Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

674803 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Segundo o Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso (FONAPER) o profissional de Ensino Religioso deve cumprir algumas exigências. Assinale a alternativa que não corresponde às exigências.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
672298 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Em consequência das legislações de educação e, sobretudo, dos textos sobre Ensino Religioso presente nas Constituições resultantes, de longos debates, foi possível articular as diversas variações do Ensino Religioso brasileiro, em três grandes modelos. Com base nessa afirmativa, relacione as colunas.
I. Confessional (Lei n. 4.024/61).
II. Inter-relacional (Lei n. 5.692/71).
III. Fenomenológico (Lei n. 9.475/97).
A. Considera tudo aquilo que é comum a várias, destas confissões religiosas também em termos de linguagem, o que não significa reduzir tudo a um denominador comum.
B. Tem como objetivo formar na fé de uma determinada religião ou filosofia de vida e com a linguagem que lhes é própria.
C. Compreende o Ensino Religioso como um componente curricular contribuindo na formação do cidadão, que, vivendo em uma sociedade pluralista, necessita saber dialogar nela e com ela.
Assinale a alternativa que apresenta a correlação correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
672268 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A Reflexão do eu em relação com o mundo faz parte do Módulo temático II. Sobre esse eixo temático, assinale a alternativa incorreta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Sabendo que 1 !$ dm^3 !$(decímetro cúbico) equivale a 1 litro, então para encher (de água) completamente um recipiente de volume total igual a 4 !$ hm^3 !$ (hectômetros cúbicos), utilizando baldes idênticos, com capacidade total de 25 litros, o mínimo de baldes necessários é de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
671611 Ano: 2014
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A religião não transmuta apenas o espaço, mas também o tempo,dando-lhe a marca do sagrado’ afinal o tempo sagrado é uma narrativa. – Marilena Chauí (2000.p.298). Definir religião é uma difícil tarefa em função do caráter polissêmico do termo. Sobre o ensino religioso, assinale a alternativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
671276 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Conforme observa Junqueira (1994), mesmo estando presente nas escolas públicas, constata-se que durante quatro séculos a educação esteve nas mãos da igreja católica. Segundo o autor (...) no ano de 1964 esta mesma instituição religiosa detinha 70% das escolas secundárias e, nos anos 80, cerca de 40% destes estabelecimentos de ensino. Sobre o ensino religioso, analise as afirmativas abaixo:
I. O ensino religioso é similar à catequese na sua própria estrutura: ele está presente na grade curricular das escolas, inclusive as públicas e está sujeito às normas das escolas e do tipo de pedagogia que é ministrada nessa escola; a formação do corpo de professores deve estar de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, porém o corpo docente é proveniente, na grande maioria das vezes, da instituição religiosa de origem (leigos ou religiosos).
II. O ensino religioso é tratado como uma disciplina, com notas e/ou conceitos, provas, testes, trabalhos escolares etc. Difere da catequese que não passa pelos trâmites legais da escola e está intimamente ligada à sua instituição religiosa de origem.
Assinale a alternativa que indica a correta relação entre as afirmativas I e II:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Observe o fragmento abaixo:
“Entre numa livraria ou numa biblioteca. E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado. Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.”
Nele, a autora empregou importantes recursos expressivos para criar efeitos de sentido. Assinale a opção que NÃO faz uma análise correta desses recursos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
670284 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Nas décadas de 1920 e 1930, foram realizados inúmeros debates em torno da “laicidade” do Ensino Religioso, principalmente em Congressos Católicos Mineiros, originando os primeiros manifestos, cartas reivindicatórias e abaixo-assinados que exigiam o retorno do Ensino Religioso nas escolas públicas. Sobre a história do ensino religioso, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
No fragmento “Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação? Entre numa livraria ou numa biblioteca.”, a autora utiliza mecanismos linguísticos que cumprem os papéis descritos abaixo, exceto:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O PCNER - Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Religioso – é um documento elaborado com o objetivo de sustentar a substituição do artigo 33 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional brasileira que versa sobre o Ensino Religioso nas Escolas Públicas. Sobre o PCNER assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas