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Foram encontradas 35 questões.

1323736 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
A charge é um poderoso instrumento político. Fazendo uso de caricatura, cujo desenho enfatiza ou exagera alguma(s) característica(s) da(s) personagem(ns) de forma humorística são acentuados gestos, vícios ou hábitos particulares e revela-se o caráter do indivíduo.
Enunciado 1323736-1
Na charge acima, de 3 de maio de 1963, João Goulart aparece como um cupido “flechando” o general Amaury Kruel (no banco à direita) e Miguel Arraes (no banco à esquerda), que era governador de Pernambuco à época. Ao fundo ainda aparece Sergio Magalhães, deputado da esquerda do período e um rabisco na parte inferior direita, carregando um tridente, como um diabinho, que observa a cena.
De acordo com os debates atuais, a utilização de charges e caricaturas vai de encontro à ampliação dos objetos de estudo, temas, problemas e fontes que acompanham a noção de renovação, que se destacam nas novas propostas de ensino em contraposição às abordagens que têm como referência a chamada História tradicional. Ao trabalhar a charge em sala de aula, é preciso registrar seus personagens e características assim como seu significado.
Disposto isso, marque a opção CORRETA:
 

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1307490 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
A questão da seleção de conteúdos mostra-se como relação de poder ao estabelecer um reconhecimento dos grupos e sua afirmação. O objetivo da instituição escolar é promover o acesso de todos os homens aos bens culturais, estabelecendo um compromisso com o seu tempo, sua sociedade e atuando como agente de formação de cidadãos. O que vai ser ensinado, quer a cultura quer os bens culturais,em sala de aula, expressa o imenso desafio do ensino da história na busca contínua de respostas a duas questões centrais: Quais histórias? Quais cidadanias? Essas duas questões:
 

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1297752 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
As sociedades atualmente vivem tempos de mudanças e incertezas cada vez mais aceleradas. O que é realmente novo é a rapidez das mudanças e a aceleração de seu ritmo. Nessa onda, sob a influência do relativismo e do multiculturalismo, principalmente nos anos 1990, as políticas públicas de educação, a universidade e as instituições escolares têm debruçado-se na compreensão do como lidar com esses desafios. A Nova LDB expressa isso ao:
 

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O século XX foi marcado por transformações cruciais e intensas mudanças na mentalidade e no comportamento da sociedade, provocando uma crise nos seus sistemas, principalmente, no campo educativo e nos modelos pedagógicos.
A alternativa que apresenta características relativas à Primeira República, à Segunda República e à República Nova, respectivamente, é:
 

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823395 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
A desigualdade social, apesar da abolição da escravidão, permanece viva e profunda. Segundo o censo demográfico do IBGE de 2010, existem 45 Vilas e Favelas no município de Contagem. Tratar da desigualdade e da segregação socioespacial que marcam o cenário das grandes cidades é essencial na discussão de cidadania realizada no ensino de História.
Sobre cidadania na História, marque a alternativa em que as relações entre o acontecimento e sua análise foram estabelecidas corretamente:
 

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823305 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG

Eduardo França Paiva afirma que, durante todo o período colonial, formou-se na Capitania de Minas Gerais a maior população escrava do Novo Mundo, e que este quadro também foi traduzido numa série de acordos firmados entre proprietários e escravos como a coartação, que permitia ao escravo parcelar o valor de sua alforria e saldar em prestações entre três e cinco anos.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar:

 

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Leia o fragmento a seguir.

A representação da docência como "vocação" e "missão" de certa forma afastou socialmente a categoria dos professores da ideia de uma categoria profissional de trabalhadores que lutam por sua sobrevivência, prevalecendo a perspectiva de "doação de si", o que determinou, e determina em muitos casos, as dificuldades que professores encontram em sua luta categorial por salários, dificuldades estas que estão presentes no âmbito social e político, bem como na cultura intracategoria. Essa representação está associada à própria gênese histórica da profissão e tem peso não só nas dimensões materiais dos sistemas educacionais, como também nas "mentalidades dos professores, suas identidades e suas práticas", [...]. Hoje o trabalho docente vem sendo, cada vez mais, colocado em contexto de progressiva especialidade profissional, porém, nem sempre prevalece essa visão nas políticas locais ou regionais no trato das questões da carreira docente.

(GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba Siqueira de Sá. (Coord). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. p. 239)

A valorização do magistério passa por instâncias de gestão da educação pública. Sob esta perspectiva, a existência de planos de carreira para o magistério é um princípio que foi consolidado na:

 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
O argumento com que o especialista em educação fundamenta sua opinião é:
 

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As pessoas com deficiência se reposicionam socialmente a partir da tomada de consciência, dessa minoria política, enquanto sujeitos de direitos. Dentre esses direitos está o direito à educação, à aprendizagem, em um sistema educacional inclusivo, que inclua as crianças com deficiência e promova o seu desenvolvimento, dando-lhes oportunidades de aprendizagem por meio de recursos e serviços que ajudem a eliminar barreiras à aprendizagem, como por exemplo, a comunicacional e a pedagógica.
( FÁVERO, Osmar et al. Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO, 2009. p.34. Disponível em:<
http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/Formação/Educação_Especial_MIOLO.pdf>. Acesso em: 19 jun2015)
A educação especial, à luz de uma nova perspectiva, é entendida como uma modalidade:
 

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803560 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
As tensões sociais estavam em alta no século XIX no Brasil e no mundo, ao mesmo tempo em que os ideais republicanos que ganhavam força nos discursos reforçavam um imaginário de igualdade. Na pintura A Abolição da Escravatura (1888), de Victor Meirelles, exalta-se a assinatura da Lei Áurea.
Enunciado 803560-1
Na pintura está em pé, diante do Trono, a Princesa Isabel segurando a Lei assinada diante de uma corte lotada com a expressão formal e contemplativa. Os membros da corte estão todos vestidos em trajes de gala, os homens usam barba, as mulheres vestidas elegantemente com cabelos presos e vestidos longos, todos na cena são brancos.
Fazendo um exercício sobre o trabalho com imagens, que deve considerar a análise da pintura e o conhecimento do contexto, é CORRETO afirmar:
 

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