Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

O Município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Pernambucana, vive um processo de crescimento. A cidade que há dez anos tinha apenas duas indústrias, atualmente conta com mais de 20, a exemplo da Mondelez (ex-Kraft Foods) e BR Foods (Sadia e Perdigão). Atualmente Vitória de Santo Antão possui um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 1,9 bilhão, com perspectiva de crescimento, segundo dados da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem). Segundo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística o setor que mais tem contribuído com o PIB de Vitória de Santo Antão é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(10 de maio de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Amanhã é um grande dia! Exclamou o meu amigo, faiscando-lhe os olhos de contentamento.
Não posso dizer o nome dele; suponhamo-lo Calisto. Amanhã é um grande dia para ele, porque é o da apresentação do ministério às câmaras, fato que na vida do meu amigo equivale a um batizado de criança na vida de todos os pais. Vão entende-lo em poucas linhas.
Calisto só adora uma coisa, mais do que as crises ministeriais, é a apresentação dos ministérios novos às câmaras. Moção anunciada pode contar com ele. E gosta das crises compridas, atrapalhadas, arrastadas, cheias de esperanças longas e boatos infinitos. Mas tão depressa se organiza o ministério, como lhe cai a alma aos pés. O que o consola então, e muito, é a ideia da apresentação; nem mais nem menos o que lhe acontece desde o dia 4.
Amanhã vai ele muito cedo para a porta da Câmara dos Deputados, com biscoitos no bolso e paciência no coração. A paciência, com perdão da palavra, é um biscoito moral, dado pelo céu a muito poucos. Calisto é dos poucos. É capaz de aguentar um temporal, uma soalheira, uma carga de cavalaria, sem arredar pé da porta da Câmara, até que lha abram. Abrem-lha, ele entra, sobe, arranja um bom lugar.
Não atribuam ao Calisto nenhuma preocupação política, pequena ou grande, nenhum amor ao Dantas ou ao Saraiva, ao projeto de um ou de outro, nem à grande questão que se debate agora mesmo em todos os espíritos. Não, senhor; este Calisto é um distintíssimo curioso, na política e no piano. Importa-lhe pouco saber de um problema ou da sua solução. Contanto que haja barulho, dá o resto de graça.
Justamente o dia de amanhã cheira a chamusco, debate grosso, veemência, chuva de apartes, impropérios, tímpanos, confusão. Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.
Na imaginação dele, a coisa há de se passar assim. Os primeiros minutos de ânsia e curiosidade – votações distraídas, arengas curtas. Pela uma hora da tarde, anuncia-se o ministério, que aparece rompendo a custo a multidão de curiosos. Grande burburinho, crescente ansiedade. Sentam-se os ministros, explica-se a crise, e o Saraiva tem a palavra para expor o programa. O profundo silêncio com que ele há de ser ouvido é um dos regalos do Calisto, que ouve através do silêncio o tumulto das almas.
Depois rompe um deputado. Qual deputado? Não sabe qual seja, mas há de ser um, provavelmente o José Mariano, ou algum com quem se não conte, e está acesa a guerra – brotam os apartes, agitam-se os ânimos; vem outro orador, mais outro – cruzam-se os remoques, surgem os punhos cerrados, bufam as cóleras, retinem os entusiasmos. E o meu Calisto, de cima, olhará para baixo, e gozará um bom dia, um dia raro, igual àquele 18 de julho de 1868, quando o Itaboraí penetrou na Câmara liberal, com os conservadores. O Calisto ainda se lembra que não jantou nesse dia.
Agora, que a questão ainda é mais grave, a sessão há de render mais – ou dar sorte, que é a locução do meu amigo. Calisto espera sair amanhã dali, abarrotado de comoção para seis meses. Jura a quem quer ouvir, que não tem preferências nem antipatias. Também não quer saber se do debate lhe sairá alguma restrição pessoal ou pecuniária. Contanto que haja tumulto, está ganho o dia, e o dia seguinte pertence a Deus.
Ide vê-lo, à saída da Câmara, olhando embasbacado; estará ainda alegre. Mas no dia seguinte, que o diabo diz que também é dele, vereis o meu pobre Calisto arrimado a alguma porta ou esquina, à espreita de algum sucesso que passe, desconsolado como na ópera do nosso Antônio José:
Tão alegres que fomos,

Tão tristes que viemos
Ao receber a palavra Saraiva expõe o programa. Instala-se profundo silêncio. O que ouve Calisto, através desse silêncio?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(10 de maio de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Amanhã é um grande dia! Exclamou o meu amigo, faiscando-lhe os olhos de contentamento.
Não posso dizer o nome dele; suponhamo-lo Calisto. Amanhã é um grande dia para ele, porque é o da apresentação do ministério às câmaras, fato que na vida do meu amigo equivale a um batizado de criança na vida de todos os pais. Vão entende-lo em poucas linhas.
Calisto só adora uma coisa, mais do que as crises ministeriais, é a apresentação dos ministérios novos às câmaras. Moção anunciada pode contar com ele. E gosta das crises compridas, atrapalhadas, arrastadas, cheias de esperanças longas e boatos infinitos. Mas tão depressa se organiza o ministério, como lhe cai a alma aos pés. O que o consola então, e muito, é a ideia da apresentação; nem mais nem menos o que lhe acontece desde o dia 4.
Amanhã vai ele muito cedo para a porta da Câmara dos Deputados, com biscoitos no bolso e paciência no coração. A paciência, com perdão da palavra, é um biscoito moral, dado pelo céu a muito poucos. Calisto é dos poucos. É capaz de aguentar um temporal, uma soalheira, uma carga de cavalaria, sem arredar pé da porta da Câmara, até que lha abram. Abrem-lha, ele entra, sobe, arranja um bom lugar.
Não atribuam ao Calisto nenhuma preocupação política, pequena ou grande, nenhum amor ao Dantas ou ao Saraiva, ao projeto de um ou de outro, nem à grande questão que se debate agora mesmo em todos os espíritos. Não, senhor; este Calisto é um distintíssimo curioso, na política e no piano. Importa-lhe pouco saber de um problema ou da sua solução. Contanto que haja barulho, dá o resto de graça.
Justamente o dia de amanhã cheira a chamusco, debate grosso, veemência, chuva de apartes, impropérios, tímpanos, confusão. Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.
Na imaginação dele, a coisa há de se passar assim. Os primeiros minutos de ânsia e curiosidade – votações distraídas, arengas curtas. Pela uma hora da tarde, anuncia-se o ministério, que aparece rompendo a custo a multidão de curiosos. Grande burburinho, crescente ansiedade. Sentam-se os ministros, explica-se a crise, e o Saraiva tem a palavra para expor o programa. O profundo silêncio com que ele há de ser ouvido é um dos regalos do Calisto, que ouve através do silêncio o tumulto das almas.
Depois rompe um deputado. Qual deputado? Não sabe qual seja, mas há de ser um, provavelmente o José Mariano, ou algum com quem se não conte, e está acesa a guerra – brotam os apartes, agitam-se os ânimos; vem outro orador, mais outro – cruzam-se os remoques, surgem os punhos cerrados, bufam as cóleras, retinem os entusiasmos. E o meu Calisto, de cima, olhará para baixo, e gozará um bom dia, um dia raro, igual àquele 18 de julho de 1868, quando o Itaboraí penetrou na Câmara liberal, com os conservadores. O Calisto ainda se lembra que não jantou nesse dia.
Agora, que a questão ainda é mais grave, a sessão há de render mais – ou dar sorte, que é a locução do meu amigo. Calisto espera sair amanhã dali, abarrotado de comoção para seis meses. Jura a quem quer ouvir, que não tem preferências nem antipatias. Também não quer saber se do debate lhe sairá alguma restrição pessoal ou pecuniária. Contanto que haja tumulto, está ganho o dia, e o dia seguinte pertence a Deus.
Ide vê-lo, à saída da Câmara, olhando embasbacado; estará ainda alegre. Mas no dia seguinte, que o diabo diz que também é dele, vereis o meu pobre Calisto arrimado a alguma porta ou esquina, à espreita de algum sucesso que passe, desconsolado como na ópera do nosso Antônio José:
Tão alegres que fomos,
Tão tristes que viemos.
Sem prejuízo semântico, podemos substituir a palavra em destaque no trecho a seguir, por:
•“Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.”
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
805859 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Qual é o Máximo Divisor Comum (MDC) dos números: 28, 52 e 76?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
805858 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Qual o valor de X na expressão abaixo?
(5X/3) – (4X/7) + (3/7) = (25/21)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
805594 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Qual é o Mínimo Múltiplo Comum (MMC) dos números: 3, 5 e 15?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pelo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil e que engloba o Atlas do Desenvolvimento Humano nos Municípios e o Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas, registra que, conforme dados divulgados em 2010, o IDHM do Município de Vitória de Santo Antão/PE é 0,640 o que situa esse Município na faixa de Desenvolvimento Humano Médio (IDHM entre 0,600 e 0,699). Segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano a dimensão que mais contribui, em 2010, para o IDHM do município de Vitória de Santo Antão foi:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
804489 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Indique a alternativa cuja classificação das palavras em destaque, pela ordem que aparecem na frase a seguir, está correta.
• Sapato e bola não combinam, mas ambos são necessários e muito apreciados.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

No último dia 05 de outubro de 2014, os eleitores do Estado de Pernambuco elegeram, em primeiro turno, o candidato Paulo Henrique Saraiva Câmara para o cargo de Governador do Estado de Pernambuco. Tendo tomado posse em 1º de janeiro de 2015, Paulo Câmara se tornou:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), divulgados no mês de outubro de 2014, pelo Ministério da Educação (MEC), mostram uma grande escalada de Pernambuco no ranking nacional do ensino médio. De acordo com os dados divulgados, Pernambuco subiu 12 posições e passou:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas