Foram encontradas 421 questões.
1629764
Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
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Com base na NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde, o programa de riscos ambientais deve conter a identificação dos riscos biológicos mais prováveis, em função da localização geográfica e da característica do serviço de saúde e de seus setores, considerando:
I. A persistência do agente biológico no ambiente.
II. As vias de transmissão e de entrada.
III. A organização e procedimentos de trabalho.
Estão CORRETOS:
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1629709
Ano: 2018
Disciplina: Odontologia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Disciplina: Odontologia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
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Assinalar a alternativa abaixo na qual existe indicação para o uso de fórceps, como técnica principal, na luxação do elemento dentário:
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Por que nossas expressões faciais não refletem nossos sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a (1) de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as (2) podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas 1 e 2 do texto CORRETAMENTE:
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Por que nossas expressões faciais não refletem nossos
sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
Em “Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos.” (segundo parágrafo do texto), ao se passar a palavra sublinhada para o plural, quantas outras alteração são obrigatórias nesse trecho (não se considerando o termo sublinhado) para fins de concordância?
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1629397
Ano: 2018
Disciplina: Odontologia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Disciplina: Odontologia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
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Em relação às doenças da polpa e do periápice, assinalar a alternativa CORRETA:
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Em relação ao tratamento de Diabetes melito gestacional, assinalar a alternativa CORRETA:
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Por que nossas expressões faciais não refletem nossos sentimentos
Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais em Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão. Em outras palavras, o que entendemos como uma expressão universal de medo não é universal.
Mas se os trobriandeses têm uma interpretação diferente das expressões faciais, o que isso significa? Uma teoria que vem ganhando força – e tem cada vez mais adeptos – é a de que as expressões faciais não refletem nossos sentimentos. Em vez de leituras confiáveis de nossos estados emocionais, elas mostram, na verdade, nossas intenções e objetivos sociais. O rosto age “como uma placa de trânsito para controlar o tráfego”, diz Alan Fridlund, professor de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA, responsável pela elaboração de um estudo recente com Crivelli, da universidade britânica De Montfort. Nele, os especialistas defendem uma visão mais utilitária das expressões faciais. “Nossos rostos são formas de direcionar a trajetória de uma interação social”, argumenta.
Isso não quer dizer que nós tentamos ativamente manipular os outros com nossas expressões faciais (embora de vez em quando possamos fazer isso). Sorrir e franzir as sobrancelhas podem ser reações instintivas. Mas nossas expressões são menos um espelho do que está acontecendo dentro de nós do que um sinal que estamos enviando sobre o que queremos que aconteça em seguida. Sendo assim, sua melhor cara de “nojo”, por exemplo, pode mostrar que você não está feliz com a forma como a conversa está se desenrolando – e que você busca uma alternativa àquela situação.
“É a única razão que faz sentido para a expressão facial ter evoluído”, diz Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. Rostos, diz ela, estão sempre “dando algum tipo de informação importante e útil tanto para o emissor quanto para o receptor”.
https://www.bbc.com/... - adaptado.
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Diferente do que se esperava, os habitantes da ilha de Trobriand não reconheceram as expressões mostradas por Crivelli.
II. A teoria defendida por Fridlund e Crivelli afirma que nossas expressões faciais não são reflexos do que sentimos, e sim de nossas intenções e do que queremos que aconteça.
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1628990
Ano: 2018
Disciplina: Odontologia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Disciplina: Odontologia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
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Sobre o empacotamento de instrumental para esterilização, assinalar a alternativa CORRETA:
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Em relação à pielonefrite, assinalar a alternativa CORRETA:
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1628501
Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Rita Sapucaí-MG
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Em conformidade com a Constituição Federal, é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado:
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