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1509726 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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O SUS é constituído pela conjugação das ações e dos serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde, executados pelos entes federativos de forma direta ou indireta, mediante a participação complementar da iniciativa privada, sendo organizado de forma regionalizada e hierarquizada. Para seu funcionamento de forma hierarquizada, existem vários tipos de unidades de saúde.
Sobre elas, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira.
1. Posto de saúde ( ) Unidade de saúde para prestação de atendimento ambulatorial em várias especialidades, incluindo ou não as especialidades básicas, podendo, ainda, ofertar outras especialidades não médicas. Oferecer ou não SADT e Pronto atendimento 24 Horas.
2. Hospital Geral ( ) Estabelecimento de saúde de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família e a Rede Hospitalar, devendo com estas compor uma rede organizada de atenção às urgências.
3. Policlínica ( ) Hospital destinado à prestação de atendimento nas especialidades básicas, por especialista e/ou outras especialidades médicas. Pode dispor de serviço de Urgência/Emergência. Deve dispor, também, de SADT de média complexidade, podendo ter ou não SIPAC.
4. UPA ( ) Unidade destinada a prestação de assistência a uma determinada população, de forma programada ou não, por profissional de nível medio, com a presença intermitente ou não do profissional médico.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
 

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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
Observe: “apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela.” (2º parágrafo). Para substituir “apesar de” por “embora”, mantendo o verbo vir, a forma verbal “vir editado” deve ser alterada para
 

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1506835 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
A via aérea artificial fornece o acesso à instituição de ventilação mecânica e consiste na inserção por via nasal, oral ou transtraqueal de um tubo que permita a passagem dos gases respiratórios, para que complicações associadas à hipóxia ou hipoventilação sejam evitadas.
Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo:
I. Risco elevado de aspiração, uma pontuação na Escala de Glasgow ≤ 8 e traumatismo instável de face são situações clínicas que indicam a intubação traqueal.
II. A cânula de Guedel não deve ser utilizada, mesmo que temporariamente, em conjunto com ventilação com máscara. Nesses casos, deve-se instituir imediatamente a intubação endotraqueal.
III. O tubo endotraqueal deve ter uma fixação firme e estar centrado na órbita oral, sendo posicionado em torno de 6-7cm acima da carina, sendo esse posicionamento verificado através da radiografia de tórax.
IV. A pressão do cuff deve ser ajustada entre 20 e 25cmH2O, já que valores mais elevados podem interromper o fluxo sanguíneo da mucosa e causar lesão tecidual.
V. Estenose traqueal, traqueomalácia, formação de granulomas e fístula traqueoesofágica são possíveis complicações da traqueostomia no período de pós-operatório imediato.
Está CORRETO o que se afirma em
 

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1506784 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
10 mL de solução de KCl a 10% contêm, em gramas,
 

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1505569 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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O Ministério da Saúde criou os Núcleos à Saúde da Família (NASF), mediante a Portaria GM nº 154, de 24 de janeiro de 2008. Seu principal objetivo foi o de apoiar a inserção da Estratégia de Saúde da Família na rede de serviços, além de ampliar a abrangência e o escopo das ações da Atenção Básica, e aumentar a resolutividade dela, reforçando os processos de territorialização em saúde.
Sobre o NSF, é CORRETO afirmar que
 

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1502165 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Um dos focos principais no tratamento terapêutico ocupacional na área da reabilitação física tem sido o uso de equipamentos específicos para aumentar a habilidade funcional nas atividades de autocuidado.
Na intervenção ortótica, esses dispositivos têm como objetivos todos os citados abaixo, EXCETO:
 

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Considerando a Constituição Federal de 1988, analise os itens abaixo:

I. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas, que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

II. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.

III. É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.

IV. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único.

VI. É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em Lei.

V. Ao Sistema Único de Saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1497945 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
A Insuficiência Respiratória Aguda (IRA) é um dos problemas mais frequentes e de maior gravidade em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Necessita de diagnóstico rápido e preciso e apresenta altas taxas de mortalidade.
Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1337637 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Os estudos epidemiológicos são instrumentos importantes para avaliar os fatores de risco e doenças na população.
Quanto ao estudo transversal, assinale a alternativa CORRETA.
 

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1327569 Ano: 2018
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Sobre as mudanças climáticas, existem instrumentos da Política Municipal. Sobre estes, analise os itens abaixo:
I. O Conselho Municipal do Meio Ambiente de Paulista - COMAP
II. O Comitê de Mudança Climática do Paulista - COMCLIMA
III. Órgãos Setoriais Estaduais
IV. Fundo Municipal do Meio Ambiente
V. O Sistema Estadual de Unidades de Conservação
Está(ão) INCORRETO(S) apenas
 

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