Foram encontradas 40 questões.
1305303
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Provas:
Considerando o que a LDB estabelece como responsabilidades e deveres educacionais, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) É responsabilidade do município assegurar a oferta de Educação Básica (Infantil, Fundamental e Média) a toda a população entre os 4 (quatro) e os 17 (dezessete) anos de idade.
( ) É dever da instituição educacional organizar e executar sua proposta pedagógica com a participação dos docentes.
( ) É tarefa dos docentes estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.
( ) É dever do Estado garantir a oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, desde que haja demanda comprovada.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.
Jornal, qualidade e relevância
A internet é, frequentemente, o bode expiatório para justificar a crise do jornalismo. Os jovens estão “plugados” horas sem fim. Já nascem de costas para a palavra impressa. Será? É evidente que a juventude de hoje lê muito menos. Mas não é só a moçada que foge dos jornais. Os representantes das classes A e B também têm aumentado a fileira dos navegantes do espaço virtual.
O público dos diários, independentemente da faixa etária, é constituído por uma elite numerosa, mas cada vez mais órfã de jornalismo de qualidade. Num momento de ênfase no didatismo, na infografia e na prestação de serviços – estratégias convenientes e necessárias –, defendo a urgente necessidade de complicar as pautas. O leitor que devemos conquistar não quer, como é lógico, o que pode conseguir na internet. Ele quer conteúdo relevante: a matéria aprofundada, a reportagem interessante, a análise que o ajude, de fato, a tomar decisões.
Para sobreviverem, os grandes jornais precisam fazer que seja interessante o que é relevante. O jornalismo impresso deve ser feito para um público de paladar fino e ser importante pelo que conta e pela forma como conta. A narração é cada vez mais importante.
Quem tem menos de 30 anos gosta de sensações, mensagens instantâneas. Para isso, a internet é imbatível. Mas há quem queira entender o mundo. Para estes, deve existir leitura reflexiva, a grande reportagem. Será que estamos dando respostas competentes às demandas do leitor qualificado? A pergunta deve fazer parte do nosso exame de consciência diário.
Antes, os periódicos cumpriam muitas funções. Hoje, não cumprem algumas delas. Não servem mais para nos contar o imediato, o que vimos na tevê ou acabamos de acessar na internet. E as empresas jornalísticas precisam assimilar isso e se converter em marcas multiplataformas, com produtos adequados a cada uma delas. Não há outra saída!
Assistimos a um processo de superficialização dos jornais. Queremos ser light, leves, coloridos, enxutos. O risco é investir na forma, mas perder no conteúdo. Não é verdade que o público não goste de ler. O público só não lê o que não lhe interessa, o que não tem substância, o que não agrega, não tem qualidade. Um bom texto, para um público que compra a imprensa de qualidade, sempre vai ter interessados.
Daí a premente necessidade de um sólido investimento em treinamento e qualificação dos profissionais. São necessários jornalistas com excelente formação cultural, intelectual e humanística. Gente que leia literatura, seja criativa e motivada.
O conteúdo precisa fugir do previsível. O noticiário de política, por exemplo, tradicionalmente forte nos segmentos qualificados do leitorado, perdeu vigor. Está, frequentemente, dominado pela fofoca e pelo declaratório. Fazemos denúncias (e é importante que as façamos), mas, muitas vezes, falta consistência, apuração sólida. O resultado é a pauta superada por um novo escândalo. Fica no leitor a sensação de que não aprofundamos, não conseguimos ir até o fim. O marketing político avançou além da conta. Estamos assistindo à morte da política e ao advento da era do declaratório e da inconsistência.
Políticos e partidos vendem uma bela embalagem, mas fogem da discussão das ideias e das políticas públicas. Nós, jornalistas, somos (ou deveríamos ser) o contraponto a essa tendência. Cabe-nos a missão de rasgar a embalagem e mostrar a realidade. Só um sério investimento em qualidade, rigor e relevância garantirá o futuro dos jornais.
(Carlos Alberto Di Franco. Gazeta do Povo, 03/03/2014. Acesso em 03/03/2014.)
A intenção do jornalista, com esse texto, é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Cada esfera da comunicação apresenta especificidades que lhe são inerentes e que marcam no enunciado três elementos que se fundem indissoluvelmente”
(Campos, C. M.; Ribeiro, J. A tessitura da escrita).
Esses três elementos são:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1297050
Ano: 2014
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Provas:
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
A Lei Federal 8.069/1990, Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), foi constituída com o intuito de reconhecer e defender os direitos das crianças e adolescentes. A respeito do ECA, considere as seguintes afirmativas:
1. O Estatuto estabelece que o direito à liberdade impede toda e qualquer forma de reclusão do adolescente, mesmo em condições de ato infracional ou crime, o qual deve ser punido por medida socioeducativa.
2. O ECA determina que os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos na rede regular de ensino.
3. O direito à liberdade compreende, no ECA, o direito da criança e do adolescente à opinião e à expressão, bem como a participar da vida política, na forma que a lei estabelecer.
4. O Estatuto afirma que é responsabilidade da escola, por meio dos seus dirigentes, informar o poder público quando tem conhecimento de casos de maus-tratos aos seus alunos.
Assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre formação do leitor, considere as seguintes afirmativas:
1. O prazer de ler é obtido com textos sempre familiares ao leitor, de modo que textos novos precisam ser previamente explicados, para dar segurança ao leitor.
2. Deve-se explorar a intertextualidade, que envolve resposta a muitos outros textos que dialogam com aquele que está sendo lido.
3. Na leitura de poemas, é importante a fidelidade ao que o autor quis dizer, para não traí-lo quanto ao sentido que ele quis produzir.
4. É preciso valorizar a intersubjetividade, promovendo a interação do leitor com a polifonia presente nos textos.
São aspectos importantes a serem observados no processo de formação do leitor:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com relação às contribuições de Piaget e Vygotsky acerca da aprendizagem e desenvolvimento humanos, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Segundo Piaget, desde o nascimento, a criança constrói estruturas cognitivas, buscando uma melhor adaptação ao mundo que a cerca, e se desenvolve de forma a realizar com facilidade tarefas antes aparentemente impossíveis. Isso decorre do fato de que as estruturas cognitivas da criança sofrem diversas alterações, mas logo encontram novo equilíbrio.
( ) No processo de aprendizagem, para Piaget, há três formas de equilíbrio: a primeira ocorre entre a assimilação dos objetos após o primeiro contato; a segunda ocorre entre os nexos e relações que a criança faz a partir da exploração do objeto; e, por fim, o equilíbrio que advém com a abstração dos conceitos desenvolvidos a partir da relação com o objeto.
( ) As funções psíquicas superiores, para Vygotsky, são definidas ao final da primeira infância e respondem pelo desenvolvimento da capacidade de responder ao chamado, atenção e memória e início do controle consciente do pensamento.
( ) Vygotsky mostra que as relações entre o indivíduo e meio não ocorrem de forma direta, uma vez que há sempre um elo intermediário que se interpõe entre o ser humano e o mundo. Ele chama essa noção de mediação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a charge abaixo:

Com base nos elementos verbais e não verbais, é correto afirmar que se trata de um caso de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com base na concepção assumida nas Diretrizes Curriculares Municipais para a disciplina de Língua Portuguesa, a metodologia de ensino da língua materna implica:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.
De que servem todos os conhecimentos do mundo, se não somos capazes de transmiti-los aos nossos alunos? A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus fazem apenas "pedagogia de astronauta". Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra.
Tenho meus candidatos. Chamam-se Jesus Cristo e Walt Disney. Eles pareciam saber que educar é contar histórias. Esse é o verdadeiro ensino contextualizado, que galvaniza o imaginário dos discípulos, fazendo-os viver o enredo e prestar atenção às palavras da narrativa. Dentro da história, suavemente, enleiam-se as mensagens. Jesus e seus discípulos mudaram as crenças de meio mundo. Narraram parábolas que culminavam com uma mensagem moral ou de fé. Walt Disney foi o maior contador de histórias do século XX. Inovou em todos os azimutes. Inventou o desenho animado, deu vida às histórias em quadrinhos, fez filmes de aventura e criou os parques temáticos, com seus autômatos e simulações digitais. Em tudo enfiava uma mensagem. Não precisamos concordar com elas (e, aliás, tendemos a não concordar). Mas precisamos aprender as suas técnicas de narrativa.
Há alguns anos, professores americanos de inglês se reuniram para carpir as suas mágoas: apesar dos esplêndidos livros disponíveis, os alunos se recusavam a ler. Poucas semanas depois, foi lançado um dos volumes de Harry Potter, vendendo 9 milhões de exemplares 24 horas após o lançamento! Se os alunos leem J. K. Rowling e não gostam de outros, é porque estes são chatos. Em um gesto de realismo, muitos professores passaram a usar Harry Potter para ensinar até física. De fato, educar é contar histórias. Bons professores estão sempre eletrizando seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar. É preciso ignorar as teorias intergalácticas dos "pedagogos astronautas" e aprender com Jesus, Esopo, Disney, Monteiro Lobato e J. K. Rowling. Eles é que sabem.
Poucos estudantes absorvem as abstrações, quando apresentadas a sangue-frio: "Seja X a largura de um retângulo...". De fato, não se aprende matemática sem contextualização em exemplos concretos. Mas o professor pode entrar na sala de aula e propor a seus alunos: "Vamos construir um novo quadro-negro. De quantos metros quadrados de compensado precisaremos? E de quantos metros lineares de moldura?". Aí está a narrativa para ensinar áreas e perímetros. Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada. Encontrando pela primeira vez a eletricidade, podemos falar de um cano com água. A pressão da coluna de água é a voltagem. O diâmetro do cano ilustra a amperagem, pois em um cano "grosso" flui mais água. Aprendidos esses conceitos básicos, tais comparações podem ser abandonadas. É preciso garimpar as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor "construir sua própria aula", em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. É irrealista e injusto querer que o professor seja um autor como Monteiro Lobato ou J. K. Rowling. É preciso oferecer a ele as melhores ferramentas – até que apareçam outras mais eficazes. Melhor ainda é fornecer isso tudo já articulado e sequenciado.
Plágio? Lembremo-nos do que disse Picasso: "O bom artista copia, o grande artista rouba ideias". Se um dos maiores pintores do século XX achava isso, por que os professores não podem copiar? Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se "colando" dos melhores materiais disponíveis eles conseguirem fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerão todos os aplausos.
(Claudio de Moura Castro. Publicado na revista Veja, 10/06/2009, p. 30. Adaptado.)
Nesse texto, Cláudio de Moura Castro:
1. defende que os professores têm de se tornar bons escritores.
2. mostra-se favorável ao uso de livro didático.
3. é a favor de que o professor elabore suas próprias aulas.
Assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a seguinte regra: Quando o verbo no infinitivo vier depois de uma preposição em uma estrutura, pode-se usar o infinitivo flexionado ou não, ou seja, pode ficar no singular ou ir para o plural. No entanto, quando há dois verbos no infinitivo, apenas o primeiro vai para o plural.
Com base nessa regra, considere as seguintes construções:
1. Governo obriga ministros a se posicionar diante de críticas.
2. Ao menos doze governadores no Brasil vão investir principalmente nas redes sociais para tentar serem reeleitos nas eleições de 2014.
3. Eles parecem estar cansados.
4. Os detidos, para poder sair, tiveram de pagar pesada multa.
Estão corretas as construções:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container