Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

1319045 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A escola, através da disciplina Ensino Religioso, deve estar preparada para lidar com a diversidade de credos ou religiões. Sobre a diversidade e o ensino religioso analise as afirmativas abaixo:
I. O Ensino Religioso deverá ser concebido a partir do contexto escolar, com o objetivo de conhecimento próprio e com objetivos específicos, enfatizando a formação cidadã a partir das contribuições que as tradições religiosas oferecem para o processo de civilização e humanização do homem.
II. O professor de Ensino Religioso, quando trata da diversidade religiosa deve agir com proselitismo
III. O Governo Federal determina o tipo de formação que devem receber os professores responsáveis pelo ensino religioso e estabelece diretrizes curriculares para curso específico de licenciatura em ensino religioso de forma a controlar os sistemas de ensino.
Estão corretas as afirmativas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1317327 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Nas palavras de Eliade, o sagrado manifesta-se sempre como uma realidade inteiramente diferente das realidades “naturais”. É certo que a linguagem exprime ingenuamente o tremendum, ou a majestas, ou o mysterium fascinans mediante termos tomados de empréstimo ao domínio natural ou à vida espiritual profana do homem. (ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano, 1992.). Sobre o sagrado no ensino religioso, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1314326 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Vivemos um momento em que muito se discute a questão da multiculturalidade. Entretanto, a diversidade religiosa muitas vezes é tratada como um tabu no espaço escolar. Sobre a diversidade cultural, analise as afirmativas abaixo:
I. Na abordagem pedagógica do ER (Ensino Religioso) o tema da diversidade tem se tornado um elemento central, constituindo o despertar do diálogo entre diferentes culturas religiosas que podem promover atitudes de respeito e compreensão da alteridade.
II. O ER busca desvalorizar grupos minoritários, pouco conhecidos, tais como: os movimentos religiosos dos povos indígenas latino-americanos e africanos; religiões orientais; o espiritualismo, a “Nova Era”; as religiões afro-brasileiras como a umbanda e o candomblé.
III. A linguagem da fé é a linguagem dos símbolos, o que evidencia a religião como uma produção simbólica.
Está (ão) incorreta(s) a(s) afirmativa(s):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1312380 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Segundo Pierre Bourdieu, não podemos capturar a lógica mais profunda do mundo social a não ser submergindo na particularidade de uma realidade empírica, historicamente situada e datada (BOURDIEU, 1997:15).
Sobre o poder simbólico da religião, analise as afirmativas abaixo.
I. Segundo Bourdier, o poder simbólico é um poder de construção da realidade que tende a estabelecer uma ordem gnoseológica.
II. Na concepção de Weber a relação será chamada de aberta ao exterior quando um grupo compartilha um sistema de crenças religiosas comuns. Nessa visão a igreja Católica se enquadra nos padrões de uma relação social aberta.
III. De acordo com Durkheim, a prática religiosa confere às pessoas poderes que agem como se fossem reais e determinam a conduta das pessoas com a mesma necessidade de forças físicas.
Estão corretas as afirmativas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A lei número 9.475, de 22 de julho de 1997, dá nova redação ao art. 33 da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Sobre a lei, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
No título, a autora sugere o potencial da leitura por meio da expressão “Registro de encantamento”. Tal encantamento pode estar associado ao potencial inventivo de construções linguísticas tão explorado nas mais variadas literaturas. Desse modo, assinale a única opção que NÃO ilustre uma manifestação inovadora na combinação de palavras no plano morfossintático da língua.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1296530 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A Igreja Católica no Brasil tem seguido os passos da renovação do Concílio Vaticano II (1962-1965), fato que é possível verificar nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja Católica no Brasil (DGAE) (1995-1998). Sobre a diversidade e o ensino religioso, analise as afirmativas abaixo:
I. As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja Católica no Brasil, ao tratar do ecumenismo, afirma que o proselitismo seria a ruína do verdadeiro espírito ecumênico.
II. Ao tratar da pluralidade cultural, os PCNER - Parâmetros curriculares nacionais do ensino religioso - evitam o termo pluralidade religiosa expressa nas DGAE.
III. A DGAE, em suas formulações sobre a modernidade diz que a pessoa questiona suas próprias conquistas e busca continuamente inovações. No plano ético valoriza a liberdade individual e incentiva os indivíduos a buscar os critérios de seu comportamento a partir de si mesmo, de sua razão e liberdade
Estão corretas as afirmativas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
João esqueceu a senha de um cofre composta por 4 números distintos. Ele só lembra que os números estão entre os algarismos 0,1,2,3,4. O total de senhas possíveis que poderiam ser formadas nessas condições é igual a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Existe um ditado popular em que se afirma “Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece.”. A autora reescreve-o dizendo “Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece”. Nesse sentido, percebe-se que, nos dois casos, o vocábulo “assombração” assume sentidos:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A Lei Federal nº 11.645/2008 (Art. 26 A da LDB) que estabelece no currículo da rede de ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afrobrasileira e Indígena, é parte das ações implementadas pelo Estado Brasileiro, em consonância com as declarações e resoluções assumidas como estado membro da ONU (Organização das Nações Unidas). Sobre a diversidade cultural e religiosa do Brasil, assinale a alternativa incorreta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas