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Foram encontradas 60 questões.

1893231 Ano: 2019
Disciplina: Zootecnia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Os ratos e camundongos são considerados sinantrópicos, por associarem-se ao homem em virtude de terem seus ambientes prejudicados pela ação do próprio homem. Das espécies sinantrópicas comensais, a ratazana (Rattus norvegicus), o rato de telhado (Rattus rattus) e o camundongo (Mus musculus) são particularmente importantes por terem distribuição cosmopolita e por serem responsáveis pela maior parte dos prejuízos econômicos e sanitários causados ao homem. Atente para as seguintes afirmações a respeito do comportamento dessas espécies:
I. Os camundongos, como a ratazana e o rato de telhado, são onívoros, ou seja, alimentam-se de todo tipo de alimento, embora demonstrem preferência pelo consumo de grãos e cereais.
II. O comportamento de neofobia é característico de ratos de telhado e ratazanas, mas os camundongos são animais curiosos e possuem o hábito de explorar ativa e minuciosamente o ambiente em que vivem.
III. Dessas espécies, a que tem maior vida média é a ratazana, em torno de 24 meses.
É correto o que se afirma em
 

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1893104 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Em relação aos conceitos de incidência e prevalência de doenças, assinale a afirmação FALSA.
 

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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Considerando o contexto de produção e circulação, é correto afirmar que o texto em estudo
 

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Assinale a opção que CONTRARIA as regras de concordância segundo a norma padrão.
 

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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Em “ a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem…” , o uso do advérbio destacado indica
 

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Leia atentamente o fragmento a seguir:

“Possui um acervo de quase cinco mil peças, considerado o 5º do Brasil em arte-sacra e decorativa [...]. Fundado em 1951 e inaugurado em 1971, [...] conserva a memória de Sobral e dos municípios norte-cearenses”.

Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1419/

O patrimônio histórico e cultural existente em Sobral, a que o excerto acima se refere é o/a

 

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1424705 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Considerando a inspeção ante mortem, assinale a afirmação FALSA.
 

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1421690 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
A leptospirose é uma zoonose na qual os animais são hospedeiros primários, essenciais para a persistência dos focos da infecção, e os seres humanos são hospedeiros acidentais, terminais, pouco eficientes na perpetuação desta doença. A leptospirose animal representa um ponto de preocupação para os profissionais envolvidos com a saúde animal e saúde pública. Atente para o que se afirma a seguir sobre essa enfermidade e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) O agente etiológico da leptospirose animal é o mesmo da leptospirose humana; cada sorovar tem um ou mais hospedeiros preferencias, porém uma espécie animal pode albergar um ou mais sorovares.
( ) A eliminação da Leptospira spp. ocorre principalmente através da urina, de forma contínua, podendo persistir por longos períodos, variáveis com as espécies animais e as variantes sorológicas envolvidas.
( ) Devido à uretra constituir-se na via comum para eliminação de urina e sêmen, é possível que este último também venha a ser contaminado por leptospiras, o que torna possível a transmissão venérea na leptospirose animal, tanto pela monta natural, como através da inseminação artificial.
( ) A soroaglutinação microscópica é o procedimento laboratorial mais amplamente empregado para o diagnóstico etiológico da infecção animal: outros métodos são dispendiosos, de resultado demorado, aplicando-se apenas a casos individuais e/ou animais de alto valor estimativo ou econômico.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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1415703 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Além de riscos biológicos, como bactérias, vírus, parasitas, a ocorrência de riscos químicos é outra característica da moderna produção de alimentos. O aumento da produtividade na criação de animais, muitas vezes, envolve o uso de centenas de substâncias empregadas como princípios ativos em produtos para a saúde e tratamento de animais produtores de alimentos. De acordo com essa prática, muitos animais são expostos a produtos químicos que podem deixar resíduos na carcaça no momento do abate. Os primeiros antimicrobianos utilizados, via sistêmica, na prevenção e cura das infecções bacterianas foram as sulfas, que são derivadas da sulfonilamida. As sulfonamidas são um grupo de compostos orgânicos sintéticos que têm desempenhado um papel importante como agentes quimioterápicos eficazes em infecções bacterianas e protozoárias em medicina veterinária.
A respeito das sulfas, são feitas as seguintes afirmações:
I. Administradas em concentrações terapêuticas, as sulfas são bacteriostáticas; em concentrações altas, são bactericidas, porém podem causar reações adversas ao hospedeiro nessas concentrações.
II. São antimicrobianos de amplo espectro efetivos contra Gram-positivas e algumas Gram-negativas como Enterobacteriaceae.
III. As sulfas são biotransformadas no fígado por acetilação e oxidação, e excretadas pelo rim, via filtração glomerular e também secreção tubular, sendo que uma pequena proporção pode ser eliminada pelo leite, por isso preconiza-se a utilização do leite de vacas tratadas com esses quimioterápicos somente quatro dias após a última administração.
É correto o que se afirma em
 

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1414243 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
É essencial realizar o controle das populações de escorpiões de maneira oportuna, visando à redução do número de acidentes e, consequentemente, morbimortalidade. Para isso, a integração dos serviços de atendimento e vigilância de saúde faz-se necessária, buscando aprimorar a qualidade das notificações e o monitoramento da situação epidemiológica. Na fauna brasileira, existem cinco famílias de escorpiões, entre essas a Buthidae, com 60% do total de espécies, incluindo as de interesse em saúde pública. Dentro dessa família está o gênero Tityus, que conta com as quatro espécies responsáveis por acidentes graves.
Atente para o que se afirma a seguir a respeito dos representantes do gênero Tityus e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) O Tityus serrulatus possui reprodução partenogenética, estando distribuído por todas as regiões brasileiras.
( ) O Tityus bahiensis não está distribuído nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.
( )O Tityus stigmurus é a principal espécie causadora de acidentes na região Nordeste e tem comportamento sexual partenogenético.
( ) O Tityus obscurus é a espécie mais comum em toda a região Norte do Brasil, especialmente nos estados do Pará e do Amapá.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
 

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