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A resposta que o Brasil quer ouvir
(A causa do surto de malformação cerebral em bebês do
Nordeste é mesmo o zika vírus? A inquietação de uma
médica da Paraíba em busca da verdade)
Para a maioria das mulheres, a gravidez é um momento literalmente mágico. Um espaço para as mais doces e livres projeções sobre o futuro dos filhos. Não tem sido assim com centenas de mães que moram em .Pernambuco e em outros seis Estados do Nordeste. Nos últimos seis meses, elas foram obrigadas a confrontar a realidade cedo demais. Nos primeiros exames de imagens feitos durante a gestação (ou logo após o parto), descobriram que seus bebês sofriam de uma malformação cerebral conhecida como microcefalia. Ela compromete gravemente o desenvolvimento da criança. Nada mais será como antes.
O perímetro da cabeça desses bebês, no nascimento, é inferior à média normal de 34 centímetros.
Em cerca de 90% dos casos, essa condição provoca algum tipo de deficiência mental. Outras consequências costumam ocorrer, como crises de epilepsia, dores de cabeça e nas articulações, visão prejudicada, surdez, problemas intestinais. A microcefalia sempre foi uma doença rara, causada por radiação, consumo de drogas pelas gestantes ou infecção por bactérias e vírus. Por alguma razão desconhecida, a anomalia se tornou expressivamente mais frequente no país. Até a semana passada, 399 casos haviam sido informados ao Ministério da Saúde. Quase o triplo das 197 notificações de 2014.
Nos quatro anos anteriores, o padrão se manteve em torno de uma centena de casos. O alerta ganhou corpo quando as autoridades revelaram a principal suspeita: a infecção das mães pelo vírus zika (novo no Brasil e transmitido pelo mesmo mosquito da dengue) seria a responsável pelo surto.
O Ministério da Saúde revelou que o vírus foi detectado no líquido amniótico (o fluido que envolve o feto) extraído de duas gestantes da Paraíba. Isso fecha o diagnóstico? “Quase. Ainda há uma pequena margem de dúvida”, diz o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. A associação entre o vírus e a ocorrência de microcefalia nos bebês é inédita no mundo. Se for comprovada, significará um grande feito científico e uma enorme fonte de preocupação. Um país infestado pelo Aedes aegyipt, onde o vírus zika já circula em 14 Estados e segue em franca expansão de território, engravidar pode se tornar uma escolha arriscada. “As mulheres devem pensar duas vezes”, afirmou Maierovitch.
Por trás do anúncio protocolar sobre o estudo realizado com as duas gestantes da Paraíba, há uma história singular, de incansável busca por respostas. Em setembro, a obstetra Adriana Melo, especialista em medicina fetal, começou a atender em Campina Grande, a 130 quilômetros de João Pessoa, casos que fugiam ao padrão. Tanto na clínica privada quanto no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, um serviço público, ela se surpreendeu ao observar o cérebro dos embriões durante os exames de ultrassonografia. Além do crânio menor, em alguns casos não era possível identificar todas as estruturas do cérebro. Adriana notou a ausência do cerebelo – a estrutura responsável pela manutenção do equilíbrio e da aprendizagem motora. Se essa região não se desenvolver, uma criança não consegue correr, andar de bicicleta, jogar bola. Novos exames, realizados três semanas depois, apontavam calcificações grosseiras e comprovavam que a cabeça não crescia.
Com dois doutorados e 17 anos de experiência, Adriana estava inconformada por não poder oferecer uma explicação às mães. Quando as autoridades de Pernambuco relataram um surto de microcefalia e afirmaram que as gestantes haviam tido manchas vermelhas na pele, Adriana começou a ligar os pontos. O mesmo sintoma ocorrera nas pacientes atendidas por ela na Paraíba. A médica convenceu as secretarias de saúde a custear a viagem de duas pacientes a São Paulo.
Durante um congresso internacional de medicina fetal, elas forma examinadas pelo médico Gustavo Malinger, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, um dos mais respeitados especialistas no mundo. Ele considerou que os casos realmente fugiam ao padrão e se surpreendeu com o fato de o Brasil, com mais de 200 notificações da doença, ainda não ter descoberto a razão do problema.
Adriana transformou o comentário incômodo em energia para persistir. No início de novembro, ela coletou as amostras do líquido amniótico na 28ª semana de gestação das duas pacientes em Campina Grande e enviou o material para análise na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Três técnicas diferentes constataram a presença do material genético do vírus nessas amostras. Em visita ao Brasil, a diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Margareth Chan, disse que a entidade acompanha as investigações. “É preciso enfatizar que a ligação com o vírus zika ainda não está determinada”, afirmou. “Precisamos continuar o trabalho.”
Na Paraíba, Adriana organiza um mutirão para estudar outras pacientes. “Tenho ouvido que só dois casos não comprovam nada, mas minha maior preocupação era orientar essas mulheres”, diz Adriana.
“Para mim, elas não são números. É a mãe do Guilherme e a da Catarina.” Com menos de 35 anos e na 30ª semana de gestação, elas sofrem em silêncio. “A cada dia, elas têm de enfrentar uma notícia pior”, diz a médica.
O conjunto de interrogações levou o governo federal a declarar estado de emergência em saúde pública. A medida é justificável, na opinião do infectologista Marcos Boulos, diretor da Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria Estadual de Saúde, em São Paulo. “O Ministério da Saúde tomou essa decisão pelo medo do escuro”, diz. “Não sabemos o que está acontecendo.”
A medida permite, entre outras coisas, que os governos façam compras ou contratem serviços sem abrir concorrências públicas. “Por enquanto não identificamos nenhuma necessidade de compra de materiais ou insumos adicionais”, disse Maierovitch. “Se essa necessidade surgir, compraremos sem licitação.” O esclarecimento dos casos não é simples. Caso o zika seja realmente o responsável, a mãe deve ter sido picada pelo mosquito nas primeiras semanas de gestação, quando ocorre o desenvolvimento do cérebro do bebê. Depois do nascimento, a criança, mesmo que tenha sido infectada não apresenta mais sinais do vírus. Não seria ético submeter todas as grávidas de fetos com microcefalia a uma punção do líquido amniótico. Ela oferece riscos, inclusive de abortamento.
Estima-se que dezenas de milhares de brasileiros tenham sido infectados – 80% não tiveram sintomas. Até recentemente, os cientistas acreditavam que o vírus tivesse chegado ao país durante a Copa do Mundo. Um artigo publicado em Outubro na revista Emerging Infectius Diseases apresenta outras versão. As cepas que circulam no Brasil são semelhantes às do grande surto ocorrido na região da Polinésia Francesa entre 2013 e 2014. O vírus teria chegado ao Brasil em agosto de 2014, quando atletas de quatro países afetados pelo vírus naquela região participaram de um campeonato internacional de canoagem, no Rio. A análise do líquido amniótico das gestantes da Paraíba, realizada na Fiocruz, confirmou que o vírus tem, realmente, o genótipo asiático – e não o africano. Para aumentar a vigilância, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio passou a exigir a notificação obrigatória de casos de grávidas que apresentarem manchas vermelhas na pele. Os brasileiros ganharam mais uma razão para combater os focos do mosquito, capaz de provocar três epidemias simultâneas (dengue, chikungunya e zika). O governo federal adota o princípio da precaução. “Declaramos nossa ignorância, mas não podemos nos omitir”, afirma Maierovitch. As mães desses bebês merecem mais do que isso. Precisam que o Estado garanta o acesso a recursos de fisioterapia, fonoaudiologia e outras formas de reduzir o impacto das sequelas. Fora da arena científica e burocrática, a luta dessas mulheres é por alguma qualidade de vida.
Texto escrito pela jornalista Cristiane Segatto. Revista Época, edição de
23 de novembro de 2015, n 911, São Paulo, Capital.
Predominantemente, o texto em evidência é:
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Uma língua, duas ortografias
Pode-se dizer que, embora as ortografias portuguesa e brasileira sigam uma orientação semelhante (baseadas nas propostas de Gonçalves
Viana), não há uniformidade: cada país segue normas próprias.
O fato de existirem duas grafias oficiais da língua acarreta problemas na redação de documentos em tratativas internacionais e na publicação de obras de interesse público. Esse problema tornou-se ainda mais agudo a partir de 1975, com a independência política de São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique e, muito recentemente, Timor-Leste, excolônias do Ultramar português. Ampliou-se para oito, portanto, o número de países que têm o português como língua oficial (em Timor-Leste há uma segunda língua oficial, o tétum, mais falada que o português), formando uma comunidade que já passa de 230 milhões de pessoas em quatro continentes.
Qualquer língua em uso está sujeita a variações fonéticas, morfológicas, sintáticas, vocabulares. É natural, portanto, que, sendo falada por uma população tão grande, dispersa por localidades tão diversas, a língua portuguesa apresente diferenças razoáveis entre as variedades brasileira, europeia e africana. Sua escrita segue hoje dois sistemas ortográficos: o do Brasil e o de Portugal, adotado nos demais países. Por serem de base predominantemente fonética, esses dois modelos não poderiam deixar de refletir a diferença entre as duas bem conhecidas normas de pronúncia.
Estes países estão convencidos, porém, de que a inexistência de uma ortografia oficial comum cria não apenas dificuldades de natureza linguística, mas também de natureza política e pedagógica. Daí o esforço que os une pela efetivação do novo Acordo.
A unificação da ortografia – é oportuno lembrar – não implica a uniformização ou unificação da língua em qualquer de seus aspectos (vocabulário, construção gramatical, pronúncia). As variedades de uso fazem parte da língua e jamais estão sujeitas aos efeitos de atos normativos emanados de qualquer autoridade pública. E mesmo no âmbito do Acordo Ortográfico, embora as regras ortográficas sejam as mesmas para todos os países que o assinam, passa-se a admitir, em certos casos, duas grafias correspondentes à diferença das normas cultas de pronúncia do português.
(...)
Qualquer língua expressa a cultura da comunidade que a fala, transmitindo-a através das gerações e fazendo-a circular no seio dessa comunidade. Por desempenhar tão ampla função, a língua é considerada um autêntico alicerce da estrutura social: além de sua utilidade mais óbvia como instrumento cotidiano das interações humanas, ela possibilita a construção de conhecimentos e sua armazenagem em arquivos sonoros ou impressos para uso na ciência, na educação, na literatura, no direito, na religião, no lazer, na administração pública etc. No desempenho dessa função cultural universalista e integradora, em que sobressai como meio de alcançar e de transmitir o conhecimento, a língua perde muito daquela espontaneidade típica da comunicação face a face. É nesse patamar, contudo, que atua a escrita, recurso essencial de expressão de todos os meios gráficos de circulação do conhecimento e da informação: jornais, revistas, boletins, cartazes, leis, enciclopédias, livros em geral. Como discurso ou estilo, é natural que essa escrita revele diferenças regionais, individuais ou profissionais, mas como representação gráfica é necessário que o leitor reconheça em cada forma escrita a mesma palavra, aquela forma que, mesmo sendo desconhecida, se encontra registrada sob a mesma grafia em um dicionário.
(...)
A ortografia de uma língua consiste na padronização da forma gráfica de suas palavras para o fim de uma intercomunicação social universalista, e só em casos excepcionais são admitidas duas grafias para uma mesma palavra. Pela tradição brasileira, as normas ortográficas, ordinariamente propostas por comissões de especialistas e aprovadas pelo Congresso Nacional, entram em vigor por ato do poder executivo federal.
Portanto, compete ao poder público oficializar mudanças nas convenções ortográficas, mais tais alterações não significam mudanças linguísticas, já que, por mais que se possa refletir em parte o sistema de sons da língua, a ortografia não faz parte desse sistema. Unificação ortográfica nada tem a ver com uniformização da língua.
As línguas são como são em virtude do uso que seus falantes fazem dela, e não de acordos de grupos ou de decretos do governo.
Escrevendo pela nova ortografia: como usar as regras do novo acordo ortográfico da língua portuguesa /
Instituto Antônio Houaiss / coordenação e assistência de José Carlos Azeredo. – São Paulo: Publifolha, 2013
Marque a alternativa CORRETA, de acordo com o texto:
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408022
Ano: 2015
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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FA500 é uma representação:
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Assinale V para verdadeiro e F para falso. Em relação à vacinação, deve-se orientar a família para procurar a UBS as crianças que:
( ) Não tiverem a marca (cicatriz) da vacina BCG no braço direito, após três meses da aplicação da vacina;
( ) Não tiverem o registro da aplicação de qualquer uma das vacinas na Caderneta da Criança;
( ) Tiverem informações sobre aplicações de vacinas que não estejam registradas na Caderneta;
( ) Apresentar qualquer queixa após a aplicação da vacina.
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407948
Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Disciplina: Educação Artística
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Leia as seguintes frases:
I. A arte é uma forma de comunicação e é um produto cultural/ social/ histórico.
II. A arte comunica verdades e imperativos morais.
III. A arte é subjetiva, se expressa poeticamente e relaciona-se com a contemplação.
IV. O artista comunica sua emoção, sua visão de mundo através da imaginação, utilizando técnicas específicas à sua linguagem.
Assinale a questão correta.
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Segundo Libâneo (1994), o planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos da sua organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino. É um meio para se programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação.
A respeito dessa temática, avalie as afirmações a seguir:
I. A concepção pedagógica do corpo docente, as bases teórico-metodológicas da organização didática, a contextualização social, econômica, política e cultural da instituição, a caracterização da clientela, os objetivos educacionais gerais, o sistema de avaliação, a estrutura organizacional e administrativa, são componentes do plano da escola.
II. Não existe nenhuma semelhança entre plano de curso, plano de ensino e plano de unidades didáticas.
III. Justificativa, objetivos gerais, objetivos específicos, conteúdo, tempo provável e desenvolvimento metodológico são partes de um plano de curso.
IV. Classifica-se como plano de aula um documento escrito para orientar as ações do professor e para possibilitar constantes revisões e aprimoramento de sua própria prática ano a ano.
V. Compete a cada professor, individualmente, elaborar o seu plano da escola expressando sua visão de educação e sua prática pedagógica.
Está CORRETO o que se afirma em:
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O processo de territorialização consiste em uma etapa fundamental de apropriação/conhecimento do território pelas equipes de trabalhadores da atenção básica, sendo uma das etapas a elaboração do mapa da área de atuação. Sobre o mapa da área de atuação, assinale a alternativa INCORRETA:
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407930
Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Cláudio Manuel da Costa, Basílio da Gama, Santa Rita Durão e Silva Alvarenga são artistas representativos, preferenciais, de qual escola literária brasileira?
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O Projeto Político Pedagógico é uma das condições fundamentais para que se afirme a identidade da escola como espaço necessário à construção e ao exercício da cidadania. O currículo constitui o elemento nuclear do projeto pedagógico, é ele que viabiliza o processo de ensino e aprendizagem e deve contemplar a formação da identidade cultural do aluno. Nesse contexto, considere as diretrizes listadas abaixo.
I. Considerar essencialmente a cultura erudita, o saber sistematizado, objetivo e neutro.
II. Promover narrativas sobre o outro numa ótica universalista.
III. Valorizar a razão sociológica e antropológica na qual a ênfase é posta na diversidade cultural do universo da população escolarizada.
IV. Tratar as diferenças e as identidades sociais e culturais como processos dinâmicos em permanente construção.
V. Considerar todas as culturas como igualmente válidas e legítimas.
São diretrizes a serem consideradas na construção do currículo as de números:
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Sobre as infecções das vias aéreas inferiores observe as seguintes afirmativas:
1. Para o diagnóstico da pneumonia deve haver pelo menos um achado sistêmico (confusão, cefaleia, sudorese, calafrios, mialgias ou febre);
2. A Ausência de sinais consolidativos na radiografia não descartam o diagnóstico de pneumonia;
3. Sinais de toxemia (taquipneia, taquicardia, hipoxemia e hipotensão) geralmente sugerem pneumonia e não bronquite aguda.
Assinale a alternativa CORRETA:
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