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Foram encontradas 475 questões.

3108988 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Em salas de aula improvisadas no galpão de um centro cultural na terra indígena Jaraguá, no noroeste da cidade de São Paulo, adolescentes guaranis em seus 13 e 14 anos estão encostados nas paredes de madeirite enquanto olham para seus celulares, passando os dedos sobre o que aparece nas telas.

A cena se repete nas casas ao redor, com jovens sentados nas soleiras das portas e smartphones na mão. São 15h de uma segunda-feira, muitas famílias e amigos estão reunidos em frente às construções de madeira e alvenaria em conversas descontraídas. Em rádios de pilha, o som que toca é forró e sertanejo.

Dali a algumas horas, por volta das 19h, todos os moradores vão se reunir em casas de reza para uma cerimônia diária. Além de rezar, cantar e dançar segundo tradições indígenas, ali eles também discutem questões políticas e culturais que afetam a vida de todos: a construção de uma nova escola, a alimentação das crianças, o direito à terra.

Para a comunidade, não há contradição entre assimilar elementos da vida moderna e manter os rituais guaranis. Eles fazem questão de afirmar sua identidade, para que sobreviva às mudanças dentro e fora das aldeias.

“Com o crescimento da cidade para cada vez mais perto de nós, com prédios, estabelecimentos comerciais, postos de gasolina, tentam usar isso como justificativa para dizer que nós não somos mais vistos como indígenas”, conta a líder local Ara Dju Arapoty, 26, que recusa esse argumento. “Não deixamos as pessoas esquecerem que aqui é área indígena”, diz Arapoty.

(Tulio Kruse. Menor terra indígena do país fica em São Paulo. Folha de S. Paulo. 01.07.2023. Adaptado)

Considere a frase.

“... não há contradição entre assimilar elementos da vida moderna e manter os rituais guaranis” (4º parágrafo).

No contexto em que se encontra, o termo em destaque tem como sinônimo:

 

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3108987 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Em salas de aula improvisadas no galpão de um centro cultural na terra indígena Jaraguá, no noroeste da cidade de São Paulo, adolescentes guaranis em seus 13 e 14 anos estão encostados nas paredes de madeirite enquanto olham para seus celulares, passando os dedos sobre o que aparece nas telas.

A cena se repete nas casas ao redor, com jovens sentados nas soleiras das portas e smartphones na mão. São 15h de uma segunda-feira, muitas famílias e amigos estão reunidos em frente às construções de madeira e alvenaria em conversas descontraídas. Em rádios de pilha, o som que toca é forró e sertanejo.

Dali a algumas horas, por volta das 19h, todos os moradores vão se reunir em casas de reza para uma cerimônia diária. Além de rezar, cantar e dançar segundo tradições indígenas, ali eles também discutem questões políticas e culturais que afetam a vida de todos: a construção de uma nova escola, a alimentação das crianças, o direito à terra.

Para a comunidade, não há contradição entre assimilar elementos da vida moderna e manter os rituais guaranis. Eles fazem questão de afirmar sua identidade, para que sobreviva às mudanças dentro e fora das aldeias.

“Com o crescimento da cidade para cada vez mais perto de nós, com prédios, estabelecimentos comerciais, postos de gasolina, tentam usar isso como justificativa para dizer que nós não somos mais vistos como indígenas”, conta a líder local Ara Dju Arapoty, 26, que recusa esse argumento. “Não deixamos as pessoas esquecerem que aqui é área indígena”, diz Arapoty.

(Tulio Kruse. Menor terra indígena do país fica em São Paulo. Folha de S. Paulo. 01.07.2023. Adaptado)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que seu argumento central é:

 

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3108986 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Leia a tira para responder à questão.

Enunciado 3435818-1

(Charles Schulz. Snoopy: assim é a vida, Charlie Brown! Porto Alegre: L&PM, 2009. Adaptado)

Em – Tenho a sensação de que ela recebe por notas baixas – (4º quadro), o trecho em destaque pode ser substituído, sem prejuízo da norma-padrão de regência, por

 

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3108985 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Leia a tira para responder à questão.

Enunciado 3435817-1

(Charles Schulz. Snoopy: assim é a vida, Charlie Brown! Porto Alegre: L&PM, 2009. Adaptado)

A frase do 2º quadro pode ser reescrita, em conformidade com a norma-padrão da língua, como:

 

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3108984 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Leia a tira para responder à questão.

Enunciado 3435816-1

(Charles Schulz. Snoopy: assim é a vida, Charlie Brown! Porto Alegre: L&PM, 2009. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta interpretação correta para a tira.

 

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3108983 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Canto de regresso à Pátria

Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo

(Oswald de Andrade, Canto de regresso à Pátria)

O eu lírico aspira terra natal, não se esquece. Está ansioso voltar São Paulo para contemplar Rua 15.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:

 

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3108982 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Canto de regresso à Pátria

Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo

(Oswald de Andrade, Canto de regresso à Pátria)

Assinale a alternativa em conformidade com a norma-padrão de pontuação.

 

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3108981 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Canto de regresso à Pátria

Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo

(Oswald de Andrade, Canto de regresso à Pátria)

No poema, é correto afirmar que o eu lírico

 

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3108980 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Aflições paulistanas

Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.

Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.

Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.

Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.

Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.

Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.

Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)

Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.

No 5º parágrafo do texto, a expressão destacada estabelece circunstância de “modo”, assim como o termo:

 

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3108979 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Aflições paulistanas

Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.

Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.

Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.

Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.

Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.

Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.

Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase, reescrita a partir das informações do texto, está em conformidade com a norma-padrão de concordância.

 

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