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Foram encontradas 120 questões.

As sessões legislativas ordinárias têm a duração de nove meses e meio e são divididas em dois períodos, sendo o primeiro iniciado em 1.º de fevereiro e o segundo, em 1.º de agosto.
 

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A denominação Câmara Legislativa decorre da fusão dos nomes atribuídos às casas legislativas dos municípios e dos estados-membros da Federação, respectivamente.
 

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Acerca da elaboração, redação, alteração e consolidação das leis do DF, julgue os seguintes itens.
No âmbito do Poder Legislativo do DF, denomina-se lei complementar aquela que disciplina matéria que a LODF determina como seu objeto, e resolução, a lei que disciplina, com efeito externo, matéria de competência privativa da CLDF.
 

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Acerca da elaboração, redação, alteração e consolidação das leis do DF, julgue os seguintes itens.
O procedimento legislativo, disciplinado pelo Regimento Interno da CLDF, pode ser ordinário, sumário ou especial.
 

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Acerca da elaboração, redação, alteração e consolidação das leis do DF, julgue os seguintes itens.
Procedimento legislativo é o conjunto de atos pré-ordenados que objetivam a formação das leis mediante a colaboração entre os poderes do DF.
 

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598827 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

A localização da nova capital, no interior do país, deriva de uma concepção geopolítica estratégica. Apesar de inexistirem estudos demarcatórios relativos ao território escolhido, a questão da segurança em face de um ataque externo — em uma época ainda marcada pelas guerras convencionais — foi decisiva pela escolha de uma área distante do litoral e afastada de bacias hidrográficas.

 

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598822 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Resultado de um planejamento poucas vezes visto no país, o Plano Piloto de Brasília e as cidades que compõem a área geográfica do DF completaram 45 anos de existência conseguindo, a despeito de determinadas alterações inevitáveis, manter viva a utopia de seus criadores, a de uma cidade moderna e igualitária.

 

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598821 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Figura central na construção de Brasília, o candango retrata a paisagem social e humana de um país que se movimentava celeremente. Era o Brasil dos anos 50 do século passado, que se urbanizava com extraordinária rapidez e cujo dinamismo econômico, impulsionado pela industrialização, atraía milhares de habitantes que faziam o caminho do campo em direção às cidades.

 

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598816 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Entre os nomes que se notabilizaram na edificação da nova capital brasileira, podem ser citados o engenheiro Israel Pinheiro, que dirigiu as obras, o arquiteto Lúcio Costa, autor do projeto urbanístico adotado, e Oscar Niemeyer, responsável pelos projetos que conferiram à arquitetura de Brasília traços modernos e singulares.

 

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598812 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.

A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.

Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.

Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e

sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).

Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.

Verificou-se, na construção de Brasília, a característica que marcou a administração JK nos mais diversos setores: a utilização de grupos e órgãos técnicos executivos como forma de acelerar os trabalhos e fugir das amarras paralisantes da tradicional máquina burocrática oficial.

 

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