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Foram encontradas 507 questões.

757787 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Considere os seguintes conjuntos:
A = {11, 13, 14, 16, 18},
B = {14, 15, 18, 19},
C = {13, 15, 21} e
D = {15, 21, 25}
Então, podemos concluir que !$ E = \left ( A\,\cap\,B \right)\,\cup\,\left(C\,\cap\,D \right) !$, é
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(10 de maio de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Amanhã é um grande dia! Exclamou o meu amigo, faiscando-lhe os olhos de contentamento.
Não posso dizer o nome dele; suponhamo-lo Calisto. Amanhã é um grande dia para ele, porque é o da apresentação do ministério às câmaras, fato que na vida do meu amigo equivale a um batizado de criança na vida de todos os pais. Vão entende-lo em poucas linhas.
Calisto só adora uma coisa, mais do que as crises ministeriais, é a apresentação dos ministérios novos às câmaras. Moção anunciada pode contar com ele. E gosta das crises compridas, atrapalhadas, arrastadas, cheias de esperanças longas e boatos infinitos. Mas tão depressa se organiza o ministério, como lhe cai a alma aos pés. O que o consola então, e muito, é a ideia da apresentação; nem mais nem menos o que lhe acontece desde o dia 4.
Amanhã vai ele muito cedo para a porta da Câmara dos Deputados, com biscoitos no bolso e paciência no coração. A paciência, com perdão da palavra, é um biscoito moral, dado pelo céu a muito poucos. Calisto é dos poucos. É capaz de aguentar um temporal, uma soalheira, uma carga de cavalaria, sem arredar pé da porta da Câmara, até que lha abram. Abrem-lha, ele entra, sobe, arranja um bom lugar.
Não atribuam ao Calisto nenhuma preocupação política, pequena ou grande, nenhum amor ao Dantas ou ao Saraiva, ao projeto de um ou de outro, nem à grande questão que se debate agora mesmo em todos os espíritos. Não, senhor; este Calisto é um distintíssimo curioso, na política e no piano. Importa-lhe pouco saber de um problema ou da sua solução. Contanto que haja barulho, dá o resto de graça.
Justamente o dia de amanhã cheira a chamusco, debate grosso, veemência, chuva de apartes, impropérios, tímpanos, confusão. Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.
Na imaginação dele, a coisa há de se passar assim. Os primeiros minutos de ânsia e curiosidade – votações distraídas, arengas curtas. Pela uma hora da tarde, anuncia-se o ministério, que aparece rompendo a custo a multidão de curiosos. Grande burburinho, crescente ansiedade. Sentam-se os ministros, explica-se a crise, e o Saraiva tem a palavra para expor o programa. O profundo silêncio com que ele há de ser ouvido é um dos regalos do Calisto, que ouve através do silêncio o tumulto das almas.
Depois rompe um deputado. Qual deputado? Não sabe qual seja, mas há de ser um, provavelmente o José Mariano, ou algum com quem se não conte, e está acesa a guerra – brotam os apartes, agitam-se os ânimos; vem outro orador, mais outro – cruzam-se os remoques, surgem os punhos cerrados, bufam as cóleras, retinem os entusiasmos. E o meu Calisto, de cima, olhará para baixo, e gozará um bom dia, um dia raro, igual àquele 18 de julho de 1868, quando o Itaboraí penetrou na Câmara liberal, com os conservadores. O Calisto ainda se lembra que não jantou nesse dia.
Agora, que a questão ainda é mais grave, a sessão há de render mais – ou dar sorte, que é a locução do meu amigo. Calisto espera sair amanhã dali, abarrotado de comoção para seis meses. Jura a quem quer ouvir, que não tem preferências nem antipatias. Também não quer saber se do debate lhe sairá alguma restrição pessoal ou pecuniária. Contanto que haja tumulto, está ganho o dia, e o dia seguinte pertence a Deus.
Ide vê-lo, à saída da Câmara, olhando embasbacado; estará ainda alegre. Mas no dia seguinte, que o diabo diz que também é dele, vereis o meu pobre Calisto arrimado a alguma porta ou esquina, à espreita de algum sucesso que passe, desconsolado como na ópera do nosso Antônio José:
Tão alegres que fomos,
Tão tristes que viemos.
Para Calisto, qual o fato na vida de todos os pais é tão importante quanto a apresentação do ministério à Câmara?
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(10 de maio de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Amanhã é um grande dia! Exclamou o meu amigo, faiscando-lhe os olhos de contentamento.
Não posso dizer o nome dele; suponhamo-lo Calisto. Amanhã é um grande dia para ele, porque é o da apresentação do ministério às câmaras, fato que na vida do meu amigo equivale a um batizado de criança na vida de todos os pais. Vão entende-lo em poucas linhas.
Calisto só adora uma coisa, mais do que as crises ministeriais, é a apresentação dos ministérios novos às câmaras. Moção anunciada pode contar com ele. E gosta das crises compridas, atrapalhadas, arrastadas, cheias de esperanças longas e boatos infinitos. Mas tão depressa se organiza o ministério, como lhe cai a alma aos pés. O que o consola então, e muito, é a ideia da apresentação; nem mais nem menos o que lhe acontece desde o dia 4.
Amanhã vai ele muito cedo para a porta da Câmara dos Deputados, com biscoitos no bolso e paciência no coração. A paciência, com perdão da palavra, é um biscoito moral, dado pelo céu a muito poucos. Calisto é dos poucos. É capaz de aguentar um temporal, uma soalheira, uma carga de cavalaria, sem arredar pé da porta da Câmara, até que lha abram. Abrem-lha, ele entra, sobe, arranja um bom lugar.
Não atribuam ao Calisto nenhuma preocupação política, pequena ou grande, nenhum amor ao Dantas ou ao Saraiva, ao projeto de um ou de outro, nem à grande questão que se debate agora mesmo em todos os espíritos. Não, senhor; este Calisto é um distintíssimo curioso, na política e no piano. Importa-lhe pouco saber de um problema ou da sua solução. Contanto que haja barulho, dá o resto de graça.
Justamente o dia de amanhã cheira a chamusco, debate grosso, veemência, chuva de apartes, impropérios, tímpanos, confusão. Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.
Na imaginação dele, a coisa há de se passar assim. Os primeiros minutos de ânsia e curiosidade – votações distraídas, arengas curtas. Pela uma hora da tarde, anuncia-se o ministério, que aparece rompendo a custo a multidão de curiosos. Grande burburinho, crescente ansiedade. Sentam-se os ministros, explica-se a crise, e o Saraiva tem a palavra para expor o programa. O profundo silêncio com que ele há de ser ouvido é um dos regalos do Calisto, que ouve através do silêncio o tumulto das almas.
Depois rompe um deputado. Qual deputado? Não sabe qual seja, mas há de ser um, provavelmente o José Mariano, ou algum com quem se não conte, e está acesa a guerra – brotam os apartes, agitam-se os ânimos; vem outro orador, mais outro – cruzam-se os remoques, surgem os punhos cerrados, bufam as cóleras, retinem os entusiasmos. E o meu Calisto, de cima, olhará para baixo, e gozará um bom dia, um dia raro, igual àquele 18 de julho de 1868, quando o Itaboraí penetrou na Câmara liberal, com os conservadores. O Calisto ainda se lembra que não jantou nesse dia.
Agora, que a questão ainda é mais grave, a sessão há de render mais – ou dar sorte, que é a locução do meu amigo. Calisto espera sair amanhã dali, abarrotado de comoção para seis meses. Jura a quem quer ouvir, que não tem preferências nem antipatias. Também não quer saber se do debate lhe sairá alguma restrição pessoal ou pecuniária. Contanto que haja tumulto, está ganho o dia, e o dia seguinte pertence a Deus.
Ide vê-lo, à saída da Câmara, olhando embasbacado; estará ainda alegre. Mas no dia seguinte, que o diabo diz que também é dele, vereis o meu pobre Calisto arrimado a alguma porta ou esquina, à espreita de algum sucesso que passe, desconsolado como na ópera do nosso Antônio José:
Tão alegres que fomos,
Tão tristes que viemos.
Na imaginação de Calisto o que acontece nos primeiros minutos de ânsia e curiosidade durante a apresentação do ministério à Câmara?
 

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757681 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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O Poder Legislativo pernambucano é unicameral, constituído pela Assembleia Legislativa de Pernambuco - ALEPE, localizado no bairro de Boa Vista, na cidade do Recife. É correto afirmar que a Assembleia Legislativa de Pernambuco é constituída:

 

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757533 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Uma pessoa abriu uma caderneta de poupança e no ato depositou 12000 reais, no mesmo dia ela retirou 30% do valor depositado; quantos reais permaneceram na caderneta de poupança?
 

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757531 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Ao filósofo francês Edgar Morin, foi solicitada em 1999, pela UNESCO, a sistematização de um conjunto de reflexões que servissem para se repensar a educação do século XXI. O filósofo apontou sete saberes indispensáveis. Assinale abaixo a alternativa que não pertence a este grupo.
 

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Text 05
The is a language-teaching method created by Caleb Gattegno that is striking for its extensive use of silence on the part of the teacher as a technique.
The method emphasises the autonomy of the learner; the teacher's role is to monitor the students' efforts, and the students are encouraged to have an active role in learning the language. Pronunciation is seen as fundamental; beginner courses start with pronunciation, and time is spent practising it in most lessons, even with advancedstudents. The treatment of vocabulary is different from the conventional approach: time is spent using functional and versatile words but wider vocabulary is only introduced as needed. Acquiring a wide vocabulary is seen as something that students can do outside the class. Translation and rote repetition are avoided and the language is usually practiced in meaningful contexts. Evaluation is carried out by observation, and the teacher may never set a formal test.
The teacher uses silence for multiple purposes. It is used to focus students' attention, to elicit student responses, and to encourage them to correct their own errors. Even though teachers are often silent, they are still active; for example, they use using hand gestures to help the students with their pronunciation and finger correction to help them with grammar. Teachers also encourage students to help their peers.
originated in the early 1970s. The three basic tenets of the approach are that learning is facilitated if the learner discovers rather than remembers or repeats, that learning is aided by physical objects, and that problem-solving is central to learning. is based on the premise that the teacher should be as silent as possible in the classroom in order to encourage the learner to produce as much language as possible.
According to the features the blanks must be filled in with:
 

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757493 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Assinale a alternativa cuja frase está corretamente pontuada:
 

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757380 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
A Revolução Francesa foi um marco na história Universal, sobretudo para as “portas que se abriam” para a contemporaneidade. Seus princípios de ordem burguesa ecoaram através dos tempos contemporâneos e dos Estados europeus. No entanto, não foi um processo linear, gerando desdobramentos importantes nos acontecimentos históricos da Europa e para além dela. Vejamos as afirmações a seguir. Elas tratam destes desdobramentos. Marque a alternativa correta.
 

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En los ejemplos abajo se destaca las perífrasis verbales y sus relaciones de sentido y señala la opción que establece la correcta correspondencia.
I. Date prisa, Gustavo está por salir. - Acciones muy próximas.
II. Paramos de publicar esta revista. - Obligación.
III. Volveré a llamarlo- La supresión de una acción.
IV. El avión debe de partir a las diez. - Duda
V. Thereza echó a llorar cuando no vio a Henrique. - Una acción repentina.
 

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