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1938735 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP

Os desafios impostos aos gestores públicos, como a pressão dos administrados por resultados satisfatórios das ações governamentais e dos órgãos fiscalizadores na observância da legislação que dispõe sobre a responsabilidade administrativa, fazem com que tais gestores tendam a aperfeiçoar sua estrutura de trabalho, para assim maximizar os seus resultados. Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada. A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, bem como facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquicas e a atribuição de competência dos servidores, além da divisão das tarefas e o compartilhamento do poder.

Do ponto de vista conceitual, organização é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis, segundo algum critério. Organizar é também arranjar esses recursos, que podem ser financeiros, humanos, materiais etc., de forma racional, seguindo a lógica e objetivando diminuir oscilações e processos onerosos de trabalho da melhor forma possível. No que diz respeito à estrutura organizacional, a organização administrativa reúne os elementos que constituem uma organização e como ocorre a integração entre eles. Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais. Neste caso, as estruturas são impostas para assegurar que os membros se adequem às especificações da organização, e não o contrário. A estrutura organizacional é a “fotografia” da organização, então, a partir dela, é possível vislumbrar os vínculos de subordinação entre os níveis.

A organização administrativa baseia-se em dois pressupostos fundamentais: a distribuição de competências e a hierarquia. Isso para que haja harmonia e unidade de direção, ainda que sejam estabelecidas relações de coordenação e subordinação entre os vários órgãos que integram a Administração Pública. Ela surge como ferramenta de controle e consulta para auxiliar os gestores públicos a enfrentar as diversas demandas vindas dos administrados. No tocante à organização administrativa pública, trata-se de estruturas clássicas, complexas, com diversos níveis hierárquicos e certa estabilidade, com isso havendo resistência a mudanças, tendendo a ser burocrática e formal.

Na literatura que versa sobre a organização administrativa, encontram-se três tipos de organização, sendo eles informal, formal e militar. A organização informal pode ser descrita como o anjo que unifica socialmente um grupo para que atinja suas necessidades, e pode surgir de forma independente na organização. O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros. Esse modelo traz como vantagens a rapidez nos processos, a redução da comunicação entre os níveis hierárquicos, a motivação e a integração dos membros. Por outro lado, suas desvantagens são o desconhecimento da chefia, a dificuldade de controle e o atrito entre as pessoas.

Já na organização formal, é definida uma estrutura organizacional com metas, objetivos, conjunto de regras e distribuição de papéis entre os seus membros. Isso permite que a organização foque nos objetivos estabelecidos, realize as atividades necessárias para alcançar esses objetivos, considere as habilidades e limitações tecnológicas e o tamanho da organização. Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.

Por fim, a organização militar preza pela disciplina, estando a autoridade presente desde a linha superior até a inferior, sem exceção de níveis. Suas principais vantagens são a unidade de comando, as ordens recebidas de um supervisor e a estrutura simplificada da organização. Contudo, esse modelo é recomendado somente para organizações de porte pequeno a médio e que não necessitem de profissionais especializados e de grandes recursos financeiros.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: file:///C:/Users/Tiago/Downloads/6954-Texto%20do%20artigo- 23834-1-10-20141125%20(1).pdf. Acesso em: 12/03/2020.)

No excerto “Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada.” (1º§), a palavra sublinhada é morfologicamente classificada como adjetivo. Vale lembrar, porém, que existe a forma verbal “preciso”, devidamente conjugada na primeira pessoa do singular do presente do modo indicativo do verbo “precisar”. Os dois termos referidos são:

 

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1938734 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP

Os desafios impostos aos gestores públicos, como a pressão dos administrados por resultados satisfatórios das ações governamentais e dos órgãos fiscalizadores na observância da legislação que dispõe sobre a responsabilidade administrativa, fazem com que tais gestores tendam a aperfeiçoar sua estrutura de trabalho, para assim maximizar os seus resultados. Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada. A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, bem como facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquicas e a atribuição de competência dos servidores, além da divisão das tarefas e o compartilhamento do poder.

Do ponto de vista conceitual, organização é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis, segundo algum critério. Organizar é também arranjar esses recursos, que podem ser financeiros, humanos, materiais etc., de forma racional, seguindo a lógica e objetivando diminuir oscilações e processos onerosos de trabalho da melhor forma possível. No que diz respeito à estrutura organizacional, a organização administrativa reúne os elementos que constituem uma organização e como ocorre a integração entre eles. Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais. Neste caso, as estruturas são impostas para assegurar que os membros se adequem às especificações da organização, e não o contrário. A estrutura organizacional é a “fotografia” da organização, então, a partir dela, é possível vislumbrar os vínculos de subordinação entre os níveis.

A organização administrativa baseia-se em dois pressupostos fundamentais: a distribuição de competências e a hierarquia. Isso para que haja harmonia e unidade de direção, ainda que sejam estabelecidas relações de coordenação e subordinação entre os vários órgãos que integram a Administração Pública. Ela surge como ferramenta de controle e consulta para auxiliar os gestores públicos a enfrentar as diversas demandas vindas dos administrados. No tocante à organização administrativa pública, trata-se de estruturas clássicas, complexas, com diversos níveis hierárquicos e certa estabilidade, com isso havendo resistência a mudanças, tendendo a ser burocrática e formal.

Na literatura que versa sobre a organização administrativa, encontram-se três tipos de organização, sendo eles informal, formal e militar. A organização informal pode ser descrita como o anjo que unifica socialmente um grupo para que atinja suas necessidades, e pode surgir de forma independente na organização. O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros. Esse modelo traz como vantagens a rapidez nos processos, a redução da comunicação entre os níveis hierárquicos, a motivação e a integração dos membros. Por outro lado, suas desvantagens são o desconhecimento da chefia, a dificuldade de controle e o atrito entre as pessoas.

Já na organização formal, é definida uma estrutura organizacional com metas, objetivos, conjunto de regras e distribuição de papéis entre os seus membros. Isso permite que a organização foque nos objetivos estabelecidos, realize as atividades necessárias para alcançar esses objetivos, considere as habilidades e limitações tecnológicas e o tamanho da organização. Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.

Por fim, a organização militar preza pela disciplina, estando a autoridade presente desde a linha superior até a inferior, sem exceção de níveis. Suas principais vantagens são a unidade de comando, as ordens recebidas de um supervisor e a estrutura simplificada da organização. Contudo, esse modelo é recomendado somente para organizações de porte pequeno a médio e que não necessitem de profissionais especializados e de grandes recursos financeiros.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: file:///C:/Users/Tiago/Downloads/6954-Texto%20do%20artigo- 23834-1-10-20141125%20(1).pdf. Acesso em: 12/03/2020.)

Com base no que é estritamente exposto pelo texto, é correto afirmar que:

 

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1938733 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP

Os desafios impostos aos gestores públicos, como a pressão dos administrados por resultados satisfatórios das ações governamentais e dos órgãos fiscalizadores na observância da legislação que dispõe sobre a responsabilidade administrativa, fazem com que tais gestores tendam a aperfeiçoar sua estrutura de trabalho, para assim maximizar os seus resultados. Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada. A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, bem como facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquicas e a atribuição de competência dos servidores, além da divisão das tarefas e o compartilhamento do poder.

Do ponto de vista conceitual, organização é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis, segundo algum critério. Organizar é também arranjar esses recursos, que podem ser financeiros, humanos, materiais etc., de forma racional, seguindo a lógica e objetivando diminuir oscilações e processos onerosos de trabalho da melhor forma possível. No que diz respeito à estrutura organizacional, a organização administrativa reúne os elementos que constituem uma organização e como ocorre a integração entre eles. Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais. Neste caso, as estruturas são impostas para assegurar que os membros se adequem às especificações da organização, e não o contrário. A estrutura organizacional é a “fotografia” da organização, então, a partir dela, é possível vislumbrar os vínculos de subordinação entre os níveis.

A organização administrativa baseia-se em dois pressupostos fundamentais: a distribuição de competências e a hierarquia. Isso para que haja harmonia e unidade de direção, ainda que sejam estabelecidas relações de coordenação e subordinação entre os vários órgãos que integram a Administração Pública. Ela surge como ferramenta de controle e consulta para auxiliar os gestores públicos a enfrentar as diversas demandas vindas dos administrados. No tocante à organização administrativa pública, trata-se de estruturas clássicas, complexas, com diversos níveis hierárquicos e certa estabilidade, com isso havendo resistência a mudanças, tendendo a ser burocrática e formal.

Na literatura que versa sobre a organização administrativa, encontram-se três tipos de organização, sendo eles informal, formal e militar. A organização informal pode ser descrita como o anjo que unifica socialmente um grupo para que atinja suas necessidades, e pode surgir de forma independente na organização. O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros. Esse modelo traz como vantagens a rapidez nos processos, a redução da comunicação entre os níveis hierárquicos, a motivação e a integração dos membros. Por outro lado, suas desvantagens são o desconhecimento da chefia, a dificuldade de controle e o atrito entre as pessoas.

Já na organização formal, é definida uma estrutura organizacional com metas, objetivos, conjunto de regras e distribuição de papéis entre os seus membros. Isso permite que a organização foque nos objetivos estabelecidos, realize as atividades necessárias para alcançar esses objetivos, considere as habilidades e limitações tecnológicas e o tamanho da organização. Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.

Por fim, a organização militar preza pela disciplina, estando a autoridade presente desde a linha superior até a inferior, sem exceção de níveis. Suas principais vantagens são a unidade de comando, as ordens recebidas de um supervisor e a estrutura simplificada da organização. Contudo, esse modelo é recomendado somente para organizações de porte pequeno a médio e que não necessitem de profissionais especializados e de grandes recursos financeiros.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: file:///C:/Users/Tiago/Downloads/6954-Texto%20do%20artigo- 23834-1-10-20141125%20(1).pdf. Acesso em: 12/03/2020.)

Analisando-se sintaticamente a frase “A estrutura organizacional é a ‘fotografia’ da organização, (...)” (2º§), sua oração é classificada como:

 

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1938732 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP

Os desafios impostos aos gestores públicos, como a pressão dos administrados por resultados satisfatórios das ações governamentais e dos órgãos fiscalizadores na observância da legislação que dispõe sobre a responsabilidade administrativa, fazem com que tais gestores tendam a aperfeiçoar sua estrutura de trabalho, para assim maximizar os seus resultados. Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada. A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, bem como facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquicas e a atribuição de competência dos servidores, além da divisão das tarefas e o compartilhamento do poder.

Do ponto de vista conceitual, organização é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis, segundo algum critério. Organizar é também arranjar esses recursos, que podem ser financeiros, humanos, materiais etc., de forma racional, seguindo a lógica e objetivando diminuir oscilações e processos onerosos de trabalho da melhor forma possível. No que diz respeito à estrutura organizacional, a organização administrativa reúne os elementos que constituem uma organização e como ocorre a integração entre eles. Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais. Neste caso, as estruturas são impostas para assegurar que os membros se adequem às especificações da organização, e não o contrário. A estrutura organizacional é a “fotografia” da organização, então, a partir dela, é possível vislumbrar os vínculos de subordinação entre os níveis.

A organização administrativa baseia-se em dois pressupostos fundamentais: a distribuição de competências e a hierarquia. Isso para que haja harmonia e unidade de direção, ainda que sejam estabelecidas relações de coordenação e subordinação entre os vários órgãos que integram a Administração Pública. Ela surge como ferramenta de controle e consulta para auxiliar os gestores públicos a enfrentar as diversas demandas vindas dos administrados. No tocante à organização administrativa pública, trata-se de estruturas clássicas, complexas, com diversos níveis hierárquicos e certa estabilidade, com isso havendo resistência a mudanças, tendendo a ser burocrática e formal.

Na literatura que versa sobre a organização administrativa, encontram-se três tipos de organização, sendo eles informal, formal e militar. A organização informal pode ser descrita como o anjo que unifica socialmente um grupo para que atinja suas necessidades, e pode surgir de forma independente na organização. O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros. Esse modelo traz como vantagens a rapidez nos processos, a redução da comunicação entre os níveis hierárquicos, a motivação e a integração dos membros. Por outro lado, suas desvantagens são o desconhecimento da chefia, a dificuldade de controle e o atrito entre as pessoas.

Já na organização formal, é definida uma estrutura organizacional com metas, objetivos, conjunto de regras e distribuição de papéis entre os seus membros. Isso permite que a organização foque nos objetivos estabelecidos, realize as atividades necessárias para alcançar esses objetivos, considere as habilidades e limitações tecnológicas e o tamanho da organização. Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.

Por fim, a organização militar preza pela disciplina, estando a autoridade presente desde a linha superior até a inferior, sem exceção de níveis. Suas principais vantagens são a unidade de comando, as ordens recebidas de um supervisor e a estrutura simplificada da organização. Contudo, esse modelo é recomendado somente para organizações de porte pequeno a médio e que não necessitem de profissionais especializados e de grandes recursos financeiros.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: file:///C:/Users/Tiago/Downloads/6954-Texto%20do%20artigo- 23834-1-10-20141125%20(1).pdf. Acesso em: 12/03/2020.)

Na frase “O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros.” (4º§), se o termo “líder” fosse flexionado no plural, quantas palavras, ao todo, excetuando-se da contagem o termo a ser flexionado por determinação do enunciado, precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?

 

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1938731 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP

Os desafios impostos aos gestores públicos, como a pressão dos administrados por resultados satisfatórios das ações governamentais e dos órgãos fiscalizadores na observância da legislação que dispõe sobre a responsabilidade administrativa, fazem com que tais gestores tendam a aperfeiçoar sua estrutura de trabalho, para assim maximizar os seus resultados. Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada. A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, bem como facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquicas e a atribuição de competência dos servidores, além da divisão das tarefas e o compartilhamento do poder.

Do ponto de vista conceitual, organização é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis, segundo algum critério. Organizar é também arranjar esses recursos, que podem ser financeiros, humanos, materiais etc., de forma racional, seguindo a lógica e objetivando diminuir oscilações e processos onerosos de trabalho da melhor forma possível. No que diz respeito à estrutura organizacional, a organização administrativa reúne os elementos que constituem uma organização e como ocorre a integração entre eles. Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais. Neste caso, as estruturas são impostas para assegurar que os membros se adequem às especificações da organização, e não o contrário. A estrutura organizacional é a “fotografia” da organização, então, a partir dela, é possível vislumbrar os vínculos de subordinação entre os níveis.

A organização administrativa baseia-se em dois pressupostos fundamentais: a distribuição de competências e a hierarquia. Isso para que haja harmonia e unidade de direção, ainda que sejam estabelecidas relações de coordenação e subordinação entre os vários órgãos que integram a Administração Pública. Ela surge como ferramenta de controle e consulta para auxiliar os gestores públicos a enfrentar as diversas demandas vindas dos administrados. No tocante à organização administrativa pública, trata-se de estruturas clássicas, complexas, com diversos níveis hierárquicos e certa estabilidade, com isso havendo resistência a mudanças, tendendo a ser burocrática e formal.

Na literatura que versa sobre a organização administrativa, encontram-se três tipos de organização, sendo eles informal, formal e militar. A organização informal pode ser descrita como o anjo que unifica socialmente um grupo para que atinja suas necessidades, e pode surgir de forma independente na organização. O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros. Esse modelo traz como vantagens a rapidez nos processos, a redução da comunicação entre os níveis hierárquicos, a motivação e a integração dos membros. Por outro lado, suas desvantagens são o desconhecimento da chefia, a dificuldade de controle e o atrito entre as pessoas.

Já na organização formal, é definida uma estrutura organizacional com metas, objetivos, conjunto de regras e distribuição de papéis entre os seus membros. Isso permite que a organização foque nos objetivos estabelecidos, realize as atividades necessárias para alcançar esses objetivos, considere as habilidades e limitações tecnológicas e o tamanho da organização. Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.

Por fim, a organização militar preza pela disciplina, estando a autoridade presente desde a linha superior até a inferior, sem exceção de níveis. Suas principais vantagens são a unidade de comando, as ordens recebidas de um supervisor e a estrutura simplificada da organização. Contudo, esse modelo é recomendado somente para organizações de porte pequeno a médio e que não necessitem de profissionais especializados e de grandes recursos financeiros.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: file:///C:/Users/Tiago/Downloads/6954-Texto%20do%20artigo- 23834-1-10-20141125%20(1).pdf. Acesso em: 12/03/2020.)

Assinale, a seguir, a alternativa em que a palavra sublinhada está sendo utilizada em sentido conotativo.

 

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1938730 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP

Os desafios impostos aos gestores públicos, como a pressão dos administrados por resultados satisfatórios das ações governamentais e dos órgãos fiscalizadores na observância da legislação que dispõe sobre a responsabilidade administrativa, fazem com que tais gestores tendam a aperfeiçoar sua estrutura de trabalho, para assim maximizar os seus resultados. Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada. A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, bem como facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquicas e a atribuição de competência dos servidores, além da divisão das tarefas e o compartilhamento do poder.

Do ponto de vista conceitual, organização é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis, segundo algum critério. Organizar é também arranjar esses recursos, que podem ser financeiros, humanos, materiais etc., de forma racional, seguindo a lógica e objetivando diminuir oscilações e processos onerosos de trabalho da melhor forma possível. No que diz respeito à estrutura organizacional, a organização administrativa reúne os elementos que constituem uma organização e como ocorre a integração entre eles. Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais. Neste caso, as estruturas são impostas para assegurar que os membros se adequem às especificações da organização, e não o contrário. A estrutura organizacional é a “fotografia” da organização, então, a partir dela, é possível vislumbrar os vínculos de subordinação entre os níveis.

A organização administrativa baseia-se em dois pressupostos fundamentais: a distribuição de competências e a hierarquia. Isso para que haja harmonia e unidade de direção, ainda que sejam estabelecidas relações de coordenação e subordinação entre os vários órgãos que integram a Administração Pública. Ela surge como ferramenta de controle e consulta para auxiliar os gestores públicos a enfrentar as diversas demandas vindas dos administrados. No tocante à organização administrativa pública, trata-se de estruturas clássicas, complexas, com diversos níveis hierárquicos e certa estabilidade, com isso havendo resistência a mudanças, tendendo a ser burocrática e formal.

Na literatura que versa sobre a organização administrativa, encontram-se três tipos de organização, sendo eles informal, formal e militar. A organização informal pode ser descrita como o anjo que unifica socialmente um grupo para que atinja suas necessidades, e pode surgir de forma independente na organização. O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros. Esse modelo traz como vantagens a rapidez nos processos, a redução da comunicação entre os níveis hierárquicos, a motivação e a integração dos membros. Por outro lado, suas desvantagens são o desconhecimento da chefia, a dificuldade de controle e o atrito entre as pessoas.

Já na organização formal, é definida uma estrutura organizacional com metas, objetivos, conjunto de regras e distribuição de papéis entre os seus membros. Isso permite que a organização foque nos objetivos estabelecidos, realize as atividades necessárias para alcançar esses objetivos, considere as habilidades e limitações tecnológicas e o tamanho da organização. Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.

Por fim, a organização militar preza pela disciplina, estando a autoridade presente desde a linha superior até a inferior, sem exceção de níveis. Suas principais vantagens são a unidade de comando, as ordens recebidas de um supervisor e a estrutura simplificada da organização. Contudo, esse modelo é recomendado somente para organizações de porte pequeno a médio e que não necessitem de profissionais especializados e de grandes recursos financeiros.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: file:///C:/Users/Tiago/Downloads/6954-Texto%20do%20artigo- 23834-1-10-20141125%20(1).pdf. Acesso em: 12/03/2020.)

Tomando-se por base a norma culta da língua portuguesa, considere as seguintes proposições acerca da frase “A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, (...)” (1º§):

I. Se o termo “permite” fosse substituído pela forma verbal “possibilita”, o acento indicativo de crase antes da palavra “instituições” deveria ser mantido.

II. Se o termo “coordenar” fosse substituído pelo verbo “controlar”, o acento indicativo de crase antes da palavra “atividades” deveria ser empregado.

Assinale a alternativa correta.

 

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1938729 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP

Os desafios impostos aos gestores públicos, como a pressão dos administrados por resultados satisfatórios das ações governamentais e dos órgãos fiscalizadores na observância da legislação que dispõe sobre a responsabilidade administrativa, fazem com que tais gestores tendam a aperfeiçoar sua estrutura de trabalho, para assim maximizar os seus resultados. Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada. A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, bem como facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquicas e a atribuição de competência dos servidores, além da divisão das tarefas e o compartilhamento do poder.

Do ponto de vista conceitual, organização é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis, segundo algum critério. Organizar é também arranjar esses recursos, que podem ser financeiros, humanos, materiais etc., de forma racional, seguindo a lógica e objetivando diminuir oscilações e processos onerosos de trabalho da melhor forma possível. No que diz respeito à estrutura organizacional, a organização administrativa reúne os elementos que constituem uma organização e como ocorre a integração entre eles. Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais. Neste caso, as estruturas são impostas para assegurar que os membros se adequem às especificações da organização, e não o contrário. A estrutura organizacional é a “fotografia” da organização, então, a partir dela, é possível vislumbrar os vínculos de subordinação entre os níveis.

A organização administrativa baseia-se em dois pressupostos fundamentais: a distribuição de competências e a hierarquia. Isso para que haja harmonia e unidade de direção, ainda que sejam estabelecidas relações de coordenação e subordinação entre os vários órgãos que integram a Administração Pública. Ela surge como ferramenta de controle e consulta para auxiliar os gestores públicos a enfrentar as diversas demandas vindas dos administrados. No tocante à organização administrativa pública, trata-se de estruturas clássicas, complexas, com diversos níveis hierárquicos e certa estabilidade, com isso havendo resistência a mudanças, tendendo a ser burocrática e formal.

Na literatura que versa sobre a organização administrativa, encontram-se três tipos de organização, sendo eles informal, formal e militar. A organização informal pode ser descrita como o anjo que unifica socialmente um grupo para que atinja suas necessidades, e pode surgir de forma independente na organização. O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros. Esse modelo traz como vantagens a rapidez nos processos, a redução da comunicação entre os níveis hierárquicos, a motivação e a integração dos membros. Por outro lado, suas desvantagens são o desconhecimento da chefia, a dificuldade de controle e o atrito entre as pessoas.

Já na organização formal, é definida uma estrutura organizacional com metas, objetivos, conjunto de regras e distribuição de papéis entre os seus membros. Isso permite que a organização foque nos objetivos estabelecidos, realize as atividades necessárias para alcançar esses objetivos, considere as habilidades e limitações tecnológicas e o tamanho da organização. Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.

Por fim, a organização militar preza pela disciplina, estando a autoridade presente desde a linha superior até a inferior, sem exceção de níveis. Suas principais vantagens são a unidade de comando, as ordens recebidas de um supervisor e a estrutura simplificada da organização. Contudo, esse modelo é recomendado somente para organizações de porte pequeno a médio e que não necessitem de profissionais especializados e de grandes recursos financeiros.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: file:///C:/Users/Tiago/Downloads/6954-Texto%20do%20artigo- 23834-1-10-20141125%20(1).pdf. Acesso em: 12/03/2020.)

Considerando-se exclusivamente o excerto No tocante à organização administrativa pública, (...)” (3º§), o item sublinhado pode ser substituído pelas seguintes opções que conservam o sentido original da mensagem, EXCETO:

 

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1938728 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP

Os desafios impostos aos gestores públicos, como a pressão dos administrados por resultados satisfatórios das ações governamentais e dos órgãos fiscalizadores na observância da legislação que dispõe sobre a responsabilidade administrativa, fazem com que tais gestores tendam a aperfeiçoar sua estrutura de trabalho, para assim maximizar os seus resultados. Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada. A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, bem como facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquicas e a atribuição de competência dos servidores, além da divisão das tarefas e o compartilhamento do poder.

Do ponto de vista conceitual, organização é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis, segundo algum critério. Organizar é também arranjar esses recursos, que podem ser financeiros, humanos, materiais etc., de forma racional, seguindo a lógica e objetivando diminuir oscilações e processos onerosos de trabalho da melhor forma possível. No que diz respeito à estrutura organizacional, a organização administrativa reúne os elementos que constituem uma organização e como ocorre a integração entre eles. Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais. Neste caso, as estruturas são impostas para assegurar que os membros se adequem às especificações da organização, e não o contrário. A estrutura organizacional é a “fotografia” da organização, então, a partir dela, é possível vislumbrar os vínculos de subordinação entre os níveis.

A organização administrativa baseia-se em dois pressupostos fundamentais: a distribuição de competências e a hierarquia. Isso para que haja harmonia e unidade de direção, ainda que sejam estabelecidas relações de coordenação e subordinação entre os vários órgãos que integram a Administração Pública. Ela surge como ferramenta de controle e consulta para auxiliar os gestores públicos a enfrentar as diversas demandas vindas dos administrados. No tocante à organização administrativa pública, trata-se de estruturas clássicas, complexas, com diversos níveis hierárquicos e certa estabilidade, com isso havendo resistência a mudanças, tendendo a ser burocrática e formal.

Na literatura que versa sobre a organização administrativa, encontram-se três tipos de organização, sendo eles informal, formal e militar. A organização informal pode ser descrita como o anjo que unifica socialmente um grupo para que atinja suas necessidades, e pode surgir de forma independente na organização. O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros. Esse modelo traz como vantagens a rapidez nos processos, a redução da comunicação entre os níveis hierárquicos, a motivação e a integração dos membros. Por outro lado, suas desvantagens são o desconhecimento da chefia, a dificuldade de controle e o atrito entre as pessoas.

Já na organização formal, é definida uma estrutura organizacional com metas, objetivos, conjunto de regras e distribuição de papéis entre os seus membros. Isso permite que a organização foque nos objetivos estabelecidos, realize as atividades necessárias para alcançar esses objetivos, considere as habilidades e limitações tecnológicas e o tamanho da organização. Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.

Por fim, a organização militar preza pela disciplina, estando a autoridade presente desde a linha superior até a inferior, sem exceção de níveis. Suas principais vantagens são a unidade de comando, as ordens recebidas de um supervisor e a estrutura simplificada da organização. Contudo, esse modelo é recomendado somente para organizações de porte pequeno a médio e que não necessitem de profissionais especializados e de grandes recursos financeiros.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: file:///C:/Users/Tiago/Downloads/6954-Texto%20do%20artigo- 23834-1-10-20141125%20(1).pdf. Acesso em: 12/03/2020.)

No excerto “Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.” (5º§), o ponto e vírgula foi utilizado para:

 

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1938727 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP

Os desafios impostos aos gestores públicos, como a pressão dos administrados por resultados satisfatórios das ações governamentais e dos órgãos fiscalizadores na observância da legislação que dispõe sobre a responsabilidade administrativa, fazem com que tais gestores tendam a aperfeiçoar sua estrutura de trabalho, para assim maximizar os seus resultados. Essa estrutura deve ser capaz de avalizar a execução das atividades que são exclusivas da administração pública e, por esse motivo, deve ser constantemente revisada, atualizada e, se preciso, modificada. A organização administrativa permite às instituições coordenar de maneira eficaz as atividades rotineiras, bem como facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquicas e a atribuição de competência dos servidores, além da divisão das tarefas e o compartilhamento do poder.

Do ponto de vista conceitual, organização é o processo de definir o trabalho a ser realizado e as responsabilidades pela realização; é também o processo de distribuir os recursos disponíveis, segundo algum critério. Organizar é também arranjar esses recursos, que podem ser financeiros, humanos, materiais etc., de forma racional, seguindo a lógica e objetivando diminuir oscilações e processos onerosos de trabalho da melhor forma possível. No que diz respeito à estrutura organizacional, a organização administrativa reúne os elementos que constituem uma organização e como ocorre a integração entre eles. Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais. Neste caso, as estruturas são impostas para assegurar que os membros se adequem às especificações da organização, e não o contrário. A estrutura organizacional é a “fotografia” da organização, então, a partir dela, é possível vislumbrar os vínculos de subordinação entre os níveis.

A organização administrativa baseia-se em dois pressupostos fundamentais: a distribuição de competências e a hierarquia. Isso para que haja harmonia e unidade de direção, ainda que sejam estabelecidas relações de coordenação e subordinação entre os vários órgãos que integram a Administração Pública. Ela surge como ferramenta de controle e consulta para auxiliar os gestores públicos a enfrentar as diversas demandas vindas dos administrados. No tocante à organização administrativa pública, trata-se de estruturas clássicas, complexas, com diversos níveis hierárquicos e certa estabilidade, com isso havendo resistência a mudanças, tendendo a ser burocrática e formal.

Na literatura que versa sobre a organização administrativa, encontram-se três tipos de organização, sendo eles informal, formal e militar. A organização informal pode ser descrita como o anjo que unifica socialmente um grupo para que atinja suas necessidades, e pode surgir de forma independente na organização. O líder é escolhido pelo grupo e facilmente pode ser influenciado por sentimentos pessoais dos membros. Esse modelo traz como vantagens a rapidez nos processos, a redução da comunicação entre os níveis hierárquicos, a motivação e a integração dos membros. Por outro lado, suas desvantagens são o desconhecimento da chefia, a dificuldade de controle e o atrito entre as pessoas.

Já na organização formal, é definida uma estrutura organizacional com metas, objetivos, conjunto de regras e distribuição de papéis entre os seus membros. Isso permite que a organização foque nos objetivos estabelecidos, realize as atividades necessárias para alcançar esses objetivos, considere as habilidades e limitações tecnológicas e o tamanho da organização. Também são necessárias, para o bom funcionamento deste modelo: a divisão de responsabilidades por meio da departamentalização e da especialização; a distribuição de poder; a integralização de um sistema eficaz de comunicação para todas as unidades da organização; e a adoção de um processo decisório, que consiste em compreender o cenário institucional para que sejam tomadas decisões baseadas em informações reais e atualizadas.

Por fim, a organização militar preza pela disciplina, estando a autoridade presente desde a linha superior até a inferior, sem exceção de níveis. Suas principais vantagens são a unidade de comando, as ordens recebidas de um supervisor e a estrutura simplificada da organização. Contudo, esse modelo é recomendado somente para organizações de porte pequeno a médio e que não necessitem de profissionais especializados e de grandes recursos financeiros.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: file:///C:/Users/Tiago/Downloads/6954-Texto%20do%20artigo- 23834-1-10-20141125%20(1).pdf. Acesso em: 12/03/2020.)

Na frase “Sua importância revela-se à medida que permite o desenho e o consequente atendimento das metas organizacionais.” (2º§), a locução conjuntiva sublinhada:

I. Expressa ideia de proporção.

II. É coordenativa conclusiva.

III. Deveria ser escrita sem crase.

Está correto o que se afirma apenas em

 

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1938726 Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Funprev Bauru-SP
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“A é a investidura em cargo mais compatível com a capacidade do funcionário e dependerá sempre de inspeção médica.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

 

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