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Foram encontradas 60 questões.

780298 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
A síndrome de Burnout ou síndrome de esgotamento profissional pode ser definida como uma síndrome psicológica decorrente da tensão emocional crônica, que atinge profissionais cujo trabalho envolve o relacionamento intenso e frequente com pessoas que necessitam de cuidado e/ou assistência. É considerada um dos desdobramentos mais importantes do estresse profissional, podendo ser avaliada por meio da exaustão emocional, despersonalização e senso de realização pessoal reduzida. Essa definição é sustentada pela perspectiva
 

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780141 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
O gráfico que representa o repertório dos elementos situacionais dominantes e o estilo básico do gerente, que mostra a situação total em que o gerente se encontra, juntamente com um plano de ação derivado dessa situação, é denominado de
 

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780134 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Na visão tradicional de Administração de Recursos Humanos, o processo seletivo girava em torno da seguinte premissa: “colocar a pessoa certa no lugar certo”. Atualmente, na Gestão Estratégica de Pessoas, passou-se a usar um novo paradigma: “colocar a pessoa certa para a empresa certa”.
In: Marras, J.P. – Administração de Recursos Humanos, do operacional ao estratégico. São Paulo, Saraiva, 2016, p.266-267.
A partir desse paradigma, certas características deverão ser prospectadas com maior rigor nos processos seletivos estratégicos de RH. Assinale a opção que NÃO se encaixa nesta prospecção.
 

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779611 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Não basta a uma empresa saber gerenciar uma crise, é importante que possa também, no mais curto prazo, recuperar suas atividades, protegendo sua imagem e credibilidade, minimizando os impactos causados por ela. A doutrina de gerenciamento de crises é base para a elaboração de planos de contingência. Os planos de contingência são empregados para o gerenciamento de crises em corporações, empresas e instituições, minimizando os efeitos do impacto que provocam. As instituições podem se preparar para o enfrentamento de crises, gerenciá-las adequadamente e recuperar-se, de forma ágil, se investirem em prevenção, ações, e em medidas factíveis que levem a soluções corretas. O gerente de recursos humanos é o responsável pelo planejamento de contingências e pelo gerenciamento de crises. Considerando os dois processos, é correto dizer que
 

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Desde 2007, segundo informações do INEP, os alunos da rede pública municipal de Sobral, tanto os do 5º ano, quanto os do 9º ano do ensino fundamental, têm atingido pontuação geral mais alta do que as metas projetadas pelo IDEB. Nas duas últimas avaliações, em 2015 e 2017, o município teve a primeira posição na avaliação nacional, e na avaliação de 2017 foi o único a ultrapassar a pontuação 9 para alunos do 5º ano (Sobral 9,1).

Dados disponíveis em: http://ideb.inep.gov.br/resultado/

Com base no exposto e no que se conhece sobre a educação em Sobral e no Ceará, é correto afirmar que

 

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779439 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
As atribuições delegadas a um gerente de recursos humanos permitem sua constante intervenção em situações emergentes nos setores
 

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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
A respeito da última frase do texto “Ouçam-nos.”, é correto afirmar que o
 

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Leia atentamente o seguinte trecho de uma matéria jornalística:

“A cor do céu de Fortaleza mudou na última semana devido a partículas de queimadas na África, de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). De acordo com o órgão, parte da fumaça e gases provenientes das queimadas que acontecem na África estão conseguindo cruzar o oceano Atlântico Sul, chegando até o litoral cearense, a mais de 6 mil quilômetros de distância”.

Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2019/08/29/cor-do-ceu-de-fortaleza-muda-devido-a-particulas-de-queimadas-na-africa-diz-funceme.ghtml

Considerando o excerto acima e o conhecimento que se tem sobre o assunto, é correto afirmar que

 

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De acordo com o Decreto 9.203/2017, a Governança Pública é o conjunto de mecanismos de liderança, estratégia e controle que deve avaliar, direcionar e monitorar a gestão pública, buscando a melhor condução das políticas públicas e o aprimoramento da prestação dos serviços de interesse da sociedade. Considerando os princípios da Governança Pública, assinale a opção que NÃO corresponde a um deles.

 

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779999 Ano: 2019
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Empregados e empregadores têm, por meio da Constituição Federal e na Consolidação das Leis Trabalhistas, importantes instrumentos determinantes das regras que devem ser cumpridas nos diversos tipos de escalas de trabalho disponíveis. No entanto, seguir à risca, as determinações da lei, nem sempre é tão simples, o que pode levar a jornadas de trabalho exaustivas. As empresas autorizadas a funcionar aos domingos e feriados, ininterruptamente, 24 horas por dia, 7 dias por semana, devem organizar escala de revezamento ou folga, para que seja cumprida a CLT, de onde foram extraídos os seguintes trechos:
“Art. 67 – Será assegurado a todo empregado um descanso semanal de vinte e quatro horas consecutivas, o qual, salvo motivo de conveniência pública ou necessidade imperiosa do serviço, deverá coincidir com o domingo, no todo ou em parte.
Parágrafo único – Nos serviços que exijam trabalho aos domingos, com exceção quanto aos elencos teatrais, será estabelecida escala de revezamento, mensalmente organizada e constando de quadro sujeito à fiscalização”.
A cada cumprimento da jornada semanal, o empregado tem uma folga, de forma contínua. Na modalidade em questão, é comum trabalhar aos finais de semana e feriados, cumprindo, no máximo, uma jornada diária de trabalho, que não deve ultrapassar 7 horas e 20 minutos. O empregado sabe que folgará no domingo, pelo menos uma vez a cada sete semanas.
Respeitando-se o limite de 8 horas por dia e 44 horas semanais, determinado pela Constituição Federal, a escala que está sendo utilizada na situação acima descrita é a jornada
Questão Anulada e Desatualizada

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