Foram encontradas 65 questões.
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Belo Jardim-PE
Considerando as contas da lista abaixo, responda a questão.
| CONTAS | |
| Receita com venda de mercadorias | 220.000,00 |
| Receita com venda de serviços Despesas diversas (água, luz e telefone) Despesa com encargos referente a salários Despesa com salários | 40.000,00 |
| 2.000,00 | |
| 6.000,00 | |
| 30.000,00 | |
| Despesa com seguros | 400,00 |
| Abatimentos e devoluções de vendas | 2.600,00 |
| Receita financeira | 5.000,00 |
| Despesa financeira | 3.000,00 |
| Custo de Serviços Vendidos | 48.000,00 |
| Custo de Mercadoria Vendida | 88.000,00 |
| Impostos sobre as vendas | 39.400,00 |
| Provisão para CSLL | 5.000,00 |
| Provisão para IR | 6.600,00 |
Assinale a alternativa que apresenta (em reais) a Receita Bruta do período:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Belo Jardim-PE
Assinale a alternativa que não corresponde ao especificado no rol do art. 33, da lei 4.320/64, a respeito da elaboração da lei do orçamento. Onde diz que não se admitirão emendas ao projeto de lei de Orçamento que visem a:
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Leia o texto abaixo e, em seguida, responda à questão:
Cemitério de família
(Rachel de Queiroz)
É só um quadrado de muro branco e a capela no meio; o portão de madeira rangedor nos gonzos velhíssimos. Nem catacumbas engavetadas, nem anjos de mármore, nem grades de bronze, nem placas de granito preto. Quase o simples chão natural com a saliência das covas e, espalhadas irregularmente, as cruzes de madeira, na maioria anônimas, ou riscadas rudemente com tinta branca com os nn e os zz às avessas. De raro em raro uma pedra com um nome e duas datas. A capela caiada, nua por fora e por dentro, tem no canto do altar um simples nicho que abriga um antiquíssimo santo de pau, de cara dolorosa e corpo de anão.
Por fora, na várzea, ainda se vê rama verde e, no açude pertinho, a água encobre a represa toda. Mais além, descendo a encosta, a escola, a “rua” de casas, e o pequeno largo nu com a igrejinha no centro. Para além da ponte, a casa-grande da fazenda que tem à esquerda os currais de cerca de aroeira e à direita a fábrica, com o engenho moendo e apitando, de fornalhas acesas e bagaceira alta.
Aqui neste canto, debaixo de uma cruzinha de ferro que já tem mais de trinta anos de ferrugem, dorme a minha tia Julieta que foi loura e morreu moça, deixando fama de linda e de santa, além de dois filhinhos órfãos. Mais além, o Avô e a Avó – ele nascido em 1824, ela em 1823 – lembranças obscuras de infância, velhinha que morreu, quando nasci e o bisavô que ainda recordo, deitado na sua rede branca de varandas que arrastavam pelo chão.
Um pé de riso-do-prado, todo aberto em flores roxas, sombreia o cimento liso debaixo do qual descansa o meu tio. E outras pedras, outros quadrados de cimento resguardam tios e primas, alguns que se foram anjinhos inocentes, outros que a idade extrema quase virou em anjos também. Mais uma tia aqui, morreu de parto – e essa eu conheci e amei. Lá para o fundo, neste ângulo morto, deve estar a cova do velho Muxió que foi a bem dizer meu avô de criação. Mas é impossível identificar direito o local, pois os próprios filhos do finado já esqueceram onde o guardaram. E em todo este trecho que o mato quase encobre, dormem os parentes mais humildes, os moradores, os compadres e os afilhados. Dormem sem luxos, sem caixão nem alvenaria, atirados diretamente da rede onde vieram no seio da terra nossa mãe.
Na manhã nascente, o sol sobe depressa enquanto os homens abrem uma cova. Do lado de fora do muro o pé de pau-branco está cheio de passarinhos; as vacas se espalham em procura do pasto e um cordeiro perdido da mãe vai balindo e correndo ao longo das moitas de mofumbo.
O chão é duro, os cavadores suam. Mas não se queixam – antes parece que rasgam a terra com amor, com reverência. Vivos e mortos, todos nos sentimos ali unidos e companheiros. Enquanto alguns já descansam, nós esperamos a nossa vez. E quando afinal soarem as trombetas no dia de Juízo, lá estaremos todos juntos e nos levantaremos e nos reuniremos num só grupo, e nos abraçaremos uns aos outros, parecendo-nos menor o temor, porque entre nós não haverá inimigos nem intrusos.
Queiroz, Rachel de. Um alpendre,
uma rede, um açude / Rachel de Queiroz. – 8ª Ed. – Rio de Janeiro: José Olympio, 2006.
Considerando o texto em sua totalidade, podemos afirmar o seguinte:
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Leia o texto abaixo e, em seguida, responda à questão:
Cemitério de família
(Rachel de Queiroz)
É só um quadrado de muro branco e a capela no meio; o portão de madeira rangedor nos gonzos velhíssimos. Nem catacumbas engavetadas, nem anjos de mármore, nem grades de bronze, nem placas de granito preto. Quase o simples chão natural com a saliência das covas e, espalhadas irregularmente, as cruzes de madeira, na maioria anônimas, ou riscadas rudemente com tinta branca com os nn e os zz às avessas. De raro em raro uma pedra com um nome e duas datas. A capela caiada, nua por fora e por dentro, tem no canto do altar um simples nicho que abriga um antiquíssimo santo de pau, de cara dolorosa e corpo de anão.
Por fora, na várzea, ainda se vê rama verde e, no açude pertinho, a água encobre a represa toda. Mais além, descendo a encosta, a escola, a “rua” de casas, e o pequeno largo nu com a igrejinha no centro. Para além da ponte, a casa- grande da fazenda que tem à esquerda os currais de cerca de aroeira e à direita a fábrica, com o engenho moendo e apitando, de fornalhas acesas e bagaceira alta.
Aqui neste canto, debaixo de uma cruzinha de ferro que já tem mais de trinta anos de ferrugem, dorme a minha tia Julieta que foi loura e morreu moça, deixando fama de linda e de santa, além de dois filhinhos órfãos. Mais além, o Avô e a Avó – ele nascido em 1824, ela em 1823 – lembranças obscuras de infância, velhinha que morreu, quando nasci e o bisavô que ainda recordo, deitado na sua rede branca de varandas que arrastavam pelo chão.
Um pé de riso-do-prado, todo aberto em flores roxas, sombreia o cimento liso debaixo do qual descansa o meu tio. E outras pedras, outros quadrados de cimento resguardam tios e primas, alguns que se foram anjinhos inocentes, outros que a idade extrema quase virou em anjos também. Mais uma tia aqui, morreu de parto – e essa eu conheci e amei. Lá para o fundo, neste ângulo morto, deve estar a cova do velho Muxió que foi a bem dizer meu avô de criação. Mas é impossível identificar direito o local, pois os próprios filhos do finado já esqueceram onde o guardaram. E em todo este trecho que o mato quase encobre, dormem os parentes mais humildes, os moradores, os compadres e os afilhados. Dormem sem luxos, sem caixão nem alvenaria, atirados diretamente da rede onde vieram no seio da terra nossa mãe.
Na manhã nascente, o sol sobe depressa enquanto os homens abrem uma cova. Do lado de fora do muro o pé de pau-branco está cheio de passarinhos; as vacas se espalham em procura do pasto e um cordeiro perdido da mãe vai balindo e correndo ao longo das moitas de mofumbo.
O chão é duro, os cavadores suam. Mas não se queixam – antes parece que rasgam a terra com amor, com reverência. Vivos e mortos, todos nos sentimos ali unidos e companheiros. Enquanto alguns já descansam, nós esperamos a nossa vez. E quando afinal soarem as trombetas no dia de Juízo, lá estaremos todos juntos e nos levantaremos e nos reuniremos num só grupo, e nos abraçaremos uns aos outros, parecendo-nos menor o temor, porque entre nós não haverá inimigos nem intrusos.
Queiroz, Rachel de. Um alpendre,
uma rede, um açude / Rachel de Queiroz. – 8ª Ed. – Rio de Janeiro: José Olympio, 2006.
A passagem textual a seguir servirá de base para as próximas questão:
“Para além da ponte, a casa- grande da fazenda que tem à esquerda os currais de cerca de aroeira e à direita a fábrica, com o engenho moendo e apitando, de fornalhas acesas e bagaceira alta.”
Classifique a palavra “fábrica”, quanto à aplicação das regras de acentuação gráfica:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Belo Jardim-PE
Atualmente, a migração turística e profissional para outros países se tornou algo mais cotidiano. Eventualmente surgem litígios que acabam por envolver nossos nacionais, estejam eles a serviço ou não de nosso país. Para que uma sentença estrangeira produza efeitos em nossa base territorial, é necessária sua homologação pelo(a):
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Disciplina: Direito Civil
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Belo Jardim-PE
De acordo com o Código Civil brasileiro, sobre o instituto da prescrição está incorreta a alternativa:
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Belo Jardim-PE
Sobre Empenho é correto afirmar:
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Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Belo Jardim-PE
Considerando as contas da lista abaixo, responda a questão.
| CONTAS | |
| Receita com venda de mercadorias | 220.000,00 |
| Receita com venda de serviços Despesas diversas (água, luz e telefone) Despesa com encargos referente a salários Despesa com salários | 40.000,00 |
| 2.000,00 | |
| 6.000,00 | |
| 30.000,00 | |
| Despesa com seguros | 400,00 |
| Abatimentos e devoluções de vendas | 2.600,00 |
| Receita financeira | 5.000,00 |
| Despesa financeira | 3.000,00 |
| Custo de Serviços Vendidos | 48.000,00 |
| Custo de Mercadoria Vendida | 88.000,00 |
| Impostos sobre as vendas | 39.400,00 |
| Provisão para CSLL | 5.000,00 |
| Provisão para IR | 6.600,00 |
Assinale a alternativa que apresenta (em reais) o Resultado Líquido do período:
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Belo Jardim-PE
Nos casos de mandado de segurança de competência originária junto aos tribunais, conforme a Lei 12.016/2006, é correto afirmar que:
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Belo Jardim-PE
Um agente público do Município X, no exercício de sua função, agiu de forma ilegal e lesou direito líquido e certo não amparado por habeas corpus ou habeas data; Tício, titular desse direito, pretende requerer a tutela judicial de seus interesses junto ao Juizado Especial da Fazenda Pública instalado naquele município. Tomando por base a Lei 12.153/2009 é correto afirmar que:
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