Foram encontradas 120 questões.
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
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Um homem, com 38 anos de idade, procurou o pronto-socorro relatando que há seis horas vinha apresentando dor intensa no abdome (flanco direito). Negou vômito, febre, constipação ou diarréia. Relatou ter fumado crack duas horas antes do início da dor. Negou precordialgia, falta de ar, história de úlcera péptica e outras doenças prévias. É tabagista e etilista leve. O exame físico mostrou paciente com fáscies de dor, pressão arterial de 110 mmHg × 72 mmHg, freqüência cardíaca de 74 bpm, 17 respirações por minuto, temperatura axilar de 36,8 ºC, abdome difusamente doloroso à palpação com dor à descompressão brusca, presença do sinal de Jobert, sem tumorações palpáveis e ausência de dor ou sangramento ao toque retal. O restante do exame foi considerado normal. Os exames laboratoriais revelaram eletrólitos, função hepática e urina (EAS) normais. O hemograma mostrou 13.000 leucócitos por milímetro cúbico (60% neutrófilos, 28% linfócitos), hematócrito de 36% e 280.000 plaquetas por milímetro cúbico. Radiografias simples de abdome evidenciaram padrão inespecífico de distribuição gasosa. Radiografia de tórax revelou área cardíaca normal e presença de ar livre sob o diafragma.
Com base nessa situação clínica hipotética, julgue o item a seguir.
O sinal de Jobert indica a presença de uma equimose na região periumbilical.
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Texto
Uma mulher, com 62 anos de idade, procurou o setor de emergência de um hospital relatando que há cerca de dezoito horas passou subitamente a apresentar dor retroesternal, em aperto, de forte intensidade, irradiada para o braço esquerdo, associada a sudorese profusa. É portadora de hipertensão arterial sistêmica há cinco anos — em uso irregular de medicação — e ex-tabagista. O exame clínico mostrou pressão arterial de 270 mmHg × 150 mmHg, freqüência cardíaca de 100 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos (por quarta bulha), bulhas hipofonéticas, sem sopros, pulmões limpos, abdome e extremidades sem anormalidades. Os exames laboratoriais revelaram dosagens de níveis séricos de CPK = 400 UI/L (valor de referência até 190 UI/L), CK-MB = 100 UI/L (valor de referência até 25 UI/L) e troponina I = 4,0 ng/mL (valor de referência até 1,0 ng/mL). Os traçados eletrocardiográficos (calibração: 1 cm = 1 mV, velocidade do papel = 25 mm/s) realizados na admissão são apresentados a seguir.

Ainda em relação ao caso clínico hipotético reportado no texto, considere que, a despeito da abordagem terapêutica, a paciente apresentou perda da consciência, quando foi registrado o seguinte traçado feito a partir de derivação do monitor cardíaco (derivação MC5, velocidade do papel de 25 mm/s, calibração: 1 cm = 1 mV).

Considerando esses novos elementos, julgue o item subseqüente.
Nessa situação, deve-se imediatamente realizar a reanimação cardiorrespiratória. Inicialmente, deve-se manter as vias aéreas pérvias — de preferência por meio de intubação orotraqueal —, seguida de ventilação com AMBU e, em seqüência, iniciar as massagens cardíacas externas. Após essas manobras, deve-se proceder à desfibrilação elétrica, acionando o botão de sincronização do aparelho cardioversor/desfibrilador.
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Texto
Uma mulher, com 62 anos de idade, procurou o setor de emergência de um hospital relatando que há cerca de dezoito horas passou subitamente a apresentar dor retroesternal, em aperto, de forte intensidade, irradiada para o braço esquerdo, associada a sudorese profusa. É portadora de hipertensão arterial sistêmica há cinco anos — em uso irregular de medicação — e ex-tabagista. O exame clínico mostrou pressão arterial de 270 mmHg × 150 mmHg, freqüência cardíaca de 100 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos (por quarta bulha), bulhas hipofonéticas, sem sopros, pulmões limpos, abdome e extremidades sem anormalidades. Os exames laboratoriais revelaram dosagens de níveis séricos de CPK = 400 UI/L (valor de referência até 190 UI/L), CK-MB = 100 UI/L (valor de referência até 25 UI/L) e troponina I = 4,0 ng/mL (valor de referência até 1,0 ng/mL). Os traçados eletrocardiográficos (calibração: 1 cm = 1 mV, velocidade do papel = 25 mm/s) realizados na admissão são apresentados a seguir.

Ainda em relação ao caso clínico hipotético reportado no texto, considere que, a despeito da abordagem terapêutica, a paciente apresentou perda da consciência, quando foi registrado o seguinte traçado feito a partir de derivação do monitor cardíaco (derivação MC5, velocidade do papel de 25 mm/s, calibração: 1 cm = 1 mV).

Considerando esses novos elementos, julgue o item subseqüente.
Esse traçado representa a principal causa de morte na doença apresentada pela paciente hipotética.
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Texto
Uma mulher, com 62 anos de idade, procurou o setor de emergência de um hospital relatando que há cerca de dezoito horas passou subitamente a apresentar dor retroesternal, em aperto, de forte intensidade, irradiada para o braço esquerdo, associada a sudorese profusa. É portadora de hipertensão arterial sistêmica há cinco anos — em uso irregular de medicação — e ex-tabagista. O exame clínico mostrou pressão arterial de 270 mmHg × 150 mmHg, freqüência cardíaca de 100 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos (por quarta bulha), bulhas hipofonéticas, sem sopros, pulmões limpos, abdome e extremidades sem anormalidades. Os exames laboratoriais revelaram dosagens de níveis séricos de CPK = 400 UI/L (valor de referência até 190 UI/L), CK-MB = 100 UI/L (valor de referência até 25 UI/L) e troponina I = 4,0 ng/mL (valor de referência até 1,0 ng/mL). Os traçados eletrocardiográficos (calibração: 1 cm = 1 mV, velocidade do papel = 25 mm/s) realizados na admissão são apresentados a seguir.

Ainda em relação ao caso clínico hipotético descrito no texto, admita que, durante o atendimento na sala de emergência, a paciente passou a apresentar mal-estar geral, sonolência e escurecimento visual. O exame clínico mostrou, nessa ocasião, pressão arterial de 95 mmHg × 55 mmHg e freqüência cardíaca de 35 bpm. O registro eletrocardiográfico feito a partir de derivação do monitor cardíaco é apresentado abaixo (derivação MC5, velocidade do papel de 25 mm/s, calibração: 1 cm = 1 mV).

Com referência a esses novos dados, julgue o próximo item.
Nessa situação hipotética, a arritmia expressa na tira de ritmo associa-se a prognóstico desfavorável a médio e longo prazos.
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Uma mulher, com 62 anos de idade, procurou o setor de emergência de um hospital relatando que há cerca de dezoito horas passou subitamente a apresentar dor retroesternal, em aperto, de forte intensidade, irradiada para o braço esquerdo, associada a sudorese profusa. É portadora de hipertensão arterial sistêmica há cinco anos — em uso irregular de medicação — e ex-tabagista. O exame clínico mostrou pressão arterial de 270 mmHg × 150 mmHg, freqüência cardíaca de 100 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos (por quarta bulha), bulhas hipofonéticas, sem sopros, pulmões limpos, abdome e extremidades sem anormalidades. Os exames laboratoriais revelaram dosagens de níveis séricos de CPK = 400 UI/L (valor de referência até 190 UI/L), CK-MB = 100 UI/L (valor de referência até 25 UI/L) e troponina I = 4,0 ng/mL (valor de referência até 1,0 ng/mL). Os traçados eletrocardiográficos (calibração: 1 cm = 1 mV, velocidade do papel = 25 mm/s) realizados na admissão são apresentados a seguir.

Ainda em relação ao caso clínico hipotético descrito no texto, admita que, durante o atendimento na sala de emergência, a paciente passou a apresentar mal-estar geral, sonolência e escurecimento visual. O exame clínico mostrou, nessa ocasião, pressão arterial de 95 mmHg × 55 mmHg e freqüência cardíaca de 35 bpm. O registro eletrocardiográfico feito a partir de derivação do monitor cardíaco é apresentado abaixo (derivação MC5, velocidade do papel de 25 mm/s, calibração: 1 cm = 1 mV).

Com referência a esses novos dados, julgue o próximo item.
O tratamento dessa complicação deve ser feito por meio de infusão de atropina intravenosa e, caso seja necessário, a terapêutica pode ser complementada por meio do uso de sistema de marcapasso artificial (transcutâneo ou transvenoso).
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Texto
Uma mulher, com 62 anos de idade, procurou o setor de emergência de um hospital relatando que há cerca de dezoito horas passou subitamente a apresentar dor retroesternal, em aperto, de forte intensidade, irradiada para o braço esquerdo, associada a sudorese profusa. É portadora de hipertensão arterial sistêmica há cinco anos — em uso irregular de medicação — e ex-tabagista. O exame clínico mostrou pressão arterial de 270 mmHg × 150 mmHg, freqüência cardíaca de 100 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos (por quarta bulha), bulhas hipofonéticas, sem sopros, pulmões limpos, abdome e extremidades sem anormalidades. Os exames laboratoriais revelaram dosagens de níveis séricos de CPK = 400 UI/L (valor de referência até 190 UI/L), CK-MB = 100 UI/L (valor de referência até 25 UI/L) e troponina I = 4,0 ng/mL (valor de referência até 1,0 ng/mL). Os traçados eletrocardiográficos (calibração: 1 cm = 1 mV, velocidade do papel = 25 mm/s) realizados na admissão são apresentados a seguir.

Com relação ao caso hipotético apresentado no texto, julgue o item que se segue.
As informações clínico-laboratoriais apontam para o diagnóstico de infarto do miocárdio em parede ínfero-posterior.
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Texto
Uma mulher, com 62 anos de idade, procurou o setor de emergência de um hospital relatando que há cerca de dezoito horas passou subitamente a apresentar dor retroesternal, em aperto, de forte intensidade, irradiada para o braço esquerdo, associada a sudorese profusa. É portadora de hipertensão arterial sistêmica há cinco anos — em uso irregular de medicação — e ex-tabagista. O exame clínico mostrou pressão arterial de 270 mmHg × 150 mmHg, freqüência cardíaca de 100 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos (por quarta bulha), bulhas hipofonéticas, sem sopros, pulmões limpos, abdome e extremidades sem anormalidades. Os exames laboratoriais revelaram dosagens de níveis séricos de CPK = 400 UI/L (valor de referência até 190 UI/L), CK-MB = 100 UI/L (valor de referência até 25 UI/L) e troponina I = 4,0 ng/mL (valor de referência até 1,0 ng/mL). Os traçados eletrocardiográficos (calibração: 1 cm = 1 mV, velocidade do papel = 25 mm/s) realizados na admissão são apresentados a seguir.

Com relação ao caso hipotético apresentado no texto, julgue o item que se segue.
A situação clínica não é classificada como emergência hipertensiva, pois a elevação da pressão arterial é decorrente apenas da dor torácica vivenciada pela paciente.
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Uma mulher negra, com 38 anos de idade e 33 semanas de gestação, foi atendida no serviço de emergência em decorrência de convulsão generalizada tipo tônico-clônica ocorrida trinta minutos antes. Relatou que, após o episódio convulsivo, estava apresentando cefaléia, turvação visual, dor epigástrica e sonolência. Fez duas consultas de acompanhamento pré-natal no primeiro trimestre da gestação, nas quais não foram constatadas alterações clínicas nem laboratoriais. O exame físico apresentou paciente ictérica, sonolenta, com pressão arterial de 193 mmHg × 124 mmHg, freqüência cardíaca de 100 bpm, com edema generalizado, abdome gravídico e batimentos cardíacos fetais audíveis. Os exames cardíaco e respiratório foram normais. Os exames laboratoriais evidenciam exame de urina (EAS) com proteinúria (+3/+4); o esfregaço do sangue periférico mostrou esquizócitos (8% por campo) e leucocitometria normal. Os resultados de outros exames estão relatados na tabela abaixo.
| exame | valor encontrado | intervalo de referência |
| hemoglobina | 8 g/dL | 10 g/dL a 13 g/dL |
| plaquetas | 95 × 103 mm-3 | 150 × 103 mm-3 a 450 × 103 mm-3 |
| creatinina | 0,8 mg/dL | 0,6 mg/dL a 1,2 mg/dL |
| TGO | 180 UI/L | 10 UI/L a 30 UI/L |
| TGP | 300 UI/L | 10 UI/L a 40 UI/L |
| bilirrubina total | 3,0 mg/dL | 0,2 mg/dL a 1,2 mg/dL |
| DHL | 890 UI/L | 208 UI/L a 378 UI/L |
| bilirrubina indireta | 2,2 mg/dL | – |
| ácido úrico | 8,0 mg/dL | 2,6 mg/dL a 6,0 mg/dL |
Acerca dessa situação clínica hipotética, julgue o item subseqüente.
Os achados laboratoriais são sugestivos de anemia hemolítica microangiopática.
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Uma mulher negra, com 38 anos de idade e 33 semanas de gestação, foi atendida no serviço de emergência em decorrência de convulsão generalizada tipo tônico-clônica ocorrida trinta minutos antes. Relatou que, após o episódio convulsivo, estava apresentando cefaléia, turvação visual, dor epigástrica e sonolência. Fez duas consultas de acompanhamento pré-natal no primeiro trimestre da gestação, nas quais não foram constatadas alterações clínicas nem laboratoriais. O exame físico apresentou paciente ictérica, sonolenta, com pressão arterial de 193 mmHg × 124 mmHg, freqüência cardíaca de 100 bpm, com edema generalizado, abdome gravídico e batimentos cardíacos fetais audíveis. Os exames cardíaco e respiratório foram normais. Os exames laboratoriais evidenciam exame de urina (EAS) com proteinúria (+3/+4); o esfregaço do sangue periférico mostrou esquizócitos (8% por campo) e leucocitometria normal. Os resultados de outros exames estão relatados na tabela abaixo.
| exame | valor encontrado | intervalo de referência |
| hemoglobina | 8 g/dL | 10 g/dL a 13 g/dL |
| plaquetas | 95 × 103 mm-3 | 150 × 103 mm-3 a 450 × 103 mm-3 |
| creatinina | 0,8 mg/dL | 0,6 mg/dL a 1,2 mg/dL |
| TGO | 180 UI/L | 10 UI/L a 30 UI/L |
| TGP | 300 UI/L | 10 UI/L a 40 UI/L |
| bilirrubina total | 3,0 mg/dL | 0,2 mg/dL a 1,2 mg/dL |
| DHL | 890 UI/L | 208 UI/L a 378 UI/L |
| bilirrubina indireta | 2,2 mg/dL | – |
| ácido úrico | 8,0 mg/dL | 2,6 mg/dL a 6,0 mg/dL |
Acerca dessa situação clínica hipotética, julgue o item subseqüente.
O diagnóstico clínico é de eclâmpsia associada à síndrome HELLP.
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