Foram encontradas 120 questões.
As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.
A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.
Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.
Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e
sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).
Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.
A aprovação unânime da lei que deu ao presidente Juscelino as condições para iniciar a construção de Brasília, tal como informado no texto, desmente a tese largamente difundida de que o processo de transferência da capital para o interior do país, bem como o próprio governo de JK tenham sofrido pesada oposição política.
Provas
As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.
A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.
Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.
Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e
sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).
Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.
Infere-se do texto que o fracasso de uma das metas propostas por JK, justamente a que se referia à expansão da malha ferroviária brasileira, projeto que efetivamente não se concretizou, retirou de Brasília o sentido original integracionista que presidiu sua construção.
Provas
As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.
A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.
Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.
Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e
sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).
Tendo o texto de Celso Lafer, como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item que se segue.
Em sua breve história, Brasília já conheceu graves crises políticas, a exemplo da renúncia de Jânio Quadros, da deposição de João Goulart e, sob o regime militar, do fechamento do Congresso Nacional e da invasão da Universidade de Brasília. A nova capital testemunhou, também, expressivas manifestações populares de rua, entre as quais podem ser citados o sepultamento de JK, a campanha pelas eleições diretas e o movimento pelo impeachment do presidente Collor.
Provas
As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.
A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.
Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.
Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e
sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item seguinte.
Resultado de uma decisão política, nascida de compromisso assumido em plena campanha presidencial, a construção da nova capital brasileira no Planalto Central do país não se enquadrava no plano de metas de JK e, sob o ponto de vista da política antiinflacionária praticada no período, chegava mesmo a contradizê-lo.
Provas
As idéias que nortearam a construção de Brasília partiram da noção de ponto de crescimento. Nas palavras de Juscelino Kubitschek de Oliveira: “Brasília será a chave de um processo de desenvolvimento que transformará o arquipélago econômico que é o Brasil em um continente econômico integrado”. Os preparativos para a construção de Brasília começaram em 1956, e, em 1960, era inaugurada a nova capital. Calcula-se que a construção de Brasília mobilizou de 2% a 3% do Produto Nacional Bruto (PNB) durante o período. A transferência da capital foi, de fato, um ponto de crescimento, pois graças à meta 7 (construção de ferrovias) e, especialmente, às metas 8 e 9 (construção e pavimentação de rodovias), o “arquipélago econômico” começou a transformar-se em um espaço econômico integrado.
A construção de Brasília foi, para JK, uma decisão prioritária. Ainda em plena campanha eleitoral, em um discurso em Goiás, ele apresentava a transferência da capital como um dos objetivos de seu governo. Em 1956, novamente em Goiás, na cidade de Anápolis, JK pediu ao Congresso que examinasse a questão e desse ao governo os meios para alcançar aquele objetivo. Em setembro, daquele mesmo ano, foi sancionada a lei que autorizava o Poder Executivo a tomar as providências para acelerar a construção da nova capital, após ter sido aprovada por unanimidade no Congresso.
Seguindo o “modelo” da preparação para a implementação das outras metas, JK criou um órgão independente (NOVACAP), encarregado do planejamento e da execução da meta-síntese. O novo órgão transformou-se também no locus de absorção das incertezas inerentes à construção da nova capital, compondo-se de técnicos altamente qualificados e dispondo de amplos poderes decisórios e executivos.
Celso Lafer. JK e o programa de metas (1956–1961): processo de planejamento e
sistema político no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2002, p. 147-8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília e ao DF, julgue o item seguinte.
Nas palavras do presidente, reproduzidas no texto, fica claro que Brasília deveria desempenhar o papel de centro indutor do desenvolvimento nacional, sem aprofundar as marcantes diferenças regionais existentes. Nesse sentido, ela deveria promover a integração econômica de um país que buscava modernizar-se.
Provas
Lançar uma palavra aos quatro ventos como se entendêssemos do que se trata não quer dizer que a gente viva segundo ela. A ética, por exemplo, tem sido expulsa de muitos dos nossos cenários atuais, em que é mais citada do que vivida. Há de nos contemplar, consternada, a pobre senhora: não do Olimpo dos deuses inatingíveis, mas nas esquinas da nossa mais simples humanidade, onde a abandonamos em troca de comportamentos irracionais, corruptos ou boçais, desrespeitosos ou grotescos, segundo o jeito e a vivência de cada um.
Lya Luft. Em outras palavras. Veja, 30/11/2005.
Referentemente ao texto de Lya Luft, julgue o item a seguir.
O texto defende a idéia de que palavras e ações constituem dupla de tal modo coesa que as palavras são efetivamente verdadeiras quando se fala delas e se age segundo o que elas significam.
Provas
Lançar uma palavra aos quatro ventos como se entendêssemos do que se trata não quer dizer que a gente viva segundo ela. A ética, por exemplo, tem sido expulsa de muitos dos nossos cenários atuais, em que é mais citada do que vivida. Há de nos contemplar, consternada, a pobre senhora: não do Olimpo dos deuses inatingíveis, mas nas esquinas da nossa mais simples humanidade, onde a abandonamos em troca de comportamentos irracionais, corruptos ou boçais, desrespeitosos ou grotescos, segundo o jeito e a vivência de cada um.
Lya Luft. Em outras palavras. Veja, 30/11/2005.
Referentemente ao texto de Lya Luft, julgue o item a seguir.
Aplicada à sermonística, a tese do texto encontra consonância nos dizeres de Vieira no Sermão da Sexagésima: “Ter nome de pregador, ou ser pregador de nome não importa nada; as ações, a vida, o exemplo, as obras são as que convertem o mundo”.
Provas
Lançar uma palavra aos quatro ventos como se entendêssemos do que se trata não quer dizer que a gente viva segundo ela. A ética, por exemplo, tem sido expulsa de muitos dos nossos cenários atuais, em que é mais citada do que vivida. Há de nos contemplar, consternada, a pobre senhora: não do Olimpo dos deuses inatingíveis, mas nas esquinas da nossa mais simples humanidade, onde a abandonamos em troca de comportamentos irracionais, corruptos ou boçais, desrespeitosos ou grotescos, segundo o jeito e a vivência de cada um.
Lya Luft. Em outras palavras. Veja, 30/11/2005.
Referentemente ao texto de Lya Luft, julgue o item a seguir.
O parágrafo está construído segundo o que se considera o padrão de um parágrafo: o primeiro período encerra o tópico frasal; no segundo, consta o desenvolvimento por exemplificação; o terceiro apresenta a conclusão.
Provas
Lançar uma palavra aos quatro ventos como se entendêssemos do que se trata não quer dizer que a gente viva segundo ela. A ética, por exemplo, tem sido expulsa de muitos dos nossos cenários atuais, em que é mais citada do que vivida. Há de nos contemplar, consternada, a pobre senhora: não do Olimpo dos deuses inatingíveis, mas nas esquinas da nossa mais simples humanidade, onde a abandonamos em troca de comportamentos irracionais, corruptos ou boçais, desrespeitosos ou grotescos, segundo o jeito e a vivência de cada um.
Lya Luft. Em outras palavras. Veja, 30/11/2005.
Referentemente ao texto de Lya Luft, julgue o item a seguir.
No texto, “Lançar uma palavra aos quatro ventos” é sujeito de “não quer dizer”; o verbo haver em “Há de nos contemplar” é impessoal; são co-referenciais os termos: “ela”, “ética” e “a pobre senhora”.
Provas
Texto
As conseqüências da escravidão não atingiram apenas os negros. Do ponto de vista que aqui nos interessa — a formação do cidadão —, a escravidão afetou tanto o escravo como o senhor. Se o escravo não desenvolvia a consciência de seus direitos civis, o senhor tampouco o fazia. O senhor não admitia os direitos dos escravos e exigia privilégios para si próprio. Se um estava abaixo da lei, o outro se considerava acima. A libertação dos escravos não trouxe consigo a igualdade efetiva. Essa igualdade era afirmada nas leis, mas negada na prática. Ainda hoje, apesar das leis, aos privilégios e à arrogância de poucos correspondem o desfavorecimento e a humilhação de muitos.
José Murilo de Carvalho. Cidadania no Brasil: o longo caminho.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 53 (com adaptações).
A respeito das idéias do texto acima, julgue o item seguinte.
De acordo com a linha de raciocínio desenvolvida no texto, deduz-se que, apesar da brutal assimetria entre escravos e senhores — os primeiros reduzidos a “coisas” de propriedade dos segundos —, foram ambos vítimas de uma mesma escravidão que lhes barrou o desenvolvimento da consciência dos direitos civis.
Provas
Caderno Container