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Foram encontradas 35 questões.

758225 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Segundo Oliveira e Duarte (1999, p. 7), a partir da década de 90, novas formas de abordagem dos aspectos relativos ao financiamento, planejamento e gestão escolar adquirem maior visibilidade e expõem projetos e concepções diferenciadas de administração dos sistemas públicos de ensino.
(OLIVEIRA, Dalila Andrade; DUARTE, Marisa Ribeiro Teixeira (Orgs.). Política e trabalho na escola: Administração dos sistemas de educação básica. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.)
As autoras entendem que, na década de 90, o documento que representou a tentativa de uma nova orientação para as reformas educacionais dos países mais pobres e populosos do mundo, ou seja, a educação para a equidade social foi:
 

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758136 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
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No momento em que os sistemas educacionais formais tendem a privilegiar o acesso ao conhecimento, em detrimento das outras formas de aprendizagem, é mister conceber a educação como um todo. Essa perspectiva deve no futuro inspirar e orientar as reformas educacionais, seja na elaboração dos programas ou na definição de novas políticas pedagógicas.
( DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 2000. p. 31.)
Conforme esta orientação, a educação, ao longo da vida, baseia-se em:
 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
Considere as afirmações, quanto à linguagem e organização textual.
I- No Texto I, foram utilizados recursos persuasivos próprios da propaganda, como o uso de perguntas e da palavra "você", que evidenciam a proposta de interação autor-leitor.
II- O Texto I funciona como lide de notícia, pois introduz aquilo que será ampliado posteriormente.
III- No Texto II, há o predomínio de sequências informativas, porém há elementos, como a escolha do título, que funcionam no texto como recursos argumentativos.
IV- Enquanto no Texto II, para conferir isenção relativamente ao enunciado, recorreu-se ao discurso citado, no Texto III, a especialista prescinde desse uso para dar legitimidade ao seu texto.
Estão CORRETAS apenas:
 

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Com a publicação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (BRASIL, 1996), em 23 de dezembro de 1996, alterações são propostas para as instituições formadoras e os cursos de formação de professores, tendo sido definido o período de transição para efetivação de sua implantação. Assim, a estrutura curricular dos cursos de formação de professores ficou ainda com a marca da legislação anterior por um período relativamente longo, iniciando-se as primeiras adaptações de currículo a partir de 2002, quando as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores são promulgadas, e nos anos subsequentes, quando diretrizes curriculares para cada curso de licenciatura passam a ser aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação.
(GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba Siqueira de Sá. (Coord). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. p. 239)
O período que antecede o marco histórico mencionado no texto caracterizou-se por:
I- Organização dos estudos que já apontavam problemas nos cursos de formação de professores no país.
II- Instituição de uma política nacional para a formação de profissionais do magistério da educação básica.
III- Normatizações e autorizações de cursos formadores de professores que permitiram a instauração de escolas normais superiores, isoladamente.
IV- Consolidação da formação de professores para o primário nas Escolas Normais de nível médio e a formação dos professores para o curso secundário nas instituições de nível superior (licenciaturas).
V- Reformulação da educação básica no Brasil, que extinguiu as escolas normais, e a formação que elas proviam passa a ser feita em uma habilitação do ensino de segundo grau chamada Magistério.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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757805 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
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As diretrizes da educação nacional estabelecem que os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica, progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, desde que sejam observadas as normas gerais de direito financeiro público. Elas estabelecem também que os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática, de acordo com as suas peculiaridades e conforme alguns princípios que são:
I- Participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.
II- Participação das comunidades escolar e local em programas específicos de conteúdos culturais que correspondem aos seus interesses.
III- Participação da comunidade local no desenvolvimento de um currículo de base comum.
IV- Participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola.
V- Participação dos profissionais da educação na elaboração de materiais didáticos específicos para a comunidade local.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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Considere os excertos transcritos a seguir.
I- "Segundo o Ministério das Cidades (2004) as principais formas de promover a Mobilidade Urbana Sustentável são: (...) Reduzir o consumo de energia e o uso de energia alternativa nos transportes coletivos."
II- "Esses dados são reforçados pelo consenso quanto à adoção desse tipo de medida no licenciamento de PGVs, considerada de extrema importância por 83% dos especialistas."
III- "A partir dessas premissas pode-se, então, conceituar que as MMUA são medidas acionáveis adaptadas da literatura e alinhadas com os princípios de mobilidade urbana sugeridas no meio acadêmico e recomendadas em documentos federais, como a Política Nacional de Mobilidade Urbana Sustentável."
IV- "Todos esses documentos acordam a mobilidade urbana sustentável como um objetivo firmado pelo país e definem princípios e diretrizes para alcançá-la."
(SANTOS & FREITAS, 2014. Disponível em:<http://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/689>. Acesso em:06 maio.2015)
Apresentam erro de concordância:
 

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Os modelos pedagógicos atuais para a orientação do processo de ensino-aprendizagem atravessam uma fase bastante crítica por tudo aquilo de insignificante que encerram em reação às problemáticas social e educacional autenticamente brasileiras (RAYS, 1998).
(CANDAU, Vera Maria. A Didática em Questão. 29. ed. São Paulo: Vozes, 2009, p. 43-52.)
Segundo a perspectiva presente no texto acima, esses modelos pedagógicos estão alicerçados no(s):
 

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"Objetiva. Essa é a palavra que traduz R.P. . Mesmo que não tivesse dito, a maior característica ficou visível durante um papo da gata com o Super Notícia. E é essa qualidade que leva a SuperGata longe. Morena, dos cabelos de fogo, ela corre atrás até o fim daquilo que quer, e não é qualquer palavra de desmotivação que faz com que desista de seus sonhos. E olha que são muitos!..."
Super Notícia, 7/2/2015. p. 14
A palavra "objetiva", em conformidade com a intenção com que foi empregada no texto, só NÃO poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
 

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Os direitos fundamentais são os considerados indispensáveis à pessoa e necessários para assegurar a todos uma existência digna, livre e igual. Não basta ao Estado reconhecê-los formalmente. É preciso ainda buscar sua concretização, incorporando-os no dia a dia dos cidadãos e de seus agentes. O direito a educação como um direito fundamental está previsto na Constituição Federal e nela todos têm o direito à educação, que é dever do Estado e da família, mas a sociedade tem a responsabilidade social de promover e incentivar a educação.

O artigo 142 da Lei Orgânica do município de Contagem (1990) afirma que o dever do Município para com a educação será concretizado mediante, entre outros, a garantia de:

 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A alternativa em que o referente NÃO foi corretamente identificado entre parênteses é:
 

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