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Autores se ocupam, cada vez mais, em investigar as possibilidades de uma apreensão e desenvolvimento estético. Como exemplo, Abigail Housen e Michael Parsons classificaram cinco possíveis estágios da compreensão estética: a descritiva, a construtiva, a classificativa, a interpretativa e a re-criativa, e propõem identificar cada um desses tipos por meio de perguntas básicas. Sobre os estágios da compreensão estética e seu ensino, assinale a alternativa que apresenta correlação correta.
I. Descritiva
II. Construtiva
III. Classificativa
IV. Interpretativa
V. Re-criativa
A. É considerada mais superficial, guia-se pelo tema da obra ou imagem, e faz a pergunta: o que é isto? A própria designação desse nível de compreensão indica que é feita uma descrição do que se vê, dando ênfase à visualidade de cores, formas e demais elementos que a obra ou imagem apresenta, e são esses dados que fornecem conhecimento e apreensão da mesma.
B. É mais crítica, devido ao maior conhecimento sobre arte por parte de quem apreende. Este analisa a obra sob vários níveis, extrapolando o visível, pois está atento também ao que se encontra implícito nela. São feitas as perguntas como, quando, o que, quem e por quê? Pela experiência estética e conhecimento artístico de quem interpreta, é feita uma avaliação mais completa, que conjuga cognição e emoção.
C. Busca também as informações na imagem, mas, nesse caso, associado à intuição, incluindo-se aí a emoção. É uma interpretação mais individualizada e pessoal, na medida que expõe os sentimentos e satisfação durante a compreensão da obra ou imagem. A pergunta básica feita neste estágio é “quando?”. Isso ocorre não no sentido temporal, mas ao nível dos sentimentos que são originados pela apreciação da obra. Geralmente, o fruidor que faz essa pergunta se faz valer de metáforas para realizar essa apreciação.
D. Tenta relacionar as partes com o todo da imagem, buscando um significado que inclui a técnica e o conhecimento prévio de quem apreende, a partir de suas experiências. A pergunta feita por quem faz é “como isto foi feito?”.
E. Busca as informações na própria imagem, mas se relaciona, também, com a história da arte. É feita a pergunta “quem e por quê”, sendo que todas as informações possíveis, como estilo, data e, principalmente, a contextualização histórica auxiliam no conhecimento e apreensão da obra. Apesar de considerar as próprias experiências de quem interpreta a obra, constitui uma compreensão mais objetiva, evita as interpretações emotivas.
 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
No título, a autora sugere o potencial da leitura por meio da expressão “Registro de encantamento”. Tal encantamento pode estar associado ao potencial inventivo de construções linguísticas tão explorado nas mais variadas literaturas. Desse modo, assinale a única opção que NÃO ilustre uma manifestação inovadora na combinação de palavras no plano morfossintático da língua.
 

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As estratégias de avaliação em Arte devem variar e serão selecionadas pelo professor, dependendo de sua disponibilidade e da infraestrutura física que a escola oferece. Sobre as estratégias de avaliação que constam na Proposta Curricular do Conteúdo Básico Comum (CBC), dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) O portfólio permite que o professor tenha um registro constante do processo de aprendizagem do aluno.
( ) O diário de bordo deve funcionar exclusivamente como caderno de anotações, no qual o aluno registra acontecimentos, pensamentos, sentimentos, o que aprendeu, suas facilidades e dificuldades.
( ) No diário de bordo, o professor verificará todo o caminho que o aluno percorreu para a realização de determinadas atividades, seus sentimentos, suas emoções individuais.
( ) A autoavaliação deve ser feita exclusivamente de forma escrita e individual.
( ) A entrevista pode ser feita pelo professor ao longo do ano e deve ser preferencialmente gravada.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
 

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O estudo Análise e crítica de obras de artes visuais produzidas em Minas Gerais faz parte do Eixo Temático I - Conhecimento e expressão em artes visuais. Sobre o ensino desse tópico, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. Como habilidade requerida ao aluno está a necessidade de saber posicionar-se individualmente em relação às produções de artes visuais, sendo capaz de formular críticas fundamentadas.
II. O professor deve estabelecer relações entre análise formal, contextualização, pensamento artístico e identidade cultural.
III. O professor deve dar ênfase às linhas direcionais, que são as linhas que direcionam nosso olhar quando observamos uma imagem.
Estão corretas as afirmativas:
 

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1296280 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa correta: Na avaliação formativa através do aspecto __________, a fonte de informação para conhecer os avanços nas aprendizagens de conteúdos será a observação sistemática de opiniões e das atuações nas atividades grupais, nos debates das assembleias, nas manifestações dentro e fora da aula, nas visitas, passeios e excursões, na distribuição das tarefas e responsabilidades, durante o recreio, na organização dos espaços, na preocupação com as questões estéticas no dia a dia.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:
 

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No ensino do tópico Introdução à composição, que faz parte Eixo Temático I da Proposta Curricular do Conteúdo Básico Comum (CBC), o professor deve utilizar as recomendações do Centro de Referência Virtual. Sobre o ensino desse tema, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. É um começo de atuação de um olhar mais perceptivo que permite detectar as partes (os elementos formais) e sua relação com o todo, apesar de não se ter uma regra básica e única nesse procedimento.
II. O olhar é variável e pode ser aprimorado de acordo com a experiência estética de cada indivíduo.
III. O contato com reproduções de obras de vários artistas (Pablo Picasso, Henri Matisse, Piet Mondrian, Paul Klee etc.), devidamente selecionadas com este foco poderá ser um recurso que fornecerá dados mais concretos para este aprendizado, propiciando discussões sobre os elementos formais apresentados nestas composições.
Estão corretas as afirmativas:
 

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João esqueceu a senha de um cofre composta por 4 números distintos. Ele só lembra que os números estão entre os algarismos 0,1,2,3,4. O total de senhas possíveis que poderiam ser formadas nessas condições é igual a:
 

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Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa correta de acordo com as orientações do Centro de Referência Virtual da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais: Quando um aluno dança ______________seus pensamentos e emoções somam-se no intuito de fornecer o máximo de expressividade para a transmissão de conteúdos próprios da obra executada. Dançar __________, sabendo reconhecê-la e interpretá-la, é conhecer também o seu tempo, o mundo a cerca estabelecendo uma relação dinâmica e transformadora para o aluno dentro da relação arte/vida.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
 

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Existe um ditado popular em que se afirma “Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece.”. A autora reescreve-o dizendo “Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece”. Nesse sentido, percebe-se que, nos dois casos, o vocábulo “assombração” assume sentidos:
 

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684930 Ano: 2014
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
O estudo dos movimentos teatrais em diferentes épocas e diferentes culturas faz parte do Eixo Temático IV - Conhecimento e expressão em teatro. Sobre o ensino desse tópico à luz do Centro de Referência Virtual da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. Em todas as regiões de Minas Gerais há grupos de teatro e grupos que se dedicam à preservação e realização de manifestações culturais tradicionais.
II. É preciso pesquisar conjuntamente com os alunos todas as manifestações artístico-culturais de sua comunidade (grupos de teatro e manifestações folclóricas de maneira geral).
III. O ensino deve ser centrado somente no teatro político (Bertold Brecht, Dias Gomes, Guarnieri, Oduvaldo Vianna Filho) e teatro moderno (Nelson Rodrigues, Plínio Marcos, Jorge de Andrade).
Assinale as afirmativas corretas:
 

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