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Atente para o seguinte enunciado: “Esta psicologia faz parte do conjunto de elementos que compõe a atual forma de organização da sociedade, sua relação com a ideologia da racionalidade tecnológica, desenvolvendo pesquisas que mostram as atividades vinculadas às condições de trabalho, à saúde do trabalhador, desenvolvimento de programas de qualidade de vida no trabalho, controle da produtividade, organização da sociedade, a adesão dos psicólogos aos valores e padrões, permanecendo as possibilidades potenciais de resistência, reflexão e crítica”.
O enunciado acima descreve um ramo da Psicologia denominado
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Alguns serviços públicos são de realização obrigatória pelos municípios: prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão o transporte coletivo; manter programas de educação infantil e de ensino fundamental, e ofertar serviços de atendimento à saúde da população. Outros são de realização facultativa, ao menos teoricamente, embora essenciais para a realidade de quaisquer municípios: serviço público de coleta de resíduos sólidos; serviço público de coleta e tratamento de efluentes líquidos; serviço de iluminação pública; serviço de limpeza e varrição de ruas; serviço de fornecimento de energia elétrica; serviço de fornecimento de água.
Adaptado de GURGEL, Carlos Sérgio. Serviços Públicos Municipais e seu Papel na Concretização de Direitos Fundamentais no Espaço Urbano. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/71867/servicos-publicos-municipais-e-seu-papel-na-concretizacao-de-direitos-fundamentais-no-espaco-urbano
Com base no excerto, é correto afirmar que
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O estudo dos processos de significação do trabalho é o espaço de produção intersubjetiva, no qual o simbólico faz a mediação entre pessoas e meio técnico, mantém o foco nos processos construtivos que se produzem em termos simbólicos e materiais investidos simbolicamente como forma de enfrentamento da realidade.
As principais abordagens teóricas em Psicologia do Trabalho usadas em estudos efetivados no Brasil sobre sentidos e significados do trabalho são as seguintes:
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Atente para a seguinte situação: “Melinda estivera se sentindo infeliz por semanas a fio. Tivera uma grande discussão com Alícia, uma de suas melhores amigas no novo emprego. Ter bons amigos no trabalho era importante para Melinda, e ela se sentia deprimida e insegura. Falou sobre isso com seu parceiro, que sugeriu que ela analisasse por que se sentia dessa maneira. Identificando o sentimento dominante como rejeição, os pensamentos de Melinda eram ‘ela não gosta mais de mim’ e ‘ela acha que não sou boa o bastante para ser amiga dela’. Como prova evidente, citou a agressão e a raiva que enfrentara de Alícia. Entretanto, pensando nas evidências opostas, lembrou-se de que Alícia parecera bem envergonhada depois da discussão e parecia querer falar com ela, mas não o fizera. Ela também se lembrou de que a amiga estava enfrentando problemas na família e, seus problemas pessoais tinham transbordado para a vida profissional e estavam afetando seus relacionamentos. Melinda passou a ser amigável e cordial no dia seguinte e decidiu conversar a respeito de quaisquer problemas. A amizade se restaurou”.
In: Manktelow, James – Você sabe controlar o estresse? São Paulo, Editora Senac, 2008, p. 96-97
A solução do conflito se deu através de uma reestruturação
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Papel se refere ao conjunto de padrões comportamentais esperados e atribuídos a alguém que ocupa uma determinada posição em uma unidade social. Um mesmo indivíduo desempenha diferentes papéis e muitos de seus comportamentos variam de acordo com o papel específico que está apresentando no momento.
No que diz respeito a papel, considere a situação em que o gerente de Recursos Humanos de uma organização é abordado por um colaborador que se queixa do compromisso assumido no desempenho de um papel que o leva a enfrentar diferentes expectativas e obstáculos ao tentar desempenhar um outro papel associado à sua função.
A situação acima descrita enfoca o que se entende por
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Atente para a seguinte tabela de dupla entrada:
| FATORES | PÉSSIMO | RUIM | REGULAR | BOM | ÓTIMO |
| Assiduidade | |||||
| Pontualidade | |||||
|
Trabalho em
Equipe
|
|||||
| Criatividade | |||||
| Produção | |||||
|
Solução de
Problemas
|
A avaliação de desempenho, de fácil planejamento e construção, que utiliza um formulário do tipo entrada dupla, como mostrado na figura acima, e considera apenas o desempenho passado das pessoas por meio de fatores previamente definidos, proporcionando fácil retroação de dados ao avaliado é denominada de
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A organização que se vale de consultoria externa contratando um Headhunter está buscando resolver um problema interno de
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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer.!$ ^{(A)} !$ Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender !$ ^{(B)} !$“suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais!$ ^{(C)} !$ – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas!$ ^{(D)} !$ – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Em relação à colocação pronominal padrão, é correto afirmar que há um(a)
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No que concerne a recursos humanos, é INCORRETO afirmar que
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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
No que concerne às regras do uso ou não do hífen, assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
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