros ou de antiquário", acrescentaram.
Ainda assim, a ideia de que livros estão sendo transformados em polpa de papel causa inquietação.
David Tobin, que administra a livraria Walden Books, no norte de Londres, também tem registrado vendas incomuns. "De certa forma, é muito bom vender alguns desses títulos que não eram comercializados há muitos anos, mas seria triste se eles acabassem sendo destruídos", diz ele.
Documentos judiciais relacionados ao caso da Anthropic revelaram que o projeto de ingestão de livros antigos era referido em comunicações internas da empresa como "Projeto Panamá".
Os documentos indicavam que o objetivo da empresa era "digitalizar de forma destrutiva todos os livros do mundo".
A digitalização destrutiva é o processo de enviar livros para locais onde possam ser digitalizados em escala industrial.
Isso inclui remover a lombada do livro para que todas as páginas possam ser digitalizadas rapidamente, e os restos, reciclados.
"Há muito mistério em torno do Projeto Panamá", diz Manley, da livraria Barter Books. "O nome é novidade para mim, mas a realidade do projeto não é. Ele tem sido objeto de muita discussão nos fóruns de livreiros."
Ele não sabe que seus livros estão sendo comprados para esse ou para projetos semelhantes de outras empresas de IA. Mas diz que também é difícil rastrear as vendas, que parecem aleatórias e "sem qualquer lógica aparente".
Elas variaram de textos obscuros em latim a romances de faroeste.
Especialistas afirmam que a diversidade de temas também aponta para a IA, uma vez que textos incomuns e raros poderiam fornecer material novo para aprimorar o treinamento de grandes modelos de linguagem, a tecnologia que sustenta ferramentas de IA generativa, como os chatbots.
A professora Emily Hudson, especialista em propriedade intelectual da Universidade de Oxford, afirma que as leis de direitos autorais no Reino Unido diferem das dos EUA.
"O ponto de partida no Reino Unido é que todos esses atos de cópia, criar a biblioteca de treinamento e realizar o treinamento, exigem a permissão do titular dos direitos autorais", diz ela.
OS LIVROS que passaram décadas encalhados e agora têm um misterioso comprador — a inteligência artificial [fragmento]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn9nnd20pv8o. Acesso em: 22 ago. 2026.
"A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos. Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos dessa maneira para treinar softwares de IA não constituía violação da lei de direitos autorais americana."
Com base nas regras de acentuação, julgue as afirmativas a seguir.
I.O vocábulo 'ideia' não recebe acento gráfico por ser paroxítona com ditongo aberto, regra que também justifica a ausência de acento em 'joia' e 'tramoia'.
II.O vocábulo 'juiz' não recebe acento gráfico porque, embora o 'i' tônico forme hiato com a vogal anterior, ele está acompanhado de 'z', o que impede a aplicação da regra de acentuação dos hiatos. No plural, 'juízes' recebe acento gráfico porque o 'i' tônico permanece em hiato e constitui o núcleo de uma sílaba. 
III.Os vocábulos 'está', 'judicial' e 'decidiu' apresentam a mesma acentuação tônica.
IV.O vocábulo 'constituía' recebe acento gráfico pela mesma regra de 'baú', embora pertençam a diferentes classificações quanto à tonicidade. 
É CORRETO o que se afirma em:
 

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Os livros que passaram décadas encalhados e agora têm um misterioso comprador: a inteligência artificial
Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm observado um padrão estranho de compras, que resulta no envio de grandes quantidades de seus romances para armazéns distantes.
Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter Books, em Northumberland, um condado no norte da Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros. Mas um único pedido feito recentemente, por uma empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria movimentar em sete dias.
Ele afirma que "nunca viu nada parecido em 30 anos no ramo de livros usados".
Manley não é o único. Livreiros de todo o mundo têm relatado megapedidos igualmente incomuns. Eles não sabem ao certo qual é o destino final de seus livros.
Mas a suspeita é que eles não estejam sendo comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo mais com um apetite voraz por novas informações: a inteligência artificial (IA).
A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos.
Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos dessa maneira para treinar softwares de IA não constituía violação da lei de direitos autorais americana. A decisão foi resultado de um processo movido contra a empresa de IA Anthropic por três autores.
Em sua sentença, o juiz William Alsup afirmou que o uso dos livros dos autores pela Anthropic era "extremamente transformador" e, portanto, permitido pela legislação americana.
Quando os documentos judiciais foram tornados públicos no mês passado, revelou-se também que livros estavam sendo destruídos durante o processo de treinamento do chatbot de IA da Anthropic, o Claude.
"O Claude é treinado com uma combinação de dados da web disponíveis publicamente, conjuntos de dados adquiridos comercialmente e dados que nós mesmos geramos", disse um porta-voz.
Eles ressaltaram que a obtenção de livros para treinamento é uma prática amplamente utilizada em toda a indústria de IA. "Nenhum de nossos programas de aquisição de dados compra e destrói livros raros ou de antiquário", acrescentaram.
Ainda assim, a ideia de que livros estão sendo transformados em polpa de papel causa inquietação.
David Tobin, que administra a livraria Walden Books, no norte de Londres, também tem registrado vendas incomuns. "De certa forma, é muito bom vender alguns desses títulos que não eram comercializados há muitos anos, mas seria triste se eles acabassem sendo destruídos", diz ele.
Documentos judiciais relacionados ao caso da Anthropic revelaram que o projeto de ingestão de livros antigos era referido em comunicações internas da empresa como "Projeto Panamá".
Os documentos indicavam que o objetivo da empresa era "digitalizar de forma destrutiva todos os livros do mundo".
A digitalização destrutiva é o processo de enviar livros para locais onde possam ser digitalizados em escala industrial.
Isso inclui remover a lombada do livro para que todas as páginas possam ser digitalizadas rapidamente, e os restos, reciclados.
"Há muito mistério em torno do Projeto Panamá", diz Manley, da livraria Barter Books. "O nome é novidade para mim, mas a realidade do projeto não é. Ele tem sido objeto de muita discussão nos fóruns de livreiros."
Ele não sabe que seus livros estão sendo comprados para esse ou para projetos semelhantes de outras empresas de IA. Mas diz que também é difícil rastrear as vendas, que parecem aleatórias e "sem qualquer lógica aparente".
Elas variaram de textos obscuros em latim a romances de faroeste.
Especialistas afirmam que a diversidade de temas também aponta para a IA, uma vez que textos incomuns e raros poderiam fornecer material novo para aprimorar o treinamento de grandes modelos de linguagem, a tecnologia que sustenta ferramentas de IA generativa, como os chatbots.
A professora Emily Hudson, especialista em propriedade intelectual da Universidade de Oxford, afirma que as leis de direitos autorais no Reino Unido diferem das dos EUA.
"O ponto de partida no Reino Unido é que todos esses atos de cópia, criar a biblioteca de treinamento e realizar o treinamento, exigem a permissão do titular dos direitos autorais", diz ela.
OS LIVROS que passaram décadas encalhados e agora têm um misterioso comprador — a inteligência artificial [fragmento]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn9nnd20pv8o. Acesso em: 22 ago. 2026.
Com base no texto "Os livros que passaram décadas encalhados e agora têm um misterioso comprador: a inteligência artificial", analise as afirmativas a seguir.
I.Infere-se do texto que a fundamentação jurídica adotada pelo juiz William Alsup para autorizar o uso dos livros no treinamento de IA está relacionada ao conceito de transformação do material original, e não à forma como os exemplares físicos foram posteriormente processados.
II.Infere-se do texto que o volume incomum de pedidos observado por livreiros como Stuart Manley e David Tobin gera, ao mesmo tempo, um benefício comercial e uma preocupação de ordem ética quanto ao destino final dos livros.
III.Infere-se do texto que a Anthropic reconheceu a aquisição de livros para o treinamento de seus sistemas de inteligência artificial, mas negou que seus programas de obtenção de dados incluam a compra e a destruição de exemplares raros ou de antiquário
IV.Infere-se do texto que a decisão judicial favorável à Anthropic encerrou as controvérsias relacionadas à aquisição e ao uso de livros para treinamento de sistemas de inteligência artificial, afastando possíveis questionamentos futuros sobre direitos autorais. 
É CORRETO o que se afirma em:
 

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Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm observado um padrão estranho de compras, que resulta no envio de grandes quantidades de seus romances para armazéns distantes.
Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter Books, em Northumberland, um condado no norte da Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros. Mas um único pedido feito recentemente, por uma empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria movimentar em sete dias.
Ele afirma que "nunca viu nada parecido em 30 anos no ramo de livros usados".
Manley não é o único. Livreiros de todo o mundo têm relatado megapedidos igualmente incomuns. Eles não sabem ao certo qual é o destino final de seus livros.
Mas a suspeita é que eles não estejam sendo comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo mais com um apetite voraz por novas informações: a inteligência artificial (IA).
A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos.
Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos dessa maneira para treinar softwares de IA não constituía violação da lei de direitos autorais americana. A decisão foi resultado de um processo movido contra a empresa de IA Anthropic por três autores.
Em sua sentença, o juiz William Alsup afirmou que o uso dos livros dos autores pela Anthropic era "extremamente transformador" e, portanto, permitido pela legislação americana.
Quando os documentos judiciais foram tornados públicos no mês passado, revelou-se também que livros estavam sendo destruídos durante o processo de treinamento do chatbot de IA da Anthropic, o Claude.
"O Claude é treinado com uma combinação de dados da web disponíveis publicamente, conjuntos de dados adquiridos comercialmente e dados que nós mesmos geramos", disse um porta-voz.
Eles ressaltaram que a obtenção de livros para treinamento é uma prática amplamente utilizada em toda a indústria de IA. "Nenhum de nossos programas de aquisição de dados compra e destrói livros raros ou de antiquário", acrescentaram.
Ainda assim, a ideia de que livros estão sendo transformados em polpa de papel causa inquietação.
David Tobin, que administra a livraria Walden Books, no norte de Londres, também tem registrado vendas incomuns. "De certa forma, é muito bom vender alguns desses títulos que não eram comercializados há muitos anos, mas seria triste se eles acabassem sendo destruídos", diz ele.
Documentos judiciais relacionados ao caso da Anthropic revelaram que o projeto de ingestão de livros antigos era referido em comunicações internas da empresa como "Projeto Panamá".
Os documentos indicavam que o objetivo da empresa era "digitalizar de forma destrutiva todos os livros do mundo".
A digitalização destrutiva é o processo de enviar livros para locais onde possam ser digitalizados em escala industrial.
Isso inclui remover a lombada do livro para que todas as páginas possam ser digitalizadas rapidamente, e os restos, reciclados.
"Há muito mistério em torno do Projeto Panamá", diz Manley, da livraria Barter Books. "O nome é novidade para mim, mas a realidade do projeto não é. Ele tem sido objeto de muita discussão nos fóruns de livreiros."
Ele não sabe que seus livros estão sendo comprados para esse ou para projetos semelhantes de outras empresas de IA. Mas diz que também é difícil rastrear as vendas, que parecem aleatórias e "sem qualquer lógica aparente".
Elas variaram de textos obscuros em latim a romances de faroeste.
Especialistas afirmam que a diversidade de temas também aponta para a IA, uma vez que textos incomuns e raros poderiam fornecer material novo para aprimorar o treinamento de grandes modelos de linguagem, a tecnologia que sustenta ferramentas de IA generativa, como os chatbots.
A professora Emily Hudson, especialista em propriedade intelectual da Universidade de Oxford, afirma que as leis de direitos autorais no Reino Unido diferem das dos EUA.
"O ponto de partida no Reino Unido é que todos esses atos de cópia, criar a biblioteca de treinamento e realizar o treinamento, exigem a permissão do titular dos direitos autorais", diz ela.
OS LIVROS que passaram décadas encalhados e agora têm um misterioso comprador — a inteligência artificial [fragmento]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn9nnd20pv8o. Acesso em: 22 ago. 2026.
"Mas a suspeita é que eles não estejam sendo comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo mais com um apetite voraz por novas informações: a inteligência artificial (IA)."
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta a reescrita com as substituições de 'ávidos' e 'voraz', mantendo o sentido essencial.
 

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Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm observado um padrão estranho de compras, que resulta no envio de grandes quantidades de seus romances para armazéns distantes.
Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter Books, em Northumberland, um condado no norte da Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros. Mas um único pedido feito recentemente, por uma empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria movimentar em sete dias.
Ele afirma que "nunca viu nada parecido em 30 anos no ramo de livros usados".
Manley não é o único. Livreiros de todo o mundo têm relatado megapedidos igualmente incomuns. Eles não sabem ao certo qual é o destino final de seus livros.
Mas a suspeita é que eles não estejam sendo comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo mais com um apetite voraz por novas informações: a inteligência artificial (IA).
A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos.
Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos dessa maneira para treinar softwares de IA não constituía violação da lei de direitos autorais americana. A decisão foi resultado de um processo movido contra a empresa de IA Anthropic por três autores.
Em sua sentença, o juiz William Alsup afirmou que o uso dos livros dos autores pela Anthropic era "extremamente transformador" e, portanto, permitido pela legislação americana.
Quando os documentos judiciais foram tornados públicos no mês passado, revelou-se também que livros estavam sendo destruídos durante o processo de treinamento do chatbot de IA da Anthropic, o Claude.
"O Claude é treinado com uma combinação de dados da web disponíveis publicamente, conjuntos de dados adquiridos comercialmente e dados que nós mesmos geramos", disse um porta-voz.
Eles ressaltaram que a obtenção de livros para treinamento é uma prática amplamente utilizada em toda a indústria de IA. "Nenhum de nossos programas de aquisição de dados compra e destrói livros raros ou de antiquário", acrescentaram.
Ainda assim, a ideia de que livros estão sendo transformados em polpa de papel causa inquietação.
David Tobin, que administra a livraria Walden Books, no norte de Londres, também tem registrado vendas incomuns. "De certa forma, é muito bom vender alguns desses títulos que não eram comercializados há muitos anos, mas seria triste se eles acabassem sendo destruídos", diz ele.
Documentos judiciais relacionados ao caso da Anthropic revelaram que o projeto de ingestão de livros antigos era referido em comunicações internas da empresa como "Projeto Panamá".
Os documentos indicavam que o objetivo da empresa era "digitalizar de forma destrutiva todos os livros do mundo".
A digitalização destrutiva é o processo de enviar livros para locais onde possam ser digitalizados em escala industrial.
Isso inclui remover a lombada do livro para que todas as páginas possam ser digitalizadas rapidamente, e os restos, reciclados.
"Há muito mistério em torno do Projeto Panamá", diz Manley, da livraria Barter Books. "O nome é novidade para mim, mas a realidade do projeto não é. Ele tem sido objeto de muita discussão nos fóruns de livreiros."
Ele não sabe que seus livros estão sendo comprados para esse ou para projetos semelhantes de outras empresas de IA. Mas diz que também é difícil rastrear as vendas, que parecem aleatórias e "sem qualquer lógica aparente".
Elas variaram de textos obscuros em latim a romances de faroeste.
Especialistas afirmam que a diversidade de temas também aponta para a IA, uma vez que textos incomuns e raros poderiam fornecer material novo para aprimorar o treinamento de grandes modelos de linguagem, a tecnologia que sustenta ferramentas de IA generativa, como os chatbots.
A professora Emily Hudson, especialista em propriedade intelectual da Universidade de Oxford, afirma que as leis de direitos autorais no Reino Unido diferem das dos EUA.
"O ponto de partida no Reino Unido é que todos esses atos de cópia, criar a biblioteca de treinamento e realizar o treinamento, exigem a permissão do titular dos direitos autorais", diz ela.
OS LIVROS que passaram décadas encalhados e agora têm um misterioso comprador — a inteligência artificial [fragmento]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn9nnd20pv8o. Acesso em: 22 ago. 2026.
Considere as duas ocorrências a seguir:
Frase 1 (do texto original): "Ele afirma que 'nunca viu nada parecido em 30 anos no ramo de livros usados'."
Frase 2 (adaptação hipotética): "Enquanto os documentos judiciais não fossem tornados públicos, a editora nunca comentava o assunto."
Quanto ao emprego do vocábulo 'nunca', julgue as afirmativas a seguir:
I.Nas duas frases, 'nunca' exerce a mesma função morfológica (advérbio, palavra invariável) e a mesma função sintática (adjunto adverbial, relacionado ao verbo da oração em que se encontra).
II.Na Frase 1, 'nunca' expressa a ideia de 'em tempo algum', negando a ocorrência da experiência ao longo do período indicado; na Frase 2, expressa a ideia de 'de nenhum modo' ou 'não', associada a uma ação habitual durante o período mencionado.
III.A diferença de nuance semântica entre as duas frases demonstra que a palavra 'nunca', embora pertença à mesma classe gramatical, pode assumir diferentes valores de sentido conforme o contexto em que se insere, mantendo seu caráter adverbial.
IV. Em ambas as frases, 'nunca' poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, pela locução 'em nenhuma ocasião', preservando integralmente a nuance de pontualidade ou habitualidade de cada contexto.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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4276860 Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Unesc
Orgão: InoversaSul
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No horário de saída, o responsável por uma criança dirige-se ao auxiliar de sala no portão, em voz alta e diante de outras famílias, para reclamar de um episódio ocorrido no pátio entre seu filho e outro estudante. Ele exige saber o nome da outra criança e o que foi decidido pela escola a respeito dela. O auxiliar de sala acompanhou o episódio e conhece as duas crianças.

Com base no caso apresentado, assinale a alternativa CORRETA:

 

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4276859 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Unesc
Orgão: InoversaSul
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O calendário da unidade escolar prevê três tipos de encontro no mês de setembro, cada um com finalidade e composição próprias. Relacione a Coluna I à Coluna II.

Coluna I

1.Reunião pedagógica.

2.Conselho de classe.

3.Reunião de responsáveis.

Coluna II

(   ) Encontro destinado à apresentação, às famílias, do trabalho desenvolvido com a turma e dos combinados do período.

(   ) Instância colegiada que analisa o percurso dos estudantes de uma turma, reunindo os profissionais que nela atuam.

(   ) Encontro da equipe escolar destinado ao estudo, ao planejamento e à avaliação coletiva do trabalho pedagógico.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

 

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4276858 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Unesc
Orgão: InoversaSul
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A equipe da escola precisou orientar as famílias sobre as novas regras de uso de aparelhos eletrônicos pelos estudantes e sobre as situações em que esse uso permanece autorizado. Complete a frase a seguir, conforme o uso das tecnologias de informação e comunicação na educação.

É vedado aos estudantes da educação básica o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o ___________ e os intervalos entre as aulas, ressalvado o uso para fins ___________ , quando orientado por educador.

Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas.

 

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4276857 Ano: 2026
Disciplina: Braille
Banca: Unesc
Orgão: InoversaSul
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A sala de recursos multifuncionais da unidade atende estudantes com necessidades distintas, e o auxiliar de sala precisa reconhecer o recurso pertinente a cada situação. Relacione a Coluna I à Coluna II.

Coluna I

1.Sistema Braille

2.Recursos ópticos e material com fonte ampliada

3.Comunicação aumentativa e alternativa

4.Orientação e mobilidade

Coluna II

(   ) Estudante com cegueira que necessita deslocar-se com autonomia pelos ambientes da escola, reconhecendo pontos de referência.

(   ) Estudante com baixa visão que utiliza o resíduo visual para a leitura de textos impressos em sala de aula.

(   ) Estudante com paralisia cerebral que não faz uso da fala e se expressa por meio de pranchas de símbolos.

(   ) Estudante com cegueira que realiza a leitura e a escrita pelo tato, em produção própria e na leitura de textos.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

 

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4276856 Ano: 2026
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: Unesc
Orgão: InoversaSul
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Leia o texto a seguir.

"Ao profissional de apoio escolar compete atuar em consonância com o Plano de Atendimento Educacional Especializado e com o Plano Educacional Individualizado: [...] II - na higiene e na alimentação, guardado o respeito ao corpo e à privacidade, ao tempo e às escolhas dos estudantes."

(BRASIL. Decreto nº 12.686, de 20 de outubro de 2025. Institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva. Art. 14.)

Uma estudante de dez anos com deficiência física necessita de apoio para o uso do sanitário durante o período de aulas. Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta a conduta CORRETA do auxiliar de sala.

 

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4276855 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Unesc
Orgão: InoversaSul
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Ao preencher o caderno de acompanhamento da turma, o auxiliar de sala pretende relatar um episódio ocorrido na hora do parque, em que uma criança tomou o brinquedo de outra e reagiu com choro quando o adulto interveio. O documento será lido pelo professor titular e pela coordenação pedagógica.

Considerando as características do registro de acompanhamento, assinale a alternativa que apresenta a forma CORRETA de redigi-lo.

 

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