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Ao acessar um site na internet, como uma página de notícias, o computador do usuário envia uma solicitação e recebe as informações necessárias para exibir o conteúdo na tela. Esse processo envolve a divisão dos dados em pequenas partes que são enviadas pela rede e reorganizadas corretamente no destino, garantindo que a página seja carregada de forma completa e sem erros.
Considerando esse funcionamento básico das redes de computadores, especialmente no Modelo TCP/IP, o tipo de protocolo responsável por garantir que os dados cheguem corretamente ao destino é o
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
Durante a execução de um programa em um computador moderno, um conjunto de instruções é carregado na memória principal e processado pela unidade central de processamento. Nesse processo, ocorre uma sequência cíclica em que a próxima instrução é buscada na memória, interpretada e, em seguida, executada, podendo envolver operações aritméticas, lógicas ou de controle. Esse ciclo é fundamental para o funcionamento de qualquer sistema computacional e depende diretamente da interação entre componentes internos da CPU, como registradores e unidades funcionais.
Com base nesse funcionamento, assinale a alternativa que identifica corretamente o conceito apresentado.
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Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, em comunicações oficiais dirigidas a autoridades estrangeiras, o fecho
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Texto para as questões de 1 a 9.
1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e
cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz
isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em
4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.
Sabemos todos que um sotaque pode identificar a
origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,
7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,
reveladora de uma personalidade.
Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o
10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males
emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é
preciso conhecimento especializado. A uma simples
13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do
estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de
depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,
16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.
Deixando este plano pessoal e passando ao
interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou
19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos
numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro
da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que
22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um
Congresso Nacional de Língua Cantada.
Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia
25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.
Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da
realidade dentro da assimetria de pronúncias
28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é
possível representar Shakespeare de modo que não se
veja por trás de um Otelo um cearense, de uma
31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma
paulista.
Com tantos sotaques e tantos cacoetes
34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje
na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em
1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o
37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim
caberia dentro do programa de comemoração dos 70
anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por
40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o
Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa
identidade, do que a língua que falamos.
Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,
agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:
<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).
Seriam mantidos os sentidos e a correção gramatical do último parágrafo do texto caso fosse realizada a
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A Portaria nº 399/2006, que divulga o Pacto pela Saúde – Consolidação do SUS, estabelece que “consolidar e qualificar a estratégia Saúde da Família como modelo de Atenção Básica à Saúde e como centro ordenador das redes de atenção à saúde do SUS” é uma das prioridades pertinentes a qual componente do Pacto pela Saúde?
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Texto para as questões de 1 a 9.
1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e
cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz
isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em
4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.
Sabemos todos que um sotaque pode identificar a
origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,
7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,
reveladora de uma personalidade.
Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o
10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males
emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é
preciso conhecimento especializado. A uma simples
13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do
estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de
depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,
16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.
Deixando este plano pessoal e passando ao
interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou
19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos
numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro
da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que
22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um
Congresso Nacional de Língua Cantada.
Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia
25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.
Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da
realidade dentro da assimetria de pronúncias
28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é
possível representar Shakespeare de modo que não se
veja por trás de um Otelo um cearense, de uma
31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma
paulista.
Com tantos sotaques e tantos cacoetes
34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje
na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em
1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o
37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim
caberia dentro do programa de comemoração dos 70
anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por
40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o
Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa
identidade, do que a língua que falamos.
Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,
agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:
<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).
De acordo com o texto, o encontro realizado na Bahia em 1956 buscava
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Texto para as questões de 1 a 9.
1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e
cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz
isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em
4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.
Sabemos todos que um sotaque pode identificar a
origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,
7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,
reveladora de uma personalidade.
Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o
10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males
emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é
preciso conhecimento especializado. A uma simples
13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do
estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de
depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,
16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.
Deixando este plano pessoal e passando ao
interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou
19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos
numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro
da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que
22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um
Congresso Nacional de Língua Cantada.
Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia
25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.
Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da
realidade dentro da assimetria de pronúncias
28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é
possível representar Shakespeare de modo que não se
veja por trás de um Otelo um cearense, de uma
31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma
paulista.
Com tantos sotaques e tantos cacoetes
34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje
na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em
1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o
37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim
caberia dentro do programa de comemoração dos 70
anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por
40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o
Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa
identidade, do que a língua que falamos.
Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,
agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:
<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).
De acordo com o texto, no plano pessoal, a voz de um indivíduo
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Paciente de 25 anos, com diagnóstico recente de leucemia aguda, inicia quimioterapia. Após 48 horas, evolui com náuseas, vômitos e fraqueza. Ao exame físico, encontra-se hemodinamicamente estável, com ritmo irregular na ausculta cardíaca. Exames laboratoriais mostram potássio elevado, cálcio reduzido, fósforo e ácido úrico elevados. Nesse contexto, qual é o diagnóstico e a conduta prioritária?
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Paciente de 68 anos, previamente independente, apresenta início súbito, há 1 hora, de hemiparesia direita, afasia, desvio conjugado do olhar para a esquerda. Ao exame, apresenta pressão arterial de 168/92 mmHg, glicemia capilar de 120 mg/dL e NIHSS de 14. A tomografia de crânio sem contraste não evidencia hemorragia nem sinais precoces extensos de isquemia. Nesse contexto, qual é a melhor conduta inicial?
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Paciente de 42 anos apresenta ganho ponderal, fraqueza proximal e hipertensão de difícil controle. Ao exame, observa-se fácies em “lua cheia”, estrias violáceas abdominais e glicemia elevada. Exames iniciais confirmam hipercortisolismo, com ACTH elevado. Nesse contexto, qual é o diagnóstico mais provável?
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