Foram encontradas 50 questões.
1892257
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
No âmbito das finalidades da Educação brasileira, a família e o Estado apresentam-se como processo formativo mais amplo, através da formação da pessoa, do cidadão e do trabalhador. Fonte: MARTINS, A. M. S.. Fundamentos da educação 2. v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2008.
Segundo os princípios previstos na LDBEN:
I. Deverá ocorrer a vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais;
II. Não está previsto a valorização da experiência extra-escolar como princípio da educação;
III. As instituições públicas e privadas poderão coexistir para garantir a ministração do ensino;
IV. O ensino será ministrado garantindo a diversidade étnico-racial.
São afirmativas corretas:
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1892256
Ano: 2018
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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O Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, foi criado para regulamentar as conquistas em favor da infância e da juventude, obtidas na Constituição Federal de 1988. Sobre o ECA, é possível afirmar que:

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1892255
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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"A Família foi perdendo seus principais atributos, de tal forma e com tanta rapidez que se chegou a proclamar o seu fim. Atualmente, observa-se que não existe um modelo tradicional de família, mas apenas uma estruturação familiar e que dentre essa nova realidade, pode-se incluir pais que trabalham por uma necessidade de sustentar família e os que deixaram de estudar antes mesmo de serem alfabetizados, o que dificulta a participação desejada no desenvolvimento escolar do filho."
Fonte: FALCÃO, Djalma Desafio da família: como formar líderes. In Revista da Escola de Pais nº28. Seccional de Salvador. Desafios da família. Salvador: Publigraf, 2007.p. 07
Quanto à participação familiar, a LDBEN determina que os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
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Leia o texto a seguir:
A CEBOLA
PEGUE UMA cebola e corte ao meio. Então olhe bem para ela com olhos de criança. Se você não sabe o que é o olhar de uma criança, leia o poeta Alberto Caeiro para aprender...
Uma paciente minha, dos tempos em que eu exercia a psicanálise, olhou com olhos de criança para uma cebola cortada ao meio e ficou tão espantada com o que viu que pensou que estava ficando louca. Uma cebola cortada é mesmo um espanto. Pablo Neruda, olhando para uma cebola, escreveu: "Rosa de água com escamas de cristal..."
Agora, figure que uma cebola cortada é um modelo do mundo. Bem no centro, lá onde o primeiro anel é tão pequeno que não chegou a ser anel, ponha uma criança. Imagine que os anéis são os mundos que ela precisa conhecer para viver.
Mas não é possível comer o que está longe. Não é possível pular anéis. Só se pode comer o quarto anel depois que se comeu o primeiro, o segundo e o terceiro anéis.
A cebola cortada me sugeriu a forma como o primeiro currículo deveria ser organizado: como os anéis de uma cebola, na ordem certa. O que estaria contido no primeiro anel? A resposta é fácil: o primeiro anel que abraça a criança é a sua casa.
Não fui ousado ao ponto de sugerir a construção de uma casa de tijolo e cimento. Mas é a imaginação que faz o que não existe existir! Pensei que a casa onde uma criança mora, o primeiro anel da sua cebola, é um universo imenso, cheio de provocações ao conhecimento.
Primeiro, a casa como objeto matemático: ângulos, triângulos, linhas horizontais, verticais e paralelas, proporções e simetrias.
Depois, como objeto da física: a composição de forças no travamento do telhado, o prumo, o nível, as caixas de ferramentas, o martelo, o serrote, a pua, a física dos materiais, a madeira, o vidro, a cerâmica, o plástico, a eletricidade que esquenta e que esfria, a eletricidade que faz girar, que ilumina e produz música. Esse laboratório de química chamado cozinha: o fogo, os alimentos, os temperos.
O mundo das coisas vivas: as baratas, as traças, os tatuzinhos, os piolhos, os pássaros, as aranhas, os cachorros, os gatos, os peixes, os pernilongos, os mosquitos da dengue, os caramujos.
O mundo das doenças e da saúde. Os primeiros-socorros. O lixo, as privadas... Ouse imaginar quantas toneladas de cocô por ano os humanos colocam na nossa Terra...
E, ao tomar o seu branco e puro leitinho, imagine quantas toneladas de bosta de vaca e quantos metros cúbicos de gases fétidos são lançados na atmosfera diariamente pelos bovinos inocentes. O mundo da cultura: as revistas, os livros, a televisão, o jardim, os quadros.
Gostaria de conhecer a casa em que moro, mas não conheço. Aperto uma infinidade de botões que fazem as coisas acontecerem, mas não sei por que elas acontecem, e, quando não acontecem, fico perdido e tenho de chamar um técnico.
Pensei que as crianças gostariam da ideia assim como eu gostei. Aprendendo sobre a casa aprendemos sobre o mundo todo. Pois o mundo todo é a grande casa em que moramos, o último anel da cebola...
Fonte: ALVES, Rubem, Folha de São Paulo Disponível em: Acesso em: 18 maio 2018http://www.institutorubemalves.org.br/rubem-alves/carpe-diem/cronicas/a-cebola/
Com relação ao texto lido, pode-se inferir que:
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"Primeiro, a casa como objeto matemático: ângulos, triângulos, linhas horizontais..."
Os dois pontos no trecho acima foram usados para:
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1732414
Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Lea el texto y conteste las dos cuestiones a continuación.
¿QUÉ SON LOS DOCUMENTOS AUTÉNTICOS?
Los profesores que no vivimos en países hispanohablantes nos encontramos con ciertas desventajas a la hora de enseñar español al no poder utilizar el entorno como recurso pedagógico. Esta limitación está relativamente paliada por las grandes posibilidades que nos ofrecen las TIC (Tecnologías de Información o Comunicación). A través de este mundo de nuevas tecnologías tenemos acceso a una innumerable cantidad de textos, audios, vídeos y material interactivo, además de la posibilidad de acceder a personas reales con las que comunicarnos en español.
Todos los profesores de E/LE hemos vivido, por lo menos alguna vez, momentos en que la atención de nuestros alumnos disminuye y nos hemos planteado la cuestión de cómo motivarles para despertar de nuevo el interés y poder tratar de forma clara y efectiva ciertos temas de gramática o vocabulario específicos que, por pesados que parezcan, son necesarios para el aprendizaje de la lengua. Todos coincidimos en que, en vez de presentar esos temas "a palo seco", es mucho más provechoso utilizar, al menos como "apoyo visual", materiales auténticos como anuncios publicitarios, programas de televisión, vídeos musicales, cortometrajes, películas… con los que los alumnos están familiarizados por formar parte de su entorno. El lema que debe guiarnos es el siguiente: "lo visual, lo tangible siempre llama la atención y mantiene vivo el interés de los alumnos". […]
Pero ¿sabemos exactamente qué son documentos auténticos? Se consideran "auténticos" aquellos materiales producidos por hablantes nativos para nativos, sin preocupación pedagógica. Es un material que no puede ser transformado porque si lo manipulamos de alguna manera cambiamos su identidad. Los documentos auténticos se oponen claramente al material didáctico ya que estos son manipulados, preparados o incluso creados con un objetivo pedagógico, todos ellos supeditan la naturalidad y "autenticidad" del lenguaje a un objetivo didáctico explícito.
Los documentos auténticos, para ser tales, deben entregarse al alumno exactamente como nacen, sin ninguna modificación. Es evidente que en ocasiones tendremos que cambiar el soporte técnico haciendo por ejemplo fotocopias, o usando el DVD para proyectar películas, pero en este caso los documentos son idénticos a su versión original y no sufren ninguna transformación. El alumno valorará el uso en clase de materiales que forman parte de la vida cotidiana de los hablantes nativos, este aspecto acercará su aprendizaje a una realidad que ellos sienten más cercana al uso real del lenguaje que harían en un país hispano […].
Es tarea del profesor el presentar adecuadamente estos materiales a sus alumnos, de tal manera que consigamos aprovechar didácticamente estos documentos sin que pierdan esa identidad que es tan apreciada por el alumno: la de auténticos, muestras reales de una comunidad lingüística, representación genuina de una determinada cultura a la que quieren acercarse. La curiosidad se aviva ante estas muestras veraces de esa otra forma de ver el mundo, y es esa veracidad, esa fiabilidad de que están ante algo que pueden encontrar exactamente idéntico en el mundo hispano y no solamente en clase, lo que finalmente el docente tiene que esforzarse en salvaguardar.
No hay que olvidar que quien otorga todos estos rasgos y da verdaderamente la "autenticidad" a un material es el receptor, es decir, el propio alumno. Sin su complicidad estos materiales se convierten en un refuerzo al libro de texto que, desde el punto de vista del aprendiz, no cambian en nada la dinámica de la clase. Esto tiene como resultado el haber perdido una gran parte de la potencialidad pedagógica del material utilizado.
Claramente tampoco nos podemos engañar, por mucho que nos esforcemos en crear un contexto natural en el aula, aunque los documentos auténticos nos den la excusa perfecta para crear en el aula un ambiente de interacción semejante a la realidad comunicativa vivida cotidianamente por un nativo de español, también la verdad es el propio ambiente escolar impide esta autenticidad, ya que todos los involucrados tienen muy claro por qué están allí.
Por otra parte, los profesores debemos tener muy en cuenta que los documentos auténticos pueden presentan estructuras, vocabulario o contenidos culturales que el alumno todavía no haya aprendido, esto puede provocar que la pretendida motivación que tendría que despertar el documento en el aprendiz se convierta en desmotivación al verse incapaz de comprender lo que se le presenta.
FERRER PLAZA, Carlos. Reflexiones sobre el uso de documentos auténticos en la clase de ELE. Anais do V Congresso Brasileiro de Hispanistas / I Congresso Internacional da ABH. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2008. v. 1. p. 2362-2370.
De acuerdo con las ideas de Ferrer Plaza, el principal rol del material auténtico en sala de clase es:
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1714065
Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Lea el fragmento y conteste las cuatro a continuación.
EL ESPAÑOL ANTE LA HEGEMONÍA DEL INGLÊS.
[…]
Si se analizan solamente los textos de las LDBs se puede pensar que las políticas públicas para la educación en el ámbito lingüístico siempre habían sido plurales, puesto que no determinaban ninguna lengua específica para la enseñanza de forma obligatoria. Pero esa situación se vio totalmente alterada con la implementación de la MP 746/2016, que pasa a tener una fuerte inclinación hacia el monolingüismo y la enseñanza del inglés como lengua funcional e ideológica. Es importante afirmar que la adquisición de una lengua no ocurre por imposición del sistema educativo. No basta que haya leyes que incluyan un determinado idioma en la rejilla disciplinar escolar para garantizar su aprendizaje. Y eso se puede verificar en Brasil, donde el inglés ha sido durante más de veinte años la única oferta a disposición de los estudiantes y que ahora se vuelve a repetir, sin que se hayan considerado los estudios llevados a cabo por las instituciones de formación docente. Como afirma Altenhofen (2011, p. 207), a partir de 1964, con la implementación de gobiernos militares dictatoriales, la oferta y el espacio de las lenguas desapareció del contexto educativo. Los acuerdos estratégicos firmados entre Brasil y Estados Unidos hicieron que el único idioma extranjero que se enseñara en los colegios fuera el inglés. Pocas excepciones lograron resistir, enseñando lenguas que eran de interés específico de algunas comunidades.
LORENCENA SOUZA, Henry Daniel. La reforma de la enseñanza media y la muerte de la pluralidad lingüística en la educación brasileña. Revista Digital de Políticas Lingüísticas. Año 9, Volumen 9, diciembre 2017, p. 45. ISSN 1853- 3256.
Teniendo en cuenta el contenido del fragmento, se puede decir que en la historia de la enseñanza de lenguas extranjeras en Brasil la Ley de Directrices y Bases de la Educación que ha reducido, por primera vez, la carga horaria de la asignatura de lenguas extranjeras en las escuelas es la:
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1710190
Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Lea la cita y conteste las dos cuestiones a continuación.
"A aprendizagem de Língua Estrangeira aguça a percepção e, ao abrir a porta para o mundo, não só propicia acesso à informação, mas também torna os indivíduos, e, conseqüentemente, os países, mais bem conhecidos pelo mundo. Essa é uma visão de ensino de Língua Estrangeira como força libertadora de indivíduos e de países."
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Língua Estrangeira. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Teniendo en cuenta los presupuestos de los Parámetros Curriculares Nacionales - PCN (BRASIL, 1998), elija la opción que NO se relaciona con las premisas del documento:
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1708058
Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Lea el fragmento y conteste las cuatro a continuación.
EL ESPAÑOL ANTE LA HEGEMONÍA DEL INGLÊS.
[…]
Si se analizan solamente los textos de las LDBs se puede pensar que las políticas públicas para la educación en el ámbito lingüístico siempre habían sido plurales, puesto que no determinaban ninguna lengua específica para la enseñanza de forma obligatoria. Pero esa situación se vio totalmente alterada con la implementación de la MP 746/2016, que pasa a tener una fuerte inclinación hacia el monolingüismo y la enseñanza del inglés como lengua funcional e ideológica. Es importante afirmar que la adquisición de una lengua no ocurre por imposición del sistema educativo. No basta que haya leyes que incluyan un determinado idioma en la rejilla disciplinar escolar para garantizar su aprendizaje. Y eso se puede verificar en Brasil, donde el inglés ha sido durante más de veinte años la única oferta a disposición de los estudiantes y que ahora se vuelve a repetir, sin que se hayan considerado los estudios llevados a cabo por las instituciones de formación docente. Como afirma Altenhofen (2011, p. 207), a partir de 1964, con la implementación de gobiernos militares dictatoriales, la oferta y el espacio de las lenguas desapareció del contexto educativo. Los acuerdos estratégicos firmados entre Brasil y Estados Unidos hicieron que el único idioma extranjero que se enseñara en los colegios fuera el inglés. Pocas excepciones lograron resistir, enseñando lenguas que eran de interés específico de algunas comunidades.
LORENCENA SOUZA, Henry Daniel. La reforma de la enseñanza media y la muerte de la pluralidad lingüística en la educación brasileña. Revista Digital de Políticas Lingüísticas. Año 9, Volumen 9, diciembre 2017, p. 45. ISSN 1853- 3256.
En "[…] un determinado idioma en la REJILLA disciplinar escolar", el mejor vocablo que sustituye el término destacado en mayúscula sin pérdida de sentido es:
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1705543
Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: Instituto Acesso
Orgão: SEDUC-AM
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Lea el texto y conteste las tres cuestiones a continuación.
¿QUÉ LUGAR OCUPARÁ LA ENSEÑANZA DEL ENSEÑANZA DEL ESPAÑOL A PARTIR DE LAS NUEVAS RESOLUCIONES GUBERNAMENTALES DE LA EDUCACIÓN EN BRASIL? Gloria Cortés Abdalla, 4 de mayo de 2018
Queridos lectores de este blog, maestros de español y alumnos de Letras, este artículo no propondrá respuestas, pero, más bien, quiere compartir el espanto que parece tomarnos a todos a cada día y pensar los caminos probables de acción de los que tenemos como labor difundir y enseñar el español en Brasil en este momento. La nueva onda de cambios definidos por el actual Ministerio de la Educación nos plantea una realidad frente a nuestro trabajo como docentes de lengua española, ya que se termina con ella también la obligatoriedad de la enseñanza del español para alumnos de Secundaria (Ensino Médio) en el país instituida por la Ley n. 11.161, de 5 de agosto de 2005, ahora revocada.
Si muchos profesores de la red pública ya temen por su trabajo, obviamente, esa nueva realidad repercutirá a la vez en los cursos de formación de profesores de la lengua en las universidades que, si ya no habían sufrido un impacto con el descenso de la profesión docente frente a los ojos de los más jóvenes, ahora pierden aún más con esa nueva resolución.
Así, los cambios propuestos, y todavía inciertos en su implementación, de la Reforma do Ensino Médio, nos convocan a una reflexión profunda sobre lo que podremos esperar y pensar alternativas, una vez que la demanda de la lengua española no desaparecerá del mercado laboral y académico, pese a los esfuerzos ideológicos de aquellos que la rechazan.
Como maestra de inglés y español en los más diversos contextos, puedo afirmar que los conocimientos de inglés no bastan para que las empresas puedan actuar en este y otros continentes. La demanda de muchas de ellas es la de que sus colaboradores hablen el español. Como si la demanda del mercado no fuera suficiente, el turismo es otro sector en el que seguimos fallando profundamente. Pese a nuestro potencial natural y cultural, no desarrollamos todas nuestras potencialidades a la hora de recibir a los turistas, sea cual sea su idioma. Así, la realidad sigue siendo la de un país con potencial turístico, un país clave en el contexto sudamericano y, además, en búsqueda de expandirse cada vez más lo que demanda, a la vez, que sus ciudadanos actúen activamente y posean una capacidad global de comunicarse con otras culturas y en otras lenguas.
Recientemente el Ministerio de Turismo ha lanzado una campaña en la que su eslogan dice: "Aquí hablamos portuñol: en Brasil todo mundo se entiende". No queremos sugerir ningún tipo de prejuicio lingüístico y reconocemos la existencia de una lengua híbrida en muchas regiones de frontera de Brasil y los países vecinos. Sin embargo, tras una larga historia por la búsqueda del reconocimiento y de un lugar legítimo para la enseñanza del español en Brasil, no es posible considerar ese mensaje como el retrato de un avanzo, pero, al contrario, supone que se acepta nuestra incapacidad. Perdemos los que creemos en un continente más fuerte y autónomo, con intercambios reales culturales, económicos, políticos y académicos. Perdemos los que creemos en la educación como un valor para la libertad.
El nuevo documento de la BNCC (Base Nacional Comum Curricular) tampoco ha incluido la Lengua Española entre las asignaturas en las Enseñanzas Primaria y Secundaria. Afortunadamente, muchos Estados de la Federación e Institutos privados van a mantener la enseñanza de la lengua española, porque consideran todas las cuestiones que expusimos hasta aquí. Además, no podemos olvidar los rumbos que todavía queremos para nuestro país y, citando al propio texto de la BNCC, sabemos que:
A sociedade contemporânea impõe um olhar inovador e inclusivo a questões centrais do processo educativo: o que aprender, para que aprender, como ensinar, como promover redes de aprendizagem colaborativa e como avaliar o aprendizado. No novo cenário mundial, comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, produtivo e responsável requer muito mais do que a acumulação de informações (BRASIL, 2017, p. 17).
Con esperanza y creyendo en el valor de nuestro trabajo, sigamos estudiando y atendiendo a aquellos que si desean abrir alas y volar hacia el conocimiento con autonomía y libertad para pensar.
Disponible en: http://www.espaciosantillanaespanol.com.br/que-lugar-ocupara-la-ensenanza-del-espanol-a-partir-de-las-nuevas-resoluciones-gubernamentales-de-la-educacion-en-brasil/ . Último acceso en: 20 mayo 2018.
Sobre el eslogan de la campaña promocionada por el Ministerio del Turismo "[…] AQUÍ hablamos portuñol: en Brasil todo mundo se entiende", el término destacado en mayúscula demuestra un ejemplo del siguiente recurso lingüístico:
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