Foram encontradas 144 questões.
“O Brasil formou-se, despreocupados os seus colonizadores da unidade ou pureza de raça. Durante quase todo o século XVI a colônia esteve escancarada a estrangeiros, só importando às autoridades coloniais que fossem de fé ou religião Católica. Handelmann notou que para ser admitido como colono do Brasil no século XVI a principal exigência era professar a religião cristã: “somente cristãos” – e em Portugal isso queria dizer Católicos – “podiam adquirir sesmarias”. “Ainda não se opunha todavia”, continua o historiador alemão, “restrição alguma no que diz respeito à nacionalidade: assim é que Católicos estrangeiros podiam emigrar para o Brasil e aí estabelecer-se [...]. Oliveira Lima salienta que no século XVI Portugal tolerava em suas possessões muitos estrangeiros, não sendo a política portuguesa de colonização e povoamento a de “rigoroso exclusivismo posteriormente adotado pela Espanha”.
[...]
Temia-se no adventício acatólico o inimigo político capaz de quebrar ou de enfraquecer aquela solidariedade que em Portugal se desenvolvera junto com a religião Católica. Essa solidariedade manteve-se entre nós esplendidamente através de toda a nossa formação colonial, reunindo-nos contra os calvinistas franceses, contra os reformados holandeses, contra os protestantes ingleses. Daí ser tão difícil, na verdade, separar o brasileiro do Católico: o Catolicismo foi realmente o cimento da nossa unidade.”
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. 1º tomo. 13 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1966, p. 38-39.
Considere as afirmativas abaixo, com base no texto.
I. A expressão “restrição alguma” constitui-se em objeto direto do verbo opor, conjugado no pretérito imperfeito do modo indicativo.
II. O sujeito de “fossem” (linha 5) é o vocábulo “autoridades”.
III. A frase “Daí ser tão difícil, na verdade, separar....” poderia ser substituída, sem prejuízo gramatical ou de sentido, por “Por isso é tão difícil, na verdade, separar...”.
Assinale a alternativa correta.
Provas
“O Brasil formou-se, despreocupados os seus colonizadores da unidade ou pureza de raça. Durante quase todo o século XVI a colônia esteve escancarada a estrangeiros, só importando às autoridades coloniais que fossem de fé ou religião Católica. Handelmann notou que para ser admitido como colono do Brasil no século XVI a principal exigência era professar a religião cristã: “somente cristãos” – e em Portugal isso queria dizer Católicos – “podiam adquirir sesmarias”. “Ainda não se opunha todavia”, continua o historiador alemão, “restrição alguma no que diz respeito à nacionalidade: assim é que Católicos estrangeiros podiam emigrar para o Brasil e aí estabelecer-se [...]. Oliveira Lima salienta que no século XVI Portugal tolerava em suas possessões muitos estrangeiros, não sendo a política portuguesa de colonização e povoamento a de “rigoroso exclusivismo posteriormente adotado pela Espanha”.
[...]
Temia-se no adventício acatólico o inimigo político capaz de quebrar ou de enfraquecer aquela solidariedade que em Portugal se desenvolvera junto com a religião Católica. Essa solidariedade manteve-se entre nós esplendidamente através de toda a nossa formação colonial, reunindo-nos contra os calvinistas franceses, contra os reformados holandeses, contra os protestantes ingleses. Daí ser tão difícil, na verdade, separar o brasileiro do Católico: o Catolicismo foi realmente o cimento da nossa unidade.”
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. 1º tomo. 13 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1966, p. 38-39.
Leia atentamente as proposições abaixo:
I. O ____________, por ser de caráter público, só pode ser expedido por órgão público.
II. O ____________ é um veículo de solicitação a uma autoridade do Serviço Público, sob o amparo da lei.
III. Vossa Senhoria já deve ter sido ____________ quanto ao prazo para pagamento (dirigindo-se a um freguês).
IV. Tu te ____________ à declaração?
V. As moças vestiam roupas ____________.
Assinale a opção que preencha, de forma seqüencial e correta, as lacunas.
Provas
“O Brasil formou-se, despreocupados os seus colonizadores da unidade ou pureza de raça. Durante quase todo o século XVI a colônia esteve escancarada a estrangeiros, só importando às autoridades coloniais que fossem de fé ou religião Católica. Handelmann notou que para ser admitido como colono do Brasil no século XVI a principal exigência era professar a religião cristã: “somente cristãos” – e em Portugal isso queria dizer Católicos – “podiam adquirir sesmarias”. “Ainda não se opunha todavia”, continua o historiador alemão, “restrição alguma no que diz respeito à nacionalidade: assim é que Católicos estrangeiros podiam emigrar para o Brasil e aí estabelecer-se [...]. Oliveira Lima salienta que no século XVI Portugal tolerava em suas possessões muitos estrangeiros, não sendo a política portuguesa de colonização e povoamento a de “rigoroso exclusivismo posteriormente adotado pela Espanha”.
[...]
Temia-se no adventício acatólico o inimigo político capaz de quebrar ou de enfraquecer aquela solidariedade que em Portugal se desenvolvera junto com a religião Católica. Essa solidariedade manteve-se entre nós esplendidamente através de toda a nossa formação colonial, reunindo-nos contra os calvinistas franceses, contra os reformados holandeses, contra os protestantes ingleses. Daí ser tão difícil, na verdade, separar o brasileiro do Católico: o Catolicismo foi realmente o cimento da nossa unidade.”
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. 1º tomo. 13 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1966, p. 38-39.
Escreva V para verdadeiro e F para falso, conforme o texto.
( ) O termo “despreocupados”, na primeira linha, refere-se a “colonizadores”.
( ) A expressão “e em Portugal isso queria dizer Católicos” poderia vir entre parênteses ao invés de travessões, sem prejuízo gramatical ou de sentido.
( ) Oliveira Lima foi um historiador alemão.
( ) Os vocábulos “fé” e “aí ” são acentuados devido à mesma regra de acentuação tônica.
A seqüência correta, de cima para baixo, é:
Provas
“O Brasil formou-se, despreocupados os seus colonizadores da unidade ou pureza de raça. Durante quase todo o século XVI a colônia esteve escancarada a estrangeiros, só importando às autoridades coloniais que fossem de fé ou religião Católica. Handelmann notou que para ser admitido como colono do Brasil no século XVI a principal exigência era professar a religião cristã: “somente cristãos” – e em Portugal isso queria dizer Católicos – “podiam adquirir sesmarias”. “Ainda não se opunha todavia”, continua o historiador alemão, “restrição alguma no que diz respeito à nacionalidade: assim é que Católicos estrangeiros podiam emigrar para o Brasil e aí estabelecer-se [...]. Oliveira Lima salienta que no século XVI Portugal tolerava em suas possessões muitos estrangeiros, não sendo a política portuguesa de colonização e povoamento a de “rigoroso exclusivismo posteriormente adotado pela Espanha”.
[...]
Temia-se no adventício acatólico o inimigo político capaz de quebrar ou de enfraquecer aquela solidariedade que em Portugal se desenvolvera junto com a religião Católica. Essa solidariedade manteve-se entre nós esplendidamente através de toda a nossa formação colonial, reunindo-nos contra os calvinistas franceses, contra os reformados holandeses, contra os protestantes ingleses. Daí ser tão difícil, na verdade, separar o brasileiro do Católico: o Catolicismo foi realmente o cimento da nossa unidade.”
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. 1º tomo. 13 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1966, p. 38-39.
Escreva V para verdadeiro e F para falso, conforme o texto.
( ) O vocábulo colônia refere-se ao Brasil, evitando a repetição do nome do país por motivos estilísticos.
( ) A expressão às autoridades tem a função de objeto direto de “importando”.
( ) O vocábulo sesmarias exerce a função de objeto direto de “adquirir”.
( ) O vocábulo que, no segundo parágrafo do texto, é pronome relativo e refere-se ao vocábulo “sociedade”.
( ) O vocábulo nos, no segundo parágrafo do texto, é pronome pessoal oblíquo e poderia ser substituído pelo pronome “se”, sem prejuízo da correção lingüística.
A seqüência correta, de cima para baixo, é:
Provas
“O Brasil formou-se, despreocupados os seus colonizadores da unidade ou pureza de raça. Durante quase todo o século XVI a colônia esteve escancarada a estrangeiros, só importando às autoridades coloniais que fossem de fé ou religião Católica. Handelmann notou que para ser admitido como colono do Brasil no século XVI a principal exigência era professar a religião cristã: “somente cristãos” – e em Portugal isso queria dizer Católicos – “podiam adquirir sesmarias”. “Ainda não se opunha todavia”, continua o historiador alemão, “restrição alguma no que diz respeito à nacionalidade: assim é que Católicos estrangeiros podiam emigrar para o Brasil e aí estabelecer-se [...]. Oliveira Lima salienta que no século XVI Portugal tolerava em suas possessões muitos estrangeiros, não sendo a política portuguesa de colonização e povoamento a de “rigoroso exclusivismo posteriormente adotado pela Espanha”.
[...]
Temia-se no adventício acatólico o inimigo político capaz de quebrar ou de enfraquecer aquela solidariedade que em Portugal se desenvolvera junto com a religião Católica. Essa solidariedade manteve-se entre nós esplendidamente através de toda a nossa formação colonial, reunindo-nos contra os calvinistas franceses, contra os reformados holandeses, contra os protestantes ingleses. Daí ser tão difícil, na verdade, separar o brasileiro do Católico: o Catolicismo foi realmente o cimento da nossa unidade.”
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. 1º tomo. 13 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1966, p. 38-39.
Com base no texto, assinale a alternativa correta.
Provas
“O Brasil formou-se, despreocupados os seus colonizadores da unidade ou pureza de raça. Durante quase todo o século XVI a colônia esteve escancarada a estrangeiros, só importando às autoridades coloniais que fossem de fé ou religião Católica. Handelmann notou que para ser admitido como colono do Brasil no século XVI a principal exigência era professar a religião cristã: “somente cristãos” – e em Portugal isso queria dizer Católicos – “podiam adquirir sesmarias”. “Ainda não se opunha todavia”, continua o historiador alemão, “restrição alguma no que diz respeito à nacionalidade: assim é que Católicos estrangeiros podiam emigrar para o Brasil e aí estabelecer-se [...]. Oliveira Lima salienta que no século XVI Portugal tolerava em suas possessões muitos estrangeiros, não sendo a política portuguesa de colonização e povoamento a de “rigoroso exclusivismo posteriormente adotado pela Espanha”.
[...]
Temia-se no adventício acatólico o inimigo político capaz de quebrar ou de enfraquecer aquela solidariedade que em Portugal se desenvolvera junto com a religião Católica. Essa solidariedade manteve-se entre nós esplendidamente através de toda a nossa formação colonial, reunindo-nos contra os calvinistas franceses, contra os reformados holandeses, contra os protestantes ingleses. Daí ser tão difícil, na verdade, separar o brasileiro do Católico: o Catolicismo foi realmente o cimento da nossa unidade.”
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. 1º tomo. 13 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1966, p. 38-39.
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
Provas

Provas
Provas
Provas
Provas
Caderno Container