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Foram encontradas 35 questões.

1318754 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Wildson Santos, em Contextualização no ensino de Ciências por meio de temas CTS em uma perspectiva crítica, discute desafios a serem enfrentados pelos professores ao abordarem a perspectiva CTS (Ciência-Tecnologia-Sociedade) no ensino de ciências. Para o autor, tornar o ensino de ciências menos dogmático e mais contextualizado com a sociedade em que vivemos é uma das principais superações a ser vencida.
A alternativa que NÃO retrata objetivos da contextualização CTS do ensino de ciências é:
 

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1305737 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Sendo homeotermos, os seres humanos são capazes de regular a temperatura corporal. As informações sobre a temperatura corporal são processadas por uma pequena parte do cérebro chamada hipotálamo, que, ao perceber pequenas alterações na temperatura do corpo, comanda ações em diversas partes do organismo para regularizá-la.
A alternativa que apresenta uma estratégia INCORRETA estimulada pelo hipotálamo para controlar uma leve queda na temperatura corpórea é:
 

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1303789 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Leia o texto a seguir.
A pesquisa em Ensino de Ciências documentou nos últimos 20 anos, uma variedade de ideias de crianças e adolescentes relacionadas a diversos conceitos que são ensinados em ciências, física, química e biologia.
Paralelo à pesquisa empírica, uma visão construtivista de aprendizagem orientou a proposição de estratégias de ensino que priorizam atividades centradas nos estudantes, planejadas para desafiar suas ideias e ensinar-lhes as ideias científicas.
(MORTIMER, E.F. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. Belo Horizonte:UFMG, 2000.)
Os currículos de formação de professores nas áreas de ciências físicas, químicas e biológicas devem ofertar disciplinas que envolvam a discussão dos pressupostos epistemológicos da ciência e do ensino.
O aspecto, dentre os apresentados nas alternativas abaixo, que deve ser considerado pelo professor para lidar com os desafios de um ensino mais centrado no aluno é:
 

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O século XX foi marcado por transformações cruciais e intensas mudanças na mentalidade e no comportamento da sociedade, provocando uma crise nos seus sistemas, principalmente, no campo educativo e nos modelos pedagógicos.
A alternativa que apresenta características relativas à Primeira República, à Segunda República e à República Nova, respectivamente, é:
 

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Leia o fragmento a seguir.

A representação da docência como "vocação" e "missão" de certa forma afastou socialmente a categoria dos professores da ideia de uma categoria profissional de trabalhadores que lutam por sua sobrevivência, prevalecendo a perspectiva de "doação de si", o que determinou, e determina em muitos casos, as dificuldades que professores encontram em sua luta categorial por salários, dificuldades estas que estão presentes no âmbito social e político, bem como na cultura intracategoria. Essa representação está associada à própria gênese histórica da profissão e tem peso não só nas dimensões materiais dos sistemas educacionais, como também nas "mentalidades dos professores, suas identidades e suas práticas", [...]. Hoje o trabalho docente vem sendo, cada vez mais, colocado em contexto de progressiva especialidade profissional, porém, nem sempre prevalece essa visão nas políticas locais ou regionais no trato das questões da carreira docente.

(GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba Siqueira de Sá. (Coord). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. p. 239)

A valorização do magistério passa por instâncias de gestão da educação pública. Sob esta perspectiva, a existência de planos de carreira para o magistério é um princípio que foi consolidado na:

 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
O argumento com que o especialista em educação fundamenta sua opinião é:
 

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804514 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Analise a tabela abaixo.
Valores médios de necessidade diária de cálcio por idade e sexo
Crianças de 0 a 10 anos 0,4 a 1,2 grama de cálcio/dia
Adolescentes 1,2 a 1,5 grama de cálcio/dia
Mulheres grávidas ou em fase de amamentação 1,2 a 1,5 grama de cálcio/dia
Mulheres de 25 a 50 anos 1 grama de cálcio/dia
Mulheres acima de 50 anos 1,5 grama de cálcio/dia
Homens de 25 a 65 anos 1 grama de cálcio/dia
Homens acima de 65 anos 1,5 grama de cálcio/dia
(APEC.Construindo Consciências: Ciências.8º ano: Ensino Fundamental. São Paulo: Scipione, 2009.)
Uma breve análise desta tabela mostra que a necessidade diária de cálcio muda ao longo da vida. Baseado nos dados acima e nos conhecimentos acerca da importância do cálcio para o ser humano a alternativa INCORRETA é:
 

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803733 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
A alternativa CORRETA acerca da Febre Amarela, da Febre Chicungunha, da Febre Zika e da Dengue é:
 

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As pessoas com deficiência se reposicionam socialmente a partir da tomada de consciência, dessa minoria política, enquanto sujeitos de direitos. Dentre esses direitos está o direito à educação, à aprendizagem, em um sistema educacional inclusivo, que inclua as crianças com deficiência e promova o seu desenvolvimento, dando-lhes oportunidades de aprendizagem por meio de recursos e serviços que ajudem a eliminar barreiras à aprendizagem, como por exemplo, a comunicacional e a pedagógica.
( FÁVERO, Osmar et al. Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO, 2009. p.34. Disponível em:<
http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/Formação/Educação_Especial_MIOLO.pdf>. Acesso em: 19 jun2015)
A educação especial, à luz de uma nova perspectiva, é entendida como uma modalidade:
 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A matéria lida foi publicada em mídia digital. Os Textos I, II e III (assim nomeados para efeito didático) estavam lincados, de modo que o leitor teve acesso a eles por etapas. Considerando essa diagramação e outros elementos linguísticos, é CORRETO afirmar que a intenção dessa matéria é:
 

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