Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

1892259 Ano: 2018
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Provas:
Art. 53. A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se lhes:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1892258 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Provas:
A prática pedagógica deve prever a formação contínua, levando em conta os quatro pilares da educação. Analise as afirmativas abaixo:
I. O aprender a conhecer exercita a atenção, a memória e o pensamento de forma manter acesa a vontade de buscar novos conhecimentos;
II. O aprender a fazer trabalha a capacidade em saber lidar com situações de emprego, trabalho em equipe, desenvolvimento coorporativo e valores necessários para cada trabalho;
III. O Aprender a conviver é saber entender as diversidades, é saber administrar as diferenças da forma de pensar, viver e agir existente entre as pessoas;
IV. Aprender a ser é desenvolver o pensamento crítico, autônomo, incitar a criatividade e elevar o crescimento de conhecimentos, além de ter em mente um sentido ético e estético perante a sociedade.
São afirmativas corretas:
I, II.
I, II, III.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1892257 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Provas:
No âmbito das finalidades da Educação brasileira, a família e o Estado apresentam-se como processo formativo mais amplo, através da formação da pessoa, do cidadão e do trabalhador. Fonte: MARTINS, A. M. S.. Fundamentos da educação 2. v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2008.
Segundo os princípios previstos na LDBEN:
I. Deverá ocorrer a vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais;
II. Não está previsto a valorização da experiência extra-escolar como princípio da educação;
III. As instituições públicas e privadas poderão coexistir para garantir a ministração do ensino;
IV. O ensino será ministrado garantindo a diversidade étnico-racial.
São afirmativas corretas:
III, IV.
II, IV.
I, II, III.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1892256 Ano: 2018
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Provas:
O Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, foi criado para regulamentar as conquistas em favor da infância e da juventude, obtidas na Constituição Federal de 1988. Sobre o ECA, é possível afirmar que:
Enunciado 1892256-1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1892255 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Provas:
"A Família foi perdendo seus principais atributos, de tal forma e com tanta rapidez que se chegou a proclamar o seu fim. Atualmente, observa-se que não existe um modelo tradicional de família, mas apenas uma estruturação familiar e que dentre essa nova realidade, pode-se incluir pais que trabalham por uma necessidade de sustentar família e os que deixaram de estudar antes mesmo de serem alfabetizados, o que dificulta a participação desejada no desenvolvimento escolar do filho."
Fonte: FALCÃO, Djalma Desafio da família: como formar líderes. In Revista da Escola de Pais nº28. Seccional de Salvador. Desafios da família. Salvador: Publigraf, 2007.p. 07
Quanto à participação familiar, a LDBEN determina que os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1816288 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Provas:
Leia o texto a seguir:
A CEBOLA
PEGUE UMA cebola e corte ao meio. Então olhe bem para ela com olhos de criança. Se você não sabe o que é o olhar de uma criança, leia o poeta Alberto Caeiro para aprender...
Uma paciente minha, dos tempos em que eu exercia a psicanálise, olhou com olhos de criança para uma cebola cortada ao meio e ficou tão espantada com o que viu que pensou que estava ficando louca. Uma cebola cortada é mesmo um espanto. Pablo Neruda, olhando para uma cebola, escreveu: "Rosa de água com escamas de cristal..."
Agora, figure que uma cebola cortada é um modelo do mundo. Bem no centro, lá onde o primeiro anel é tão pequeno que não chegou a ser anel, ponha uma criança. Imagine que os anéis são os mundos que ela precisa conhecer para viver.
Mas não é possível comer o que está longe. Não é possível pular anéis. Só se pode comer o quarto anel depois que se comeu o primeiro, o segundo e o terceiro anéis.
A cebola cortada me sugeriu a forma como o primeiro currículo deveria ser organizado: como os anéis de uma cebola, na ordem certa. O que estaria contido no primeiro anel? A resposta é fácil: o primeiro anel que abraça a criança é a sua casa.
Não fui ousado ao ponto de sugerir a construção de uma casa de tijolo e cimento. Mas é a imaginação que faz o que não existe existir! Pensei que a casa onde uma criança mora, o primeiro anel da sua cebola, é um universo imenso, cheio de provocações ao conhecimento.
Primeiro, a casa como objeto matemático: ângulos, triângulos, linhas horizontais, verticais e paralelas, proporções e simetrias.
Depois, como objeto da física: a composição de forças no travamento do telhado, o prumo, o nível, as caixas de ferramentas, o martelo, o serrote, a pua, a física dos materiais, a madeira, o vidro, a cerâmica, o plástico, a eletricidade que esquenta e que esfria, a eletricidade que faz girar, que ilumina e produz música. Esse laboratório de química chamado cozinha: o fogo, os alimentos, os temperos.
O mundo das coisas vivas: as baratas, as traças, os tatuzinhos, os piolhos, os pássaros, as aranhas, os cachorros, os gatos, os peixes, os pernilongos, os mosquitos da dengue, os caramujos.
O mundo das doenças e da saúde. Os primeiros-socorros. O lixo, as privadas... Ouse imaginar quantas toneladas de cocô por ano os humanos colocam na nossa Terra...
E, ao tomar o seu branco e puro leitinho, imagine quantas toneladas de bosta de vaca e quantos metros cúbicos de gases fétidos são lançados na atmosfera diariamente pelos bovinos inocentes. O mundo da cultura: as revistas, os livros, a televisão, o jardim, os quadros.
Gostaria de conhecer a casa em que moro, mas não conheço. Aperto uma infinidade de botões que fazem as coisas acontecerem, mas não sei por que elas acontecem, e, quando não acontecem, fico perdido e tenho de chamar um técnico.
Pensei que as crianças gostariam da ideia assim como eu gostei. Aprendendo sobre a casa aprendemos sobre o mundo todo. Pois o mundo todo é a grande casa em que moramos, o último anel da cebola...
Fonte: ALVES, Rubem, Folha de São Paulo Disponível em: Acesso em: 18 maio 2018http://www.institutorubemalves.org.br/rubem-alves/carpe-diem/cronicas/a-cebola/
Com relação ao texto lido, pode-se inferir que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1815789 Ano: 2018
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
L'ÉCOLE DOIT S'ADAPTER AU XXIÈME SIÈCLE
L'ÉCOLE NE PERMET PLUS AUX GÉNÉRATIONS DE FAIRE FACE À LEUR AVENIR, EXPLIQUE DIDIER SCHMITT.
Par Didier Schmitt Conseiller scientifique auprès du Président de la Commission européenne 25.08.2014
Du fait de la progression démographique et du développement des classes moyennes dans le monde, les systèmes éducatifs vont devoir former, d'ici 2050, autant d'étudiants que durant toute l'histoire de l'humanité réunie. D'ici là, « l’infosphère » continuera son expansion vertigineuse ; la masse de connaissances double déjà tous les deux ans. Il est donc grand temps d'anticiper et de repenser la valeur ajoutée de l'enseignement futur.
L'éducation est censée préparer la jeune génération à l'avenir. Mais le fait-elle encore ? Imparfaitement, en tout cas. Une preuve en est que deux millions d'emplois en Europe, nécessitant des compétences scientifiques et technologiques, ne sont pas pourvus ; rien que dans le secteur informatique il manque cent mille programmeurs. D'ailleurs, près d'un quart des Européens pensent que le système éducatif et de formation ne les prépare pas à trouver une profession(5), d'après une enquête Eurobaromètre.
Pour de multiples raisons, l'éducation s'est focalisée sur la spécialisation, mais la grande majorité des jeunes n'auront pas « un » emploi, mais « des » emplois tout au long de leur vie, surtout si l'on considère l'accélération des technologies et le fait que les enfants qui terminent leurs études maintenant ne seront à la retraite qu'après 2070. Même à l'université, les études sont trop focalisées et seuls 5% des étudiants qui ont un doctorat occuperont une fonction académique. Les autres seront-ils pour autant formés à un métier ?(6) On en doute. Trop se spécialiser dans un environnement qui change sans cesse, c'est comme rouler vite avec des oeillères. De plus, en France en particulier, l'on va toujours se référer au diplôme initial pour juger des compétences – à l'inverse des pays anglo saxons, ce qui est un handicap pour changer d'orientation professionnelle.
Dorénavant la pensée ne doit plus être linéaire mais transversale. La sectorisation de l'enseignement inhibe malheureusement la co disciplinarité à tous les niveaux. Même si l'on admet que l'innovation sera au rendez-vous à la croisée des technologies – les nano-, bio-, info-, neuro-, – l'on oublie encore qu'il faut être capable d'intégrer en même temps les aspects sociétaux, culturels et autres. Alors pourquoi ne pas commencer dès l’école ? Par exemple, l'énergie, la santé, les transports ou le climat peuvent être des thèmes de synthèse intégrant la géographie, l'histoire, la chimie, les mathématiques, la physique tout en étant déclinés sous l'aspect culturel, artistique, juridique, politique ou économique.
Pour pallier le manque de compétences transversales(1), la créativité dans les salles de classe à tous les âges pourrait être le fait des élèves eux-mêmes en devenant des «proconsommateurs » – producteurs et consommateurs – de connaissances. Ceci pourrait donner lieu à des jeux interactifs, qui sont un excellent moyen de mémorisation. Cela permettrait enfin de donner plus de sens – comme un lien avec la vie de tous les jours – à des matières qui peuvent être rédhibitoires, car il n'y a pas seulement un problème de contenu, il y a aussi la façon d'enseigner et la motivation d'une finalité. En Europe seuls 2% des jeunes sont attirés vers des matières scientifiques, en Asie ils sont 20% !
Bien des pays, et la France en premier, ont également mis en place un système élitiste de sélection de « talents ». Cet esprit de compétition – qui n'est pas très «égalité et fraternité» soi-dit en passant – laisse fort peu de place à un travail collaboratif. Or, le « pouvoir » n'est plus à ceux qui acquièrent et gardent jalousement un savoir(7), l'avenir appartient à ceux qui penseront collectif et développeront une intelligence interactive. La nouvelle génération est heureusement déjà tombée dans la marmite du partage(2) en s'accaparant les technologies de communication avec les blogo- et autre tweetospheres.
LA PEUR D'AVOIR TORT
Un autre handicap, assez français aussi, est la peur inculquée à l'école d'avoir tort. Cela induit une forme de castration de l'esprit d'innovation(3) et donc de l'entreprenariat par manque de confiance. D'autres cultures font dans l'excès inverse, comme aux Etats-Unis, mais ces derniers génèrent avec grand succès des employeurs et pas seulement des employés. Il y a aussi chez nous la peur de l'échec (4) et l'absence de deuxième chance. Il faut donc introduire d'urgence, dès le plus jeune âge, un « permis » de se tromper et un «devoir» d'explorer. Sans cela, les opportunités continueront à se transformer en importunités.
A la place d'un encombrant smartphone très limité, la génération des années 2020 aura un assistant virtuel personnel – au fond du canal auriculaire et relié à une lentille de contact – qui répondra intelligemment et instantanément à toute question ; sans compter les cours en ligne faits par les meilleurs experts. Les décideurs politiques seraient bien avisés de regarder au-delà des réformes à la marge, d'une année scolaire sur l'autre. Ils verraient que le rôle de l'enseignant sera à redéfinir profondément.
Prenons donc le virage (11)dès à présent, et avant tout apprenons aux enfants à apprendre ! En effet, ce n'est plus la quantité mais bien la qualité qui fera la différence. Ainsi, les métiers dits manuels ont besoin de créativité. Pour un cuisinier par exemple, il est plus important de développer l'imagination que d'apprendre une liste de menus. Dans un monde où nous avons autant d'information par jour que quelqu'un au Moyen-Âge pendant toute sa vie, il est impératif de développer l'esprit analytique, critique et sélectif. Pour faire face au mur de la surinformation et à la saturation cognitive à venir, il est vital de savoir séparer le bon grain de l'ivraie, l'utile du futile, car le raisonnement logique n'est pas inné.(9)
À défaut, nous serons au mieux des hypermnésiques non productifs. Nous le savons déjà, les algorithmes prendront une place prépondérante dans la collecte et le traitement de l'information, et même dans les processus de décision. Mais l'intelligence artificielle, même auto-apprenante, sera toujours différente de la nôtre ; il s'agit de redéfinir la place de l'humain par rapport à la machine. De toute façon, une chose est sûre, le monde devient plus complexe.
Et c'est bien la gestion de la complexité qui sera le défi majeur du XXIème siècle. Si l'éducation préparait à « un » avenir, il faudra qu'elle prépare dès à présent à « des » avenirs. Ainsi, une harmonisation de l'enseignement (5)et de la formation au niveau
européen est essentielle (10)pour un brassage d'idées et donc une plus grande mobilité. Pour faire face à la compétition des continents émergents, il n'y a qu'ensemble que nous serons plus futés que le futur. Ce sera d'autant plus le cas si nous considérons que la connaissance est également liée à des valeurs humaines communes qui permettent de croître en tant qu’individu. In fine c'est moins le « quoi savoir » que le « pourquoi » savoir qui est important. Qu'en est-il en effet d'une société du savoir si elle n'est pas savante ?
Source : http://www.lemonde.fr
À défaut, nous serons au mieux des hypermnésiques non productifs. À propos du mot hypermnésique on peut affirmer qu'il désigne celui qui:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1815536 Ano: 2018
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
"Cet esprit de compétition - qui n'est pas très " égalité et fraternité " soi-dit en passant - laisse fort peu de place à un travail collaboratif."
D'après la lecture de l'extrait ci-dessus, on peut assurer que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1751623 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Provas:
"Primeiro, a casa como objeto matemático: ângulos, triângulos, linhas horizontais..."
Os dois pontos no trecho acima foram usados para:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1726453 Ano: 2018
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
SI, SI, IL Y A EU DE VRAIS FILMS EN MAI 68, LA PREAUVE
Jean-Michel Frodon
29 avril 2018
PLUS RICHE QU'ON NE LE DIT SOUVENT, LA PRÉSENCE AU CINÉMA DES ÉVÉNEMENTS DE 1968 RESTE ÉTONNAMMENT PARTIELLE. ELLE TRADUIT DES CHOIX DE L1ÉPOQUE MAIS AUSSI STATUACTUEL DE CET ÉPISODE, À LA FOIS LOINTAIN ET TOUJOURS ACTIF
L’idée admise est que, s'il y a beaucoup d'images, il n’existe pas, ou très peu, de films de Mai 68. Elle est fausse, elle est mal dite, et pourtant elle exprime plusieurs choses exactes.
Idée fausse : un nombre significatif de films ont été réalisés en mai 1968, et en rendent compte d’une manière ou d’une autre.
Un seul a connu une certaine visibilité publique, d’ailleurs légitime, Grands soirs et petits matins, film de montage terminé pour le 10e anniversaire par William Klein à partir des images qu’il a tournées dans les facultés, les rues et les usines.
Récemment est ressorti du néant où il semblait avoir disparu un court métrage de Philippe Garrel, Actua 1, dont Jean-Luc Godard disait que c’était le plus beau film sur Mai.
Godard lui-même a filmé en 1968, ce qui donnera naissance à Un film comme les autres, première réalisation signée du Groupe Dziga Vertov dans lequel l'auteur de La Chinoise a alors choisi de se fondre.
Jacques Rivette affirmait de son côté que le seul véritable film de Mai 68, bien que filmé en juin, était l’effectivement inoubliable Reprise du travail aux usines Wonder, plan séquence de 10 minutes tourné par des étudiants de l’IDHEC, l’école de cinéma. Là s’expriment toute la tristesse et la rage d’une ouvrière que les cadres syndicaux veulent contraindre à reprendre un travail immonde, tristesse et rage en écho à la fin de l’espoir d’un changement radical qui avait fleuri durant les semaines précédentes.
Ce film est à l’origine d’un autre rejeton cinématographique de Mai 68, selon une toute autre temporalité: la passionnante enquête menée en 1996 par Hervé Le Roux à la recherche de cette ouvrière depuis disparue comme la révolte qu’elle avait incarnée,
Reprise
Quel Mai? Quel 68?
L’idée de la très faible représentation par le cinéma des événements, au contraire de la photo et des affiches aussi nombreuses que célèbres, est fausse au regard d’un certain nombre de films qui étaient disponibles, mais ni vus ni considérés.
Il s’agit en particulier de treize des dix-huit titres, pour la plupart des courts métrages, figurant dans le premier des deux coffrets édités par les éditions Montparnasse sous le titre Le Cinéma de Mai 68.
Les films qui figurent dans ce coffret participent à l’un des déplacements qu’appelle la référence à cette époque. Il est en effet frappant que ceux qui souhaitent soit combattre
les effets de ce qui s’est produit alors, soit le renvoyer à un passé révolu, insistent sur le mois de mai et les événements parisiens.
En revanche, ceux qui y voient une référence pour des combats présents et futurs insistent sur des durées plus longues, qui selon les cas remontent au début de l’année, à 1967, à la mobilisation contre la guerre du Vietnam dès le milieu de la décennie, et se poursuivant
au-delà, non seulement en juin, mais dans les années qui suivent.
Les mêmes pointent l’inscription des événements d’alors dans une géographie plus vaste que l’axe NanterreQuartier latin, soulignant que « Mai » n’a été ni uniquement parisien ni surtout uniquement étudiant, mais le moment le plus spectaculaire d’une révolte au
long cours, ayant mobilisé en profondeur des couches très diverses de la population, en France et dans de nombreuses autres parties du monde. (…) Retours de flamme
Il existe encore d’autres films, devenus quasiment invisibles depuis, et qui réapparaissent aujourd’hui à l’occasion du cinquantenaire. Qu’on ne les ait pas revus plus tôt, en 1988, en 1998, en 2008, accrédite l’idée d’un « retour de flamme 1968 », le sentiment d’une
plus grande prégnance de l’événement aujourd’hui qu’il y a dix, vingt ou trente ans. Cette prégnance tient à la conjonction de deux approches contradictoires : d'un côté, la volonté d’une relation patrimoniale, apaisée, à l’événement de la part de la France macronienne considérant qu’il s’agit d’un événement important de l’histoire du pays qui peut être commémoré comme un autre. De l'autre, la mise en avant d’une référence contestataire toujours active qui peut remobiliser celles et ceux qui s’opposent à la
politique actuelle. (…)
Les suites de Mai ont donné lieu à des ouvres importantes, de La Maman et la putain de Jean Eustache et Mourir à 30 ans de Romain Goupil à Après mai d’Olivier Assayas, ou encore Jonas qui aura 25 ans en l’an 2000 d’Alain Tanner, L’une chante, l’autre pas d’Agnès Varda, les films de Godard et de Rivette dans les années 1970, le cinéma de Jacques Doillon ou de Chantal Akerman.
On constate en revanche l’incapacité du cinéma, en particulier du cinéma de fiction, de donner une évocation tant soit peu correcte des événements eux-mêmes. Sans mentionner le Redoutable crétin d’Hazanavicius, il est remarquable que ni Louis Malle (Milou en mai), ni Bernardo Bertolucci (The Dreamers) n’y soient parvenus.
Les archives existent. Les images existent. Pourtant, quelque chose échappe. Quoiqu’on pense de l’actuelle présence massive de « Mai 68 » — pour le glorifier, pour le condamner, pour l’embaumer ou pour considérer que cette référence est davantage un poids qu’un renfort à qui voudrait inventer l’avenir— la multiplicité des sens et.
l’imprécision des limites contribuent assurément à ce pouvoir de rémanence. C’est aussice dont témoigne la relation complexe entre les événements d’il y a cinquante ans et le cinéma.
Source : http://www.slate.fr/
Plus riche qu'on ne le dit souvent, la présence au cinéma des événements de 1968 reste étonnamment partielle. (chapeau )
L'emploi de la particule " ne " dans la phrase ci-dessus se justifie par:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas