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A respeito da brincadeira e dos jogos nas aulas de Arte, Maria Heloisa Ferraz e Maria Fusari observam:
Quando brinca, a criança modifica os hábitos e comportamentos usuais, mostrando-se mais e em maior grandeza.
(Metodologia do ensino da Arte)
Sobre o papel da brincadeira e ludicidade para o desenvolvimento da criança, Vygotsky afirma: “No brinquedo, é como se ela fosse maior do que é na realidade. Como no foco de uma lente de aumento, o brinquedo contém todas as tendências do desenvolvimento sob forma condensada, sendo ele mesmo, uma grande fonte de desenvolvimento.” Portanto, segundo o autor, a ação de brincar cria:
 

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Ao recuperar, mesmo que brevemente, a história do ensino de Arte no Brasil, pode-se observar a integração de diferentes orientações referentes às suas finalidades, à formação e atuação dos professores, mas, principalmente, aquelas devidas às políticas educacionais e aos enfoques filosóficos, pedagógicos e estéticos. A preocupação em identificar o espaço da área no currículo escolar e as tendências pedagógicas e estéticas predominantes nas práticas artísticas têm por fim conhecer melhor cada situação pela qual passou o ensino de Arte e como esse conjunto de fatores pode ter influenciado o momento atual.
(Fragmentos de textos dos PCN – Arte – 3º e 4º Ciclos)
Dentre as tendências do ensino da Arte no Brasil que marcaram, e ainda marcam, as práticas pedagógicas dos nossos professores, destacamos a escola tradicional. Avalie se, em relação ao ensino das Artes Visuais, a referida tendência apresentava, entre outras, as seguintes características:
I. Valorizava principalmente as habilidades manuais, os “dons artísticos”, os hábitos de organização e precisão.
II. Voltada essencialmente para o domínio técnico.
III. Enfatizava, sobretudo, o processo de desenvolvimento do aluno.
IV. Competia ao professor “transmitir” aos alunos os códigos, conceitos e categorias, ligados a padrões estéticos de ordem imitativa.
V. Baseava-se principalmente na auto expressão do aluno.
Assinale a alternativa correta:
 

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Os caminhos educativos a serem percorridos, pelos alunos, durante um curso de arte, são escolhidos pelo professor e constituem o seguinte componente curricular:
 

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Yvonne Rainer, bailarina americana nascida em 1934, é considerada a artista que mais contestou os conceitos da dança clássica e moderna. Avalie se as afirmativas a seguir, relativas a essa bailarina, estão corretas.
I. Nega o virtuosismo, o espetáculo, a sedução e interação do performer com o espectador.
II. Se apoia na neutralidade facial e na simplicidade das estruturas para transformar o movimento cotidiano em movimento artístico e evidenciar as ações normais ignoradas no dia a dia.
III. Cria a dança de tarefas com o objetivo de chamar atenção para a inteligência do movimento, para a complexidade da coordenação das ações físicas e onde está sempre presente a neutralidade expressiva.
IV. A partir dela é que surgiu o contact improvisation.
Assinale a alternativa correta.
 

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Baseado num andar específico e orientado por quatro pilares (corpo, representação, grupo e cultura), esse método introduziu no ensino-aprendizagem de ritmo e som novos conceitos, como posição e espaço musical, servindo de ferramenta metodológica de ensino e criação em dança:
 

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Uma das figuras mais importantes da dança nacional nasceu no Estado do Rio de Janeiro em 1921, teve sua formação no Teatro Municipal, mas ficou marcada por sua militância sobre a cultura afrodescendente, tendo introduzido a dança clássica no desfile da G.R.E.S Acadêmicos do Salgueiro, do Rio de Janeiro, sendo a coreógrafa da Comissão de Frente no carnaval de 1963:
 

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A descoberta da liberdade criativa da arte africana influenciou a elaboração da estética do movimento cubista. O artista espanhol que provocou essa revolução na arte, no início do século XX, chamava-se:
 

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Segundo Helenita Sá Earp, a categoria Famílias da Dança é composta por: transferência caracterizada pela mudança das partes/regiões do corpo que sustentam seu peso; deslocamento onde ocorrem sucessivas transferências que geram uma trajetória do corpo como um todo pelo espaço; volta que é a rotação do corpo como um todo, o movimento ao redor de seu próprio eixo; o salto que ocorre através de um impulso que gera a perda total do contato do corpo com a superfície de apoio; a queda quando o corpo perde altura e muda também sua base de apoio e a elevação quando o corpo ganha altura ao mesmo tempo em que muda sua base de apoio. São brincadeiras infantis que podem servir como estratégias para o salto nas aulas de dança, EXCETO:
 

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ATENÇÃO:
Use o texto a seguir para responder às duas próximas questões.
“A comunicação entre as pessoas e as leituras de mundo não se dão apenas por meio da palavra. Muito do que sabemos sobre o pensamento e o sentimento das mais diversas pessoas, povos, países, épocas são conhecimentos que obtivemos única e exclusivamente por meio de suas músicas, teatro, poesia, pintura, dança, cinema etc. Como entender tais linguagens?
Não é raro que alguém, frente a uma tela ou numa sala de concertos, teatro ou cinema, diga: ‘Isto é pintura?’; ‘Esta confusão de borrões até eu faço!’; ‘Isto é música? Uma barulheira infernal!’; ‘Ópera? Me dá sono!’; ‘Não entendi nada!’
Na verdade, na maioria das vezes não entendemos nada, mesmo! Algo semelhante ocorre quando cai em nossas mãos um livro com textos em árabe, chinês, grego ou qualquer outro idioma que não compreendemos. Nossa reação é idêntica: “Não entendi nada, não sei ler essa língua!” Para nos apropriarmos de uma linguagem, entendermos, interpretarmos e darmos sentido a ela, é preciso que aprendamos a operar com seus códigos.
É por meio das linguagens da arte que poderemos compreender o mundo das culturas e o nosso eu particular. Assim, mais fronteiras poderão ser ultrapassadas pela compreensão e interpretação das formas sensíveis e subjetivas que compõem a humanidade e sua multiculturalidade, ou seja, o modo de interação entre grupos étnicos e, em sentido amplo, entre culturas.”
(Didática do ensino da Arte)
Em relação aos conteúdos das Artes Visuais relacionados abaixo, avalie quais são os mais adequados a uma compreensão dos códigos que compõem a referida linguagem:
I. Observação, análise, utilização dos elementos da linguagem visual e suas articulações nas imagens produzidas.
II. Conhecimento, valorização de diversos sistemas de documentação, catalogação, preservação e divulgação de bens culturais presentes no entorno próximo e distante.
III. Descoberta, observação e análise crítica de elementos e formas visuais na configuração do meio ambiente construído.
IV. Observação, pesquisa e conhecimento de diferentes obras de artes visuais, produtores e movimentos artísticos de diversas culturas.
V. Representação e comunicação das formas visuais, concretizando as próprias intenções e aprimorando o domínio dessas ações.
Assinale a alternativa correta:
 

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ATENÇÃO:
Use o texto a seguir para responder às duas próximas questões.
“A comunicação entre as pessoas e as leituras de mundo não se dão apenas por meio da palavra. Muito do que sabemos sobre o pensamento e o sentimento das mais diversas pessoas, povos, países, épocas são conhecimentos que obtivemos única e exclusivamente por meio de suas músicas, teatro, poesia, pintura, dança, cinema etc. Como entender tais linguagens?
Não é raro que alguém, frente a uma tela ou numa sala de concertos, teatro ou cinema, diga: ‘Isto é pintura?’; ‘Esta confusão de borrões até eu faço!’; ‘Isto é música? Uma barulheira infernal!’; ‘Ópera? Me dá sono!’; ‘Não entendi nada!’
Na verdade, na maioria das vezes não entendemos nada, mesmo! Algo semelhante ocorre quando cai em nossas mãos um livro com textos em árabe, chinês, grego ou qualquer outro idioma que não compreendemos. Nossa reação é idêntica: “Não entendi nada, não sei ler essa língua!” Para nos apropriarmos de uma linguagem, entendermos, interpretarmos e darmos sentido a ela, é preciso que aprendamos a operar com seus códigos.
É por meio das linguagens da arte que poderemos compreender o mundo das culturas e o nosso eu particular. Assim, mais fronteiras poderão ser ultrapassadas pela compreensão e interpretação das formas sensíveis e subjetivas que compõem a humanidade e sua multiculturalidade, ou seja, o modo de interação entre grupos étnicos e, em sentido amplo, entre culturas.”
(Didática do ensino da Arte)
Quando o texto afirma que “é preciso que aprendamos a operar com seus códigos”, refere-se à necessidade de uma cuidadosa:
 

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