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Trem japonês sai 25 segundos antes da hora e causa revolta
Pode parecer pouco, mas 25 segundos, nesse caso, foram demais. A eficiência do transporte público japonês é conhecida justamente por causa de sua pontualidade – por isso, quando um trem saiu 25 segundos adiantado da estação Notogawa, perto de Kyoto, o caos se instalou. O incidente ocorreu de manhã: era para o transporte ter saído às 7h12min, mas ele acabou deixando a estação às 7h11min35s.
A causa do adiantamento do trem foi uma confusão do condutor, que entendeu errado a hora da partida e enviou o sinal para o trem sair um pouco antes. O maior problema foi que ainda havia passageiros tentando entrar no trem de 12 vagões, e uma pessoa reclamou para a companhia ferroviária. Depois do trem das 7h12min, outro que ia para a mesma estação só passava às 7h19min. Sete minutos de atraso, em um país como o Japão, é algo bem sério. A companhia ferroviária JR West postou um pedido de desculpas em seu site. “O grande inconveniente causado aos nossos clientes foi realmente indesculpável”, declarou a empresa em comunicado.
https://super.abril.com.br/comportamento... - adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta a divisão silábica CORRETA de “passageiro”:
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Por que nossas expressões faciais não refletem nossos
sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Diferente do que se esperava, os habitantes da ilha de Trobriand não reconheceram as expressões mostradas por Crivelli.
II. A teoria defendida por Fridlund e Crivelli afirma que nossas expressões faciais não são reflexos do que sentimos, e sim de nossas intenções e do que queremos que aconteça.
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Em relação ao Topiramato, assinalar a alternativa CORRETA:
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Por que nossas expressões faciais não refletem nossos
sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
Considerando-se o uso dos porquês, a alternativa cuja lacuna NÃO poderia ser preenchida por “porque” é:
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Em relação ao Ministério da Educação: Educação infantil e práticas promotoras de igualdade racial, sobre as sequências e os projetos didáticos com crianças de quatro a cinco anos, analisar a sentença abaixo:
A sequência didática é diferente dos projetos didáticos, não havendo a integração das ações que visam a aprendizagens orientadas pelo professor (1ª parte). A sequência promove ganhos nas aprendizagens das crianças, diferentes daquelas atividades permanentes. As atividades são planejadas como um conjunto de ações desenvolvidas em um tempo específico, organizadas em ordem crescente de complexidade e finalizadas com a sistematização das aprendizagens (2ª parte).
A sentença está:
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1618499
Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
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De acordo com o Manual do Ministério da Saúde: Dez Passos para uma Alimentação Saudável, sobre as crianças pequenas com dificuldades para alimentar-se, analisar os itens abaixo:
I. Deve-se separar a refeição em um prato individual, para se ter certeza do quanto realmente a criança está ingerindo.
II. Não se deve apressar a criança, ela pode comer um pouco, brincar, e comer novamente.
III. Deve-se forçar a criança a comer, pois, sem a alimentação, pode-lhe faltar os nutrientes necessários.
Está(ão) CORRETO(S):
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1618370
Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
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Segundo Avaliação de Enfermagem no Câncer, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) As febres superiores a 38,3°C, em um paciente com contagem absoluta de neutrófilos inferior a 500/mm³, são uma emergência que requer a administração imediata de antibióticos.
( ) Avaliação da frequência, momento do estabelecimento, duração e gravidade dos episódios de náusea e vômito antes e depois da quimioterapia.
( ) Avaliação para trombocitopenia - contagem de plaquetas inferior a 100.000/mm³ (risco grave de sangramento); menos 50.000/mm³ (risco brando de sangramento).
( ) Avaliação dos ruídos pulmonares.
( ) Avaliação para anemia.
( ) Monitoramento da ureia, creatinina.
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1617359
Ano: 2018
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
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Segundo a Lei nº 13.146/2015 – Estatuto da Pessoa com Deficiência, a avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará, entre outras coisas:
I. Os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo.
II. A limitação no desempenho de atividades.
III. A restrição de participação.
Estão CORRETOS:
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Analisar os itens abaixo:
I. Ensinar português significa dar aos alunos condições para que dominem a língua escrita, no sentido de que aprendam estritamente as normas gramaticais.
II. Em sala aula, faz-se necessário criar situações para que o exercício da escrita pelo aluno seja uma mera atividade de cópia.
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Conforme LOPES, em relação às principais características dos seres do reino monera, assinalar a alternativa CORRETA:
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