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Foram encontradas 39 questões.

O estatuto da criança e do adolescente é o reconhecimento das crianças e dos adolescentes como sujeitos de direitos protegidos pela lei. A importância do ECA deriva exatamente disso: reafirmar a proteção de pessoas que vivem em períodos de intenso desenvolvimento psicológico, físico, moral e social.
Considere as afirmativas a seguir:
I. O ECA considera criança a pessoa até os doze anos e adolescente aquela entre doze e dezoito anos, e excepcionalmente entre dezoito e vinte e um anos;
II. A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência;
III. A criança com necessidade de cuidados odontológicos especiais será atendida pelo Sistema Único de Saúde;
IV. A criança e o adolescente têm o direito de participar ativamente da vida política, desde que com autorização do responsável legal.
Segundo o ECA são afirmativas corretas:
II, IV
I, II, III
 

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"A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico-tecnológico, cuja característica geral não está mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infraestrutura básica, como novo modo de produção. O computador e a Internet definem essa nova ambiência informacional e dão o tom da nova lógica comunicacional, que toma o lugar da distribuição em massa, própria da fábrica e da mídia clássica, até então símbolos societários."
SILVA, Marco. Internet na escola. Belo Horizonte, 2004.
Sobre a interação tecnológica dentro da sala de aula, assinale a resposta correta:
 

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1815369 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
"A educação indígena refere-se aos processos próprios de transmissão e produção dos conhecimentos dos povos indígenas, enquanto a educação escolar indígena diz respeito aos processos de transmissão e produção dos conhecimentos não-indígenas e indígenas por meio da escola, que é uma instituição própria dos povos colonizadores. A educação escolar indígena refere-se à escola apropriada pelos povos indígenas para reforçar seus projetos socioculturais e abrir caminhos para o acesso a outros conhecimentos universais, necessários e desejáveis, a fim de contribuírem com a capacidade de responder às novas demandas geradas a partir do contato com a sociedade global."
(BANIWA, Gersem dos Santos. O Índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasilia: MEC/SECAD;LACED/Museu Nacional, 2006, p.129)
A partir da leitura avalie as propostas a seguir:
I. O autor não estabelece diferença entre o conceito de educação indígena e o de educação escolar indígena.
II. A instituição escolar indígena é o espaço de circulação e produção tanto de saberes tradicionais indígenas quanto de conhecimentos científicos considerados universais.
III. A escola indígena, quando feita pelos próprios índios, representa os interesses da comunidade.
IV. A educação escolar indígena não reforça os projetos socioculturais da comunidade indígena.
Segundo o texto de Gersen Baniwa, a opção correta é o que se afirma em:
I e IV
I, III, IV
II e III
 

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Enunciado 3233934-1
O efeito de humor foi um recurso utilizado pelo autor da tira para denunciar:
 

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Texto
- Escuta, compadre
O que se vê não é navio. É a Cobra Grande
- Mas o casco de prata?
As velas embojadas de vento?
Aquilo é a Cobra Grande.
Quando começa a lua cheia ela aparece.
Vem buscar moça que ainda não conheceu homem.
A visagem vai se sumindo,
Pras bandas de Macapá.
Neste silêncio de águas assustadas,
Parece que ainda ouço um soluço quebrando-se na noite.
- Coitadinha da moça.
Como será o nome dela?
Se eu pudesse ia assistir o casamento.
- Casamento de Cobra Grande chama desgraça, compadre.
Só se a gente arranjar mandinga de defunto.
Ué!
Então vamos.
Lobisomem está de festa no cemitério.
Fonte: BOPP, Raul. Cobra Norato. Rio de Janeiro: José Olympio Editora. 1994.
O papel da educação indígena é reafirmar as identidades étnicas, valorizando suas línguas e ciências e garantindo aos índios e as suas comunidades, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e das demais sociedades sejam elas indígenas ou não.
Emanuelle Oliveira - https://www.infoescola.com
Algumas ações governamentais foram criadas para garantir a difusão da cultura indígena, entre elas:
 

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A função de "facilitador", muito divulgada para os professores, nada mais é do que tornar os alunos progressivamente mais independentes, motivados pelas descobertas que podem ser feitas no dia a dia e preparados para uma vida inteira de estudos e aprendizado. Facilitar, aqui, é sinônimo de transmitir a importância e o prazer que há em aprender
Qual é o papel do professor no ensino? Disponível em: https://silabe.com.br/blog/papel-do-professor-no-processode-ensino
Um professor motivador/facilitador é aquele que:
 

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1708303 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
"A aula de hoje foi ciência, e o assunto, meio ambiente e ecologia. Num primeiro momento pedi que escrevessem um texto sobre o que entendessem da palavra meio ambiente. Em seguida passamos a trabalhar na cartilha Caderno de Pesquisa feita pelos agentes agroflorestais. Trabalhamos no levantamento de legumes, onde cada um dos alunos ficou de fazer novos levantamentos do que é ainda plantado em sua comunidade". (Prof. Joaquim Mana Kaxinawa in: "Novos Frutos das Escolas da Floresta. Registro de práticas de Formação". Autora-Editora, Rio de Janeiro, 2003, p. 66.)
A partir da leitura avalie as propostas a seguir:
I. O registro do professor mostra a integração do conhecimento de práticas tradicionais de plantio com a atividade de aula de ciências.
II. Os saberes tradicionais não fazem parte da atividade escolar.
III. A pesquisa sugerida pelo professor consiste em reconhecer, recolher e sistematizar informações sobre cultivos nas roças da comunidade.
IV. O que o professor abordou em sala de aula é contrário ao conhecimento científico.
V. Professor indígena não deve trabalhar os conhecimentos tradicionais em sala de aula.
Segundo o diário do prof. Joaquim Mana Kashinawa, a opção correta é o que se afirma em:
I e III
I e IV
III e V
 

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A instituição da Educação de Jovens e Adultos (EJA) tem sido considerada como instância em que o Brasil procura saldar uma dívida social que tem para com o cidadão que não estudou na idade própria. Destina-se, portanto, aos que se situam na faixa etária superior à considerada própria, no nível de conclusão do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
A carência escolar de adultos e jovens que ultrapassaram essa idade tem graus variáveis, desde a total falta de alfabetização, passando pelo analfabetismo funcional, até a incompleta escolarização nas etapas do Ensino Fundamental e do Médio. Essa defasagem educacional mantém e reforça a exclusão social, privando largas parcelas da população ao direito de participar dos bens culturais, de integrar-se na vida produtiva e de exercer sua cidadania. Esse resgate não pode ser tratado emergencialmente, mas, sim, de forma sistemática e continuada, uma vez que jovens e adultos continuam alimentando o contingente com defasagem escolar, seja por não ingressarem na escola, seja por dela se evadirem por múltiplas razões.
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica.
Os cursos de EJA devem pautar-se pela flexibilidade, tanto de currículo quanto de tempo e espaço. Assinale a alternativa correta:
 

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Texto
Texto para as três questões a seguir
AMAZÔNIA: À ESPERA DE BELO SUN
Ciro Barros e Iuri Barcelos
Indígenas Juruna veem o peixe rarear em seu território, enquanto o maior projeto de ouro a céu aberto do Brasil se aproxima; documento dos Juruna exige o direito à consulta prévia, previsto em tratado internacional em vigor no país desde 2003.
Na área de influência direta da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, na Volta Grande do Xingu, os índios Juruna juntam os cacos. "Nós não sabemos se no futuro a gente vai ter condições de continuar vivendo aqui", conta o professor Natanael Juruna, morador da aldeia Müratu, uma das três da Terra Indígena (TI) Paquiçamba. Na jusante da barragem, eles veem sua principal fonte de renda e subsistência, o peixe, rarear. Um monitoramento independente feito pelos indígenas em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Instituto Socioambiental (ISA) revela que a produção pesqueira caiu praticamente pela metade entre os meses de janeiro de 2015 e 2016, período no qual houve o barramento do rio. Os dados da própria Norte Energia apontam para a questão da mortandade de peixes: segundo o 11º Relatório de Monitoramento Socioambiental Independente, entre novembro de 2015 e junho de 2016, mais de 19 toneladas de peixes morreram - o dobro do que os Juruna pescaram em três anos.
Diante da escassez de peixe, os Juruna exigem o cumprimento de uma das várias condicionantes ainda não atendidas: a destinação de uma área acima do muro da barragem que lhes dê acesso ao reservatório da usina, onde há mais condições de pesca. "O peixe é de onde a gente tirava a nossa geração de renda. Principalmente o peixe ornamental, que hoje acabou", explica o cacique da aldeia, Giliarde Juruna. "Estamos batalhando para ver se a gente consegue essa terra que dê acesso ao lago. Hoje nós somos uma das terras mais impactadas do Brasil inteiro. A maior barragem do Brasil tá aqui do nosso lado e a maior mineradora a céu aberto também vai ser aqui do nosso lado. Como a gente vai sobreviver nessa região?", indaga.
O cacique se refere à chegada de Volta Grande, o maior projeto de extração de ouro a céu aberto do país, que pretende se instalar a cerca de 10 quilômetros de Belo Monte e, consequentemente, à beira do quintal dos Juruna. Desde abril, a licença de instalação, obtida em fevereiro, está suspensa, mas a mineradora canadense Belo Sun, está longe de desistir do projeto, como constatou a reportagem da Pública.
Fonte: Carta Capital, 12 de novembro de 2017. Disponível em: Acesso em: 23 maio 2018.
A grande questão denunciada pelo texto é:
 

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1697092 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
"Estima-se que no Brasil ainda sobrevivem, em graus variados de vitalidade, em torno de 160 línguas ameríndias, distribuídas em 40 famílias, duas macro famílias (troncos) e uma dezena de línguas isoladas. Esta diversidade linguística continua sendo silenciada, com estratégias variadas, pelo Estado, por missões, meios de comunicação, escolas, em todos os níveis do chamado "sistema educacional". A soberania de uma única língua, a dos conquistadores que conformaram a "nação", é mantida de todas as maneiras".
(FRANCHETTO, Bruna. Línguas Silenciadas, Novas línguas. In: Povos Indígenas no Brasil: 2011/2016. São Paulo, ISA, 2017, p.58)
A partir da leitura avalie as propostas a seguir:
I. As línguas minoritárias que fazem parte do quadro de diversidade linguística no Brasil mostram todas uma forte vitalidade.
II. A informação sobre a diversidade linguística é omitida pelas diversas agências do Estado.
III. A sobrevivência das línguas indígenas é o resultado das políticas linguísticas em curso.
IV. Existe uma cumplicidade entre as instituições de poder no apagamento da diversidade linguística do Brasil, para fortalecer assim a língua hegemônica.
V. O apoio à diversidade linguística faz parte de exitosas políticas públicas.
A opção correta que se refere exclusivamente ao sentido do texto é o que se afirma em:
IV e V
II e V
II e IV
 

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