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Foram encontradas 35 questões.

1314886 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Elliot Eisner, em seu texto Estrutura mágica no ensino de Arte, fala sobre a importância da sequência e da continuidade no currículo da Arte Educação como disciplina.
Assinale a alternativa que NÃO corresponde às ideias do autor:
 

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1311969 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
De acordo com os PCNs, o espaço da aula de Arte deve favorecer a produção artística dos alunos.
Sobre esse espaço, analise as seguintes afirmações:
I- Uma sala de aula com carteiras fixas dificulta o trabalho em grupo, o diálogo e a cooperação; armários trancados não ajudam a desenvolver a autonomia do aluno, como também não favorecem o aprendizado da preservação do bem coletivo. A organização do espaço reflete a concepção metodológica adotada pelo professor e pela escola.
II- O espaço de aprendizagem deve se restringir à escola, sendo desnecessário propor atividades que ocorram fora dela. A programação deve contar com as possibilidades existentes em cada local e as necessidades de realização do trabalho escolar.
III- É preciso considerar a possibilidade de os alunos assumirem a responsabilidade pela decoração, ordem e limpeza da classe. Quando o espaço é tratado dessa maneira, passa a ser objeto de aprendizagem e respeito.
Marque a alternativa que apresenta apenas assertiva(s) CORRETA(S):
 

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O século XX foi marcado por transformações cruciais e intensas mudanças na mentalidade e no comportamento da sociedade, provocando uma crise nos seus sistemas, principalmente, no campo educativo e nos modelos pedagógicos.
A alternativa que apresenta características relativas à Primeira República, à Segunda República e à República Nova, respectivamente, é:
 

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Leia o fragmento a seguir.

A representação da docência como "vocação" e "missão" de certa forma afastou socialmente a categoria dos professores da ideia de uma categoria profissional de trabalhadores que lutam por sua sobrevivência, prevalecendo a perspectiva de "doação de si", o que determinou, e determina em muitos casos, as dificuldades que professores encontram em sua luta categorial por salários, dificuldades estas que estão presentes no âmbito social e político, bem como na cultura intracategoria. Essa representação está associada à própria gênese histórica da profissão e tem peso não só nas dimensões materiais dos sistemas educacionais, como também nas "mentalidades dos professores, suas identidades e suas práticas", [...]. Hoje o trabalho docente vem sendo, cada vez mais, colocado em contexto de progressiva especialidade profissional, porém, nem sempre prevalece essa visão nas políticas locais ou regionais no trato das questões da carreira docente.

(GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba Siqueira de Sá. (Coord). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. p. 239)

A valorização do magistério passa por instâncias de gestão da educação pública. Sob esta perspectiva, a existência de planos de carreira para o magistério é um princípio que foi consolidado na:

 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
O argumento com que o especialista em educação fundamenta sua opinião é:
 

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804528 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Uma das professoras do grupo estava em dúvida a respeito dos critérios para seleção de conteúdos a serem usados em suas aulas de arte.
O critério que a professora NÃO deve considerar na elaboração de seu planejamento é:
 

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As pessoas com deficiência se reposicionam socialmente a partir da tomada de consciência, dessa minoria política, enquanto sujeitos de direitos. Dentre esses direitos está o direito à educação, à aprendizagem, em um sistema educacional inclusivo, que inclua as crianças com deficiência e promova o seu desenvolvimento, dando-lhes oportunidades de aprendizagem por meio de recursos e serviços que ajudem a eliminar barreiras à aprendizagem, como por exemplo, a comunicacional e a pedagógica.
( FÁVERO, Osmar et al. Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO, 2009. p.34. Disponível em:<
http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/Formação/Educação_Especial_MIOLO.pdf>. Acesso em: 19 jun2015)
A educação especial, à luz de uma nova perspectiva, é entendida como uma modalidade:
 

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797377 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Considera-se que na estruturação da aula de arte, tendo a abordagem triangular como referência, a leitura de imagem é uma prática importante para garantir, inclusive, que se cumpra a função da arte na escola. Em seu livro A imagem no ensino da arte, Ana Mae Barbosa apresenta diversos métodos de leitura de imagem, comentando-os.
O grupo fez um levantamento de possibilidades apontadas pela autora, que podem contribuir para sua prática de leitura de imagem na sala de aula, dentre elas estão:
I- Aliar uma leitura formal a uma leitura de significado, pois pode-se entender do mundo, entendendo uma obra de arte do ponto de vista da relação entre os elementos visuais como linha, forma, claro, escuro, cor, unidade, repetição, equilíbrio, proporção, e do ponto de vista das características de construção com predominâncias diversas como agudeza, ordenação, emoção, fantasia, e também tendo em vista comportamentos apreciativos como empatia, distanciamento ou fusão com a obra de arte.
II- Dar ênfase à leitura da obra de arte e a sua associação com o fazer artístico. Considerando que determinar temas leva à predominância de conteúdos, problematizações mais abertas permitem que o aluno dê forma a uma experiência escolhida por ele próprio dentro de seu campo de referência inter-relacionando forma e conteúdo de maneira mais dialógica.
III- É preciso usar vídeos e/ou livros de propostas de leitura de obras de arte para elaborarmos nossa prática. Não é tão importante que haja material visual que mostre como diferentes grupos reagem à proposta e tampouco como a interpretação individual diversificada da proposta pode ser estendida pela ação do professor.
IV- Para estimular exercícios de ver, pode-se fazer com que os alunos rastreiem um dos elementos estruturadores de uma pintura, por exemplo, uma cor; levando-os a notar em que espaço ela foi utilizada, qual a função dessa cor nessa dada pintura.
V- Quando Ana Mae Barbosa, a partir da leitura e análise da pintura Três músicos, de Picasso (1921), diz que “proporia aos alunos experimentarem representar da mesma maneira que Picasso representou a mesa, colocando na representação vários momentos da percepção do objeto à medida que andamos em volta dele”, ela está propondo uma prática a partir das ênfases nos processos de realização da imagem e não uma prática baseada na aparência e no produto.
Estão CORRETAS:
 

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797075 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Conhecer a história do ensino de Arte no Brasil é importante para conhecer as proposições, métodos e entendimento dos papéis do professor e do aluno que influenciam as escolhas pedagógicas e estéticas dos professores de Arte.
A seguir são apresentados três momentos importantes do ensino de Arte no Brasil.
I- O ensino de Arte volta-se para o desenvolvimento natural da criança, centrado no respeito às suas necessidades e aspirações, valorizando suas formas de expressão e de compreensão do mundo. As atividades de artes plásticas mostram-se como espaço de invenção, autonomia e descobertas, baseando-se principalmente na auto-expressão dos alunos.
II- A mobilização de grupos de professores de arte permitiu que se ampliassem as discussões sobre a valorização e o aprimoramento do professor. As ideias e princípios multiplicam-se no País por meio de encontros e eventos promovidos por universidades, associações, entidades públicas e particulares, com o intuito de rever e propor novos andamentos à ação educativa em Arte.
III- Os professores passam a atuar em todas as áreas artísticas, independentemente de sua formação e habilitação. Conhecer mais profundamente cada uma das modalidades artísticas, as articulações entre elas e conhecer artistas, objetos artísticos e suas histórias não faziam parte de decisões curriculares que regiam a prática educativa em Arte nessa época.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos termos que identificam cada descrição.
 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A matéria lida foi publicada em mídia digital. Os Textos I, II e III (assim nomeados para efeito didático) estavam lincados, de modo que o leitor teve acesso a eles por etapas. Considerando essa diagramação e outros elementos linguísticos, é CORRETO afirmar que a intenção dessa matéria é:
 

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