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Foram encontradas 268 questões.

1934235 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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O dia em que a Suécia acordou com o trânsito ‘virado do avesso’

“Emocionante” é a palavra mais usada por Jan Ramqvist, de 77 anos, para descrever a sensação de participar da missão que mudou a rotina de motoristas e ciclistas suecos em todo o país: começar a dirigir, pela primeira vez, no lado direito da pista.

Ramqvist era um engenheiro de tráfego recém-formado, de 26 anos, na cidade de Malmö, quando a polêmica mudança de mão foi implementada, em 3 de setembro de 1967. A data é oficialmente conhecida como Högertrafikomläggningen (desvio do tráfego para a direita, em tradução livre) ou simplesmente Dagen H (Dia-H). A missão de Ramqvist e seus colegas era ajudar a colocar a Suécia na mesma “direção” que seus vizinhos europeus – a maioria havia seguido a tendência mundial de dirigir carros à direita.

Além de melhorar a reputação internacional do país, o governo sueco estava cada vez mais preocupado com a segurança. O número de veículos registrados nas estradas havia disparado de 862.992 na década anterior para 1.976.248 na época do Dagen H, segundo a Statistics Sweden. A população do país era de cerca de 7,8 milhões.

Apesar de seguirem a mão inglesa, muitos suecos já possuíam carros com o volante no lado esquerdo, próprios para a direção pela direita – fossem comprados no exterior ou mesmo dos principais fabricantes de carros suecos, como a Volvo, que escolheram seguir a tendência.

Mas acreditava-se que essa fosse uma das causas do aumento no número de acidentes de trânsito fatais – de 595 em 1950 para 1.313 em 1966 –, juntamente à ocorrência frequente de colisões nas fronteiras da Suécia com a Dinamarca, Noruega e Finlândia.

“O mercado de carros na Suécia não era tão grande e costumávamos comprar carros com volante à esquerda”, explica Lars Magnusson, professor de história econômica da Universidade de Uppsala, na Suécia. “Mas isso significava que você estaria sentado do lado oposto do que fazia sentido.”

No período que antecedeu o Dagen H, cada município teve de lidar com diversas questões – desde repintar as marcações nas estradas até realocar sinais de trânsito e pontos de ônibus. [...]

Cerca de 360 mil placas de trânsito tiveram de ser trocadas em todo o país, o que foi feito em um único dia antes da inversão da mão. Funcionários municipais e militares trabalharam juntos até tarde da noite para garantir que a tarefa fosse cumprida antes do Dagen H, um domingo. Para isso, todo o tráfego, exceto o essencial, foi interditado nas estradas.

Mas, quando o Dagen H finalmente chegou, o trabalho árduo parecia ter valido a pena. Os suecos começaram a

dirigir com cautela do lado direito das estradas de todo o país, precisamente às 5h da manhã de 3 de setembro de 1967, após uma contagem regressiva no rádio.

Olof Palme, o ministro sueco da Comunicação (que mais tarde se tornou primeiro-ministro), entrou no ar para dizer que o movimento representava “uma mudança muito grande em nossa existência diária, em nossa vida cotidiana”. “Eu ouso dizer que nunca antes um país investiu tanto trabalho pessoal e dinheiro para alcançar uniformidade com as regras de tráfego internacional”, anunciou.

No total, o projeto custou o equivalente a cerca de 2,6 bilhões de coroas suecas (US$ 316 milhões) em valores atuais. Mas o historiador econômico Lars Magnusson argumenta que esse valor é relativamente baixo, dada a escala do plano – o maior projeto de infraestrutura que a Suécia já viu. Para efeito de comparação, basta olhar o orçamento total de 2017 concedido à Administração Sueca de Transportes (agência do governo responsável pelo planejamento de transportes) para estradas e ferrovias – cerca de 25 bilhões de coroas suecas (US$ 2,97 bilhões).

Em termos de segurança, o projeto foi declarado um sucesso quase imediatamente. À medida que os suecos iniciavam sua semana de trabalho, no dia seguinte ao Dagen H, 157 acidentes de trânsito de pequeno porte foram registrados em todo o país, um pouco abaixo da média de uma segunda-feira típica. Ninguém morreu nos acidentes.

No total, 1.077 pessoas morreram em acidentes e 21.001 ficaram feridas em 1967, ano do Dagen H, menos que em 1965, quando foram registrados 1.313 mortos e 23.618 feridos. Isso se deve em grande parte à cautela extra adotada pelos suecos após a transição e à campanha nacional promovida pelo Estado. Levou mais três anos até que as taxas de acidentes e mortes retornassem aos seus níveis originais, período em que o número de carros continuou a aumentar rapidamente em todo o país.

O investimento em planejamento e logística necessários para preparar as estradas ajudou claramente a evitar a confusão entre os motoristas. Mas grande parte do orçamento do governo para o Dagen H também foi gasto em iniciativas de comunicação destinadas a educar os suecos sobre a mudança. Na teoria, não parecia fácil: em um referendo realizado em 1955, 83% da população tinha sido contra a alteração.

A campanha educativa contemplava anúncios de televisão, rádio e jornais, além de palestras nas escolas. O Dagen H tinha seu próprio logotipo, estampado em outdoors, ônibus e caixas de leite. Houve até um concurso para selecionar uma trilha sonora para a mudança – a música Håll dig till höger Svensson (título do livro de Peter Kronborg) foi selecionada em uma votação nacional, chegando ao top cinco da parada de sucessos sueca.

Enquanto isso, a televisão estatal contratou celebridades globais para aparecer em seus programas mais populares, projetados para atrair grandes audiências, que seriam informadas sobre o Dagen H. “Os políticos perceberam que não era suficiente ter um programa educativo, precisavam de uma campanha publicitária”, ri Kronborg. “A ambição não era atingir 99%, mas 100%.”

Ao mesmo tempo, Lars Magnusson acrescenta que a “cultura do conformismo” e a confiança nas autoridades da época prevaleceram, ajudando a possibilitar a mudança da opinião pública. “Naquela época, a imprensa era menos crítica e estava relatando o que diziam os especialistas. Se os especialistas afirmassem que não seria muito caro e que beneficiaria a todos, suponho que a mídia aceitaria e que o público aceitaria também.”

(SAVAGE, Maddy. O dia em que a Suécia acordou com o trânsito “virado do avesso”. BBC CAPITAL, 28 set. 2018. Tradução disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-45592900.)

Essa reportagem foi escrita com a finalidade de:

 

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1934195 Ano: 2020
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná

Controle interno é um processo integrado e estruturado para enfrentar riscos e fornecer razoável segurança de que na consecução da missão da entidade os seguintes objetivos gerais serão alcançados, EXCETO:

 

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1934163 Ano: 2020
Disciplina: Arquivologia
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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Tendo em vista uma melhor gestão do sistema de arquivos de uma determinada organização, seja ela pública ou privada, é muito importante que os diversos documentos que são gerados pelas rotinas administrativas, produtivas ou comerciais, sejam catalogados e direcionados de acordo com o seu nível de utilização. O tipo de arquivo direcionado à guarda de documentos de uso frequente e contínuo, que deve ser permanentemente atualizado, é conhecido como:

 

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1934152 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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Virgin Hyperloop: como foi o 1º teste de transporte futurista que poderia fazer distância Rio-SP em menos de meia hora

A empresa americana de tecnologia de transporte Virgin Hyperloop fez seu primeiro teste de viagem com passageiros, no deserto em Nevada, nos Estados Unidos.

O conceito de transporte futurista envolve cápsulas dentro de tubos de vácuo que transportam passageiros em alta velocidade. No teste, dois passageiros, ambos funcionários da empresa, percorreram a distância de uma pista de teste de 500 metros em 15 segundos, atingindo o equivalente a 172 km/h. No entanto, esta é uma fração das ambições da Virgin para velocidades de viagem superiores a 1.000 km/h. Nesse cenário, seria possível fazer o equivalente à distância Rio-SP em menos de meia hora.

A Virgin Hyperloop não é a única empresa desenvolvendo o conceito, mas nenhuma transportou passageiros antes. Sara Luchian, diretora de experiência do cliente, foi uma das duas pessoas a bordo e descreveu a experiência à BBC como “estimulante psicológica e fisicamente”, logo após o evento. Ela e o diretor de tecnologia, Josh Giegel, usaram calças simples de lã e jeans em vez de macacões para o evento, que aconteceu na tarde de domingo (08/11) nos arredores de Las Vegas.

Luchian disse que a viagem foi tranquila e “nada parecida com uma montanha-russa”, embora a aceleração tenha sido mais “veloz” do que seria com uma pista mais longa. Nenhum deles se sentiu mal, ela acrescentou.

Ela disse que a velocidade deles foi prejudicada pelo comprimento da pista e pela aceleração necessária.

O conceito, que passou anos em desenvolvimento, se baseia em uma proposta do fundador da Tesla, Elon Musk. Alguns críticos o descreveram como ficção científica. Ele é baseado nos comboios de levitação magnética (maglev) mais velozes do mundo, tornados mais rápidos pela velocidade dentro de tubos de vácuo. O recorde mundial de velocidade de trem maglev foi estabelecido em 2015, quando um trem japonês atingiu 374 mph (600 km/h) em um teste perto do Monte Fuji.

Fundada em 2014, a Virgin Hyperloop recebeu investimento do Virgin Group em 2017. Era anteriormente conhecida como Hyperloop One e Virgin Hyperloop One. Em uma entrevista à BBC em 2018, o então chefe da Virgin Hyperloop One, Rob Lloyd, que já deixou a empresa, disse que a velocidade permitiria, em teoria, as pessoas viajarem entre os aeroportos de Gatwick e Heathrow, a cerca de 70 quilômetros de distância em Londres, em apenas quatro minutos.

A Virgin Hyperloop, sediada em Los Angeles, também está explorando modelos em outros países, incluindo uma conexão hipotética de 12 minutos entre Dubai e Abu Dhabi, que leva mais de uma hora pelo transporte público existente. Os críticos apontaram que os sistemas de viagens Hyperloop envolveriam a tarefa considerável de obter permissão de planejamento e, em seguida, construir vastas redes de tubos para cada caminho de viagem.

Luchian reconhece as dificuldades potenciais. “É claro que há muita infraestrutura a ser construída, mas acho que mitigamos muitos riscos que as pessoas não pensavam que fossem possíveis.” Ela acrescentou: “A infraestrutura é um foco muito importante para tantas pessoas no governo. Sabemos que as pessoas estão procurando soluções. Elas estão procurando o transporte do futuro. Podemos continuar construindo sistemas de transporte de hoje ou de ontem e continuar encontrando os mesmos problemas que eles trazem. Ou podemos realmente procurar construir algo que resolva esses problemas.”

(KLEINMAN, Zoe. Virgin Hyperloop: como foi o 1° teste de transporte futurista que poderia fazer distância Rio-SP em menos de meia hora. BBC Brasil, 10 de nov., 2020.) (Disponível em: < https://www.bbc.com/portuguese/geral-47332225>.)

“Nenhum deles se sentiu mal, ela acrescentou. Ela disse que a velocidade deles foi prejudicada pelo comprimento da pista e pela aceleração necessária.”

O trecho do enunciado está reescrito adequadamente, mantendo o sentido no contexto e eliminando repetições, em:

 

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1934151 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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Conselho de Trânsito aprova mudanças nas regras para fiscalização de velocidade

A partir de agora, a instalação de aparelhos redutores de velocidade de veículos, os chamados radares – fixos ou portáteis –, deve observar critérios técnicos bem definidos. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu, em reunião virtual realizada na última quarta-feira (2), novas regras para o uso dos radares pelos órgãos de fiscalização.

Os radares fixos só podem ser instalados em locais onde houver placas de sinalização indicando o limite máximo de velocidade da via. Além disso, nos locais em que houver redução do limite de velocidade, deve haver placas indicando a gradual redução. Outro ponto de destaque é proibição da instalação de radares em locais onde haja obstrução da visibilidade por placas, árvores, postes, passarelas, pontes e etc.

De acordo com o presidente do Contran e diretor-geral do Denatran, Frederico Carneiro, as mudanças na legislação têm por objetivo promover a fiscalização ostensiva no trânsito, privilegiando o caráter efetivamente educativo em vez do meramente punitivo.

“O propósito das mudanças aprovadas é fazer com que o condutor seja alertado do limite de velocidade da via, perceba os riscos, reduza a velocidade do veículo e, assim, diminuir a chance de ocorrer acidentes. O que se pretende é fazer com que os limites de velocidade sejam obedecidos em vez de simplesmente multar o condutor”, explicou Carneiro. “A fiscalização ostensiva e educativa fortalece medidas preventivas e de segurança, evitando violações de normas”, completou.

Entre as alterações aprovadas também estão a proibição do uso de equipamentos sem dispositivo registrador de imagem; a restrição do uso do radar do tipo fixo redutor em trechos críticos e de vulnerabilidade de usuários da via, especialmente, pedestres, ciclistas e veículos não motorizados; e a publicação da relação dos trechos e locais aptos a serem fiscalizados nos sites da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via.

Também foi aprovada a inclusão do seguro DPvat no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio eletrônico (CRLV-e). De acordo com o colegiado, a medida visa facilitar a comunicação com o cidadão, disponibilizando, por meio do aplicativo, informações úteis, como dados do pagamento, tipos de cobertura, valores, canais de contato com a Seguradora responsável, além do procedimento a ser adotado para recebimento do seguro.

A implantação do Registro Nacional de Veículos em Estoque (Renave) também foi aprovada na reunião, o sistema visa aumentar a segurança, gerar mais economia e reduzir a burocracia e a informalidade nos processos de compra e venda de veículos por revendedora. O sistema vai ampliar o controle

da compra e venda de veículos e formalizar o mercado, beneficiando consumidores, lojistas e poder público.

Foi referendada ainda a portaria do Contran sobre o aumento das dimensões permitidas para o transporte de cargas de algodão, com o objetivo de favorecer a eficiência logística, bem como a portaria que estabelece a mensagem, os temas e o cronograma da Campanha Educativa de Trânsito de 2020, realizada de agosto a dezembro de 2020, em todo o País.

(Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/noticias/transito-etransportes/ 2020/09/contran-aprova-mudancas-nas-regras-parafiscalizacao- de-velocidade. Acesso em 20/10/2020.)

Sobre os substantivos “placas”, “árvores”, “postes” e “passarelas” (2º§), analise as afirmativas a seguir.

I. São palavras variáveis.

II. Aceitam flexão de gênero.

III. Designam os seres de maneira genérica.

IV. Quanto ao gênero, são classificados como uniformes.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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1934109 Ano: 2020
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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As instalações hidráulicas devem ser mantidas sempre com o seu funcionamento em ordem; para isso, o trabalhador responsável por sua manutenção deve possuir conhecimento tanto dos seus princípios básicos quanto dos dispositivos empregados na rede hidráulica predial. Com base nos dispositivos de caixas hidráulicas e suas propriedades, analise as afirmativas a seguir.

I. Caixa de inspeção: caixa destinada a reter, na sua parte superior, gorduras, graxas e óleos.

II. Caixa de passagem: caixa destinada a permitir a junção de tubulações do subsistema de esgoto sanitário.

III. Caixa de gordura: caixa destinada a permitir inspeção, limpeza, desobstrução, junção, mudanças de declividade e/ou direção das tubulações.

Está correto o que se afirma apenas em

 

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1934061 Ano: 2020
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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Aprovadas indicações de presidente e diretores do Banco Central

Da Redação. 26/02/2019, 19h07min.

Pela manhã, a Comissão de Assuntos Econômicos – CAE realizou a sabatina dos indicados e enviou os pareceres aprovados para a votação que aconteceu em Plenário no período da tarde.

Por 55 votos favoráveis e seis votos contrários, o Plenário aprovou nesta terça-feira à tarde (26) a indicação do economista Roberto Campos Neto para presidente do Banco Central.

Para diretores da instituição, foram aprovadas as indicações de Bruno Serra Fernandes — por 51 votos favoráveis e três votos contrários — e de João Manoel Pinho de Mello, que obteve 53 votos favoráveis, três votos contrários e uma abstenção na votação.

Os três indicados já haviam sido aprovados em sabatina realizada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), na parte da manhã desta terça-feira (26). A aprovação das indicações será comunicada à Presidência da República.

(Agência Senado, 2019.)

A matéria apresentada demonstra o controle legislativo ou parlamentar externo classificado como Controle:

 

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1934049 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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Uma rampa foi construída atendendo as normas de acessibilidade. Sabe-se que essa rampa tem 16 cm de altura e forma um ângulo de 4,6° com o plano horizontal. Pode-se afirmar que o comprimento dessa rampa, em metros, é: (Considere: Sen 4,6° = 0,08 e Cos 4,6° = 0,99.)

 

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1934047 Ano: 2020
Disciplina: Direito Penal
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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De acordo com os crimes de trânsito previstos no CTB, considerando homicídio culposo cometido na direção de veículo automotor, a pena é aumentada de 1/3 à metade, se o agente:

 

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1934021 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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“Considerando o Microsoft Excel 2016, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, ao mesclar duas ou mais células, o Excel reterá apenas o texto da célula ____________________ do intervalo. Qualquer texto adicional será excluído”. Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

 

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