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O cansaço excessivo se deve hábitos de vida modernos que se sobrepõem necessidade humana de repouso e reflexão. Isso faz com que muitas pessoas recorram medicações que prometem aumentar ainda mais a produtividade.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância.
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
Está em sentido próprio, no contexto em que foi empregado, o termo destacado em:
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto concluir que o burnout
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Você assinala no mapa
o lugar prometido do encontro
para o qual no dia seguinte me dirijo
com apenas café preto o bilhete só de ida do metrô a pressa feroz do desejo
deixando no entanto esquecido sobre a mesa o mapa que me levaria onde?
(Ana Martins Marques. O livro das semelhanças. São Paulo: Companhia das Letras, 2015)
No 5º verso do poema, a expressão “no entanto” indica
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Você assinala no mapa
o lugar prometido do encontro
para o qual no dia seguinte me dirijo
com apenas café preto o bilhete só de ida do metrô a pressa feroz do desejo
deixando no entanto esquecido sobre a mesa o mapa que me levaria onde?
(Ana Martins Marques. O livro das semelhanças. São Paulo: Companhia das Letras, 2015)
Em – deixando no entanto esquecido sobre a mesa o mapa que me levaria / onde? –, a palavra destacada pode ser corretamente substituída por:
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Você assinala no mapa
o lugar prometido do encontro
para o qual no dia seguinte me dirijo
com apenas café preto o bilhete só de ida do metrô a pressa feroz do desejo
deixando no entanto esquecido sobre a mesa o mapa que me levaria onde?
(Ana Martins Marques. O livro das semelhanças. São Paulo: Companhia das Letras, 2015)
A partir da leitura do poema, é correto afirmar que o eu-lírico
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Em salas de aula improvisadas no galpão de um centro cultural na terra indígena Jaraguá, no noroeste da cidade de São Paulo, adolescentes guaranis em seus 13 e 14 anos estão encostados nas paredes de madeirite enquanto olham para seus celulares, passando os dedos sobre o que aparece nas telas.
A cena se repete nas casas ao redor, com jovens sentados nas soleiras das portas e smartphones na mão. São 15h de uma segunda-feira, muitas famílias e amigos estão reunidos em frente às construções de madeira e alvenaria em conversas descontraídas. Em rádios de pilha, o som que toca é forró e sertanejo.
Dali a algumas horas, por volta das 19h, todos os moradores vão se reunir em casas de reza para uma cerimônia diária. Além de rezar, cantar e dançar segundo tradições indígenas, ali eles também discutem questões políticas e culturais que afetam a vida de todos: a construção de uma nova escola, a alimentação das crianças, o direito à terra.
Para a comunidade, não há contradição entre assimilar elementos da vida moderna e manter os rituais guaranis. Eles fazem questão de afirmar sua identidade, para que sobreviva às mudanças dentro e fora das aldeias.
“Com o crescimento da cidade para cada vez mais perto de nós, com prédios, estabelecimentos comerciais, postos de gasolina, tentam usar isso como justificativa para dizer que nós não somos mais vistos como indígenas”, conta a líder local Ara Dju Arapoty, 26, que recusa esse argumento. “Não deixamos as pessoas esquecerem que aqui é área indígena”, diz Arapoty.
(Tulio Kruse. Menor terra indígena do país fica em São Paulo. Folha de S. Paulo. 01.07.2023. Adaptado)
Em – ... muitas famílias e amigos estão reunidos em frente às construções de madeira e alvenaria... – (2º parágrafo), a expressão em destaque pode ser corretamente substituída por
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Em salas de aula improvisadas no galpão de um centro cultural na terra indígena Jaraguá, no noroeste da cidade de São Paulo, adolescentes guaranis em seus 13 e 14 anos estão encostados nas paredes de madeirite enquanto olham para seus celulares, passando os dedos sobre o que aparece nas telas.
A cena se repete nas casas ao redor, com jovens sentados nas soleiras das portas e smartphones na mão. São 15h de uma segunda-feira, muitas famílias e amigos estão reunidos em frente às construções de madeira e alvenaria em conversas descontraídas. Em rádios de pilha, o som que toca é forró e sertanejo.
Dali a algumas horas, por volta das 19h, todos os moradores vão se reunir em casas de reza para uma cerimônia diária. Além de rezar, cantar e dançar segundo tradições indígenas, ali eles também discutem questões políticas e culturais que afetam a vida de todos: a construção de uma nova escola, a alimentação das crianças, o direito à terra.
Para a comunidade, não há contradição entre assimilar elementos da vida moderna e manter os rituais guaranis. Eles fazem questão de afirmar sua identidade, para que sobreviva às mudanças dentro e fora das aldeias.
“Com o crescimento da cidade para cada vez mais perto de nós, com prédios, estabelecimentos comerciais, postos de gasolina, tentam usar isso como justificativa para dizer que nós não somos mais vistos como indígenas”, conta a líder local Ara Dju Arapoty, 26, que recusa esse argumento. “Não deixamos as pessoas esquecerem que aqui é área indígena”, diz Arapoty.
(Tulio Kruse. Menor terra indígena do país fica em São Paulo. Folha de S. Paulo. 01.07.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a inserção de uma vírgula no trecho original foi feita em conformidade com a norma-padrão de pontuação.
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