Foram encontradas 4.238.265 questões.
Três mecanismos de verificação de uma planta
automatizada executam ciclos completos a cada 28, 42 e
60 minutos, respectivamente, e às 9 h 20 min os três
concluíram uma verificação exatamente no mesmo
instante.
Como os equipamentos mantêm suas periodicidades sem interrupções ou alterações de frequência, a equipe de supervisão precisa prever a próxima coincidência para programar uma inspeção conjunta sem modificar a rotina operacional. O instante procurado deve corresponder à primeira repetição simultânea posterior ao horário informado, considerando integralmente os três intervalos de funcionamento.
Em que horário ocorrerá a próxima verificação simultânea dos três mecanismos?
Como os equipamentos mantêm suas periodicidades sem interrupções ou alterações de frequência, a equipe de supervisão precisa prever a próxima coincidência para programar uma inspeção conjunta sem modificar a rotina operacional. O instante procurado deve corresponder à primeira repetição simultânea posterior ao horário informado, considerando integralmente os três intervalos de funcionamento.
Em que horário ocorrerá a próxima verificação simultânea dos três mecanismos?
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Uma instalação de pesquisa utiliza um reservatório em
formato de paralelepípedo retângulo, cujas dimensões
internas são 2,5 m de comprimento, 1,8 m de largura e
1,2 m de altura.
No início de determinada operação, o reservatório continha líquido equivalente a 65% de sua capacidade total e, após a retirada de 1.350 litros para abastecer equipamentos auxiliares, nenhuma reposição foi efetuada.
Considerando que 1 m³ corresponde a 1.000 litros e que as dimensões fornecidas representam integralmente o espaço útil interno, é necessário determinar o estoque remanescente para avaliar a continuidade da operação.
Qual volume (V) de líquido permaneceu no reservatório após a retirada?
No início de determinada operação, o reservatório continha líquido equivalente a 65% de sua capacidade total e, após a retirada de 1.350 litros para abastecer equipamentos auxiliares, nenhuma reposição foi efetuada.
Considerando que 1 m³ corresponde a 1.000 litros e que as dimensões fornecidas representam integralmente o espaço útil interno, é necessário determinar o estoque remanescente para avaliar a continuidade da operação.
Qual volume (V) de líquido permaneceu no reservatório após a retirada?
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Em uma unidade de controle, uma caixa contém 12
amostras visualmente indistinguíveis pelo formato, sendo
5 identificadas como vermelhas, 4 como azuis e 3 como
verdes, das quais duas serão retiradas aleatoriamente
em sequência.
A primeira amostra não será devolvida antes da segunda seleção, razão pela qual a composição disponível para a escolha seguinte dependerá do resultado obtido na primeira retirada. Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) A probabilidade de as duas amostras serem vermelhas é 5/33.
( ) A probabilidade de a primeira amostra ser azul é 4/11.
( ) A probabilidade de a primeira amostra ser verde é 1/4.
( ) Os eventos "a primeira amostra é vermelha" e "a segunda amostra é vermelha" são independentes.
( ) A probabilidade de sair uma vermelha e uma azul, em qualquer ordem, é 10/33.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
A primeira amostra não será devolvida antes da segunda seleção, razão pela qual a composição disponível para a escolha seguinte dependerá do resultado obtido na primeira retirada. Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) A probabilidade de as duas amostras serem vermelhas é 5/33.
( ) A probabilidade de a primeira amostra ser azul é 4/11.
( ) A probabilidade de a primeira amostra ser verde é 1/4.
( ) Os eventos "a primeira amostra é vermelha" e "a segunda amostra é vermelha" são independentes.
( ) A probabilidade de sair uma vermelha e uma azul, em qualquer ordem, é 10/33.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Em uma unidade gráfica, 6 equipamentos de igual
produtividade, operando 8 horas por dia ao longo de 5
dias, conseguem processar conjuntamente 2.400
formulários padronizados. Para uma nova demanda,
serão utilizados 8 equipamentos com a mesma
produtividade individual, cada um funcionando 6 horas
por dia ao longo de 7 dias, sob condições técnicas
equivalentes às observadas anteriormente.
Quantos formulários poderão ser processados na nova configuração de trabalho?
Quantos formulários poderão ser processados na nova configuração de trabalho?
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Leia as frases a seguir:
I.O livreiro entregou os documentos ao representante em seu escritório.
II.O livreiro sofreu muito quando teve que partir e voltar ao seu país de origem.
Considerando a polissemia e a ambiguidade, analise as afirmativas e assinale a CORRETA.
I.O livreiro entregou os documentos ao representante em seu escritório.
II.O livreiro sofreu muito quando teve que partir e voltar ao seu país de origem.
Considerando a polissemia e a ambiguidade, analise as afirmativas e assinale a CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os livros que passaram décadas encalhados e agora
têm um misterioso comprador: a inteligência artificial
Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros
usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm
observado um padrão estranho de compras, que resulta
no envio de grandes quantidades de seus romances
para armazéns distantes.
Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter
Books, em Northumberland, um condado no norte da
Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros.
Mas um único pedido feito recentemente, por uma
empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria
movimentar em sete dias.
Ele afirma que "nunca viu nada parecido em 30 anos no
ramo de livros usados".
Manley não é o único. Livreiros de todo o mundo têm
relatado megapedidos igualmente incomuns. Eles não
sabem ao certo qual é o destino final de seus livros.
Mas a suspeita é que eles não estejam sendo
comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo
mais com um apetite voraz por novas informações: a
inteligência artificial (IA).
A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados
está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da
IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos.
Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos
dessa maneira para treinar softwares de IA não
constituía violação da lei de direitos autorais americana.
A decisão foi resultado de um processo movido contra a
empresa de IA Anthropic por três autores.
Em sua sentença, o juiz William Alsup afirmou que o uso
dos livros dos autores pela Anthropic era "extremamente
transformador" e, portanto, permitido pela legislação
americana.
Quando os documentos judiciais foram tornados públicos
no mês passado, revelou-se também que livros estavam
sendo destruídos durante o processo de treinamento do
chatbot de IA da Anthropic, o Claude.
"O Claude é treinado com uma combinação de dados da
web disponíveis publicamente, conjuntos de dados
adquiridos comercialmente e dados que nós mesmos
geramos", disse um porta-voz.
Eles ressaltaram que a obtenção de livros para
treinamento é uma prática amplamente utilizada em toda
a indústria de IA. "Nenhum de nossos programas de
aquisição de dados compra e destrói livros raros ou de
antiquário", acrescentaram.
Ainda assim, a ideia de que livros estão sendo
transformados em polpa de papel causa inquietação.
David Tobin, que administra a livraria Walden Books, no norte de Londres, também tem registrado vendas
incomuns. "De certa forma, é muito bom vender alguns
desses títulos que não eram comercializados há muitos
anos, mas seria triste se eles acabassem sendo
destruídos", diz ele.
Documentos judiciais relacionados ao caso da Anthropic
revelaram que o projeto de ingestão de livros antigos era
referido em comunicações internas da empresa como
"Projeto Panamá".
Os documentos indicavam que o objetivo da empresa
era "digitalizar de forma destrutiva todos os livros do
mundo".
A digitalização destrutiva é o processo de enviar livros
para locais onde possam ser digitalizados em escala
industrial.
Isso inclui remover a lombada do livro para que todas as
páginas possam ser digitalizadas rapidamente, e os
restos, reciclados.
"Há muito mistério em torno do Projeto Panamá", diz
Manley, da livraria Barter Books. "O nome é novidade
para mim, mas a realidade do projeto não é. Ele tem sido
objeto de muita discussão nos fóruns de livreiros."
Ele não sabe que seus livros estão sendo comprados
para esse ou para projetos semelhantes de outras
empresas de IA. Mas diz que também é difícil rastrear as
vendas, que parecem aleatórias e "sem qualquer lógica
aparente".
Elas variaram de textos obscuros em latim a romances
de faroeste.
Especialistas afirmam que a diversidade de temas
também aponta para a IA, uma vez que textos incomuns
e raros poderiam fornecer material novo para aprimorar o
treinamento de grandes modelos de linguagem, a
tecnologia que sustenta ferramentas de IA generativa,
como os chatbots.
A professora Emily Hudson, especialista em propriedade
intelectual da Universidade de Oxford, afirma que as leis
de direitos autorais no Reino Unido diferem das dos
EUA.
"O ponto de partida no Reino Unido é que todos esses
atos de cópia, criar a biblioteca de treinamento e realizar
o treinamento, exigem a permissão do titular dos direitos
autorais", diz ela.
OS LIVROS que passaram décadas encalhados e agora têm um
misterioso comprador — a inteligência artificial [fragmento]. BBC
News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn9nnd20pv8o. Acesso em:
22 ago. 2026.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os livros que passaram décadas encalhados e agora
têm um misterioso comprador: a inteligência artificial
Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros
usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm
observado um padrão estranho de compras, que resulta
no envio de grandes quantidades de seus romances
para armazéns distantes.
Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter
Books, em Northumberland, um condado no norte da
Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros.
Mas um único pedido feito recentemente, por uma
empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria
movimentar em sete dias.
Ele afirma que "nunca viu nada parecido em 30 anos no
ramo de livros usados".
Manley não é o único. Livreiros de todo o mundo têm
relatado megapedidos igualmente incomuns. Eles não
sabem ao certo qual é o destino final de seus livros.
Mas a suspeita é que eles não estejam sendo
comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo
mais com um apetite voraz por novas informações: a
inteligência artificial (IA).
A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados
está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da
IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos.
Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos
dessa maneira para treinar softwares de IA não
constituía violação da lei de direitos autorais americana.
A decisão foi resultado de um processo movido contra a
empresa de IA Anthropic por três autores.
Em sua sentença, o juiz William Alsup afirmou que o uso
dos livros dos autores pela Anthropic era "extremamente
transformador" e, portanto, permitido pela legislação
americana.
Quando os documentos judiciais foram tornados públicos
no mês passado, revelou-se também que livros estavam
sendo destruídos durante o processo de treinamento do
chatbot de IA da Anthropic, o Claude.
"O Claude é treinado com uma combinação de dados da
web disponíveis publicamente, conjuntos de dados
adquiridos comercialmente e dados que nós mesmos
geramos", disse um porta-voz.
Eles ressaltaram que a obtenção de livros para
treinamento é uma prática amplamente utilizada em toda
a indústria de IA. "Nenhum de nossos programas de
aquisição de dados compra e destrói livros raros ou de
antiquário", acrescentaram.
Ainda assim, a ideia de que livros estão sendo
transformados em polpa de papel causa inquietação.
David Tobin, que administra a livraria Walden Books, no norte de Londres, também tem registrado vendas
incomuns. "De certa forma, é muito bom vender alguns
desses títulos que não eram comercializados há muitos
anos, mas seria triste se eles acabassem sendo
destruídos", diz ele.
Documentos judiciais relacionados ao caso da Anthropic
revelaram que o projeto de ingestão de livros antigos era
referido em comunicações internas da empresa como
"Projeto Panamá".
Os documentos indicavam que o objetivo da empresa
era "digitalizar de forma destrutiva todos os livros do
mundo".
A digitalização destrutiva é o processo de enviar livros
para locais onde possam ser digitalizados em escala
industrial.
Isso inclui remover a lombada do livro para que todas as
páginas possam ser digitalizadas rapidamente, e os
restos, reciclados.
"Há muito mistério em torno do Projeto Panamá", diz
Manley, da livraria Barter Books. "O nome é novidade
para mim, mas a realidade do projeto não é. Ele tem sido
objeto de muita discussão nos fóruns de livreiros."
Ele não sabe que seus livros estão sendo comprados
para esse ou para projetos semelhantes de outras
empresas de IA. Mas diz que também é difícil rastrear as
vendas, que parecem aleatórias e "sem qualquer lógica
aparente".
Elas variaram de textos obscuros em latim a romances
de faroeste.
Especialistas afirmam que a diversidade de temas
também aponta para a IA, uma vez que textos incomuns
e raros poderiam fornecer material novo para aprimorar o
treinamento de grandes modelos de linguagem, a
tecnologia que sustenta ferramentas de IA generativa,
como os chatbots.
A professora Emily Hudson, especialista em propriedade
intelectual da Universidade de Oxford, afirma que as leis
de direitos autorais no Reino Unido diferem das dos
EUA.
"O ponto de partida no Reino Unido é que todos esses
atos de cópia, criar a biblioteca de treinamento e realizar
o treinamento, exigem a permissão do titular dos direitos
autorais", diz ela.
OS LIVROS que passaram décadas encalhados e agora têm um
misterioso comprador — a inteligência artificial [fragmento]. BBC
News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn9nnd20pv8o. Acesso em:
22 ago. 2026.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao emprego do pronome 'isso' no trecho.
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Os livros que passaram décadas encalhados e agora
têm um misterioso comprador: a inteligência artificial
Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros
usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm
observado um padrão estranho de compras, que resulta
no envio de grandes quantidades de seus romances
para armazéns distantes.
Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter
Books, em Northumberland, um condado no norte da
Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros.
Mas um único pedido feito recentemente, por uma
empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria
movimentar em sete dias.
Ele afirma que "nunca viu nada parecido em 30 anos no
ramo de livros usados".
Manley não é o único. Livreiros de todo o mundo têm
relatado megapedidos igualmente incomuns. Eles não
sabem ao certo qual é o destino final de seus livros.
Mas a suspeita é que eles não estejam sendo
comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo
mais com um apetite voraz por novas informações: a
inteligência artificial (IA).
A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados
está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da
IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos.
Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos
dessa maneira para treinar softwares de IA não
constituía violação da lei de direitos autorais americana.
A decisão foi resultado de um processo movido contra a
empresa de IA Anthropic por três autores.
Em sua sentença, o juiz William Alsup afirmou que o uso
dos livros dos autores pela Anthropic era "extremamente
transformador" e, portanto, permitido pela legislação
americana.
Quando os documentos judiciais foram tornados públicos
no mês passado, revelou-se também que livros estavam
sendo destruídos durante o processo de treinamento do
chatbot de IA da Anthropic, o Claude.
"O Claude é treinado com uma combinação de dados da
web disponíveis publicamente, conjuntos de dados
adquiridos comercialmente e dados que nós mesmos
geramos", disse um porta-voz.
Eles ressaltaram que a obtenção de livros para
treinamento é uma prática amplamente utilizada em toda
a indústria de IA. "Nenhum de nossos programas de
aquisição de dados compra e destrói livros raros ou de
antiquário", acrescentaram.
Ainda assim, a ideia de que livros estão sendo
transformados em polpa de papel causa inquietação.
David Tobin, que administra a livraria Walden Books, no norte de Londres, também tem registrado vendas
incomuns. "De certa forma, é muito bom vender alguns
desses títulos que não eram comercializados há muitos
anos, mas seria triste se eles acabassem sendo
destruídos", diz ele.
Documentos judiciais relacionados ao caso da Anthropic
revelaram que o projeto de ingestão de livros antigos era
referido em comunicações internas da empresa como
"Projeto Panamá".
Os documentos indicavam que o objetivo da empresa
era "digitalizar de forma destrutiva todos os livros do
mundo".
A digitalização destrutiva é o processo de enviar livros
para locais onde possam ser digitalizados em escala
industrial.
Isso inclui remover a lombada do livro para que todas as
páginas possam ser digitalizadas rapidamente, e os
restos, reciclados.
"Há muito mistério em torno do Projeto Panamá", diz
Manley, da livraria Barter Books. "O nome é novidade
para mim, mas a realidade do projeto não é. Ele tem sido
objeto de muita discussão nos fóruns de livreiros."
Ele não sabe que seus livros estão sendo comprados
para esse ou para projetos semelhantes de outras
empresas de IA. Mas diz que também é difícil rastrear as
vendas, que parecem aleatórias e "sem qualquer lógica
aparente".
Elas variaram de textos obscuros em latim a romances
de faroeste.
Especialistas afirmam que a diversidade de temas
também aponta para a IA, uma vez que textos incomuns
e raros poderiam fornecer material novo para aprimorar o
treinamento de grandes modelos de linguagem, a
tecnologia que sustenta ferramentas de IA generativa,
como os chatbots.
A professora Emily Hudson, especialista em propriedade
intelectual da Universidade de Oxford, afirma que as leis
de direitos autorais no Reino Unido diferem das dos
EUA.
"O ponto de partida no Reino Unido é que todos esses
atos de cópia, criar a biblioteca de treinamento e realizar
o treinamento, exigem a permissão do titular dos direitos
autorais", diz ela.
OS LIVROS que passaram décadas encalhados e agora têm um
misterioso comprador — a inteligência artificial [fragmento]. BBC
News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn9nnd20pv8o. Acesso em:
22 ago. 2026.
I.Stuart Manley ficou face a face com um comprador de livros.
II.Representantes de empresas de IA foram à bibliotecas e sebos em busca de acervos raros para treinar seus modelos de linguagem.
III.O documentário estreiou às 20h em um canal de streaming.
IV.Entreguei os livros as empresas que fizeram os pedidos, sem saber exatamente qual seria o destino final deles.
Assinale a alternativa que apresenta os itens CORRETOS quanto à norma-padrão.
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Os livros que passaram décadas encalhados e agora
têm um misterioso comprador: a inteligência artificial
Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros
usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm
observado um padrão estranho de compras, que resulta
no envio de grandes quantidades de seus romances
para armazéns distantes.
Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter
Books, em Northumberland, um condado no norte da
Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros.
Mas um único pedido feito recentemente, por uma
empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria
movimentar em sete dias.
Ele afirma que "nunca viu nada parecido em 30 anos no
ramo de livros usados".
Manley não é o único. Livreiros de todo o mundo têm
relatado megapedidos igualmente incomuns. Eles não
sabem ao certo qual é o destino final de seus livros.
Mas a suspeita é que eles não estejam sendo
comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo
mais com um apetite voraz por novas informações: a
inteligência artificial (IA).
A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados
está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da
IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos.
Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos
dessa maneira para treinar softwares de IA não
constituía violação da lei de direitos autorais americana.
A decisão foi resultado de um processo movido contra a
empresa de IA Anthropic por três autores.
Em sua sentença, o juiz William Alsup afirmou que o uso
dos livros dos autores pela Anthropic era "extremamente
transformador" e, portanto, permitido pela legislação
americana.
Quando os documentos judiciais foram tornados públicos
no mês passado, revelou-se também que livros estavam
sendo destruídos durante o processo de treinamento do
chatbot de IA da Anthropic, o Claude.
"O Claude é treinado com uma combinação de dados da
web disponíveis publicamente, conjuntos de dados
adquiridos comercialmente e dados que nós mesmos
geramos", disse um porta-voz.
Eles ressaltaram que a obtenção de livros para
treinamento é uma prática amplamente utilizada em toda
a indústria de IA. "Nenhum de nossos programas de
aquisição de dados compra e destrói livros raros ou de
antiquário", acrescentaram.
Ainda assim, a ideia de que livros estão sendo
transformados em polpa de papel causa inquietação.
David Tobin, que administra a livraria Walden Books, no norte de Londres, também tem registrado vendas
incomuns. "De certa forma, é muito bom vender alguns
desses títulos que não eram comercializados há muitos
anos, mas seria triste se eles acabassem sendo
destruídos", diz ele.
Documentos judiciais relacionados ao caso da Anthropic
revelaram que o projeto de ingestão de livros antigos era
referido em comunicações internas da empresa como
"Projeto Panamá".
Os documentos indicavam que o objetivo da empresa
era "digitalizar de forma destrutiva todos os livros do
mundo".
A digitalização destrutiva é o processo de enviar livros
para locais onde possam ser digitalizados em escala
industrial.
Isso inclui remover a lombada do livro para que todas as
páginas possam ser digitalizadas rapidamente, e os
restos, reciclados.
"Há muito mistério em torno do Projeto Panamá", diz
Manley, da livraria Barter Books. "O nome é novidade
para mim, mas a realidade do projeto não é. Ele tem sido
objeto de muita discussão nos fóruns de livreiros."
Ele não sabe que seus livros estão sendo comprados
para esse ou para projetos semelhantes de outras
empresas de IA. Mas diz que também é difícil rastrear as
vendas, que parecem aleatórias e "sem qualquer lógica
aparente".
Elas variaram de textos obscuros em latim a romances
de faroeste.
Especialistas afirmam que a diversidade de temas
também aponta para a IA, uma vez que textos incomuns
e raros poderiam fornecer material novo para aprimorar o
treinamento de grandes modelos de linguagem, a
tecnologia que sustenta ferramentas de IA generativa,
como os chatbots.
A professora Emily Hudson, especialista em propriedade
intelectual da Universidade de Oxford, afirma que as leis
de direitos autorais no Reino Unido diferem das dos
EUA.
"O ponto de partida no Reino Unido é que todos esses
atos de cópia, criar a biblioteca de treinamento e realizar
o treinamento, exigem a permissão do titular dos direitos
autorais", diz ela.
OS LIVROS que passaram décadas encalhados e agora têm um
misterioso comprador — a inteligência artificial [fragmento]. BBC
News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn9nnd20pv8o. Acesso em:
22 ago. 2026.
Considerando o emprego do hífen na palavra 'porta-voz', analise as asserções a seguir.
I.O vocábulo 'porta-voz' está grafado corretamente com hífen, pois é um composto sem elemento de ligação cujo primeiro termo está representado por uma forma verbal.
PORQUE
II.A palavra 'porta-voz' é um substantivo composto formado por uma forma verbal (porta, do verbo portar) unida a um substantivo (voz), assim como os compostos 'conta-gotas' e 'para-quedas', que estão grafadas corretamente com hífen, pela mesma regra.
A respeito das asserções, analise a afirmativa CORRETA.
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Os livros que passaram décadas encalhados e agora
têm um misterioso comprador: a inteligência artificial
Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros
usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm
observado um padrão estranho de compras, que resulta
no envio de grandes quantidades de seus romances
para armazéns distantes.
Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter
Books, em Northumberland, um condado no norte da
Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros.
Mas um único pedido feito recentemente, por uma
empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria
movimentar em sete dias.
Ele afirma que "nunca viu nada parecido em 30 anos no
ramo de livros usados".
Manley não é o único. Livreiros de todo o mundo têm
relatado megapedidos igualmente incomuns. Eles não
sabem ao certo qual é o destino final de seus livros.
Mas a suspeita é que eles não estejam sendo
comprados por leitores ávidos no exterior, e sim por algo
mais com um apetite voraz por novas informações: a
inteligência artificial (IA).
A ideia de que o aumento nas vendas de livros usados
está sendo impulsionado pelo crescimento explosivo da
IA remonta a uma decisão judicial nos Estados Unidos.
Em 2025, um juiz decidiu que o uso de livros adquiridos
dessa maneira para treinar softwares de IA não
constituía violação da lei de direitos autorais americana.
A decisão foi resultado de um processo movido contra a
empresa de IA Anthropic por três autores.
Em sua sentença, o juiz William Alsup afirmou que o uso
dos livros dos autores pela Anthropic era "extremamente
transformador" e, portanto, permitido pela legislação
americana.
Quando os documentos judiciais foram tornados públicos
no mês passado, revelou-se também que livros estavam
sendo destruídos durante o processo de treinamento do
chatbot de IA da Anthropic, o Claude.
"O Claude é treinado com uma combinação de dados da
web disponíveis publicamente, conjuntos de dados
adquiridos comercialmente e dados que nós mesmos
geramos", disse um porta-voz.
Eles ressaltaram que a obtenção de livros para
treinamento é uma prática amplamente utilizada em toda
a indústria de IA. "Nenhum de nossos programas de
aquisição de dados compra e destrói livros raros ou de
antiquário", acrescentaram.
Ainda assim, a ideia de que livros estão sendo
transformados em polpa de papel causa inquietação.
David Tobin, que administra a livraria Walden Books, no norte de Londres, também tem registrado vendas
incomuns. "De certa forma, é muito bom vender alguns
desses títulos que não eram comercializados há muitos
anos, mas seria triste se eles acabassem sendo
destruídos", diz ele.
Documentos judiciais relacionados ao caso da Anthropic
revelaram que o projeto de ingestão de livros antigos era
referido em comunicações internas da empresa como
"Projeto Panamá".
Os documentos indicavam que o objetivo da empresa
era "digitalizar de forma destrutiva todos os livros do
mundo".
A digitalização destrutiva é o processo de enviar livros
para locais onde possam ser digitalizados em escala
industrial.
Isso inclui remover a lombada do livro para que todas as
páginas possam ser digitalizadas rapidamente, e os
restos, reciclados.
"Há muito mistério em torno do Projeto Panamá", diz
Manley, da livraria Barter Books. "O nome é novidade
para mim, mas a realidade do projeto não é. Ele tem sido
objeto de muita discussão nos fóruns de livreiros."
Ele não sabe que seus livros estão sendo comprados
para esse ou para projetos semelhantes de outras
empresas de IA. Mas diz que também é difícil rastrear as
vendas, que parecem aleatórias e "sem qualquer lógica
aparente".
Elas variaram de textos obscuros em latim a romances
de faroeste.
Especialistas afirmam que a diversidade de temas
também aponta para a IA, uma vez que textos incomuns
e raros poderiam fornecer material novo para aprimorar o
treinamento de grandes modelos de linguagem, a
tecnologia que sustenta ferramentas de IA generativa,
como os chatbots.
A professora Emily Hudson, especialista em propriedade
intelectual da Universidade de Oxford, afirma que as leis
de direitos autorais no Reino Unido diferem das dos
EUA.
"O ponto de partida no Reino Unido é que todos esses
atos de cópia, criar a biblioteca de treinamento e realizar
o treinamento, exigem a permissão do titular dos direitos
autorais", diz ela.
OS LIVROS que passaram décadas encalhados e agora têm um
misterioso comprador — a inteligência artificial [fragmento]. BBC
News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn9nnd20pv8o. Acesso em:
22 ago. 2026.
Considerando a função sintática dos termos 'comercializados' e 'destruídos', analise as asserções a seguir:
I.O particípio 'comercializados' exerce a função sintática de predicativo do objeto, enquanto 'destruídos' exerce a função de predicativo do sujeito.
PORQUE
II.Ambos os particípios integram predicados nominais formados por verbos de ligação, atribuindo características ao objeto direto do verbo 'vender' e ao sujeito 'eles', respectivamente.
A respeito das asserções, assinale a alternativa CORRETA.
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