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Texto
O poder da geração hashtag está em compartilhar
FLÁVIA YURI OSHIMA
Uma pesquisa inédita feita por uma das maiores agências de propaganda do mundo, a Havas Worldwide, empresa com sede em Paris e presença em 75 países, mostra como pensam e vivem jovens entre 16 a 34 anos. Realizada este ano com 10 572 pessoas de mais de 16 anos, em 29 países, o Nação Hashtag, como foi chamado o estudo, mostra não só D) as preferências desse público como também D) algumas das principais diferenças entre esses jovens e a geração que nasceu nos anos 1950. (...)
Para os filhos e netos dos jovens das décadas de 1950 e 1960, a atração por rebelião e revolução deu lugar ao desejo de “mexer, consertar, hackear”. Na definição do estudo, é a geração dos makers (fazedores). “Em inglês dizemos que esses jovens trocaram o dropping out, que é a atitude de abandonar qualquer situação que os incomode, pela sigla DIY, de faça você mesmo em inglês”, afirmou Seth Godin, autor americano de livros sobre marketing e comportamento. “É como se antes os jovens precisassem largar ou quebrar tudo para ir atrás do que queriam. Hoje, a postura é mudar, com as próprias mãos, a partir do que existe”, disse ele. A possibilidade de fazer por si só está muito relacionada à geração de conteúdo e à uma certa disposição ao autodidatismo, alimentada pela possibilidade de poder pesquisar e explorar sozinhos vários campos de conhecimento.
Uma diferença B) importante detectada pelo estudo é que B) antes A) os grupos eram bem divididos de acordo com as idades. Hoje A), as tribos são montadas muito mais pelos interesses e pela forma como se comunicam do que pela faixa etária. “O que C) separa os jovens dos mais velhos hoje é menos o que C) eles pensam e sentem e mais a forma como empregam seu tempo e as ferramentas que usam para fazer suas vidas fluir”, diz Godin. Em outras palavras, usuários de diferentes idades de Instagram e Viber têm mais chances de se encontrar na mesma tribo do que os de mesma geração que não tenham os mesmos interesses e não usem as mesmas ferramentas tecnológicas.
Sentir-se ligado a quem usa os mesmos aplicativos de comunicação está intimamente relacionado à cultura de compartilhar. O estudo da Havas corrobora a avaliação de vários analistas de marketing e publicidade. O ato de dividir o que pensam, o que veem e o que vivenciam com conhecidos e, às vezes, com estranhos também, faz os jovens se sentirem poderosos de diversas formas.
Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/Flavia-Yuri-Oshima/noticia/
2014/12/o-poder-da-bgeracao-hashtagb-esta-em-compartilhar.html>Acesso em: 5 jan. 2015.
Os elementos que sinalizam a comparação, feita no texto, entre duas gerações são, respectivamente,
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O poder da geração hashtag está em compartilhar
FLÁVIA YURI OSHIMA
Uma pesquisa inédita feita por uma das maiores agências de propaganda do mundo, a Havas Worldwide, empresa com sede em Paris e presença em 75 países, mostra como pensam e vivem jovens entre 16 a 34 anos. Realizada este ano com 10 572 pessoas de mais de 16 anos, em 29 países, o Nação Hashtag, como foi chamado o estudo, mostra não só as preferências desse público como também algumas das principais diferenças entre esses jovens e a geração que nasceu nos anos 1950. (...)
Para os filhos e netos dos jovens das décadas de 1950 e 1960, a atração por rebelião e revolução deu lugar ao desejo de “mexer, consertar, hackear”. Na definição do estudo, é a geração dos makers (fazedores). “Em inglês dizemos que esses jovens trocaram o dropping out, que é a atitude de abandonar qualquer situação que os incomode, pela sigla DIY, de faça você mesmo em inglês”, afirmou Seth Godin, autor americano de livros sobre marketing e comportamento. “É como se antes os jovens precisassem largar ou quebrar tudo para ir atrás do que queriam. Hoje, a postura é mudar, com as próprias mãos, a partir do que existe”, disse ele. A possibilidade de fazer por si só está muito relacionada à geração de conteúdo e à uma certa disposição ao autodidatismo, alimentada pela possibilidade de poder pesquisar e explorar sozinhos vários campos de conhecimento.
Uma diferença importante detectada pelo estudo é que antes os grupos eram bem divididos de acordo com as idades. Hoje, as tribos são montadas muito mais pelos interesses e pela forma como se comunicam do que pela faixa etária. “O que separa os jovens dos mais velhos hoje é menos o que eles pensam e sentem e mais a forma como empregam seu tempo e as ferramentas que usam para fazer suas vidas fluir”, diz Godin. Em outras palavras, usuários de diferentes idades de Instagram e Viber têm mais chances de se encontrar na mesma tribo do que os de mesma geração que não tenham os mesmos interesses e não usem as mesmas ferramentas tecnológicas.
Sentir-se ligado a quem usa os mesmos aplicativos de comunicação está intimamente relacionado à cultura de compartilhar. O estudo da Havas corrobora a avaliação de vários analistas de marketing e publicidade. O ato de dividir o que pensam, o que veem e o que vivenciam com conhecidos e, às vezes, com estranhos também, faz os jovens se sentirem poderosos de diversas formas.
Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/Flavia-Yuri-Oshima/noticia/
2014/12/o-poder-da-bgeracao-hashtagb-esta-em-compartilhar.html>Acesso em: 5 jan. 2015.
O tema central do texto é o(a)
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Os principais ácidos poliinsaturados ômega-3 são
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Segundo K. Marx, a divisão do trabalho na sociedade burguesa ocorre
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Para K. Marx, a essência do capitalismo está
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561307
Ano: 2014
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Tomando por base os termos da Lei Municipal nº 4.231, de 26 de abril de 2002, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Parauapebas e dá outras providências, assinale a única alternativa correta que completa as lacunas na questão abaixo:
O serviço extraordinário será remunerado com acréscimo de _________ em relação à hora normal de trabalho e de _________ quando executado aos domingos e feriados, exceto nos casos em que a escala de trabalho seja exigência do cargo que o servidor ocupa ou em que haja legislação específica.
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Texto
Urbanismo: Um apelo irresistível
por Igor Fuser
Muitos moradores das cidades são tomados, de vez em quando, por uma intensa nostalgia do tempo em que os seres humanos preferiam os hábitats rurais. É a síndrome do eu quero uma casa no campo, título de uma canção da década de 70 que se tornou um clássico da música popular brasileira na voz de Elis Regina (1945-1982). O cotidiano estressante das grandes metrópoles, com a poluição, a insegurança e o trânsito infernal, é de fato um convite para sonhar com carneiros e cabras pastando, como diz a música. Mas a própria Elis nunca tentou tornar realidade seu devaneio bucólico. Nasceu, viveu e morreu na selva de pedra.
Na virada do Terceiro Milênio, mais da metade da população mundial mora em cidades. No Brasil essa proporção atinge 78%. A tendência vem desde que os primeiros agricultores trocaram suas tendas por povoamentos permanentes, há mais de 5000 anos, e se manifesta em todas as culturas. [...]
Por que será que a humanidade, sempre que tem a chance de escolher, prefere o corre-corre urbano ao sossego campestre? A resposta é simples: a cidade propicia aos seus moradores uma existência mais gratificante do que o campo. É lá que os produtores encontram mercados para seus serviços e suas mercadorias. Essas trocas geram riqueza. Os centros urbanos também são o cenário mais favorável para que as pessoas se encontrem. Daí resultam as novas ideias, que fazem o mundo andar para a frente. Foi nas cidades que nasceu a escrita e que se desenvolveram os valores da liberdade e da igualdade.
Com tantas vantagens, é natural que elas também concentrem uma quantidade enorme de problemas. Em todos os países, políticos, técnicos e cientistas estão queimando pestanas em busca de alternativas para os impasses do crescimento urbano desordenado. Ninguém sabe como serão as cidades daqui a 100 anos. Mas, se a História permite fazer alguma previsão, é possível dizer, com certeza, que o movimento em direção às cidades continuará. O homem é, por excelência, um animal urbano.
Disponível em: http://super.abril.com.br/cotidiano/urbanismo-apelo-irresistivel-438373.shtml. Acesso em: 20 jan. 2015.
A passagem da oração “que se desenvolveram os valores da liberdade e da igualdade” para a voz passiva analítica teria como resultado
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Moradores da Cidade de Belém informaram à imprensa local que estavam alarmados com a quantidade excessiva de caramujos nas ruas e terrenos baldios da cidade, pois já que esses moluscos estão relacionados com o aparecimento da Esquistossomose, doença conhecida também como “barriga d’água”, e assim pedem providências às autoridades competentes quanto ao controle desses organismos.
No Brasil as espécies de caramujos envolvidas na disseminação dessa doença são
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560741
Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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A definição de Payback é
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Nos sistemas de energia elétrica, as medições de potência e de tensão são feitas, respectivamente, pelos seguintes equipamentos:
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