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Foram encontradas 5.028 questões.

1858715 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: IF-PB
enunciado 1858715-1

“Eu lhe dizia em vão - pois que Maria

quanto mais eu rogava, mais chovia.” (linhas 17 e 18)

Mantendo-se as relações de sentido e a correção gramatical, sem que nenhuma outra modificação seja feita, o segmento sublinhado acima pode ser substituído por

 

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1858713 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: IF-PB
enunciado 1858713-1

O poema caracteriza-se por um acúmulo de metáforas que se referem ao mesmo objeto. Assinale a alternativa que apresenta a melhor definição a esse recurso linguístico.

 

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1858684 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: IF-PB

.Observe o poema a seguir

Trem sujo da Leopoldina

correndo correndo

parece dizer

tem gente com fome

tem gente com fome

tem gente com fome

[...]

Só nas estações

quando vai parando

lentamente começa a dizer

se tem gente com fome

dá de comer

se tem gente com fome

dá de comer

se tem gente com fome

dá de comer

[...]

Mas o freio de ar

todo autoritário

manda o trem calar

Psiuuuuuuuuuuu

Disponível em: https://jornalggn.com.br/cultura/tem-gente-fome-de-solanotrindade/ Acesso em 22/05/2019.

O poema “Tem gente com fome”, do poeta negro pernambucano Solano Trindade, foi duas vezes censurado no Brasil: em 1944 e em 1975. Na primeira vez, o poeta foi preso e teve seu livro recolhido. Na segunda vez, o cantor Ney Matogrosso foi proibido de cantar o poema que havia sido musicado, podendo fazê-lo somente em 1979, no álbum Seu tipo. A possibilidade de abertura de uma fresta metodológica interdisciplinar ao ensinar poemas como forma literária evidencia-se, predominantemente, pelo

 

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1858683 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: IF-PB

De acordo com Borges (2012), as várias correntes das ciências da literatura inscritas na tradição da relação entre os textos e as atividades humanas visaram a classificar diversos gêneros literários (romance, novela, epopeia, tragédia etc.). Entretanto, seus trabalhos tomavam apenas os textos “nobres”, isto é, os que eram reconhecidos como tendo um valor literário, e, durante séculos, só esses gêneros foram considerados como dignos de serem ensinados.

O trabalho com gêneros textuais, na atualidade, decorre de uma mudança decisiva em seu processo de análise, que leva em consideração analisar

 

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1858679 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: IF-PB

Os avanços das pesquisas em literatura, em didática da literatura nas escolas e na formação de leitores consideram mudanças radicais e importantes nos seguintes aspectos: 1. Mudança na concepção de literatura na contemporaneidade; 2. Mudança no que se refere ao que seja leitura literária; 3. Mudanças da compreensão de como se constitui uma cultura literária. No que se refere somente ao item 1, pode-se afirmar corretamente que as mudanças evidenciadas por referidas pesquisas são:

 

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1858671 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: IF-PB

“Leite, leitura

letras, literatura,

tudo o que passa,

tudo o que dura

tudo o que duramente passa

tudo o que passageiramente dura tudo,

tudo, tudo não passa de caricatura

de você, minha amargura

de ver que viver não tem cura.”

LEMINSKI, Paulo. O ex-estranho. 1. ed. Organização e seleção de Alice Ruiz S. e Áurea Leminski. Curitiba: Iluminuras, 1996, 76p

Tomando como base um dos sentidos revelados pelo eu lírico do poema acima, quais das asserções abaixo trazem uma melhor contextualização do ensino-aprendizagem interdisciplinar entre língua portuguesa e literatura?

I. Leitura. Relação da mensagem do poema com práticas sociais não duráveis. Exploração dos jogos de palavras e da estrutura do poema. Conexão da ideia de “fugacidade” (do eu lírico) com a de “liquidez humana” (de Zygmunt Bauman).

II. Declamação do poema. Escansão dos versos. Análise estrutural da estrofe. Localização temporal do autor do poema com o objetivo de saber seu pertencimento a alguma escola ou movimento literários.

III. Declamação do poema. Vinculação da aparência sonora rítmica imitando as batidas de um coração, versos 3 ao 7, à temática “fragilidade humana”. Interpretação textual. Análise semântica dos advérbios na poesia e de seu uso na oralidade.

IV. Leitura. Modo e Tempo verbais. Morfologização. Sintagmas verbais e nominais.

Assinale

 

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1858670 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: IF-PB

Nas últimas décadas, dispositivos legais, estudiosos e pesquisadores debruçados sobre a relação específica entre escola, literatura e competência leitora têm orientado que

 

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1839052 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Jaru-RO
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Cidadezinha qualquer

Casas entre bananeiras

mulheres entre laranjeiras

pomar amor contar

Um homem vai devagar

Um cachorro vai devagar

Um burro vai devagar

Devagar... as janelas olham

Eta vida besta, meu Deus.

Carlos Drummond de Andrade

Pela leitura do texto, pode-se afirmar que:

I. O título representa a síntese do poema.

II. O termo qualquer é um pronome indefinido.

III. O termo devagar que aparece em 4 versos é um adjetivo.

IV. Em “...as janelas olham”, o poeta se referia às pessoas que espiavam da janela.

Estão corretas apenas as afirmativas:

 

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1839050 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Jaru-RO
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Cidadezinha qualquer

Casas entre bananeiras

mulheres entre laranjeiras

pomar amor contar

Um homem vai devagar

Um cachorro vai devagar

Um burro vai devagar

Devagar... as janelas olham

Eta vida besta, meu Deus.

Carlos Drummond de Andrade

No último verso do poema, o poeta manifesta um sentimento de:

 

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1827742 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Juazeiro do Norte-CE
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Leia o texto a seguir para responder às questões 41 a 48.

[...]A entrada dos prisioneiros foi comovedora.

Os combatentes contemplavam-nos entristecidos. Surpreendiam-se, comoviam-se. O arraial, in extremis*, punha-lhes adiante, naquele armistício, uma legião desarmada, mutilada, faminta e claudicante, num assalto mais duro que o das trincheiras em fogo. Custava-lhes admitir que toda aquela gente inútil e frágil saísse tão numerosa ainda dos casebres bombardeados durante três meses. Contemplando-lhes os rostos baços, os arcabouços esmirrados e sujos, cujos molambos em tiras não encobriam lanhos, escaras e escalavros - a vitória tão longamente apetecida decaía de súbito. Repugnava aquele triunfo. Envergonhava. Era, com efeito, contraproducente compensação a tão luxuosos gastos de combates, de reveses e de milhares de vidas, o apresamento daquela caqueirada humana, entre trágica e humana, passando-lhes pelos olhos, num longo enxurro de carcaças e molambos...

Nem um rosto viril, nem um braço capaz de suspender uma arma, nem um peito resfolegante de campeador domado: mulheres, sem-número de mulheres, velhas espectrais, moças envelhecidas, velhas e moças indistintas na mesma fealdade, escaveiradas e sujas, filhos escanchados nos quadris desnalgados, filhos encarapitados às costas, filhos suspensos aos peitos murchos , filhos arrastados pelos braços, passando; crianças , sem-número de crianças; velhos, sem -numero de velhos ; raros homens, enfermos opilados, faces túmidas e mortas, de cera, bustos dobrados, andar cambaleante..[...] Uma megera assustadora, bruxa rebarbativa e magra [...] rompia, em andar sacudido pelos grupos miserandos, atraindo a atenção geral. Tinha nos braços uma menina [...] E essa criança horrorizava. A sua face esquerda fora arrancada, havia tempos, por um estilhaço de granada; de sorte que os maxilares se destacavam alvíssimos, entre bordos vermelhos da ferida já cicatrizada...

*Nos últimos instantes de vida. Os Sertões – Euclides da Cunha.

Com base no texto e em seus conhecimentos, responda às questões a seguir.

Pertencem à mesma Escola Literária do autor

 

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